terça-feira, 10 de março de 2026

É firme a vontade do nosso Estado de preservar a paz e a segurança da Península Coreana e da região

Em um momento crítico em que a estrutura de segurança global está colapsando rapidamente e guerras irrompem em diferentes partes do mundo devido aos atos imprudentes dos ultrajantes velhacos internacionais, o exercício de guerra EUA–República da Coreia (RC) está sendo realizado na RC. Isto resultará em destruir ainda mais a estabilidade da região.

Os países inimigos iniciaram desde o dia 9 os exercícios militares conjuntos de grande envergadura "Freedom Shield", voltando a demonstrar de forma concentrada seu veto inato e sua habitual política hostil contra a República Popular Democrática da Coreia (RPDC).

Este treinamento se desenvolverá dia e noite durante mais de 10 dias em todas as esferas de terra, mar, ar, cosmos e cibernética da RC com a participação dos efetivos militares de ambos os países, inclusive mais de 18 mil militares da RC. Sem dúvida alguma, isto não é um “jogo militar”, mas o ensaio de guerra de caráter provocativo e agressivo daqueles que conspiram e planejam a confrontação com nosso Estado.

Também desta vez, os inimigos voltaram a descrever suas manobras como “anuais” e “defensivas”. Porém, acima do pretexto e dos fatores de treinamento, nunca se altera seu evidente caráter conflitivo como exercícios de guerra de grande envergadura perpetrados pelas entidades mais hostis diante de nosso nariz.

Nos últimos anos foram consideravelmente suplementados os exercícios de comando e mobilidade ao ar livre para aplicar e treinar novos manuais e métodos de guerra moderna, inclusive o fator nuclear, conforme a situação da Península Coreana, ampliando sua periculosidade. Também este ano são complementados fatores militares mais reais e provocativos, como a guerra informática e a tecnologia de inteligência artificial, o que se converte em outra prova do caráter conflitivo do presente treinamento.

As últimas crises geopolíticas do globo terrestre e os múltiplos acontecimentos internacionais evidenciam que não há diferença entre defesa e ataque e entre treinamento e guerra real em todas as manobras das forças militares de campanha perpetradas pelos países inimigos. E também ensinam a necessidade de reprimi-las não com medidas de resposta ou proporcionais, mas com uma ofensiva superpotente de caráter predominante e preventivo.

Nosso Chefe de Estado já declarou que o ataque mais poderoso constitui o dissuasivo mais confiável e isto é uma lei e verdade irrefutáveis.

A demonstração do poderio militar das forças hostis que se desenvolve nas proximidades da esfera de segurança e soberania de nosso Estado poderá causar talvez uma horrível consequência inimaginável.

Os inimigos jamais devem tentar pôr à prova nossa paciência, vontade e capacidade.

Observaremos em que grau os inimigos tocarão a segurança de nosso Estado e que palhaçada irão encenar.

Controlaremos perfeitamente as ameaças estratégicas à segurança do Estado e da região valendo-nos da força destrutiva e do exercício responsável de sua capacidade dissuasiva de todos os meios especiais que serão ainda mais predominantes.

E lhes daremos a conhecer de maneira contínua e repetitiva a noção sobre nosso dissuasivo de guerra e sua fatalidade.

A paz duradoura do país a defenderemos com uma destrutividade formidável à qual os inimigos não podem se atrever a responder.

É absolutamente inviolável a esfera de segurança da RPDC e é firme a vontade de nosso Estado preservar estritamente o ambiente de segurança da Península Coreana e da região.

Kim Yo Jong, diretora de departamento do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia

Nenhum comentário:

Postar um comentário