terça-feira, 29 de setembro de 2026

Os autores da provocação devem estar dispostos a pagar o preço da farsa que eles mesmos fabricaram

Nestes dias, os gângsteres da República da Coreia cometeram novamente um ato provocativo para nos irritar, publicando os resultados da investigação sobre o caso da explosão de uma mina ocorrido na zona da linha fronteiriça sul.

É tão vulgar e pueril a encenação dos sujeitos da RC.

Sem dúvida, tal peça não é algo novo.

Naquele momento em que ocorreu, em 21 de setembro, a explosão da mina em questão, já havíamos suposto o roteiro técnico de Seul e também percebido a má intenção da farsa orquestrada pelos gângsteres militares da RC.

Em conclusão, o presente caso é uma farsa semelhante ao escandaloso "caso da mina de madeira" de mais de 10 anos atrás, tanto no momento da provocação quanto no método.

Naquela época, os títeres vincularam a nós o caso da "explosão de mina" na frente ocidental e usaram-no como pretexto para agravar gradualmente a situação.

O que não pode ser ignorado neste caso é que os gângsteres armados da RC estão preparando a "justificativa" para uma provocação política e militar contra nós, falando abertamente em "executar a medida adequada e correspondente" depois de inventarem resultados infundados.

Não seria uma obra espetacular a conduta suja deles, que, ao fazerem uma mina explodir em um local irreconhecível, insistem na clara violação do acordo de armistício, lançando suspeitas sobre alguém sem qualquer fundamento.

É uma atitude tão absurda, maliciosa e bandidesca.

Incentivados pelo recém-nomeado ministro da Defesa Nacional, os politiqueiros de Seul, inclusive os sujeitos do Partido Poder do Povo, alardeiam a necessidade de reinstalar os alto-falantes anti-RPDC, já retirados.

É vaga a alegação de que determinaram facilmente a origem da mina que explodiu no descampado onde ninguém entrou durante mais de meio século.

Mas é o cúmulo da tolice e do absurdo a atitude dos sujeitos da RC, que atribuem a culpa do caso a outros e preparam as "provas materiais" para comprová-lo.

Relacionando-o às últimas loucuras cometidas pelos canalhas de uniforme militar da RC nos arredores da fronteira sul, observamos atentamente por que neste momento se faz necessário o "incidente da mina".

As ações provocativas dos inimigos nas proximidades da fronteira sul tornam-se cada dia mais frenéticas.

Como todos sabem, há dois anos nosso exército vem erguendo a barreira na fronteira sul como parte dos trabalhos para consolidá-la, e isso constitui um exercício da soberania que nada tem a ver com qualquer objetivo militar.

Entretanto, sob o pretexto infundado de que nossos efetivos mobilizados na obra "cruzaram a linha fronteiriça", os belicistas militares da RC transmitem avisos pelo rádio e efetuam disparos de advertência, ameaçando assim gravemente a segurança física de nossos militares.

Sobretudo, desde agosto, os inimigos vêm agindo de maneira grosseira, repetindo diariamente os avisos e os disparos de advertência.

Quanto ao alegado "cruzamento da linha fronteiriça" por nossos militares, de que fala a camada militar da RC, trata-se de uma insistência intencional e planejada para nos imputar a culpa pelo agravamento da situação.

Dito claramente, nossos militares não cruzaram a linha fronteiriça nem uma única vez.

Isso é procurar briga e provocar.

A camada militar da RC deve pensar primeiro no que o mundo diria sobre sua incapacidade de discernir a linha divisória visível e distinguir seu próprio território do território alheio.

Não ficaremos de braços cruzados diante dos preocupantes atos hostis nos arredores da linha fronteiriça.

Os inimigos devem estar bem preparados caso um projétil, ainda que seja uma bala, caia em nosso território.

Se os gângsteres militares da RC dispararem contra nossos militares mobilizados nos trabalhos de consolidação da fronteira sul, nossas unidades fronteiriças empreenderão uma retaliação imediata e impiedosa.

A orientação de ação de resposta correspondente já foi distribuída às subunidades de defesa da linha fronteiriça, e nosso exército decidiu tomar a medida de posicionar mais meios de contra-ataque táticos voltados para a Zona Desmilitarizada da 21ª Divisão de Infantaria do 3º Corpo do Exército da RC.

Digo novamente que os canalhas deverão enfrentar uma situação nunca experimentada até hoje se persistirem em atos maliciosos e provocações contra a RPDC nas regiões fronteiriças e, por sua vez, avançarem para a violação do território da RPDC e de sua soberania militar.

Advirto seriamente que seria melhor calcular bem os ganhos e as perdas com pensamento racional.

Eles se encontrarão em uma situação miserável e catastrófica se demonstrarem "bravura" com uma temeridade que não atrai ninguém.

Não será interessante o clímax da farsa fabricada por Seul, e a responsabilidade por todas as consequências recairá sobre os protagonistas da provocação.

Kim Yo Jong, diretora de departamento do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia

Agência Central de Notícias da Coreia

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