O texto integral segue abaixo:
O mandatário da República da Coreia (RC) retirou a máscara da “paz”.
Durante sua viagem à Europa, o presidente da RC realizou conversações com os líderes da União Europeia e publicou uma declaração conjunta contendo expressões provocativas, afirmando que considera “ilegal”, que “jamais reconhecerá” e que “condena energicamente” a posição da RPDC como Estado possuidor de armas nucleares e o exercício de seu direito soberano, como a cooperação militar entre a RPDC e a Rússia.
Isso constitui uma violação irrefutável da soberania de nosso Estado e um ato hostil ainda mais grave, além de uma absurda atitude pela qual abandonou voluntariamente as bandeiras disfarçadas de “respeito ao sistema” e de “não perseguição a atos hostis”, das quais falava com frequência até agora.
Desde o princípio, a RC tem como fundamento a hostilidade e o confronto e, sem eles, não pode existir sequer por um momento, o que é uma verdade reconhecida por todo o mundo.
A RC é o principal país hostil que jamais pode existir separado da hostilidade contra a RPDC e serve como um “punhal” dos Estados Unidos para a agressão contra a RPDC e o continente asiático.
É inevitável que esse “punhal” dos Estados Unidos apareça para fora do saco de seda embrulhado com a palavra “paz”.
Por meio de sua declaração conflituosa, o mandatário da RC demonstrou por si mesmo ao mundo inteiro que a RPDC e a RC não podem manter relações de “coexistência pacífica”, mas sim relações eternamente hostis, e que a RC é cúmplice dos títeres ucranianos.
Essa demonstração de “franqueza” do mandatário da RC revela que ele perdeu a honra de continuar encenando por mais tempo farsas como a “declaração de paz” ou a “teoria dos dois países pacíficos”.
Todas as palavras e ações dos políticos de Seul constituem provocações contra a RPDC, e permanece inalterado o princípio desta de tratar a RC como um país inimigo.

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