terça-feira, 7 de março de 2023

A canção "Amem"


O Dia Internacional das Mulheres é um dia que se celebra com alegria na RPDC.

Com motivo dessa data, em Juche 84 (1995), o Dirigente Kim Jong Il sugeriu aos funcionários celebrá-lo com mais significância apesar do duro período da Marcha Penosa, dizendo que nosso país tem uma gloriosa tradição e história do movimento feminino. E se referiu à necessidade de consolidar a solidariedade internacional.

Propôs apresentar por rádio e televisão a nova canção “Amem” escrita por Kim Chol e composta por Ri Jong O.

A canção de uma grande repercussão entre o público e caiu no gosto de todos. Na ocasião do Dia Internacional das Mulheres reinava o ambiente de felicitar com flores as mulheres nas famílias e lugares de trabalho e respeitá-las na sociedade, dando um grande ânimo e vigor aos cidadãos que superavam dificuldades e provas.

Se pode encontrar muitas mulheres que cumprem com sua obrigação em aras da prosperidade da pátria e da felicidade da família. Entre elas há as inovadoras que realizam méritos em seus locais de trabalho, as médicas que se consagram ao trabalho antiepidêmico a favor da segurança da pátria e do povo, e as cientistas e educadoras que dedicam seus esforços tenazes ao desenvolvimento do Estado.

Um funcionário do Ministério da Cultura expressou que a canção “Amem” é uma ode às mulheres que apoiam a pátria com sua abnegação e fervor.

Hoje também essa canção ressoa infundindo cálidos sentimentos de amor e respeito às mulheres.

Yang Ryon Hui - Naenara

segunda-feira, 6 de março de 2023

Kim Yo Jong adverte os EUA e a Coreia do Sul


A vice-diretora de departamento do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, Kim Yo Jong, publicou em 7 de março a seguinte declaração:

Em 6 de março, um veículo de imprensa títere sul-coreano publicou uma informação confusa segundo a qual o comandante estadunidense do Indo-Pacífico disse em 24 de fevereiro que se a RPDC lança um ICBM em direção ao Pacífico, o derrubará imediatamente.

Não sou capaz de compreender se esse lapso verbal representa a posição verdadeira da classe militar dos EUA ou é uma piada rotineira da imprensa sul-coreana.

Porém, seja qual for a razão, envio uma advertência prévia.

O Pacífico não é o mar territorial dos EUA nem do Japão.

Em vista que sua classe militar faz ensaio anualmente no Pacífico considerando-o como seu mar territorial, gostaria de saber qual seria a reação dos EUA no caso de interceptação de uma arma estratégica por um terceiro país sob pretexto de enfrentamento.

Se tivesse em consideração como os EUA lidariam com tal circunstância horrível, poderia entender o qual irresponsáveis e imprudentes asneiras havia soltado.

Segundo a fonte, o comandante estadunidense descreveu os "exercícios para aplicar os meios do dissuasivo ampliado Coreia do Sul-EUA" como uma "ocasião muito significativa" na qual emitiu uma mensagem eficiente para a RPDC e outro país.

Também temos uma mensagem a enviar aos EUA.

Indubitavelmente consideraremos como uma aberta declaração de guerra contra a RPDC se ocorre um enfrentamento militar como a interceptação de nossa arma estratégica que se realiza como prova no mar e espaço abertos, que não estão sob jurisdição dos EUA, sem dar prejuízo à segurança dos países vizinhos.

O faço recordar o fato de que já estão estabelecidas as normas de nossa ação militar sob tal circunstância.

As últimas ações militares demonstrativas e as expressões retóricas de toda índole dos EUA e da Coreia do Sul, que passam do grau tolerável, nos obrigam a fazer algo para enfrentá-los.

Como já declaramos, observamos atentamente os movimentos militares das tropas estadunidenses e sul-coreanas e estamos totalmente prontos para empreender a qualquer momento e segundo o juízo uma ação oportuna, rápida e esmagadora.

Os EUA e a Coreia do Sul devem se abster de falas e gestos que pioram ainda mais a situação.

Publicada declaração de funcionário do Ministério das Relações Exteriores


O chefe do escritório de informação externa da Direção de Informação do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia publicou em 6 de março a seguinte declaração:

Apesar de nossas reiteradas advertências, os EUA seguem agravando de modo intencional a situação da Península Coreana e seu contorno.

Hoje, o bombardeiro estratégico nuclear estadunidense B-52 apareceu outra vez dentro de três meses na Península Coreana e foram realizados pela quinta vez neste ano os exercícios conjuntos aéreos com a Coreia do Sul. Esta provocação militar imprudente piora ainda mais a situação regional.

O presente treinamento, seguido dos "exercícios de aplicação dos meios do dissuasivo ampliado" em fevereiro passado, demonstra claramente que é impulsionada no nível de batalha real a tentativa dos EUA de usar armas nucleares contra nosso Estado.

Devido aos atos irresponsáveis dos EUA e da Coreia do Sul, que se dedicam somente à manifestação armada na contramão da aspiração da sociedade internacional pela distensão e estabilidade da situação, o perigo do estalar da guerra nuclear na Península Coreana é levado da fase virtual à real.

As frequentes manobras militares provocativas dos EUA contra a RPDC prenunciam o caráter agressivo dos exercícios militares conjuntos EUA-Coreia do Sul de grande escala, que se iniciarão dentro de alguns dias, e a gravidade do agravamento da situação catastrófica que será emanada disso.

Expressamos a profunda lástima às manifestações armadas irresponsáveis e preocupantes dos EUA e da Coreia do Sul que levam à conjuntura mais imprevisível a situação da Península Coreana e seu contorno e demandamos fortemente o cessar imediato das ações hostis militares que vulneram a paz e estabilidade da Península Coreana.

Se os EUA e a Coreia do Sul seguem atuando como agora, não há garantia de que não ocorrerá um conflito físico na Península Coreana onde se encaram as enormes forças armadas de ambas partes.

A sociedade internacional deve enviar aos EUA e à Coreia do Sul um sinal claro pelo cessar imediato dos exercícios de guerra, respondendo aos esforços da RPDC pela distensão da Península Coreana e seu contorno.

domingo, 5 de março de 2023

É promovido na RPDC o desenvolvimento de satélites - Entrevista da ACNC com o vice-diretor da Administração Nacional de Desenvolvimento Aeroespacial


Com motivo do 14º aniversário do ingresso da República Popular Democrática da Coreia no Tratado do Espaço Exterior, o vice-diretor da Administração Nacional de Desenvolvimento Aeroespacial, Pak Kyong Su, concedeu em 5 de março uma entrevista à Agência Central de Notícias da Coreia.

Ele disse como segue:

Nos dias 5 e 10 de março de Juche 98 (2009), a RPDC ingressou respectivamente no Tratado do Espaço Exterior (Tratado sobre os princípios das atividades dos Estados na exploração e uso do espaço exterior, incluindo a Lua e outros corpos celestes) e na Convenção de Registro (Convenção sobre o registro dos objetos lançados ao espaço exterior), pactos que permitem exercer dignamente o direito do Estado soberano na exploração e uso do universo e garantem suas atividades espaciais em virtude da lei internacional.

O referido tratado estipula os princípios fundamentais da lei internacional do espaço tais como o de uso igualitário da Lua e outros corpos celestes por parte de todos os Estados, o de estudar e usar o universo com fins pacíficos, o de fomentar a colaboração internacional no desenvolvimento e uso do universo.

E a convenção menciona determina os assuntos relacionados com o registro dos objetos lançados ao espaço.

Posto que crescem cada dia mais as necessidades de desenvolvimento e uso do espaço, é ativado o movimento internacional para utilizá-lo para o desenvolvimento sustentável da economia e o fomento do bem-estar do povo.

A RPDC, país fabricante e lançador de satélite artificial, vem promovendo o desenvolvimento espacial sob o comando unificado do Estado e segue alcançando êxitos notáveis.

São logrados constantes avanços na fabricação do satélite polivalente e de alta potência e na melhora de sua confiabilidade. E o desenvolvimento exitoso do motor de grande capacidade para o foguete transportador dá a firme garantia para o lançamento de satélites de diferentes missões nas órbitas correspondentes.

Estão em boa marcha os projetos para introduzir os êxitos científicos e tecnológicos espaciais na agricultura, na indústria pesqueira, na observação meteorológica, nas comunicações, na prospecção de recursos, na administração do território nacional, na prevenção de desastres naturais e outros domínios com vista a impulsionar o desenvolvimento integral da construção socialista.

Tais êxitos fazem prever a boa perspectiva de desenvolvimento espacial da RPDC.

A tradição patriótica


Em março de Juche 35 (1946), um ano depois da libertação da Coreia do jugo colonial do imperialismo japonês, foi realizada a Reforma Agrária sob a direção do grande Líder camarada Kim Il Sung, e os camponeses, convertidos em donos da terra e do Estado, empreenderam a campanha pelo aumento da produção agrícola e a de entrega voluntária de cereais ao Estado.

Esta última foi um movimento patriótico que os camponeses beneficiados pela Reforma Agrária empreenderam com a decisão de corresponder à benevolência do país.

O camponês Kim Je Won do condado de Jaeryong da província de Hwanghae, que havia levado uma penosa vida de arrendatário desde a infância, doou 30 sacos de arroz no final de Juche 35 (1946) para responder à solicitude do Líder que o deu a terra e assegurou uma nova vida. Seguindo seu exemplo, mais de 18.700 camponeses se incorporaram à referida campanha e doaram dezenas de milhares de sacos de cereais para contribuir à construção de uma nova pátria.

Durante a Guerra de Libertação da Pátria (junho de 1950-julho de 1953), os camponeses empreenderam uma campanha pelo aumento da produção para dar ajuda ao seu exército, e contribuíram com cereais à prosperidade da pátria nas etapas da revolução como a reabilitação pós-guerra e a construção socialista.

A tradição patriótica continua até os dias atuais.

Kim Kum Ok, da Fazenda Yongjin no condado de Kangnam da cidade de Pyongyang, colheu ricas colheitas em suas parcelas encarregadas nos últimos anos e doou ao país quase 80 toneladas de cereais no total, além da quantidade planejada.

Se pode encontrar tais camponeses patrióticos em todas as partes do país, desde as planícies até os remotos lugares montanhosos.

Isso é uma demonstração da confiança absoluta dos trabalhadores agrícolas na ideia e política da República e sua aspiração de defender e glorificar o regime socialista.

Naenara

sábado, 4 de março de 2023

Publicada declaração do vice-ministro das Relações Exteriores da RPDC, Kim Son Gyong


O vice-ministro das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia e encarregado das organizações internacionais, Kim Son Gyong, publicou em 4 de março a seguinte declaração:

Recentemente, os EUA e a Coreia do Sul vêm levando a situação da região da Península Coreana ao nível extremamente perigoso com seu ato verbal retórico e a manifestação militar ameaçantes à República Popular Democrática da Coreia.

Segundo os informes, EUA e Coreia do Sul empreenderam em 3 de março, pela quarta vez neste ano, os exercícios conjuntos aéreos no espaço do Mar Oeste da Coreia, mobilizando o bombardeiro estratégico B-1B, os drones "MQ-9 Reaper" e outros equipamentos estratégicos de diversos gêneros que são elogiados como superiores.

Anteriormente, as classes militares dos EUA e da Coreia do Sul publicaram um comunicado em que falam do "fim" de nosso Estado, desenvolvendo os "exercícios de aplicação dos meios de dissuasivo ampliado" que supõem o uso da arma nuclear contra a RPDC.

Neste momento, os EUA não ocultam o fato que junto com a Coreia do Sul realizam a operação especial cujo objetivo é o ataque surpresa aos importantes pontos estratégicos na profundidade da RPDC.

Devido ao ato irresponsável dos EUA e da Coreia do Sul, destinado a exacerbar a tensão, a situação da Península Coreana e seu contorno segue por um caminho muito preocupante que ninguém deseja.

O mais lamentável é que a ONU, que expressava profunda atenção e preocupação por um conflito mínimo e um perigo de choque armado, se mantém calada diante da clara violação da soberania e da demonstração militar pelos EUA e a Coreia do Sul.

Recentemente, expressei forte pesar pela conduta extremamente parcial e desequilibrada do secretário-geral da ONU, que faz vista grossa sobre o ato provocativo militar dos EUA e da Coreia do Sul e insulta a reação autodefensiva da RPDC como "provocação" e "ameaça".

O ponto de vista e a atitude sobre os exercícios conjuntos EUA-Coreia do Sul, evidentemente de caráter agressivo, mostram quem tem verdadeiramente ou não o interesse no alívio da tensão da Península Coreana e mantém ou não a imparcialidade, objetividade e equilíbrio na solução do problema.

Os treinamentos conjuntos frequentes dos EUA e da Coreia do Sul, que aquecem a situação da região, ao estabelecerem um objetivo irrealizável e muito perigoso como o "fim" de um Estado soberano e empregam expressões retóricas ameaçadoras, servem como testemunho através do qual se pode entender facilmente o fator do círculo vicioso permanente da situação na Península Coreana.

Se seguem sendo proferidas as retóricas ameaçadoras e continua a manifestação militar na zona mais candente, a Península Coreana, a situação militar e política da região será levada à fase incontrolável.

Quem quer que seja, pode igualmente tratar da manifestação militar, se necessário. Então, seus resultados serão evidentes.

Se tem o interesse sincero na paz e segurança da Península Coreana, da região do Nordeste da Ásia e do mundo, não deve tolerar mais o ato anti-paz dos EUA e da Coreia do Sul que inculcam o imprudente confronto entre as forças e o choque hostil.

A ONU e a sociedade internacional devem demandar categoricamente aos EUA e à Coreia do Sul o cessar imediato da ação verbal provocativa e das manobras militares que pioram ainda mais a situação da região da Península Coreana e aprofundam ainda mais o confronto.

Esse será o primeiro passo para a distensão permanente na Península Coreana e seu contorno, que a sociedade internacional tanto deseja.

Os EUA não podem evadir a responsabilidade de provocar o colapso do sistema internacional de desarmamento


O investigador do Instituto de Desarme e Paz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia, Ku Yong Chol, publicou em 4 de março um artigo intitulado "Os EUA não podem evadir a responsabilidade de provocar o colapso do sistema internacional de desarmamento."

A recente corrosão acelerada do sistema internacional de desarmamento e o fato de que a estabilidade estratégica do mundo está sendo seriamente prejudicada está levantando sérias preocupações na comunidade internacional.

Recentemente, foi suspensa a execução do Tratado de Redução e Limitação de Armas Estratégicas Ofensivas (Start-III), único pacto para o desarme nuclear.

A respeito disso, os EUA e outros países ocidentais colocam a culpa nos outros.

Porém, os verdadeiros culpados da presente crise são precisamente os EUA e seus satélites.

Este tratado firmado em 2010 por Rússia e EUA estipula limitar o número de ogivas nucleares estratégicas e seus meios de transporte em disposição para o combate e verificar o estado de sua execução através da inspeção mútua às bases militares da contraparte.

Há apenas três anos, os EUA negavam o prolongamento deste tratado qualificando-o de "acordo mal feito" e "negócio ruim" e decidiu dilatá-lo ao ponto de expirar. Porém, esta decisão partiu de uma intenção maligna de limitar de forma verificável as forças armadas nucleares estratégicas da Rússia.

O comprova o trajeto criminoso dos EUA que durante mais de duas décadas vêm frustrando o sistema de desarme internacional.

Os EUA se retiraram unilateralmente do tratado de limitação de mísseis interceptores para tomar a superioridade estratégica sobre outras potências nucleares, forçando o estabelecimento do sistema antimíssil em 2002 e, em 2019, anulou sem hesitação o tratado de abolição de mísseis de mediano e curto alcance alcance, dando início à nova corrida armamentista nuclear.

Em 2020 se retirou unilateralmente também do tratado de abertura do espaço aéreo territorial, firmado entre a OTAN e os países membros do antigo Pacto de Varsóvia com o fim de atrair mais os países membros da OTAN, estimulando a hostilidade deles para com a Rússia.

Os EUA é um país que destrói sem nenhuma hesitação o sistema de desarme internacional para seu interesse injusto, embora fale tanto do estabelecimento da "ordem internacional baseada em regras".

Se torna mais intensiva na Península Coreana, lugar mais candente do mundo, a imprudente corrida armamentista dos EUA e suas forças aliadas que agrava a situação regional para manter a posição hegemônica.

Falando do "oferecimento do dissuasivo ampliado" contra a RPDC, os EUA implantam na Coreia do Sul o submarino nuclear, o bombardeiro estratégico e outros meios de ataque estratégico nuclear e realiza com Coreia do Sul e Japão os exercícios de caráter agressivo e com os distintos nomes como "exercício de operação dos meios do dissuasivo ampliado" e "treinamento de defesa antimíssil".

Sob o pretexto da execução da estratégia do Indo-Pacífico, cujo objetivo é manter a supremacia militar e estratégica da região, os EUA incitam seus satélites asiáticos a incrementar os gastos militares, de modo que faz todo o possível para transformar de modo favorável à sua aliança o equilíbrio militar da Península Coreana e da região do Nordeste da Ásia.

O desenvolvimento e introdução do "míssil balístico com alto poderio", o lançamento do satélite de reconhecimento militar e a tentativa de possuir o submarino nuclear, por parte da Coreia do Sul, e a introdução do míssil de cruzeiro "Tomahawk " e o desenvolvimento do míssil hipersônico pelo Japão, que havia formalizado o asseguramento da  "capacidade de ataque à base inimiga", mostram que o incremento dos gastos militares dos EUA e seus satélites chega ao limite perigoso e imperdoável.

Contudo, eles questionam injustamente o fortalecimento da capacidade autodefensiva da RPDC com o objetivo de justificar suas manobras de incremento armamentista.

Constituem uma grave ameaça ao regime de desarmamento em escala mundial e à paz e estabilidade do mundo os EUA, que recorrem à ampliação do sistema de aliança militar agressiva e à corrida armamentista ilimitada, enquanto qualifica o fortalecimento da capacidade autodefensiva dos países independentes de soberanos de "ameaça" à paz e estabilidade internacionais.

A realidade comprova que não se pode realizar a redução de armas nem a construção de um mundo pacífico e o mundo cairá no caos e crise mais severos, enquanto existam a coação e arbitrariedade do imperialismo estadunidense.

Hoje em dia, a Península Coreana vai se convertendo no maior barril de pólvora do mundo e campo de treinamento militar devido às manobras de expansão militar dos EUA e suas forças aliadas.

Posto que foi anulado o regime de desarme internacional e aumenta o perigo de conflito armado na Península Coreana, o dissuasivo nuclear da RPDC constitui a poderosa garantia física para manter o equilíbrio das forças na região e impedir a provocação de nova guerra.

Reforçar as forças armadas nucleares da RPDC é o único meio para fazer frente às enormes forças agressivas dos EUA, estacionadas na região da Ásia-Pacífico, e seus novos movimentos militares, e à ameaça militar engendrada pelo aumento demasiado de gastos militares e a corrida armamentista da Coreia do Sul, do Japão e outras forças aliadas dos EUA.

A posse da capacidade combativa nuclear capaz de fazer frente eficiente a quaisquer manobras de aumento das forças armadas dos EUA e outras forças aliadas que realizam enormes gastos militares serve de medida única capaz de assegurar o dissuasivo militar mais eficiente com pouco custo.

A linha de fortalecimento das forças armadas nucleares da RPDC é uma medida justa que garante confiavelmente a paz e estabilidade da Península Coreana e seu contorno diante da imprudente corrida armamentista dos EUA e suas forças satélites.

Os EUA jamais podem evadir a responsabilidade pela destruição da paz e segurança do mundo e o regime de desarme internacional.