Falar do desarmamento nuclear da parte oposta em um cenário destinado a institucionalizar o uso de armas nucleares contra a RPDC e outros países da região e a discutir planos concretos para sua implementação não passa de uma ilusão vazia e irrealizável.
O Ministério das Relações Exteriores da RPDC condena e rejeita energicamente as manobras coletivas de confronto nuclear promovidas pelos Estados Unidos, Japão e República da Coreia, bem como a tentativa mal-intencionada dos países ocidentais de impor a um Estado soberano a violação de sua Constituição no cenário internacional. Ao mesmo tempo, adverte sobre as consequências que poderão resultar da repetição de tais atos provocativos.
As inúteis críticas verbais dos Estados Unidos e de seus seguidores, assim como sua coordenação de ameaças nucleares, não exercerão qualquer efeito sobre a posição irreversível da RPDC como Estado possuidor de armas nucleares.
A “desnuclearização” já é uma questão definitivamente encerrada de forma irreversível.
Recentemente, os Estados Unidos vêm fornecendo em grande escala à República da Coreia e ao Japão diversos equipamentos militares, incluindo modernos mísseis ar-ar, ao mesmo tempo em que se dedicam a exercícios de guerra que simulam o uso de armas nucleares. Essa realidade demonstra plenamente a razão e a necessidade de a RPDC dedicar-se com total empenho ao fortalecimento de sua indispensável capacidade de autodefesa para garantir a segurança do Estado.
A construção do escudo nuclear impulsionada pela RPDC constitui um processo legítimo destinado a impedir intervenções e ameaças externas, garantir a soberania e a segurança do Estado e preservar a paz e a estabilidade da região.
Diante da ameaça cada vez mais concreta do uso de armas nucleares por parte dos países adversários, estão sendo adotadas, em todas as esferas, medidas técnico-militares que utilizam todas as capacidades e meios disponíveis da RPDC.
Com base no princípio de garantir a segurança e a paz por meio de uma força poderosa, permanece firme e inabalável nossa determinação de controlar e administrar, com armas nucleares, as ameaças nucleares dos países adversários que pretendem atentar contra a soberania e a segurança absolutamente invioláveis da RPDC.
Por mais que os Estados Unidos, o Japão e a República da Coreia insistam, jamais conseguirão alterar a atual posição da RPDC como Estado possuidor de armas nucleares.
Ninguém será capaz de recuperar a “desnuclearização”, que desapareceu para sempre no curso da época.
A ampliação das capacidades nucleares da RPDC e a capacidade defensiva de autodefesa nelas baseada são irreversíveis, constituindo uma sólida garantia para a manutenção da estabilidade e da paz na região.
13 de junho de 2026

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