Os belicistas israelenses estão se entregando de forma frenética a atos de agressão contra o Líbano.
Israel, que vinha ampliando continuamente ações provocativas de ataque militar contra esse país, violando o acordo de cessar-fogo firmado em novembro de 2024 com a organização patriótica libanesa Hezbollah, iniciou no início de março deste ano uma invasão militar em grande escala por via aérea, marítima e terrestre, sob o pretexto de eliminar completamente a “ameaça” do Hezbollah.
Embora as forças invasoras israelenses aleguem como justificativa a eliminação do Hezbollah, na prática têm como alvos áreas residenciais e instalações civis, incluindo hospitais, e a maioria das vítimas são civis, entre eles mulheres e crianças.
Segundo dados, em pouco mais de um mês, o número de mortos e feridos no Líbano ultrapassou 8.000, incluindo centenas de crianças. Cerca de um quinto da população foi forçada a abandonar suas casas em busca de abrigo.
Os ataques contínuos contra instalações de saúde levaram o sistema sanitário ao colapso, enquanto 22% das terras agrícolas foram destruídas.
Em meio ao aumento das preocupações de que o Líbano esteja se transformando em uma “segunda Faixa de Gaza”, muitos países do mundo exigem com firmeza que Israel cesse a agressão e retire suas forças.
No entanto, os belicistas israelenses, ignorando obstinadamente as demandas da comunidade internacional, aproveitam a crescente intervenção militar dos Estados Unidos no Oriente Médio para expandir continuamente suas operações militares brutais contra o Líbano, intensificando ainda mais sua ambição expansionista.
O primeiro-ministro israelense, Netanyahu, sob o pretexto de proteger as comunidades do norte de Israel contra ataques do Hezbollah, enviou tropas terrestres adicionais ao Líbano e recentemente declarou que o objetivo é empurrar ainda mais para longe as forças do Hezbollah, ordenando ao exército a ampliação das operações no sul do país.
Em resposta, os militares, que elaboram e executam planos de ataque cada vez mais letais, afirmam que os ataques contra o Hezbollah são apenas o começo e que estão preparados para conduzir uma operação de longo prazo.
Além disso, o ministro da Defesa de Israel chegou a afirmar de forma arbitrária que transformará a região ao sul do Líbano até a linha do rio Litani em uma “zona de segurança” sob controle israelense.
O exército israelense já havia anteriormente bombardeado e destruído pontes sobre o rio Litani, principais rotas de deslocamento de civis, interrompendo a ligação entre o sul do rio e outras regiões do Líbano.
Atualmente, os invasores israelenses afirmam abertamente que, assim como as cidades da Faixa de Gaza, também as casas nas aldeias próximas à fronteira sul do Líbano serão destruídas, e que nem mesmo os refugiados poderão retornar, revelando de forma explícita sua intenção de ocupar permanentemente a região ao sul do rio Litani.
A histeria de guerra dos belicistas israelenses, que buscam se apoderar do território libanês, torna-se cada vez mais agressiva, levando a situação no Oriente Médio a um rumo cada vez mais imprevisível.

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