O cargo presidencial comprado com dinheiro
Nos Estados Unidos, aquele que espalha mais dinheiro é quem coloca na cabeça o “chapéu” presidencial. Isso tornou-se uma “tradição” da chamada “democracia” ao estilo estadunidense ao longo da história.
Na eleição presidencial de 1964, Johnson gastou 11 milhões de dólares, e nas duas eleições realizadas em 1968 e 1972, Nixon desperdiçou enormes recursos que chegaram a quase 60 milhões de dólares, conquistando assim a presidência.
Reagan gastou enormes quantias para derrotar os candidatos do seu próprio partido durante as primárias presidenciais de 1980 e, na disputa final, distribuiu mais de 200 milhões de dólares.
Na eleição presidencial de 2008, Obama quebrou o recorde anterior ao gastar 640 milhões de dólares em recursos eleitorais.
Na eleição presidencial de 2012, ele consumiu cerca de 1 bilhão de dólares. Estabelecendo esse novo recorde, voltou a conquistar a presidência.
Nas eleições presidenciais e parlamentares de 2020 foram gastos nada menos que 14 bilhões de dólares — o dobro de 2016 e o triplo de 2008 — motivo pelo qual passaram a ser chamadas de “a eleição que mais queimou dinheiro da história”.
Assim, nos Estados Unidos, a quantia de recursos gastos na disputa presidencial estabelece novos recordes a cada eleição, surpreendendo as pessoas.
Sobre essa realidade da sociedade estadunidense, onde o presidente é decidido por quem distribui mais dinheiro, uma certa publicação denunciou: “O caminho para a Casa Branca está aberto apenas para os ricos.”
A briga de cães entre candidatos
Nas sociedades capitalistas há uma tragicomédia que sempre se vê durante as eleições. Trata-se das disputas em que os candidatos trocam insultos pessoais e se atacam mutuamente.
Certa vez, em um país, ocorreu um confronto acirrado entre o governante que buscava a reeleição e um candidato presidencial por causa de um cachorro de estimação, provocando zombarias e críticas generalizadas.
O início do caso foi uma viagem do candidato presidencial que virou polêmica. O candidato havia viajado por longo tempo de carro levando seu cachorro de estimação dentro de uma cesta. Durante o trajeto, quando o animal sujou o lugar onde estava, ele teria parado em um posto de combustível e jogado água com uma mangueira no cachorro.
Quando esse fato foi divulgado durante o período eleitoral, amantes de animais denunciaram o ato como abuso e realizaram protestos. A esposa do candidato apareceu em um programa de televisão dizendo que “naquela ocasião o cachorro estava muito contente”, mas isso apenas aumentou as críticas.
Achando que era a oportunidade, o governante colocou na internet uma foto sua dentro do carro com seu cachorro de estimação e acrescentou a legenda: “É assim que um dono que ama seu cachorro se desloca”, tentando aumentar sua popularidade.
Então o lado do candidato respondeu com um contra-ataque. Trouxeram à tona a autobiografia do governante, na qual havia um trecho dizendo que ele havia comido um cachorro quando era criança.
Em uma sociedade capitalista onde presidentes acabam sendo eleitos após brigas desse tipo, é mais do que evidente que não pode existir uma política correta voltada para as massas populares.
Costumes estranhos
Certa vez, um jornal de um país publicou a seguinte notícia: “Stubbs foi novamente eleito prefeito de …, podendo completar um total de 15 anos de mandato. Stubbs tornou-se o prefeito com o período de mandato mais longo da história de ….”
Em uma sociedade capitalista onde políticos corruptos dominam a política, o fato de alguém manter o cargo de prefeito por tanto tempo parecia algo inédito. As pessoas liam a notícia com curiosidade, mas não puderam esconder o espanto ao descobrir o que se tratava.
Stubbs era o nome de um gato.
Em determinado momento ocorreu ali uma eleição para prefeito. Cansados das brigas e ataques entre os candidatos, os cidadãos protestaram exigindo a escolha de um novo candidato. No entanto, não conseguiam encontrar alguém que lhes agradasse.
No final, um gato chamado Stubbs foi escolhido como candidato e acabou ocupando o cargo de prefeito — algo absolutamente inimaginável.
E não foi apenas isso. Em um estado desse mesmo país, um cachorro chegou a “concorrer” como candidato à presidência, deixando as pessoas do mundo inteiro atônitas.
Em uma sociedade capitalista apodrecida e doente, costumes estranhos como esses estão se espalhando.

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