Recentemente vieram à tona a verdade e os fatos do assassinato de Che Guevara, causando grande choque entre as pessoas.
Che Guevara é amplamente conhecido no mundo como um indomável combatente revolucionário gerado pelos povos da América Latina e um verdadeiro combatente internacionalista. Nascido na Argentina, desde a juventude ele se lançou na luta anti-imperialista e anti-EUA, travando persistentes lutas revolucionárias em várias regiões como Bolívia, Costa Rica, Peru, Equador e Panamá. Em dezembro de 1956, junto com os revolucionários cubanos, embarcou no navio “Granma” e desembarcou em Cuba, contribuindo grandemente para a vitória da Revolução Cubana. Após a vitória da revolução, ocupando importantes cargos no Partido Comunista de Cuba e no governo, ele se esforçou para defender as conquistas da revolução cubana e impulsioná-la ainda mais. Em abril de 1965, levando consigo um ardente dever revolucionário, deixou Cuba e transferiu o palco de sua luta para um novo posto, onde o aguardavam inúmeras provações e dificuldades, organizando e mobilizando ativamente os povos de toda a América Latina para a luta contra o imperialismo estadunidense e seus lacaios.
Che Guevara era conhecido por ter morrido heroicamente em outubro de 1967, na Bolívia, durante um violento combate contra as forças do então governo fantoche pró-EUA.
Contudo, desde então até hoje circularam diversas conjecturas sobre a causa de sua morte. Até agora se considerava basicamente que o então governo fantoche pró-EUA da Bolívia havia ordenado o assassinato de Che Guevara por decisão própria, a fim de ganhar o favor dos Estados Unidos.
Entretanto, recentemente, na 24ª Feira Internacional do Livro realizada em Cuba, os escritores estadunidenses Michael Ratner e Michael Steven Smith chamaram a atenção da comunidade internacional ao publicar um livro que revela o fato de que foram os Estados Unidos que mataram Che Guevara. No livro intitulado “Quem matou Che?”, diz-se que está descrito detalhadamente o processo pelo qual os Estados Unidos levaram à morte de Che Guevara.
Segundo a obra, a operação de captura contra Che Guevara em 1967 foi diretamente comandada pela Agência Central de Inteligência dos EUA, e o crime de capturá-lo, torturá-lo e, por fim, assassiná-lo brutalmente foi concebido e executado nada menos que pelo governo dos Estados Unidos.
Com isso, a natureza feroz dos Estados Unidos, o chefe do terrorismo, foi novamente exposta diante do mundo.
Enquanto se apresentam como “vítimas do terrorismo” e incendeiam pelo mundo a fogueira da chamada “guerra antiterrorista”, alegando querer erradicar o terrorismo, na realidade os Estados Unidos são justamente a origem de todo tipo de terrorismo e um país cruel que massacra os direitos humanos.
Não faz muito tempo, também se revelou, por meio de ex-funcionários de órgãos de inteligência dos Estados Unidos, que Imad Mughniyah, alto comandante do Hezbollah no Líbano, morreu em fevereiro de 2008 em uma explosão de bomba que foi resultado de uma conspiração dos próprios Estados Unidos e de Israel.
E isso não é tudo. Se voltarmos na história, o rastro sangrento de terrorismo dos Estados Unidos é extremamente evidente: o assassinato de Patrice Lumumba, primeiro-ministro do recém-independente Congo, em 1961; a explosão aérea de um avião manipulada para assassinar o presidente de Moçambique que buscava um desenvolvimento independente; a fabricação do sangrento golpe militar contra o presidente chileno Allende; a tentativa de assassinar o líder da Líbia, Gaddafi, mobilizando dezenas de aviões militares; e as persistentes tentativas de assassinato contra Fidel, líder da Revolução Cubana. Por trás desses grandes atentados terroristas que abalaram o mundo sempre estiveram os Estados Unidos.
Considerando como espinhos nos olhos os líderes e altos políticos de países que se opõem aos seus interesses e buscam a independência anti-EUA, os Estados Unidos não hesitaram em recorrer a quaisquer meios e métodos para eliminá-los, praticando atos terroristas vis.
Além disso, os Estados Unidos não se limitaram a realizar atos de terror contra alguns indivíduos isolados, mas, ao apoiar organizações terroristas em escala mundial, tornaram-se o principal culpado por enormes calamidades.
A opinião pública mundial já transmitiu que a chamada “Al-Qaeda”, da qual os Estados Unidos dizem querer se livrar, na verdade surgiu por causa deles próprios. Diz-se que, na década de 1980, para conter a União Soviética no Oriente Médio, os Estados Unidos apoiaram forças islâmicas extremistas, e isso se tornou a origem da “Al-Qaeda”. De fato, afirma-se que o já morto líder da “Al-Qaeda”, Osama bin Laden, mantinha estreitas ligações com figuras de alto escalão da política e dos negócios dos Estados Unidos e acumulou enormes riquezas negociando petróleo. Esse dinheiro foi utilizado para expandir a “Al-Qaeda”.
Entretanto, quando ocorreu o “11 de Setembro”, os Estados Unidos passaram a designar a “Al-Qaeda” como organização terrorista internacional e iniciaram a chamada “guerra contra o terrorismo”, alegando que iriam destruí-la.
Mas recentemente veio à tona que, em 2011, justamente quando os Estados Unidos estavam conduzindo de forma frenética a chamada “guerra antiterrorista”, eles próprios forneceram armas à organização terrorista “Al-Qaeda”, causando espanto generalizado.
De acordo com materiais publicados no site especializado estadunidense em questões de segurança militar “W&D”, em 2011 o então embaixador dos Estados Unidos na Líbia, Christopher Stevens, assumiu a responsabilidade geral por uma operação de fornecimento de armas à “Al-Qaeda”, transportando armas do Catar e da Turquia para a Líbia. Em outras palavras, enquanto proclamavam “antiterrorismo” externamente, na prática os Estados Unidos mantinham ligações com organizações terroristas e lhes forneciam amplo apoio.
O que é ainda mais chocante é que o presidente dos Estados Unidos, Obama, violando flagrantemente o direito internacional, delegou ao alto funcionário do Departamento de Estado Stevens a missão de transportar armas para organizações terroristas e, em 30 de março de 2011, assinou um documento autorizando o armamento de forças rebeldes.
E isso não é tudo.
Diversos meios de comunicação também relatam que o chamado “Estado Islâmico”, que atualmente provoca turbulências no Oriente Médio, também surgiu com o envolvimento dos Estados Unidos e de outros países.
De fato, para alcançar seus objetivos agressivos, os Estados Unidos não hesitam em violar brutalmente o direito internacional, cometer atos de terrorismo horrendos e até criar organizações terroristas. Não é por acaso que o mundo os denuncia como o chefe do terrorismo e a origem de todo o terror.
O mundo deve levar os Estados Unidos, que cometem todo tipo de crime terrorista e ameaçam gravemente a paz e a estabilidade mundial, a um tribunal justo e aplicar-lhes um severo julgamento pela história.
Minju Joson, 9 de março de 2015

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