Eles instalaram de forma organizada os chamados centros de “mulheres de conforto” com o propósito de promover estupros coletivos e utilizaram a autoridade governamental e militar para sequestrar mulheres coreanas.
Em uma entrevista concedida ao jornal Hokkaido Shimbun, em fevereiro de 1992, Seiji Yoshida, envolvido nesse crime, confessou que as chamadas mulheres de conforto não se ofereceram voluntariamente, mas foram sequestradas.
Segundo esse japonês, a captura de 200 mil mulheres coreanas só foi possível mediante o exercício ilimitado da autoridade governamental e militar.
Foram mobilizados os órgãos administrativos, a polícia, a gendarmaria e o exército para prender à força mulheres coreanas, entre elas jovens de cerca de 20 anos, mães que amamentavam e até meninas com pouco mais de dez anos de idade.
Os japoneses levaram as escravas sexuais para os campos de batalha da agressão e assassinaram cruelmente aquelas que se recusavam a obedecer.
No 3º Seminário de Pyongyang sobre “A Paz da Ásia e o Papel das Mulheres”, a japonesa Sumiko Shimizu condenou a escravidão sexual como o crime mais bárbaro cometido pelos imperialistas japoneses contra o povo coreano e revelou que esse crime internacional foi organizado pelo exército e pelo governo do Japão.
Agência Central de Notícias da Coreia

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