Com o desenvolvimento da luta armada antijaponesa em grande escala, desencadeou-se vigorosamente o trabalho de criar bases guerrilheiras em vastas regiões ao longo do rio Tuman e, apoiando-se nelas, ampliar e fortalecer as organizações partidistas e as organizações de massas.
A luta pela criação de bases guerrilheiras começou imediatamente após a Conferência de Mingyuegou, em dezembro de 1931, e desenvolveu-se em grande escala, sobretudo a partir da Conferência de Xiaoshahe, em maio de 1932.
Em primeiro lugar, foi travada a luta pela criação de bases guerrilheiras sob a forma de zonas libertadas.
O grande Líder camarada Kim Il Sung ensinou:
"As bases guerrilheiras podem assumir diferentes formas, de acordo com a situação objetiva e subjetiva existente, o ambiente e as condições em que a luta se desenrola e o grau de preparação das forças armadas.
Nas nossas condições atuais, devemos criar zonas guerrilheiras sob a forma de bases constituídas como zonas libertadas". (Obras Selecionadas de Kim Il Sung, vol. 1, pp. 34-35)
As bases sob a forma de zonas libertadas, ou zonas guerrilheiras, eram territórios inteiramente controlados pelas forças guerrilheiras, isto é, territórios completamente fora do sistema de dominação do inimigo. Somente com a criação dessas bases guerrilheiras sob a forma de zonas libertadas seria possível proteger as jovens forças armadas revolucionárias e as massas revolucionárias e desenvolver vigorosamente a luta geral de libertação nacional antijaponesa, tendo como eixo a luta armada antijaponesa.
O grande Líder enviou a diversas localidades quadros dirigentes do Partido e da União da Juventude Comunista para impulsionar vigorosamente o trabalho de criação das zonas guerrilheiras. Ao mesmo tempo, realizou pessoalmente, como exemplo, o trabalho de criação da zona guerrilheira de Xiaoshahe Assim, no final de maio de 1932, foi criada a primeira zona guerrilheira em Xiaoshahe, no condado de Antu, e, a partir daí, o trabalho de criação de zonas guerrilheiras avançou rapidamente.
Do verão de 1932 ao início de 1933, foram criadas numerosas zonas guerrilheiras em vastas regiões ao longo do rio Tuman, incluindo Dajingang, no condado de Antu; Xiaowangqing, Gayahe e Yaoyinggou, no condado de Wangqing; Wangougou, Hailangou, Shirengou, Sandaowan e Weizigou, no condado de Yanji; Eorangchon e Niufudong, no condado de Helong; e Yantonglazi, Lishu e Dahuanggou, no condado de Hunchun. Também nos períodos posteriores foram criadas novas zonas guerrilheiras em locais como Chechangzi e Neidaoshan, no condado de Antu; Dahuangwai e Jinchang, no condado de Wangqing; e Shenxiandong, no condado de Yanji. Numerosas massas revolucionárias reuniram-se nas zonas guerrilheiras, ou zonas libertadas. Nelas foram organizadas e atuavam organizações do Partido e da União da Juventude Comunista, diversas organizações revolucionárias, órgãos do poder revolucionário e organizações paramilitares, como a Guarda Vermelha e a Vanguarda das Crianças.
Nas proximidades das zonas guerrilheiras foram criadas zonas semiguerrilheiras.
As zonas semiguerrilheiras eram regiões que, formalmente, estavam sob o domínio do inimigo, mas que, na prática, eram controladas e dirigidas pelas forças guerrilheiras e haviam sido revolucionarizadas. A criação de numerosas zonas semiguerrilheiras permitia estabelecer condições favoráveis à expansão e consolidação das zonas guerrilheiras e ao fortalecimento das atividades das forças guerrilheiras.
O grande Líder enviou agentes políticos às regiões circundantes das zonas guerrilheiras, orientando-os a criar organizações revolucionárias e a unir as massas de forma organizada. Também os orientou a assumir o controle das unidades inferiores dos órgãos de dominação inimigos e a apoiar ativamente as atividades das forças guerrilheiras e das organizações revolucionárias. Como resultado, foram criadas zonas semiguerrilheiras em vastas regiões ao redor das zonas guerrilheiras.
O grande Líder orientou ainda que, nas regiões sob o domínio inimigo onde não era possível estabelecer zonas semiguerrilheiras, fossem instaladas bases de atividades guerrilheiras nas quais pequenos destacamentos e grupos das forças guerrilheiras pudessem se apoiar. Essas bases de atividades guerrilheiras eram constituídas principalmente por organizações revolucionárias clandestinas e locais secretos de ligação.
Com a criação de zonas guerrilheiras, zonas semiguerrilheiras e bases de atividades guerrilheiras em vastas regiões ao longo do rio Tuman, foram firmemente estabelecidas a base da revolução coreana, a base estratégico-militar da Guerrilha Popular Antijaponesa e sua base de retaguarda. Com isso, foram criadas garantias sólidas para desenvolver ainda mais a revolução coreana em seu conjunto, tendo como eixo a luta armada antijaponesa.
Após a criação das bases guerrilheiras, desenvolveu-se vigorosamente o trabalho para consolidá-las.
Na luta pela consolidação das zonas guerrilheiras, a resolução correta da questão do Poder apresentou-se como um problema importante. Somente resolvendo corretamente essa questão seria possível eliminar as antigas relações socioeconômicas e a velha ordem de dominação dentro das zonas guerrilheiras e realizar corretamente o trabalho de estabelecer instituições e uma ordem revolucionárias e democráticas. Isso permitiria também que as zonas guerrilheiras cumprissem plenamente sua missão e seu papel como bases estratégicas da luta armada e retaguarda da revolução coreana. Além disso, seria possível garantir ao povo das zonas guerrilheiras verdadeiras liberdades e direitos políticos e fazer com que manifestasse plenamente seu entusiasmo revolucionário e sua iniciativa criadora em prol da vitória da luta armada.
Entretanto, os oportunistas de esquerda e os sectários que seguiam servilmente as potências estrangeiras estabeleceram, nos primeiros tempos da criação das zonas guerrilheiras, governos soviéticos em algumas localidades, inadequados às condições reais do nosso país, e tentaram abolir toda a propriedade privada e implementar a produção e a distribuição coletivas. As manobras desses indivíduos provocaram grande inquietação e confusão entre a população das zonas guerrilheiras.
O grande Líder, nas diversas reuniões de quadros dirigentes do Partido, da União da Juventude Comunista e das organizações revolucionárias, incluindo a reunião convocada no final de fevereiro de 1933, em Macun, condado de Wangqing, denunciou e criticou a essência esquerdista da linha dos sovietes. Expôs a linha jucheana de estabelecimento de um governo revolucionário popular, desenvolvendo a linha de construção do Poder Popular que já havia apresentado na Conferência de Kalun, e esclareceu as tarefas a serem cumpridas para a fundação do governo revolucionário popular.
A linha do governo revolucionário popular era uma linha original que apresentava uma nova abordagem para a questão da construção do Poder, um dos problemas fundamentais da revolução.
Até então, prevalecia a concepção de que, nas revoluções dirigidas pela classe operária, deveria ser estabelecido um poder dos sovietes. Entretanto, com a mudança das condições de desenvolvimento da revolução e, sobretudo, com a questão da frente única nacional antijaponesa passando a ocupar um lugar central no movimento de libertação nacional das colônias, tornou-se necessário resolver novamente a questão do Poder, de acordo com essas novas condições.
A linha do governo revolucionário popular resolveu brilhantemente essas exigências e constituiu uma contribuição notável para o desenvolvimento da teoria sobre o Poder.
Para implementar essa linha, o grande Líder organizou cursos de formação para os quadros dirigentes das organizações partidistas e da União da Juventude Comunista, enviando-os a diversas localidades. Ao mesmo tempo, visitou pessoalmente várias zonas guerrilheiras para orientar o trabalho de fundação dos governos revolucionários populares.
Em março de 1933, o grande Líder camarada Kim Il Sung orientou a reunião realizada na zona guerrilheira de Gayahe para fundar o Governo Revolucionário Popular do Distrito nº 5 de Wangqing.
No histórico discurso proferido nessa reunião, intitulado "O governo revolucionário popular é um verdadeiro Poder Popular", o grande Líder esclareceu que o governo revolucionário popular era uma forma de poder genuinamente popular e democrática. Explicou detalhadamente os meios para estabelecer governos revolucionários populares em todas as zonas guerrilheiras e fortalecê-los e desenvolvê-los ainda mais, bem como as diversas medidas que esses governos deveriam implementar.
Naquele dia, os representantes do governo revolucionário popular do distrito foram eleitos de acordo com a vontade do povo, e a fundação do Governo Revolucionário Popular do Distrito nº 5 de Wangqing foi solenemente proclamada.
Após a fundação desse governo, o trabalho para estabelecer governos revolucionários populares nas demais zonas guerrilheiras avançou rapidamente. Em todas as zonas guerrilheiras foram estabelecidos governos revolucionários populares distritais e governos das aldeias. Nas regiões onde não era possível criá-los, foram organizados comitês camponeses que desempenhavam as funções dos órgãos do poder. Assim, no verão de 1933, os governos revolucionários populares já haviam sido estabelecidos em quase todas as zonas guerrilheiras ao longo do rio Tuman.
Os governos revolucionários populares implementaram diversas reformas democráticas nas zonas guerrilheiras.
Confiscaram as terras dos imperialistas japoneses e dos latifundiários pró-japoneses e as distribuíram gratuitamente aos camponeses. Proclamaram a jornada de trabalho de oito horas e um salário mínimo, abolindo os impostos e encargos exorbitantes. Também instituíram a igualdade de direitos entre homens e mulheres, o ensino obrigatório gratuito e o tratamento médico gratuito.
Nas zonas guerrilheiras foram estabelecidas novas relações socioeconômicas e uma ordem revolucionária. Assim, elas se transformaram em um novo mundo popular, onde o nosso povo, que no passado sofria sob uma exploração cruel e era tratado com desprezo, pôde libertar-se da exploração e da opressão e desfrutar plenamente de uma vida de igualdade e liberdade. Além disso, as zonas guerrilheiras foram consolidadas como bases estratégico-militares confiáveis e poderosas bases de retaguarda da luta armada antijaponesa, tornando-se plenamente capazes de desempenhar seu papel como retaguarda da revolução coreana em seu conjunto.
Paralelamente ao desenvolvimento da luta armada antijaponesa e à criação das bases guerrilheiras, também se intensificou o trabalho de ampliação e fortalecimento das organizações partidistas e das organizações de massas, de acordo com as novas condições.
Em primeiro lugar, foram desenvolvidos esforços para estabelecer organizações partidistas de diferentes níveis na Guerrilha Popular Antijaponesa e criar um sistema unificado de direção das organizações do Partido.
Nos primeiros tempos da formação da Guerrilha Popular Antijaponesa, foram organizadas células partidistas nos pelotões e grupos partidistas nas companhias. Em 1933, com o rápido crescimento das forças guerrilheiras, foram criados comitês partidistas nos batalhões e nos regimentos.
Com o início da luta armada antijaponesa e a formação de organizações partidistas na Guerrilha Popular Antijaponesa, o trabalho de construção do Partido, que anteriormente se desenvolvia apenas em bases territoriais, passou a ser realizado amplamente também no âmbito das forças guerrilheiras. Consequentemente, o trabalho de consolidação das bases organizativas e ideológicas para a fundação do Partido passou a ser desenvolvido tendo a Guerrilha Popular Antijaponesa como eixo principal.
Nas zonas guerrilheiras, foram realizados rigorosamente os trabalhos de avaliação e recadastramento dos militantes do Partido. Ao mesmo tempo, novos membros provenientes das fileiras das organizações revolucionárias foram admitidos no Partido, e foram criadas organizações partidistas em todas as aldeias.
As organizações partidistas nas regiões sob o domínio do inimigo também foram reorganizadas e fortalecidas de acordo com as novas condições. Junto aos comitês partidistas de condado, foi criado um órgão encarregado especificamente de assumir e dirigir o trabalho partidista nas regiões sob o domínio inimigo, garantindo assim a orientação regular das organizações partidistas dessas regiões.
O trabalho de construção das organizações partidistas também avançou vigorosamente no interior do país.
Em agosto de 1933, o grande Líder camarada Kim Il Sung organizou, no condado de Saebyol, na província de Hamgyong Norte, um curso de formação para agentes políticos e responsáveis pelas organizações revolucionárias clandestinas, esclarecendo detalhadamente as questões relacionadas à construção das organizações partidistas no interior do país.
Em fevereiro de 1934, durante a reunião dos representantes das organizações partidistas e revolucionárias do interior, convocada em Pungin-dong, cantão de Mipho, condado de Onsong, na província de Hamgyong Norte, o grande Líder orientou que fossem estabelecidas bases nas principais regiões do país, incluindo a região de Onsong, e que as organizações partidistas fossem ampliadas. Explicou que, nas regiões onde já existia um grande número de organizações partidistas de base, deveriam ser criados órgãos regionais de direção, como comitês partidistas de cantão, e estabelecido um sistema de orientação sobre eles. Ressaltou também a necessidade de garantir a pureza das fileiras do Partido e sua unidade ideológica e de vontade, organizar amplamente organizações de massas antijaponesas, assegurar a orientação partidista sobre elas e elevar as funções e o papel das organizações partidistas de todos os níveis.
Na reunião, o grande Líder orientou a criação do Comitê do Partido da Região de Onsong.
Assim, em fevereiro de 1934, foi criado o Comitê do Partido da Região de Onsong, órgão dirigente do Partido encarregado de orientar as diversas organizações partidistas de base da região. Com isso, estabeleceu-se uma sólida base organizativa que permitiria ampliar rapidamente as organizações partidistas não apenas na região de Onsong, mas também para o interior do país.
Dessa maneira, foram criadas numerosas organizações partidistas de base em diversas regiões, incluindo o norte do nosso país, e estabeleceu-se um sistema bem organizado de direção das organizações partidistas.
Ao dirigir e organizar a luta pela ampliação e pelo fortalecimento das organizações partidistas, o grande Líder camarada Kim Il Sung dedicou especial atenção à garantia da unidade, da coesão e da pureza das fileiras revolucionárias.
A questão mais importante para garantir a unidade, a coesão e a pureza das fileiras revolucionárias era superar o sectarismo.
Em maio de 1933, para mobilizar os guerrilheiros e os membros das organizações partidistas e revolucionárias na luta contra o sectarismo, o grande Líder publicou a obra clássica "Eliminemos o sectarismo e fortaleçamos a unidade e a coesão das fileiras revolucionárias".
Nessa obra, denunciou as origens ideológicas do sectarismo, os crimes dos sectários e seus métodos. Ensinou que, para conduzir com êxito a luta contra o sectarismo, todos os guerrilheiros, membros da União da Juventude Comunista e integrantes das organizações revolucionárias deveriam estabelecer firmemente uma concepção de mundo revolucionária e que as amplas massas revolucionárias deveriam ser mobilizadas ativamente nessa luta. Ressaltou ainda que essa luta deveria ser conduzida em estreita ligação com o trabalho de fortalecimento das fileiras revolucionárias, evitando desvios de esquerda e de direita e seguindo princípios coerentes com os interesses da revolução.
O grande Líder também ensinou que a luta para eliminar o sectarismo era uma luta séria, que não poderia ser concluída em pouco tempo e que, por isso, deveria ser conduzida com perseverança e firmeza.
Naquela época, a luta contra o sectarismo apresentava muitas complexidades. Isso ocorria porque alguns sectários ainda ocupavam posições dirigentes nas organizações partidistas e em diversas organizações revolucionárias, além de ocultarem sua verdadeira natureza por meio de discursos aparentemente revolucionários.
Sob a sábia direção do grande Líder, os novos comunistas e todos os membros das organizações partidistas e da União da Juventude Comunista superaram inúmeras dificuldades e levaram vigorosamente adiante a luta contra o sectarismo.
Ao mesmo tempo que intensificavam essa luta, as organizações partidistas dedicaram grande atenção ao fortalecimento da vida orgânica do Partido. Como resultado, aumentou a consciência organizativa dos membros do Partido e fortaleceu-se a disciplina organizativa.
As organizações partidistas também intensificaram o trabalho político e ideológico junto aos membros do Partido, aos guerrilheiros e ao povo.
Nas zonas guerrilheiras foram estabelecidos centros de instrução político-militar, onde se realizava regularmente o trabalho de elevar sistematicamente o nível político e teórico dos comandantes e combatentes guerrilheiros. Além disso, foram publicados numerosos materiais revolucionários, adequados às características e ao nível de conhecimento dos diferentes setores das massas, incluindo jornais e revistas como "Jontubo", "Minjungbo", "Panje Jonson", "Taejung Sinmun", "Nongmin Tujaeng" e "Chongnyon Tujaeng". Essas publicações revolucionárias eram amplamente distribuídas não apenas nas zonas guerrilheiras, mas também nas zonas semiguerrilheiras e nas regiões sob o domínio inimigo.
As atividades literárias e artísticas revolucionárias também se desenvolveram ativamente. Canções revolucionárias de elevado valor ideológico e artístico, de caráter combativo e popular, bem como peças teatrais e outras obras artísticas, desempenharam um papel importante no fortalecimento da consciência de classe e do entusiasmo revolucionário do povo, mobilizando-o para a luta revolucionária.
Como resultado da vigorosa luta contra o sectarismo e do trabalho organizativo e ideológico desenvolvido pelas organizações partidistas, fortaleceram-se rapidamente a unidade ideológica, a unidade organizativa e a coesão das fileiras comunistas em torno do grande Líder camarada Kim Il Sung.
O trabalho de ampliação e fortalecimento das organizações de massas também avançou com êxito.
Os agentes políticos enviados a diversas localidades ampliaram a organização da União da Juventude Comunista e de organizações de massas correspondentes às diferentes classes e camadas sociais, como sindicatos operários, associações camponesas, associações de mulheres e grupos infantis. Também criaram organizações de massas voltadas à frente única, como a União Anti-Imperialista e a Associação Antijaponesa, e desenvolveram vigorosamente o trabalho de unir todos aqueles que se opunham ao imperialismo japonês. Paralelamente, foram intensificados os esforços para fortalecer a influência revolucionária sobre as organizações operárias e camponesas, amplamente organizadas no interior do país.
Ao impulsionar vigorosamente a ampliação e o fortalecimento das organizações de massas, o grande Líder dedicou especial atenção à melhoria e ao fortalecimento do trabalho de orientação das massas.
Em março de 1933, durante uma reunião de quadros da União da Juventude Comunista realizada em Wangqing, o grande Líder camarada Kim Il Sung proferiu o histórico discurso "Algumas tarefas para melhorar e fortalecer o trabalho da União da Juventude Comunista".
Nesse discurso, ensinou como superar os desvios de esquerda e de direita no trabalho da União da Juventude Comunista, ampliar suas organizações e fortalecer o trabalho de educação ideológica entre as amplas camadas da juventude. Ressaltou especialmente que os quadros da União da Juventude Comunista deveriam desenvolver uma correta concepção revolucionária das massas, adotar métodos de trabalho revolucionários baseados na força das amplas massas populares e cultivar uma atitude de trabalho verdadeiramente popular, tornando-se inseparáveis das massas e compartilhando com elas tanto as alegrias quanto as dificuldades, a vida e a morte.
Ao orientar o trabalho da Guerrilha e das zonas guerrilheiras, o grande Líder deu pessoalmente um exemplo sublime de métodos de trabalho revolucionários: os superiores ajudando os subordinados, a prioridade ao trabalho político, a condução das massas por meio da persuasão e da educação, a execução ousada e abrangente de todas as tarefas e a realização criativa, prática e substancial do trabalho, sem formalismos nem restrições rígidas.
Os membros das organizações revolucionárias e os guerrilheiros antijaponeses aprenderam os métodos de trabalho com as massas demonstrados pessoalmente pelo grande Líder. Integrando-se entre os operários, os camponeses e outras camadas populares, compartilhavam suas alegrias e dificuldades e mobilizavam vigorosamente as massas para a luta revolucionária.
Assim, ocorreu uma grande transformação no trabalho com as massas. Os esforços para unir organizadamente as amplas massas antijaponesas, incluindo operários e camponeses, e estabelecer uma base popular para a fundação do Partido avançaram com êxito.
História do Partido do Trabalho da Coreia, páginas 48 a 55, Editora do Partido do Trabalho da Coreia

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