terça-feira, 30 de junho de 2026

Experimentos com seres humanos cometidos pelo imperialismo japonês

Os crimes do Japão, inimigo jurado, vistos através da história

Quando se fala dos experimentos com seres humanos realizados pelo imperialismo japonês, vem imediatamente à mente a infame Unidade 731.

O imperialismo japonês organizou unidades, entre elas a Unidade 731, com a missão de pesquisar e produzir gases tóxicos e armas bacteriológicas de alta letalidade, considerando-os a principal chave para a "vitória na guerra", e realizou experimentos com seres humanos para verificar sua eficácia.

A maioria das vítimas desses experimentos era composta por coreanos presos em decorrência da luta antijaponesa.

As feras japonesas da Unidade 731 colocavam pessoas em câmaras hermeticamente fechadas cheias de gás venenoso e filmavam seu sofrimento enquanto morriam em meio a dores físicas.

Além disso, faziam girar em alta velocidade uma centrífuga com pessoas vivas para observar os efeitos sobre o organismo e examinavam o volume total de sangue do corpo humano.

Injetavam bactérias em pessoas saudáveis para contaminá-las deliberadamente com doenças epidêmicas, realizavam experimentos sobre congelamento por frio e matavam-nas com lança-chamas.

Frequentemente realizavam vivissecções em seres humanos para obter espécimes que permitissem esclarecer a evolução das doenças infecciosas no organismo dos pacientes.

Um livro publicado no Japão registra que, em 1945, ano da derrota japonesa, os imperialistas japoneses realizaram vivissecções em pelo menos mil pessoas.

O jornal Asahi Shimbun revelou, em julho de 2006, que os invasores japoneses enviaram para a Escola de Medicina Militar das Forças Terrestres do Japão espécimes humanos obtidos de coreanos e, às vésperas da derrota, enterraram-nos para encobrir seus crimes.

Todos esses fatos comprovam que o imperialismo japonês é um bando de assassinos e de feras brutais.

Agência Central de Notícias da Coreia

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