segunda-feira, 20 de abril de 2026

Moxaterapia, patrimônio cultural imaterial do Estado

Entre os patrimônios culturais criados e desenvolvidos por nosso povo desde a antiguidade, encontra-se também a moxaterapia.

Trata-se de um método de tratar diversos tipos de doenças estimulando diferentes pontos do corpo humano com o calor produzido pela queima da artemísia, que é abundante em todo o nosso país.

Nossos antepassados, que já desde a era paleolítica tratavam doenças com agulhas de pedra e artemísia, transmitiram e desenvolveram esse método terapêutico de geração em geração.

No período de Coryo (918–1392), a moxaterapia foi amplamente promovida, o que permitiu um rápido desenvolvimento nessa área.

Em documentos antigos está registrado que em várias regiões, incluindo Kaegyong, era ministrado o ensino de medicina, no qual a moxaterapia e a acupuntura eram tratadas como principais.

Em “Chimgukyonghombang”, publicado em 1644 durante a dinastia feudal de Joson (1392–1910), a moxaterapia está registrada em detalhes conforme diferentes doenças.

A moxaterapia, um dos importantes êxitos da medicina de Coryo criada pelos antepassados, continua sendo promovida, herdada e desenvolvida ainda em nossa época.

A moxaterapia tem como principais alvos de tratamento as doenças cardíacas isquêmicas, incluindo arritmia e angina, as doenças do sistema digestivo como cistite, cirrose hepática, hipertrofia prostática e ascite hepática, bem como doenças do sistema nervoso, como a paralisia do nervo facial. Esse método terapêutico pode ser aplicado em qualquer lugar, desde que haja um pouco de moxa de artemísia e um local onde o paciente possa se deitar.

A moxaterapia desenvolve-se também como método indireto que utiliza a pedra medicinal Kumgang e como tratamento por meio da combinação da moxaterapia com a acupuntura medicinal.

Com o passar do tempo, seu valor e vitalidade são comprovados de forma cada vez mais evidente.

Jo Il Gyong, chefe de gabinete da Agência de Conservação de Patrimônios Nacionais da Coreia

Naenara

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