Erguem-se vozes de incerteza e crítica da sociedade internacional à fundação do “Conselho da Paz” (“Board of Peace” em inglês) dos EUA, relacionado com a restauração da Faixa de Gaza. No passado dia 2, os relatores especiais do Conselho de Direitos Humanos da ONU condenaram o estabelecimento do “Conselho da Paz” e o apoio de que este goza como atos ilegais e ilegítimos, que violam os princípios fundamentais do Direito Internacional.
O direito à autodeterminação dos palestinos é inalienável, pelo que o direito de restaurar Gaza e decidir o seu futuro deve ser concedido aos palestinos, assinalaram os relatores.
Além disso, revelaram e condenaram que os atos de Israel, que destruíram sistematicamente mais de 90% das habitações da Faixa de Gaza, correspondem a crimes de guerra e constituem crimes contra a humanidade e genocídio.
Apontaram que todos os países membros devem assegurar os meios e as oportunidades aos habitantes de Gaza para que possam desempenhar um papel principal na restauração e usufruir dos seus benefícios, e, especialmente, o seu invasor, Israel, deve responsabilizar-se pelas tarefas primordiais, e os países que ajudaram na operação militar também devem pagar o devido preço.
Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

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