17 de junho marca o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca.
Todos os anos, esta data serve como uma ocasião para conscientizar a população sobre a desertificação, a degradação da terra e a seca, além de promover soluções para esses problemas.
De acordo com resultados de estudos divulgados por grupos internacionais de pesquisa climática com base em observações das mudanças na temperatura, na temperatura da superfície do mar e nas calotas polares durante três meses, iniciando em janeiro deste ano, espera-se a ocorrência de um El Niño muito intenso após este verão, sendo bastante provável que este ano seja o segundo mais quente da história dos registros meteorológicos, atrás apenas de 2024.
Especialistas consideram que crises climáticas, como o aquecimento global, são um dos principais fatores que contribuem para os riscos à segurança humana.
Eles argumentam que o El Niño favorece a desertificação e provoca graves prejuízos à agricultura e à vida das pessoas.
Na RPDC, a seca persistiu nesta primavera em uma escala nunca antes observada.
Entre 1º de março e 22 de abril, a temperatura média nacional foi de 7℃, ou seja, 2,1℃ acima da média anual de 4,9℃, enquanto a precipitação média em todo o país foi de 25,5 mm, o menor índice desde 2015.
Para enfrentar essa situação, todos os setores e unidades tomaram medidas imediatas para minimizar os efeitos da seca.
Em particular, o setor agrícola empenhou-se em assegurar um número suficiente de fontes de água e mobilizar todas as forças e meios possíveis para irrigar as lavouras de forma contínua e eficiente, ao mesmo tempo em que aplicava regularmente diversos nutrientes líquidos e reguladores de crescimento até que a seca fosse amenizada. Isso contribuiu para a melhoria do desenvolvimento das culturas.
As unidades da indústria de energia elétrica prepararam-se plenamente para fornecer eletricidade suficiente para operar as instalações de irrigação existentes em sua capacidade máxima.
Os órgãos de proteção florestal e as unidades pertinentes garantiram que os trabalhadores cumprissem os regulamentos de acesso às montanhas e reforçaram as medidas preventivas contra incêndios florestais.
Medidas proativas continuam sendo adotadas para reduzir o risco de seca.
Kim Myong Hwa
Naenara

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