sexta-feira, 2 de junho de 2023

A vida da geração vencedora na guerra é um manual para os coreanos, destaca Rodong Sinmun


O diário Rodong Sinmun divulgou nesta sexta-feira (2) um artigo individual destacando que a vida da geração triunfadora na guerra é um exemplo a ser seguido para sempre pela posteridade.

"Os vencedores na guerra levaram uma vida honrosa e eterna porque criaram a grande vitória e milagre e, ao mesmo tempo, legaram o nobre espírito que une todas as gerações da revolução", assinala assim o articulista e prossegue:

"Eles combateram com heroísmo incomparável e sacrifício no tempo da passada guerra coreana, que decidia o destino da pátria, e no período pós-guerra apoiaram com toda abnegação o Partido e a revolução trabalhando com patriotismo pela prosperidade da pátria.

A vida brilhante deles ficou registrada com letras douradas no trajeto de desenvolvimento da República Popular Democrática da Coreia e estimula hoje em dia hoje também todos os coreanos à criação de milagres e vitórias ainda maiores.

É uma lei que sai sempre vitoriosa a revolução com história e tradição grandiosas e firme continuação.

Dado que o povo coreano dedica tudo de si pelo futuro maravilhoso considerando como manual a vida revolucionária e a concepção de vida dos mártires, a revolução coreana será sempre a causa sagrada pelas gerações vindouras e o futuro.

É uma obrigação moral dos descendentes da geração vencedora construir o quanto antes uma potência socialista, imaginada pelos mártires, neste território defendido ao custo da vida por estes.

Todos os funcionários, militantes partidistas e trabalhadores devem lutar com mais dinamismo e tenacidade reproduzindo o espírito da geração triunfadora e fazer assim grande aporte a adiantar o desenvolvimento integral da construção socialista."

Mais de 35 mil trabalhadores participam da luta para condenar Yoon Suk Yeol


Em 31 de maio, se desenvolveu simultaneamente em toda a extensão geográfica da Coreia do Sul a luta dos trabalhadores pela renúncia do traidor Yoon Suk Yeol.

Participaram nessa campanha massiva mais de 35 mil trabalhadores das filiais da Confederação dos Sindicatos Sul-Coreanos (CSSC) em todas partes, inclusive Seul, Taejon e a província de Chungchong Sul.

Os 14 sindicatos filiados à CSSC, inclusive o de construção e o de metalurgia, organizaram os comícios prévios em vários pontos de Seul para declarar a luta anti-Yoon e marcharam até a sede do comício apesar dos impedimentos impostos pela polícia fascista.

Terminada a marcha, mais de 20 mil trabalhadores se reuniram nos arredores da avenida Sejong onde realizaram um comício em demanda da retirada de Yoon e o cessar da repressão aos trabalhadores.

O presidente da CSSC qualificou Yoon Suk Yeol de sujeito maligno semelhante a Chun Doo Hwan em violência, repressão e ditadura, a Lee Myung Bak na política anti-trabalhador e pró-patronal e a Park Geun-hye na incapacidade, corrupção e egocentrismo.

O presidente do sindicato dos metalúrgicos declarou a luta massiva pela retirada do traidor que em um ano de mandato, converteu o território sul-coreano em um paraíso dos plutocratas e inferno dos trabalhadores ao acabar com a democracia, a vida da população e a paz praticando a política pró-plutocratas, a anti-trabalhador e a de ditadura fiscal e policialesca.

Outros oradores condenaram Yoon que tenta vender o território sul-coreano com a diplomacia submissa e ameaça até a saúde e segurança da população com o tema de águas contaminadas por substâncias nucleares emanadas da Central Nuclear de Fukushima.

Chamaram todos a empreender uma luta mais intensa e digna para retirar a todo custo o "poder" antipopular de Yoon Suk Yeol expondo-se à repressão mais brutal que nunca.

Os reunidos realizaram a cerimônia de rasgar o certificado da eleição de Yoon como "presidente".

Pela noite do mesmo dia, mais de 80 equipes móveis da polícia fascista dissolveram por meio da força o comício com velas em memória do mártir Yang Hoe Dong que era celebrado sob o patrocínio da "Ação Conjunta das Entidades Operárias, Civis e Religiosas Partidárias da Luta do Mártir Yang Hoe Dong".

Os veículos de imprensa transmitiram estas notícias com vários títulos pondo ênfase na participação dos círculos operários e cívicos.

Funcionário do Ministério das Relações Exteriores da RPDC comenta "declaração" do secretário-geral da ONU


O diretor-geral do Departamento de Organizações Internacionais do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia, Jo Chol Su, publicou em 2 de junho a seguinte declaração:

Protesto com seriedade pela "declaração" do secretário-geral da ONU, que condenou o lançamento do satélite de reconhecimento militar da RPDC, e rechaço categoricamente como ação muito parcial, desequilibrada e de intervenção nos assuntos internos sua conduta que viola o legítimo direito soberano de um país membro da ONU.

A igualdade de soberania, o respeito a ela e a não intervenção nos assuntos internos são a base de fundação da ONU e o espírito fundamental de sua Carta.

Se o secretário-geral Guterres considera como seu dever expor a posição sobre o lançamento de satélite da RPDC, deverá aprender primeiro a maneira de tratar com igualdade mais de 190 países membros da ONU conforme seu cargo determinado na Carta da ONU e explicar razoavelmente o motivo pelo qual critica somente o lançamento de satélite da RPDC sem questionar o mesmo de outros países.

Estou disposto a ouvir pacientemente o raciocínio ou razão convincente se o Secretário-Geral o tiver, à parte da insistência absurda dos EUA e seus seguidores que descrevem nosso lançamento de satélite como uma violação das "resoluções" do Conselho de Segurança da ONU por haver empregado a tecnologia de míssil balístico.

Porém, se tomo em conta a posição e atitude assimétricas e preconceituosas mantidas invariavelmente até agora pelo secretário-geral Guterres em relação com o problema da Península Coreana, não espero nenhuma resposta que possa aclarar a dúvida de nosso país e da sociedade internacional.

As "resoluções de sanção" anti-RPDC do Conselho de Segurança da ONU, que proíbem o legítimo direito ao desenvolvimento espacial do país membro da ONU, são produtos da política hostil dos EUA e seus satélites, encaminhada a acabar com a soberania da RPDC e seus direitos à existência e ao desenvolvimento. Pois não passam de ser documentos ilegais que infringem flagrantemente a Carta da ONU e outras leis internacionais.

O lançamento do satélite de reconhecimento militar por parte da RPDC significa uma reação lógica e natural à ameaça militar cada vez mais aberta dos EUA e seus aliados e constitui o exercício do direito universal do Estado soberano para defender sua soberania e integridade territorial.

Ele não tem autoridade ou qualidade para criticá-lo arbitrariamente, ainda que seja o secretário-geral da ONU.

Seguiremos exercendo com dignidade os direitos soberanos, incluindo o de lançamento de satélite de reconhecimento militar, para demostrar que a ONU não é propriedade dos EUA e que seu despotismo, arbitrariedade e unilateralismo não funcionarão mais no mundo.

Em minha opinião, o secretário-geral Guterres deve prestar maior atenção e empenho aos problemas internacionais cuja pronta solução é esperada pela sociedade internacional, em vez de intervir em vão no exercício natural da soberania dos países membros da ONU.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Jong Kyong Chol chama a levantar a guarda ante a intenção da OTAN de ampliar a esfera de influência à Ásia-Pacífico


O comentarista de assuntos internacionais, Jong Kyong Chol, publicou em 2 de junho um artigo intitulado "Há que redobrar a vigilância ante os passos da OTAN para ampliar sua esfera de influência à região da Ásia-Pacífico".

Seu texto completo segue:

Recentemente, enquanto ao lançamento do satélite de reconhecimento militar por parte da RPDC, o secretário-geral da OTAN disse que condena categoricamente a tentativa da RPDC de lançar o satélite desse tipo fazendo uso da tecnologia de míssil balístico e isso agrava a tensão e cria uma ameaça grave para a segurança da região correspondente e fora dela.

Falando francamente, nosso lançamento constitui uma contramedida autodefensiva frente à ameaça militar cada vez mais aberta dos EUA e seus satélites da região da Ásia-Pacífico e nada tem a ver com a OTAN, para além do continente e do Oceano.

Se a OTAN está preocupada por nosso disparo, isso não passa de uma expressão clara de sua sinistra intenção de se intrometer na Ásia-Pacífico pretextando a inexistente "ameaça da Coreia do Norte".

Não é a primeira vez que o secretário-geral da OTAN critica o exercício do legítimo direito à autodefesa do Estado soberano intrometendo-se no problema da Península Coreana.

Suas palavras intervencionistas e provocativas não são desvinculadas com os recentes movimentos da OTAN que ao avançar frequentemente à região da Ásia-Pacífico, fora de seu teatro operacional, fomenta a preocupação pelo choque e conflito.

Levanta a guarda dos países regionais a intenção dessa "maquinaria de guerra" que marcha desenfreadamente à região da Ásia-Pacífico, como se não bastasse o flagelo de guerra que levou à Ucrânia como resultado de sua incessante expansão ao Leste.

Em abril e junho do ano passado, a OTAN despachou o presidente de sua comissão militar à Coreia do Sul e ao Japão para acordar o fortalecimento das relações de sócios e a cooperação militar. E a finais de junho, convidou pela primeira vez na história o Japão, a Austrália, a Nova Zelândia e a Coreia do Sul à cúpula, efetuada em Madri, e anunciou que estreitará ainda mais a cooperação com os sócios regionais do Indo-Pacífico.

Durante sua visita à Coreia do Sul e ao Japão no começo do ano, seis anos após sua última visita, o secretário-geral da OTAN disse que são muito importantes para a Europa e a OTAN os acontecimentos da região e vice-versa, e advogou pela reação unida dos Estados "democráticos" frente à ameaça dos "autoritários".

Estas palavras anunciam oficialmente a intervenção aberta da OTAN no tempo de emergência nos acontecimentos da zona da Ásia-Pacífico e mostram o que perseguem os últimos movimentos da OTAN que se tornam cada dia mais frequentes na região.

Como avalia unanimemente a sociedade internacional, o avanço acelerado da OTAN a esta região tem como objetivo ampliar seu teatro operacional à luz da atual estrutura de relações internacionais, que se aproxima rapidamente da "nova Guerra Fria", e converter-se na "OTAN global" que serve ao cumprimento da estratégia dos EUA de tomar a hegemonia mundial.

A OTAN, que devia ter sido desintegrada com o fim da Guerra Fria, está obcecada para intervir militarmente na região da Ásia-Pacífico, sob a batuta dos EUA, fato que causa forte precaução dos países regionais e da sociedade internacional.

Como demonstram os fatos históricos, ocorreram sem falta o conflito interno, a guerra e a tragédia de massacre nos lugares onde pisaram as botas manchadas de sangue da OTAN, sob o pretexto de "direitos humanos, democracia e paz".

O mais preocupante é que existem na região algumas forças malignas que tentam obter proveitos do confronto geopolítico com sues rivais envolvendo a OTAN.

As provas típicas disso são a manobra de instalação das representações entre a OTAN, o Japão e a Coreia do Sul e os exercícios cibernéticos combinados e outros passos que se tornam intensos ultimamente. Esse é um sinal perigoso que mostra que está sendo colocado em prática o contubérnio militar entre as forças agressores do Oceano Atlântico e do Oceano Pacífico

Jamais se deve tolerar que a OTAN, principal culpada da guerra regional de grande envergadura no continente europeu, volte a provocar nova crise de guerra à região da Ásia-Pacífico.

Esta região não é um campo de recreação de guerra da OTAN.

Sem esquecer nunca a história dos martírios impostos pelas forças estrangeiras, os países regionais devem conhecer claramente as consequências catastróficas que emanem do movimento perigoso da "maquinaria de guerra" da OTAN em marcha desenfreada à região da Ásia-Pacífico e redobrar a vigilância ao máximo.

Se a OTAN não para sua corrida à guerra, os países independentes da região empreenderão a ação para frear a ameaça de guerra com uma força poderosa.

Caso a OTAN siga tratando de violar a soberania e os interesses de segurança da RPDC, a consideraremos como alvo a que devemos enfrentar da mesma maneira que os EUA.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

quinta-feira, 1 de junho de 2023

Efetuada a reunião da comissão permanente do Presidium da APS

 

Foi realizada a reunião da comissão permanente do Presidium da Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia.

Na ocasião foram deliberados os projetos de emenda das leis de belas artes industriais, educação técnica profissional, educação geral, controle de mercadorias de exportação e importação, etc. e aprovados os decretos correspondentes.

Na primeira foram especificados ainda mais os parágrafos necessários para desenvolver as belas artes industriais como a organização de atividades de criação delas no terreno e o asseguramento de condições, a criação massiva, o registro de resultados de exame dos desenhos e a leitura e divulgação dos dados correspondentes.

A segunda foi complementada com vários artigos relacionados com a fundação, o plano didático e a redação do programa docente da escola técnica profissional, a formação e localização dos professores e o abastecimento de materiais docentes, equipamentos escolares, aparatos de laboratório, etc.

A terceira estipula concretamente os problemas pendentes em intensificar a educação geral, tais como nova definição da idade para receber o ensino médio obrigatório geral, a melhora dos trabalhos administrativos de educação e do ambiente docente, a organização do ensino, etc.

Os artigos especificados na última determinam a responsabilidade e papel dos encarregados do controle de mercadorias de exportação e importação, a apresentação da petição de controle e a confirmação da revisão, os lugares de inspeção e a guia sobre o controle, etc.

Contribuirão a garantir a qualidade e quantidade das mercadorias de exportação e importação e manter a estabilidade das transações comerciais, ao tornar mais rigorosa a disciplina e ordem no controle.

A cor da pele não justifica a discriminação racial


Recentemente, o jornal sul-africano “Eyewitness News” revelou como segue sobre a desigualdade racial nos EUA através da investigação da delegação de investigação da ONU que visitou os EUA.

Como é consabido, no estado de Minnesota, EUA, em 2020, ocorreu um caso no qual um jovem negro chamado George Floyd foi assassinado por um policial branco em plena luz do dia.

Com motivo disso, o Conselho de Direitos Humanos da ONU organizou a “organização internacional de especialistas independentes para o asseguramento da justiça e da igualdade das raças na execução da lei” encarregada de realizar investigações especiais de incidentes de crimes raciais causados pelos atos violentos da polícia em escala mundial, e de acordo com isso, enviou uma delegação investigadora aos EUA em maio do ano em curso.

Durante os 12 dias da visita aos EUA, a delegação se reuniu com as vítimas de crimes raciais, ativistas civis e oficiais das autoridades judiciais e policiais de várias cidades como Washington, Atlanta, Los Angeles, Minneapolis e Nova Iorque e averiguaram em detalhes sobre a realidade de discriminação racial dos EUA.

Na coletiva de empresa realizada depois da visita aos EUA, a delegação de investigação disse que a pobre vida dos negros e a pressão que recebem os funcionários negros comprovam o deplorável estado de direitos humanos dos EUA e enfatizou que a administração atual deve sentir responsabilidade moral e realizar uma reforma geral para eliminar os vícios da arraigada discriminação racial.

Um membro da delegação de investigação disse que nos EUA, embora a desigualdade racial tenha sua origem no período inicial de formação dos EUA, quase não houve esforços para eliminá-la até o presente e apontou que hoje em dia a discriminação racial está infiltrada profundamente sobretudo no setor de execução da lei como a detenção, o encarceramento, a execução e a privação dos direitos civis.

Isso demonstra que a cínica declaração de “igualdade racial” e “bem-estar público” dos EUA não podem enganar o mundo por mais tempo.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Os EUA estão sendo isolados e rechaçados no Oriente Médio


Recentemente, a agência de notícias Xinhua da China assinalou que o retorno da Síria à Liga dos Estados Árabes e a normalização das relações com a maioria dos países árabes demonstra que a intervenção dos EUA no Oriente Médio está debilitando-se, e publicou o seguinte artigo.

O retorno da Síria à Liga dos Estados Árabes se deve a que os países árabes compreenderam que a intervenção dos EUA só provoca instabilidade e caos à região.

Na reunião extraordinária dos chanceleres da Liga dos Estados Árabes realizada em Cairo em 7 de maio, os chanceleres dos países árabes decidiram recuperar a posição da Síria como país membro da Liga que esteve suspensa por 12 anos.

Depois do retorno à Liga dos Estados Árabes, o Ministério das Relações Exteriores da Síria ressaltou que na próxima etapa são necessários o diálogo, o respeito mútuo e a aproximação substancial e construtiva com base nos interesses comuns do mundo árabe.

Ademais, o Ministério aclarou que “A Síria está observando atentamente a tendência positiva e as interações que ocorrem hoje em dia na região árabe e está convencida de que isso trará benefícios a todos os países árabes e que contribuirá à estabilidade, segurança e bem-estar dos árabes”.

A decisão árabe foi anunciada ao mesmo tempo que o restabelecimento das relações entre Síria e Arábia Saudita. Antes disso foram normalizadas as relações entre Damasco e a maioria dos países árabes, as quais ficaram suspensas durante um longo período desde o começo da crise da Síria.

A Síria também recebeu o convite oficial da Arábia Saudita para que participe na cúpula da Liga que começa em 19 de maio.

Durante um entrevista concedida à agência de notícias Xinhua, um analista político da Síria avaliou positivamente sobre a criação de uma nova situação na região e disse que os países árabes começaram a priorizar os interesses nacionais e regionais. Em seguida, ele destacou que já não será tolerada qualquer intervenção externa.

Ademais, os países árabes decidiram fortalecer os esforços para “ajudar a Síria para que se livre da crise”.

Contudo, os EUA estão aplicando como sempre as cruéis sanções econômicas contra a Síria e perseguem continuamente a política de isolamento sobre este país destruído pela guerra.

Um analista político da Síria disse como segue.

“Podem continuar por vários anos as tentativas de todo tipo dos EUA para isolar a Síria e cortar suas relações com os países vizinhos. Contudo, ao final será estabelecida a estrutura de relações que concorda com os benefícios mútuos dos países árabes e os EUA nunca lograrão o que desejam."

Os EUA ignoram obstinadamente o modo variado de aproximação do mundo árabe com a Síria e insistem em que o governo de Bashar al-Assad não é um objeto que merece a normalização das relações.

O porta-voz assistente do Departamento de Estado dos EUA aclararam como segue.

“Do ponto de vista atual, não consideramos como algo conveniente o retorno da Síria à Liga dos Estados Árabes. Nós não normalizaremos as relações com o governo de Assad. Nós tampouco desejamos a normalização das relações dos Estados aliados e parceiros nossos com a Síria.”

Ademais, os especialistas enfatizaram que as sanções e a política de isolamento dos EUA não podem ser admitidas durante longo período em uma região onde estão enredados os interesses mútuos e as culturas.

Um especialista sírio que é jornalista e analista político disse à agência de notícias Xinhua que está claro que a política externa dos EUA está criando constantemente caos e instabilidade em vez de servir de ajuda à busca dos modos de solução pacífica das crises que ocorrem em todos os lugares do mundo.

Ele, dizendo que “hoje em dia está claro que se não existem forças que incitam por trás não ocorrem os conflitos”, acrescentou que os EUA não prestam atenção aos interesses das pessoas locais mas somente ao objetivo geopolítico que serve aos seus interesses.

Por outra parte, um analista político, dizendo que os EUA seguem abrigando a ilusão de que eles são a única superpotência no mundo e continuam impondo sua vontade a outros países, assinalou que hoje em dia o mundo está se convertendo em um mundo multipolar.

Ademais, enfatizou que o mundo “não pode ser por mais tempo vítima ou objeto da cobiça dos EUA.”

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia