Entre os preciosos patrimônios culturais do nosso povo encontra-se também o Palman Taejanggyong, produzido durante o período de Coryo (918-1392).
Conhecido como uma coleção geral budista que reúne escrituras budistas e livros relacionados, o Palman Taejanggyong compreende mais de 1.530 títulos e 6.793 volumes. Recebeu esse nome porque o número de blocos de madeira gravados ultrapassa 80 mil.
Em nosso país, na primeira metade do século XI, foi gravado e publicado o primeiro Taejanggyong, composto por mais de 6 mil volumes. Posteriormente, na segunda metade do século XII, um Taejanggyong de mais de mil títulos e 4.769 volumes foi novamente gravado para complementação, mas os blocos de madeira foram destruídos pelo fogo provocado por invasores estrangeiros.
De 1236 a 1251 foi concluído pela terceira vez o Taejanggyong, que é justamente o Palman Taejanggyong transmitido até os dias de hoje.
Os blocos de madeira, por sua precisão e refinamento, lembram verdadeiras obras de escultura.
Como materiais foram utilizados magnólia, bétula-amarela e bétula. Nas extremidades de cada bloco foram acrescentadas hastes de madeira, enquanto os quatro cantos foram revestidos com faixas de bronze para evitar desgaste, além de terem recebido uma camada de laca para protegê-los contra insetos.
Para facilitar a conservação e a consulta, também foram gravados o ano de produção, o nome das escrituras e o número dos volumes.
Em 17 de junho de 1989, o grande Líder camarada Kim Il Sung visitou o Museu da História do Monte Myohyang e, ao ver que apenas uma parte do Palman Taejanggyong estava exposta, observou que seria melhor mostrar tudo ao povo, indicando inclusive os métodos para fazê-lo.
O Palman Taejanggyong é hoje reconhecido mundialmente como o mais completo e padronizado entre os antigos Taejanggyong preservados no mundo.
Agência Central de Notícias da Coreia

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