terça-feira, 28 de abril de 2026

Assassinato do imperador Kojong por envenenamento, crime terrorista de Estado cometido pelos imperialistas japoneses

O assassinato do imperador coreano Kojong por envenenamento, ocorrido em janeiro de 1919, foi um tremendo crime terrorista de Estado cometido pelos imperialistas japoneses para manter sua dominação colonial.

Muito inquieto com as manobras de agressão dos imperialistas japoneses, o então imperador coreano Kojong rejeitou categoricamente a assinatura do "Tratado de 5 Pontos de Ulsa".

Quando os nipônicos assinaram de maneira ilícita o pacto polêmico, Kojong desenvolveu, com firme posição antijaponesa, atividades diplomáticas secretas para invalidá-lo.

Os nipônicos formaram o gabinete com os traidores pró-japoneses e restringiram a autoridade do imperador.

E aproveitaram o incidente do envio da missão secreta a Haia como boa oportunidade para destituir Kojong do cargo de imperador.

Depois de destronar Kojong com pressões e intrigas persistentes, assassinaram-no com veneno e, insatisfeitos com isso, prenderam os envolvidos na autópsia e assassinaram até as serviçais que testemunharam a morte do imperador.

Segundo a II Declaração de Independência, publicada em 1921 pelo "governo provisório" na China, os olhos do imperador morto estavam congestionados e podiam-se ver muitas manchas vermelhas em sua pele.

Em um seminário internacional realizado há mais de 10 anos, foi divulgado o diário de um alto funcionário do palácio imperial do Japão de 1919.

O autor anotou que o primeiro governador-geral japonês Terauchi havia ordenado ao comandante das tropas estacionadas na Coreia que matasse com veneno o imperador Kojong, que não reconhecia o "Tratado de 5 Pontos de Ulsa".

Agência Central de Notícias da Coreia

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