quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Porta-voz do MINREX denuncia imprudência dos EUA e da Coreia do Sul


O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia fez pública em 31 de outubro a seguinte declaração:

Devido aos persistentes e imprudentes movimentos militares dos EUA e da Coreia do Sul, a situação da Península Coreana e seu contorno se encontra outra vez na grave fase conflitiva onde a intransigência é respondida com intransigência.

Foi realizado de 17 a 28 de outubro em toda a extensão geográfica sul-coreana o treinamento de mobilidade ao ar livre "Hoguk". E alguns dias depois dessa exercício se iniciou Vigilant Storm, exercícios conjuntos aéreos EUA-Coreia do Sul de máxima envergadura sem precedente na história.

O presente exercício, em que são mobilizados centenas de aviões de combate de diferentes tipos, inclusive os caças Stealth F-35B com sua base no Japão, tem como objetivo principal golpear os alvos estratégicos da RPDC no tempo de emergência da Península Coreana.

Por causa dos exercícios bélicos que os EUA e seus satélites orquestram quase todos os dias este ano, a Península Coreana se converteu no ponto mais candente com a tensão militar mais aguda no mundo e se tornou mais grave o ambiente de segurança regional.

Não se pode encontrar em outras partes do mundo um exercício cujo caráter agressivo é tão claro como o dos EUA e suas forças seguidoras em seu período, dimensão, conteúdo e densidade.

Os treinamentos militares EUA-Coreia do Sul foram ativados com os exercícios combinados do posto de comando de abril passado e foram amplificados como Ulji Freedom Shield em agosto e como o marítimo conjunto de grande envergadura em que se mobilizou a frota de ataque de porta-aviões nuclear e o outro aéreo conjunto em setembro e outubro.

Os fatos demonstram claramente que chegou à etapa final o roteiro de guerra nuclear anti-RPDC dos EUA.

Os EUA empreende os simulacros de guerra agressiva como o de desembarque de grande envergadura e a "operação de decapitação" para exercitar a conquista da terra e o avanço à profundidade da contraparte. Porém, este critica que a reação militar de carácter autodefensivo da RPDC piora a situação, o que é um embuste extremamente absurdo e extravagante.

A RPDC volta a recordar claramente que os recentes treinamentos militares das unidades do Exército Popular da Coreia foram realizados em um ambiente de segurança instável criado pelos EUA e a Coreia do Sul.

Os EUA critica as contramedidas da RPDC ao mesmo tempo que a ofende de maneira militar sob o rótulo de exercício "anual" e "defensivo" e assim tenta imputar nela a responsabilidade da situação piorada. Contudo, não pode encobrir sua natureza como autor da destruição da paz e segurança.

Os EUA, único país que toma como meta principal da estratégia nuclear o "fim do regime" de um Estado soberano, deve saber bem que ele mesmo pagará o preço equivalente se tenta empregar armas contra a RPDC.

Estamos prontos para colocar em prática todas as medidas necessárias para defender da ameaça militar proveniente do exterior a soberania do Estado, a segurança do povo e a integridade territorial e tomaremos em consideração as providências de outra fase mais intensificadas caso os EUA siga lançando provocações militares sérias.

Se os EUA não deseja uma grave situação que não convenha aos seus interesses de segurança, deve cessar imediatamente os alvoroços inúteis. Caso contrário, se responsabilizará totalmente de todas as consequências.

Estimado camarada Kim Jong Un envia mensagem de felicitação ao Presidente do Brasil


O estimado camarada Kim Jong Un, Presidente da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, enviou em 1 de novembro uma mensagem de felicitação a Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República Federativa do Brasil que foi eleito novamente.

A mensagem assinala como segue:

Estendo felicitações a Vossa Excelência por sua eleição como Presidente da República Federativa do Brasil.

Expresso a convicção de que no futuro as relações de amizade e cooperação entre nossos dois países serão melhoradas e desenvolvidas segundo a demanda da época e formulo votos pelos êxitos no desempenho de seu novo cargo.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Disparate que contém a intenção perversa dos EUA


Recentemente, o enviado especial encarregado da região do Corno da África do Departamento de Estado dos EUA proferiu disparates arrogantes na décima reunião do “Fórum de Tana” efetuada na Etiópia.

Ele disse que a África não tem capacidade de solucionar vários problemas que ocorrem no continente e disse que o objetivo de sua participação nesta reunião não é ensinar aos africanos o que fazer, mas enfatizar que a África deve cooperar com os EUA.

Ademais, ele apontou que os EUA, que é o maior investidor na África e "protege a vida dos africanos", tomará parte nos problemas da região de acordo com o Direito Internacional e as normais internacionais.

Os EUA, que havia vociferado sobre “relações de parceiros em pé de igualdade” na nova estratégia sobre a África anunciada em agosto passado, nesta ocasião caluniou e criticou a capacidade de solução de crise dos países africanos e obrigou a colaboração desses países com os EUA.

Seu objetivo consiste em privar dos direitos à soberania e à existência os países africanos que se encontram em via de desenvolvimento sob o vistoso rótulo de “cooperação” e convertê-los nos permanentes “países dependentes”.

Recentemente, os EUA obrigou à República Democrática do Congo, que se esforça para lograr o desenvolvimento econômico com as próprias forças, a suspender a exploração de petróleo sob o pretexto de "proteção do meio ambiente” e criticou o governo da Gana por haver submetido a julgamento um promotor de uma manifestação antigovernamental como uma parte do trabalho para assegurar a estabilidade social e política do país e ameaçou dizendo que vai enviar uma delegação de investigação a este país. Esses fatos demonstram como tal o aspecto real da arrogante e egocentrista política sobre a África dos EUA.

A realidade demonstra claramente mais uma vez que nunca mudará a intenção dos EUA que persegue a hegemonia no continente recorrendo à intervenção nos assuntos internos dos países africanos.

Choe Kum Song, membro da Associação RPDC-África

Rússia critica a posição de submissão da UE aos EUA


Recentemente, Biden, presidente dos EUA, firmou no documento que aprova o acesso dos serviços especiais dos EUA aos dados pessoais de cidadãos da Europa.

Com a publicação desse documento, o Comitê da União Europeia expôs a posição de aprovação expressando que o documento deve ser analisado pelos organismos correspondentes para entrar em vigor.

Segundo os veículos de imprensa estrangeiros, isso significa essencialmente a introdução do sistema de transmissão transatlântica dos dados pessoais UE-EUA acordado em março passado.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia criticou dizendo que a introdução desse sistema constitui outra medida que a UE perde a “soberania no setor de tecnologia digital” para os EUA.

Em relação a que os EUA apontou que tal medida teria caráter extremamente limitado e só será executada em caso de que seja necessário para a segurança nacional, ela revelou que essas palavras perseguem ocultar a intenção da administração estadunidense de coletar indiscriminadamente em grande quantidade os dados pessoais dos cidadãos dos países membros da UE com o consentimento absoluto de Bruxelas.

E criticou dizendo que Washington não poderá buscar eternamente outra frase além de que o oferecimento dos dados pessoais aos serviços especiais de seu país serve para os Estados da Europa.

Por outra parte, o presidente da Comissão de Defesa Nacional do Conselho da Federação Russa enfatizou em seu artigo publicado em rede social que os membros da UE subordinados completamente aos EUA já perderam há muito tempo a independência.

As palavras dos personagens de alto escalão da Rússia são a correta avaliação sobre os países da Europa acostumados com a submissão aos EUA.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Veículo de imprensa da China revela a intenção dos EUA e do Ocidente que tergiversam o espírito de luta da diplomacia chinesa


Recentemente, o jornal chinês “Global Times” publicou um comentário de seguinte conteúdo que revela a intenção dos EUA e do Ocidente que tergiversam o espírito de luta da diplomacia chinesa.

Depois do XVIII Congresso do Partido, a “luta” se fez uma expressão importante que se usa frequentemente na diplomacia chinesa, a qual, ao mesmo tempo, causa muitas interpretações errôneas de alguns.

A opinião pública dos EUA e do Ocidente classificou a diplomacia chinesa de “guerreiro lobo” e tomaram isso como uma nota para inculcar a “hipótese de ameaça da China”.

Eles manobram para converter as justas ações da China para defender a dignidade e os interesses do Estado e as regras e princípios internacionais na de caráter agressivo e destrutivo através da mudança do conceito tergiversando intencionalmente o espírito de luta da diplomacia chinesa.

Sobretudo, Washington trata de pôr sobre a China a carapuça que ela mesmo quer pôr.

Por que a diplomacia chinesa enfatiza o espírito de luta? Sua causa é clara, é porque as forças que mancham a diplomacia chinesa classificando-a de diplomacia do “guerreiro lobo” são os "lobos selvagens".

Obviamente, nós lutamos com palavras e ações contra os que mancham os interesses e a dignidade do Estado e contra o hegemonismo e a política despótica.

Os que reagiram mais ferozmente ao espírito de luta da diplomacia chinesa são a opinião pública dos EUA e do Ocidente e alguns políticos.

Isso demonstram que somente os que abrigam outra ideia se sentem ofendidos.

Por último, o comentário enfatizou que a diplomacia chinesa nunca se tornará sinistra por falar sobre o espírito de luta, mas que o aspecto sinistro da diplomacia de “realismo ofensivo” de estilo estadunidense será revelado claramente ante ao mundo e não poderá ser ocultado por mais que o embelezem.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Por que o Pacífico não é pacífico?


Há dois países que fazem esforços desesperados turvar o Pacífico tomando a água e o ar do Pacífico.

Em 22 de outubro, Japão e Austrália adotaram uma declaração conjunta sobre a cooperação no asseguramento da segurança.

À primeira vista, se pode dar conta de que a declaração conjunta, que contém como essência a cooperação no setor militar e nos de inteligência, segurança cibernética e espacial, significa a aparição da nova aliança militar e prejudicará a já perigosa situação regional.

Além disso, Japão e Austrália são membros da “QUAD” e a Austrália é membro da “Aliança Cinco Olhos” e da “AUKUS”.

É muito óbvio que a declaração conjunta que contém como essência a cooperação setor militar e nos de inteligência, segurança cibernética e espacial provocará a mudança qualitativa da “QUAD” e  significa a criação da “Aliança Cinco Olhos +1” e aumentará ainda mais o perigo de proliferação nuclear na região.

Estas alianças militares de caráter exclusivo e conflitivo provocam calamidades à segurança da região quando se ampliam e fortalecem. A atual crise da Ucrânia o comprova claramente.

Na declaração conjunta fabricada pelas autoridades dos países relacionados com alianças anti-China lideradas pelos EUA, após haver discutido o assunto de fazer frente ao avanço da China no mar, está assinalando o principal inimigo.

Porém, todo o mundo reconhece que esse é o fruto da estratégia dos EUA que pretende conter a expansão da influência chinesa e tomar a hegemonia mundial sob o rótulo vistoso de “Indo-Pacífico livre e aberto”.

A paz e segurança da região não são preparadas pela “colaboração de segurança” que segue sob o comando de alguém e podem ser logradas somente quando realizados intercâmbio e cooperação e alcançados entendimento e confiança entre os países da região.

Kang Un Song, comentarista de assuntos internacionais

Com a fé no socialismo


Na década de 1990, quando o socialismo foi derrubado e o capitalismo restaurado em alguns países, os imperialistas vociferaram o “fim” do socialismo e a “vitória” do capitalismo. Os traidores do socialismo tentaram justificar seus atos abomináveis argumentando que o ideal socialista e a prática da revolução socialista foram equívocos.

Nesta circunstância, o grande Dirigente camarada Kim Jong Il publicou em 1 de novembro de Juche 83 (1994) a obra “O socialismo é uma ciência” que evidenciou a veracidade absoluta e a invencibilidade do socialismo.

Em sua obra ele esclareceu que o socialismo centrado no homem, nas massas populares, é o mais científico, vantajoso e poderoso e, embora o socialismo sofra temporariamente um doloroso revés por causa do oportunismo, com segurança triunfará ao fim por sua cientificidade e veracidade, infundindo ao povo a firme confiança no socialismo.

Com a invariável convicção no socialismo do Juche iniciado e desenvolvimento pelo grande Líder camarada Kim Il Sung, o Dirigente o defendeu das perversas manobras dos imperialistas e reacionários encaminhadas a isolar e estrangular a RPDC e conduziu à vitória a causa socialista.

Até hoje, nosso povo recorda o Dirigente que, com férrea vontade e esforços sobre-humanos, esteve em sua intensa inspeção às unidades militares para salvaguardar e glorificar a pátria socialista na década de 1990 quando se decidiam o destino do país e da nação e o futuro do socialismo.

Sob sua direção foi iniciada a revolução industrial do novo século no fragor para alcançar o mais alto nível da tecnologia de ponta, foi lançado o satélite artificial, foram levantadas muitas criações monumentais como as Hidrelétricas de Thaechon, Nyongwon e Juventude de Wonsan e a Estrada Jovens Heróis, foram realizados o acondicionamento de terrenos cultiváveis de grande envergadura e a construção de canais de irrigação por gravidade, e foram construídas modernas empresas da indústria leve, bases de criação de animais e centros de vida cultural e descanso.

Foram os êxitos admiráveis logrados pela heroica luta do povo que se levantou resolutamente superando múltiplas dificuldades e obstáculos com a fé na vitória do socialismo seguindo a direção do Dirigente.

Com o passar do tempo, nossa República se fortaleceu ainda mais como baluarte socialista, foram manifestados plenamente a unidade monolítica entre o Líder, o Partido e o povo e o poderio da unidade militar-civil, e se elevou em ritmo acelerado o potencial do Estado em seu conjunto.

Hoje também nosso povo realiza a construção socialista em meio a muitos desafios e obstáculos que enfrenta. Ademais, acelera a marcha de prosperidade e o desenvolvimento integral do socialismo ao nosso estilo, com a invariável fé na vitória da causa socialista, frustrando com audácia todos os desafios sob a guia do Secretário-Geral Kim Jong Un.

Yang Ryon Hui