Kong Myong Song, chefe do Instituto de Pesquisa de Folclore da Academia de Ciências Sociais, é um candidato a acadêmico que prestou um grande serviço na sistematização abrangente da história antiga da Coreia.
Ele amava a história e a cultura da nação coreana. A partir de 1983, ele recebeu palestras de Kim Sok Hyong, Hong Ki Mun e Kim Pyong Je, estudiosos proeminentes no setor histórico e linguístico da Faculdade de Ciências Sociais. Após a formatura, tornou-se pesquisador através do curso de pós-graduação.
Aos 25 anos, ele foi incluído pela primeira vez no grupo de pesquisa destinado a esclarecer cientificamente a questão de Tangun, o progenitor original da nação.
Embora fosse um jovem cientista, partiu para as investigações junto com renomados historiadores do país.
Com o desejo de dar sequer uma pequena contribuição para encontrar o túmulo de Tangun, não deixou passar despercebido nenhum artefato ou sítio histórico, procurando e tornando a procurar. Durante o processo de investigação, encontrou a localização original do túmulo de Tangun, bem como seus vestígios e artefatos, além dos ossos de Tangun e de sua esposa, em Munhung-ri, condado de Kangdong, cidade de Pyongyang, desempenhando um grande papel na comprovação material da existência de Tangun.
Além disso, escreveu um valioso artigo no qual estabeleceu e sistematizou cientificamente a formação e o desenvolvimento dos nomes oficiais históricos de nosso país, bem como seus significados históricos, recebendo em 2002, aos 30 anos de idade, o título de doutor em História.
Ele escreveu dezenas de livros, entre eles "Símbolos nacionais da Coreia", "O símbolo nacional da Coreia — o açor" e "A árvore nacional da Coreia — o pinheiro", e formou dezenas de doutores.
Também participou dezenas de vezes de vários congressos acadêmicos internacionais, incluindo o 11º Fórum Internacional de Estudos Coreanos, contribuindo para comprovar cientificamente a excelente história de nossa nação.
O senhor Kong Myong Song afirma: "Ainda existem muitos fatos na história que não foram esclarecidos. Como historiadores, devemos necessariamente encontrá-los. Não devemos deixar lacunas para as gerações futuras."
Ainda hoje, ele se esforça para descobrir mais elementos da cultura nacional.
Naenara

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