Muito inquieto com as manobras de agressão dos imperialistas japoneses, o então imperador coreano Kojong rejeitou categoricamente a assinatura do "Tratado de 5 Pontos de Ulsa".
Quando os nipônicos assinaram de maneira ilícita o pacto polêmico, Kojong desenvolveu, com firme posição antijaponesa, atividades diplomáticas secretas para invalidá-lo.
Os nipônicos formaram o gabinete com os traidores pró-japoneses e restringiram a autoridade do imperador.
E aproveitaram o incidente do envio da missão secreta a Haia como boa oportunidade para destituir Kojong do cargo de imperador.
Depois de destronar Kojong com pressões e intrigas persistentes, assassinaram-no com veneno e, insatisfeitos com isso, prenderam os envolvidos na autópsia e assassinaram até as serviçais que testemunharam a morte do imperador.
Segundo a II Declaração de Independência, publicada em 1921 pelo "governo provisório" na China, os olhos do imperador morto estavam congestionados e podiam-se ver muitas manchas vermelhas em sua pele.
Em um seminário internacional realizado há mais de 10 anos, foi divulgado o diário de um alto funcionário do palácio imperial do Japão de 1919.
O autor anotou que o primeiro governador-geral japonês Terauchi havia ordenado ao comandante das tropas estacionadas na Coreia que matasse com veneno o imperador Kojong, que não reconhecia o "Tratado de 5 Pontos de Ulsa".

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