sexta-feira, 6 de março de 2020

Vençamos as dificuldades surgidas no caminho da construção do país


Discurso proferido ante aos trabalhadores da Fábrica Ferroviária de Pyongyang em 10 de novembro de Juche 34 (1945).

Camaradas ferroviários:

A Alemanha fascista e o Japão militarista, inimigos jurados da humanidade, foram derrotados, e a Segunda Guerra Mundial terminou com o triunfo das forças democráticas, amantes da liberdade e da paz. Como resultado, muitas nações pequenas e débeis e povos explorados foram libertados da escravidão imperialista e pavimentando o caminho da criação de uma nova vida.

Nosso povo recuperou sua liberdade após por fim à longa dominação colonialista do imperialismo japonês e marcha vigorosamente pelo caminho da democracia.

No passado os imperialistas japoneses não somente privaram o povo coreano de todos seus direitos políticos, mas também se mostravam loucos para suprimir todo o nacional que possuímos. Em especial, os pérfidos imperialistas japoneses recrutaram pela força numerosos jovens e homens de meia idade da Coreia para incorporá-los ao exército e ao trabalho forçado e, não contentes com saquear as riquezas naturais de nosso país, confiscaram incluso vasilhas e colheres de latão, para cobrir suas necessidade bélicas tanto de efetivos humanos como materiais depois de desencadear uma criminosa guerra agressiva.

Sob a dominação colonialista do imperialismo japonês nosso povo levou uma trágica vida de fome e miséria, foi objeto de todo gênero de menosprezo e maus-tratos por sua nacionalidade. Os ferroviários também foram objeto de uma cruel exploração e opressão por parte do imperialismo japonês e se viram obrigados a levar uma vida de escravos.

Apesar da cruel repressão dos imperialistas japoneses o povo coreano empreendeu durante longo tempo uma luta renhida para restaurar a pátria e lograr sua independência nacional. Os autênticos comunistas e patriotas da Coreia cumpriram a causa histórica da restauração da pátria ao desenvolver, com fuzil na mão, a heroica Luta Armada Antijaponesa.

Hoje, que logramos a libertação, nossa classe operária e nosso povo que recuperaram a pátria usurpada e passaram a ser seus donos. As fábricas, minas, ferrovias e todas as demais empresas industriais e meios de transporte, que os imperialistas japoneses utilizavam para saquear as riquezas da Coreia e sugar o suor e sangue dos trabalhadores, passaram a ser propriedade do povo e nos foi aberta a possibilidade de construir uma nova Coreia democrática na terra-pátria. Porém, não devemos pensar que os problemas serão todos resolvidos com facilidade pelo país haver sido liberado. Muitas dificuldades esperam nosso povo que empreendeu o caminho da construção de uma nova Coreia.

Nossa pátria, ainda que tenha sido libertada da dominação colonialista do imperialismo japonês, está dividida em dois, em Norte e Sul, pelo Paralelo 38 de latitude Norte e a situação do país é muito complexa. Os reacionários atuam brutalmente para obstaculizar a construção de uma nova pátria, aproveitando-se da complicada situação de hoje.

Na Coreia do Sul, os pró-japoneses, os traidores da nação e outros reacionários, ao amparo das tropas ianques, recorreram a toda classe de maquinação para impedir o desenvolvimento democrático do país.

Introduzem na Coreia do Norte elementos subversivos e sabotadores tratando de impedir a luta de nosso povo que está empenhado na construção de uma nova Coreia. Esse é um grande obstáculo para este trabalho.

Hoje em dia nos vemos também em uma situação muito difícil no plano econômico. A economia de nosso país não só é muito atrasada devido à política de saque colonialista praticada durante longo período pelo imperialismo japonês, mas também misérrima, de verdade, porque os imperialistas japoneses destruíram por completo, durante sua fuga, as poucas fábricas, minas e vias férreas que havia.

Agora o povo vive em grande pobreza. Carecemos de víveres e de todas as demais coisas e estamos em tal situação que nos vemos forçados a criar tudo, de cabo a rabo. O que resta são somente depósitos vazios e livros de contabilidade fechados. Temos que construir uma nova pátria do nada, só com estes depósitos e livros. Vencer ou não as dificuldades que agora afrontamos é uma questão importante da qual depende o futuro da pátria. Se não logramos superá-los agora, mais tarde encontraremos maiores dificuldades e nos veremos impossibilitados de construir uma nova Coreia democrática, rica e poderosa.

Ademais, vocês, camaradas, se encontram rendidos pela precária situação de alimentos. Alguns incluso nos reclamam da falta de arroz. Porém, que arroz podemos ter nós que combatemos durante longo tempo no monte Paektu contra os agressores imperialistas japoneses para recuperar o país usurpado? Hoje não somente os trabalhadores da Fábrica Ferroviária carecem de alimentos, mas também os de outras fábricas e incluso os camponeses. É de verdade uma vergonha e um problema sério que os camaradas trabalhadores que devem na dianteira da construção do país protestem sem resistir esta situação de alimentos. O arroz não chegará por reclamações, mas quando todos, estreitamente unidos, trabalhemos como é devido.

As dificuldades que hoje afrontamos não se eliminam com a força de umas tantas pessoas. Agora, alguns ferroviários pedem a destituição do chefe do departamento administrativo culpando-lhe por não assegurar-lhes alimentos e salário; creio que devem refletir profundamente neste assunto. É óbvio que devem combater com dureza os casos de indiferença para com a vida dos trabalhadores e o trabalho burocrático. Porém, nestas condições tão difíceis que o país atravessa a respeito dos alimentos e da economia, o problema não é resolvido destituindo algum quadro. Vocês, camaradas, devem compreender corretamente a situação concreta de nosso país recém-liberado e portar-se com decência. Em vez de armar alvoroço pelas dificuldades que temos na construção de uma nova Coreia, devemos, unidas nossas forças, superá-las com valentia.

No passado, nossos revolucionários saíram vitoriosos na luta, que durou três lustros, contra o imperialismo japonês em condições indescritivelmente difíceis. Eles se sobrepuseram com valentia às dificuldades que surgiam a cada passo: se equiparam com as armas tomadas do inimigo e solucionavam tudo com suas próprias forças. Os guerrilheiros antijaponeses não se intimidaram nem um pouco ante às dificuldades, mas combateram até o fim com a bandeira da resistência antijaponesa bem alta, atravessando montanhas escabrosas e intrincadas cordilheiras, dormindo ao relento, e, as vezes, sem se alimentar durante vários dias.

Nos momentos difíceis se ofereciam voluntários para executar as tarefas mais difíceis e perigosas e cumpriram honrosamente missões revolucionárias vencendo todas as dificuldades. Incluso ao cair no combate contra o inimigo nas escabrosas montanhas de uma terra estrangeira desconhecida, gritavam em voz alta “Viva a independência da Coreia!”, “Viva a revolução coreana!” e sacrificaram sem vacilação sua juventude e sua vida à sagrada causa da liberdade e emancipação da pátria e do povo. É porque os guerrilheiros antijaponeses não sabiam o qual bom que é viver comodamente em quartos aquecidos junto a seus pais, esposas e filhos? Eles combateram oferecendo tudo para derrubar o bandidesco imperialismo japonês e recuperar a pátria perdida.

Nós devemos aprender com o exemplo dos guerrilheiros antijaponeses.

Incorporemo-nos todos à construção de uma nova Coreia democrática, vencendo as dificuldades.

A classe operária é a mais avançada e revolucionária. Precisamente ela foi a que no passado lutou valorosamente até o fim contra o imperialismo japonês em nosso país. Nossa classe operária, hoje dona do país, deverá consagrar todas suas forças à construção de um Estado democrático, soberano e independente, rico e poderoso pondo-se devidamente na vanguarda das massas.

Camaradas:

Para construir uma nova Coreia devemos restaurar o quanto antes as indústrias destruídas e reabilitar e fomentar a economia. Para isso, há que normalizar, antes de tudo, o transporte restabelecendo as vias férreas, artérias do país.

Sem um funcionamento normal da ferrovia não é possível melhorar a vida do povo, nem desenvolver a economia do país, nem construir com êxito uma nova Coreia democrática. Somente quando funcione normalmente a ferrovia será possível que as pessoas viajem livremente e que todos os materiais sejam transportados a tempo para onde se necessite, e assim estabelecer os cimentos econômicos da construção de um Estado soberano e independente. Por isso tem grande peso a tarefa dos trabalhadores do setor ferroviário na edificação de uma nova Coreia.

Hoje os trabalhadores e técnicos deste setor tem a importante tarefa de restaurar prontamente as vias férreas destruídas e normalizar o tráfego dos trens se encontra em estado de caos.

Após serem derrotados, os imperialistas japoneses destruíram as instalações ferroviárias de nosso país e levaram muitas locomotivas, vagões de mercadoria e veículos de passageiros. Por conta disso, agora o tráfego ferroviário não é regular com o resultado de que muitos materiais congestionados nas estações acabam estragando, e o trabalho de construção do país e a vida do povo se encontram dificultadas grandemente. Devemos concertar o mais rápido possível este estado anormal.

Para que funcione bem a ferrovia há que reparar locomotivas, vagões de mercadorias e veículos de passageiros destruídos, repor prontamente as vias, pontes e túneis. É obvio que é um trabalho difícil cumprir esta tarefa em condições em que faltam técnicos e trabalhadores qualificados nesta disciplina. Porém, se trabalhadores e técnicos somam sua inteligência, não cabe dúvida de que poderão levar a cabo dita obra. Os trabalhadores e técnicos do setor ferroviário deverão aplicar todos seus esforços para normalizar o tráfego ferroviário.

Em particular, os trabalhadores e técnicos da Fábrica Ferroviária devem trabalhar intensamente para prepará-la com suas próprias forças. Os que saíram desta Fábrica a outros ramos de produção deverão voltar a seus postos de trabalho anteriores.

Agora todos os materiais e equipamentos da Fábrica Ferroviária passaram às mãos do povo e, vocês, camaradas, são donos dela. Os trabalhadores e técnicos desta Fábrica devem esforçar-se para de cuidar suas instalações, poupar os materiais e elevar o nível técnico e de qualificação, para reconstruir e reparar mesmo que seja só mais um vagão de mercadorias e um veículo de passageiros, assim como administrar e gerir bem a fábrica.

No futuro, quando normalizemos o tráfego ferroviário devemos, sobre esta base, incrementar mais ainda o transporte ferroviário. Devemos substituir as vias estreitas pelas amplas e eletrificar mais adiante a ferrovia. Os funcionários e setores do setor ferroviário deverão trabalhar tendo em conta esta perspectiva.

Para restabelecer prontamente as linhas férreas destruídas e desenvolver o transporte ferroviário é preciso eliminar por completo entre os funcionários e trabalhadores do setor os vestígios ideológicos do imperialismo japonês e estabelecer um estilo de esforçar-se com abnegação pela construção do país.

Neste momento entre os ferroviários permanecem bastantes vestígios ideológicos do imperialismo japonês. É dito que alguns trabalhadores da Fábrica Ferroviária só querem fazer trabalhos fáceis em vez de se dispor a realizar trabalhos difíceis em prol da construção de uma nova pátria, o que é uma manifestação desses vestígios ideológicos. Se todos os trabalhadores pensam dessa maneira, quem manterá o funcionamento da Fábrica e da ferrovia e quem sustentará a pátria liberada?

Agora nossa classe trabalhadora não mais trabalha para o imperialismo japonês e os capitalistas, mas pela felicidade de si mesma e de todo o povo, para construir uma nova Coreia, rica e poderosa, como autêntica dona do país. Por isso, os trabalhadores deverão se esforçar para trabalhar mais e considerar uma grande honra realizar atividades mais difíceis.

Há que erradicar o burocratismo entre os funcionários do setor ferroviário e fazer com que todos trabalhadores, profundamente conscientes de que são donos da ferrovia, se despojem por completo da mentalidade de meros assalariados que significa trabalhar como nos tempos de dominação do imperialismo japonês. Todos os funcionários e trabalhadores do setor ferroviário devem combater com dureza a atitude desonesta: o não zelar pelos bens do país, a ociosidade, a negligência no trabalho do transporte ferroviário, e os casos de indiferença em relação à obra de construção do país. Deste modo, deverão todos se esforçar para restaurar e preparar o quanto antes as instalações ferroviárias, administrar e gerir bem a ferrovia, e tomar parte ativa no trabalho de construção do país com fervoroso espírito patriótico.

A fim de assegurar com êxito o transporte ferroviário há que estabelecer uma disciplina rigorosa no setor ferroviário. Somente quando se estabeleça uma férrea disciplina e ordem neste campo será possível prevenir os acidentes ferroviários e assegurar que o transporte funcione com êxito. Todos os trabalhadores ferroviários tem que implantar rigoroso regime e ordem no trabalho, obedecer as ordens e instruções dos superiores e observar conscientemente a disciplina estabelecida.

Ao mesmo tempo, há que elevar a vigilância contra as manobras dos reacionários encaminhadas a obstruir a construção do país. Agora, estes, escondidos em nossas filas, difundem maus rumores e manobram para destruir as fábricas e as vias férreas que temos. Todos os funcionários e trabalhadores do setor ferroviário devem seguir com vigilância os movimentos dos reacionários, descobrir e frustrar a tempo suas maquinações subversivas e sabotagens para salvaguardar firmemente a Fábrica Ferroviária, as vias férreas e defender de modo consequente os êxitos alcançados na construção de uma nova pátria.

Se nossa classe trabalhadora quer desempenhar um papel de vanguarda na construção do país, tem que elevar sem cessar seu nível político e teórico, técnico e cultural. A realidade atual é distinta da anterior à libertação, na qual os trabalhadores viviam em total ignorância, afastados da política. Quem não sabe nada e tem um nível baixo, não pode prever o futuro, nem analisar e avaliar corretamente todos os problemas, nem fazer boa contribuição à construção do país. Vocês, camaradas, devem estudar para equipar-se com ideias avançadas e elevar seu nível político e teórico, técnico e cultural.

Estou seguro de que vocês, camaradas, farão todos os esforços para restabelecer o quanto antes as vias férreas, artérias do país, e assegurar o transporte ferroviário superando todas as dificuldades, como corresponde à sua condição de membro da classe trabalhadora da nova Coreia.

São assegurados na RPDC todos os direitos da mulher


São assegurados na RPDC os autênticos direitos humanos da mulher em todos os aspectos da vida social.

A Lei de igualdade de direitos do homem e da mulher, elaborada e promulgada pelo Presidente Kim Il Sung em Juche 35 (1946), permitiu às coreanas tomar parte na vida sociopolítica.

Servem-lhes de garantia legal e política também a Constituição Socialista, a lei de direitos da mulheres, a do trabalho socialista, a de criação e educação das crianças e outros códigos e as políticas estatais e sociais.

O Estado lhes oferece os direitos a eleger e serem eleitas ao igual que os homens, trabalhar nos órgãos estatais, participar no trabalho e receber a proteção laboral e aposentar-se.

Foram acondicionadas as creches, os jardins de infância e os estabelecimentos de serviços públicos nas zonas povoadas e nas fábricas e empresas para facilitar a assistência ao trabalho das mulheres. E as crianças crescem às expensas do Estado e da sociedade.

Os trigêmeos e quadrigêmeos e suas mães tem os médicos encarregados e recebem gratuitamente os medicamentos, alimentos e artigos de uso doméstico. As mães são respeitadas na sociedade e ganha até o título de "Mãe Heroína".

Nos domínios político, econômico e cultural as coreanas se incorporam livremente às atividades estatais e sociais.

Atualmente, 17.6% são mulheres entre os deputados à XIV Legislatura da Assembleia Popular Suprema da RPDC.

A presença feminina é observada também nas instituições do partido e do poder e nas entidades de massas de todos os níveis.

O Comitê Nacional de Estudo da Ideia Juche da República Democrática do Congo escreveu em página na web que a RPDC é um país admirável onde se tornou realidade o direito internacional sobre a igualdade entre homens e mulheres.

quinta-feira, 5 de março de 2020

Conversa com participantes do Movimento Nacionalista


5 de novembro de Juche 34 (1945).

Creio que vocês tenham sofrido muitas vicissitudes no passado ao empreender o movimento antijaponês pela recuperação do país, tanto dentro como fora deste.

Durante os 36 anos transcorridos o povo coreano foi objeto de toda classe de maus-tratos e humilhações, viveu submergido na miséria e sofrendo fome sob a dominação colonialista do imperialismo japonês. Muitos compatriotas, ao ser-lhes arrebatado o país, emigraram a terras estrangeiras, de montes e rios desconhecidos, em busca de meios de sustento, abandonando suas amadas aldeias natais.

Todavia, o povo coreano não perdeu seu espírito nacional e se alçou com denodo contra o imperialismo japonês. Os revolucionários e o povo patriótico da Coreia, durante longo tempo, utilizaram diversas formas de luta, sobretudo, a armada e a clandestina, para a libertação do país e a independência do país. No curso desta luta passaram por terríveis provas e derramaram também muito sangue. Nesta longa e sangrenta luta contra o imperialismo japonês nosso povo cumpriu por fim com sua missão histórica pela restauração da pátria. Agora, quando o país está liberado, retornam ao seio da pátria nossos compatriotas que andavam dispersos no exterior. Se outrora cruzaram os rios Amnok e Tuman e o Estreito da Coreia derramando lágrimas amargas, tristes como escravos apátridas, hoje voltam derramando lágrimas de emoção, alegres pela libertação.

Também os combatentes que lutaram em terras estrangeiras, com o sublime ideal de independizar a Coreia, conservando sua inteireza nacional, se repatriam entusiasmados para construir o país. Agora em nossa pátria o povo transborda de júbilo pela libertação e de ardor pela criação de uma nova vida.

Hoje em dia, ante ao nosso povo se apresenta a importante tarefa de construir um Estado democrático, soberano e independente. Se queremos levar a cabo esta causa de peso, devemos realizar uma luta árdua. O caminho da edificação de uma nova pátria não é, de forma alguma, plano e liso, mas escabroso, e requer uma luta dura e complexa. Entretanto, custe o que custar, devemos marchar com resolução por este caminho e, sobrepondo-nos com valentia a todos os obstáculos e dificuldades, concluir brilhantemente a causa da construção do país.

Para construir uma nova Coreia democrática, devemos liquidar por completo as forças remanescentes do imperialismo japonês. Os pró-japoneses, que no passado se converteram em cães de presa deste imperialismo, traíram a pátria e a nação, hoje se esforçam desesperadamente para recuperar sua antiga situação. Tentando obstruir a construção de uma nova Coreia, recorrem a toda classe de intrigas e forcejam ao extremo para converter o nosso país em uma colônia do imperialismo.

Nestas condições, se deixamos intacto o resto das forças do imperialismo japonês, não poderemos realizar bem o trabalho de construção do país, nem edificar uma nova Coreia democrática. Todo o povo, unindo suas forças, deve liquidar definitivamente os pró-japoneses e acelerar a construção de uma nova Coreia.

O mais importante na edificação de uma nova pátria é manter uma posição correta a respeito. Devemos nos manter firmes na posição de construir o país, em todo caso, com nossas próprias forças. Somente mantendo tal postura lograremos a plena independência do país e construiremos com êxito um Estado democrático, soberano e independente, rico e poderoso, no qual nosso povo possa viver livre e feliz.

Toda a nação, se quer lograr a plena independência, o enriquecimento, o fortalecimento e o desenvolvimento de seu país, deve manter sem falta a postura de que só ela deve realizar todos os trabalhos, confiando e baseando-se em suas próprias forças. Se nos apoiamos em outros e desconfiamos de nosso poderio não poderemos levar a cabo corretamente a obra de construir o país. A história não conhece nenhum caso de que um povo tenha logrado uma autêntica independência de seu país e a prosperidade de sua nação, apoiando-se em outros.

O apoio nas forças estrangeiras conduz à ruína do país. Não devemos seguir em nenhum caso o caminho de apoio nas forças estrangeiras, caminho adotado outrora pelos governantes feudais, corruptos e impotentes. Nosso povo deve construir um novo país somente com suas próprias forças. Esse deve ser o firme credo de nosso povo que entrou hoje no caminho da construção do país.

Hoje, certa gente se propõe a criar um Estado independente na Coreia apoiando-se nas forças de outros países. Alguns colocam suas esperanças nas tropas estadunidenses que desembarcaram na Coreia do Sul, o que é de fato uma estupidez.

Originariamente, Estados Unidos é um país imperialista que vem agredindo a soberania de muitos outros países ao longo da história. No mundo há países escravizados pelos Estados Unidos, porém nenhum que tenha logrado a independência com sua ajuda.

As tropas estadunidenses desembarcadas na Coreia do Sul abrem caminho para os pró-japoneses e traidores da nação para que ressurjam, enquanto obstruem o avanço patriótico do povo sul-coreano. Por isso, vivem às suas custas na Coreia do Sul os pró-japoneses e traidores da nação, inimigos de nosso povo.

Não há que criar ilusões acerca dos Estados Unidos desde nenhum ponto de vista, ou seja, nem de sua história nem do comportamento das tropas ianques desembarcadas hoje na Coreia do Sul. A história dos EUA está cheia de flagelos de agressão e pilhagem, e as tropas ianques desembarcadas hoje na Coreia do Sul revelam gradualmente a natureza de um exército agressivo. Se alguém abriga esperanças nos Estados Unidos e trata de construir um novo país com a ajuda de suas tropas, não só não poderá construir um Estado soberano e independente, como também voltará a cair como antes na situação de escravo apátrida.

Devemos lutar com veemência para construir uma nova Coreia com nossas próprias forças refutando categoricamente a errônea ideia de realizá-lo com ajuda das forças de outros países.

Não há dúvida de que a nação coreana pode construir com suas forças um Estado democrático, soberano e independente, rico e poderoso. O povo coreano é um povo inteligente e valoroso que conta com uma longa história de cinco mil anos; é um povo de forte espírito patriótico, que combate com fervor pelo país e nação. Hoje o povo coreano se ergue para não voltar mais à vida de escravo colonial de outrora, e seu entusiasmo pela construção do país é muito alto. Ademais, nosso país é muito rico em recursos naturais. São inesgotáveis as riquezas do subsolo e ricos os recursos hidráulicos e aquáticos. Se pomos em plena marcha as incomensuráveis forças de todo o povo coreano e exploramos e utilizamos de modo racional as abundantes riquezas do país, não haverá para nós nada irrealizável e poderemos construir, sem falta, um novo país rico, poderoso e civilizado nesta terra.

Para que nosso povo possa construir com suas próprias forças um Estado democrático, soberano e independente, deve unir-se compactamente sob a bandeira da democracia. Somente quando, unidas como um só, se mobilizem para executar este trabalho todas as pessoas que amam o país e se preocupam com o futuro da nação, poderá marchar de vento em popa a construção de uma nova Coreia.

Por isso, devem se unir todos os que desejam a edificação de uma nova Coreia democrática. As forças patrióticas e democráticas que abarcam todas as classes e estratos—não só operários e camponeses mas incluso capitalistas nacionais— deverão unir-se solidamente e juntar forças na construção de uma nova pátria.

Dada a realidade de hoje que exige a união sólida de toda a nação para levar adiante o trabalho de construção do país, se necessita unir, antes de tudo, os que no passado participaram na luta contra o imperialismo japonês. Todos os participantes na luta antijaponesa, independentemente de que tenham figurado no movimento comunista ou no nacionalista, tenham lutado dentro ou fora do país, devem impulsionar unidos o trabalho de construção do país. Somente assim será possível fortalecer a unidade das forças patrióticas e democráticas e levar a cabo com êxito a causa da construção de uma nova pátria.

Porém resulta que algora alguns nacionalistas caluniam os comunistas e se opõem a colaborar com eles. Essa é um atitude injusta devido a uma compreensão equivocada respeito dos comunistas. Já no período mais tenebroso da dominação colonialista do imperialismo japonês os autênticos comunistas da Coreia mantiveram com firmeza seu propósito de restaurar a pátria e permaneceram incólumes até o final, durante todo o tempo, no caminho dos sangrentos combates pela liberdade e emancipação do povo. Os comunistas são precisamente autênticos patriotas que amam fervorosamente o país e a nação.

Não devemos nos deixar enganar pelas manobras dos reacionários que obstaculizam a construção de uma nova pátria. Hoje, os inimigos do povo, para realizar suas vis ambições políticas, recorrem a toda classe de maquinações encaminhadas a dividir nossas forças democráticas, caluniando e denegrindo os comunistas. Devemos combater as manobras do inimigo e lograr o quanto antes a unidade de todas as forças patrióticas.

Não há razão para que os comunistas e os nacionalistas não posam se unir para a construção do país. No passado eles levaram a cabo conjuntamente a luta antijaponesa para restaurar a pátria. Para lograr a liberdade, a felicidade e a prosperidade de nossa nação devem todos unir-se firmemente, e com suas forças mancomunadas construir uma nova Coreia democrática. A coesão é o único caminho patriótico para o bem do país e da nação, o autêntico caminho da edificação do país que garante a construção de uma nova Coreia democrática. Se os nacionalistas pensam de verdade nos destinos da pátria e da nação devem aliar-se e colaborar com os comunistas.

Nós de todo coração respeitamos os nacionalistas patriotas que querem fazer uma ativa contribuição à construção do país e esperamos que desempenhem um grande rol na edificação de uma nova Coreia. Vocês deverão compreender corretamente os  comunistas e esforçar-se de maneira ativa para que todos os nacionalistas se apresentem para a construção do país, somando suas forças às nossas, as dos comunistas.

Desejo que participem de modo ativo no digno trabalho construir um Estado democrático, soberano e independente, rico e poderoso.

ACNC comenta modo de subsistência dos conservadores sul-coreanos


Se repete a histeria da camarilha conservadora sul-coreana para levantar a "onda anti-Norte".

Ultimamente, o "Partido Unido do Futuro" e outro grupo de traidores tem divulgado amplamente o "rumor de intervenção do Norte (da Coreia) nas eleições gerais" dizendo que o "Norte realiza uma campanha midiática psicológica para agitar o castigo ao partido político conservador" e "pode cometer ato provocador".

Há um ditado que diz: O Lobo perde o pelo, mas não perde o vício.

A "onda anti-Norte" é o método rotineiro que os conservadores sul-coreanos a cada tempo de eleições. Desta maneira, eles tratam de inculcar o ambiente conflitivo anti-RPDC e satisfazer sua cobiça política de tomar o poder promovendo a agrupação de suas forças.

Historicamente, os conservadores sul-coreanos vem recorrendo à fabricação da "onda anti-Norte" e da "incerteza de segurança" cada vez que se encontram em crise política, e seu cinismo e imprudência chegam ao extremo nos tempos eleitorais.

Desta vez também, fazem todo o possível para preparar a oportunidade de aparição do "governo" conservador ao controlar a "assembleia nacional" ganhando, custo o que custar, as iminentes "eleições gerais".

Para esse fim, apresentaram como promessa eleitoral a "política de princípios sobre o Norte" e fomentam a confrontação fratricida com retóricas absurdas como "o Norte espera a oportunidade de atacar o Sul" e "tem duas caras, ou seja, o diálogo por fora e a provocação por dentro".

Recentemente, o traidor Hwang Kyo An disse no clube de parlamentares que o incidente do afundamento da corveta "Cheonan" foi causado pela "provocação do Norte". E se referiu à "possibilidade de provocação" de alguém advogando por "não esquecer o sacrifício dos jovens".

É uma vergonha para a nação coreana a existência de tais traidores que andam desesperados para arrebatar o poder e buscar a salvação na confrontação fratricida e no agravamento da tensão, sem importar-se com o destino e o futuro da nação.

Já os manifestantes com velas acesas, que desejam tanto a paz e prosperidade e a reunificação da Península Coreana e o desenvolvimento progressivo da sociedade, abandonaram os conservadores e outros traidores e corruptos.

Enquanto exista a horda de traidores, aumentarão as penas e dores que sofre a nação coreana pela divisão territorial e persistirá também a tragédia do povo sul-coreano originada pela submissão às forças estrangeiras.

Os conservadores devem ser eliminados o quanto antes da lista de compatriotas.

74 anos da promulgação da Lei da Reforma Agrária


Há 74 anos, era promulgada na Coreia do Norte a Lei da Reforma Agrária.

No período da luta armada antijaponesa, o Presidente Kim Il Sung criou nas bases guerrilheiras o exemplo da reforma agrária, uma das políticas do Governo Revolucionário Popular.

Depois da libertação da Coreia (1945), apresentou essa tarefa como a primeira das reformas democráticas e promulgou o decreto correspondente em 5 de março de Juche 35 (1946).

Sob o lema "A terra para os camponeses que trabalham!", fez materializá-la no principio de confisco sem compensação e distribuição gratuita de terras na reforma agrária que foi cumprida durante cerca de 20 dias.

Foram distribuídos a mais de 720 mil famílias camponesas muito pobres mais de um milhão de hectares de terras cultiváveis que eram propriedade dos imperialistas japoneses, seus lacaios e dos latifundiários.

Foram eliminadas assim nas zonas rurais do país as relações feudais de posse da terra e o regime de exploração e se tornou realidade o desejo secular dos camponeses coreanos de lavrar as próprias terras.

Para reciprocar as benevolências do líder, os camponeses colheram em 1946 mais de 14,5 milhões sacos de cereais com um crescimento de mais de 3,4 milhões em relação ao ano anterior.

Kim Je Won, camponês da planície de Jaeryong da província de Hwanghae Sul, amplamente conhecido como iniciador do movimento patriótico de doação de cereais, entregou ao país 30 sacos de arroz colhidos por ele mesmo.

Seguindo seu exemplo, mais de 16 mil camponeses participaram nesse movimento ao longo do inverno de 1946.

A reforma agrária abriu nova página da solução do problema rural da Coreia.

O PTC é uma organização política do povo, destaca Rodong Sinmun


"O Partido do Trabalho da Coreia serve com total entrega ao povo considerando-o como o céu"

Assim assinala o diário Rodong Sinmun em seu editorial desta quinta-feira (05) e continua:

"Na recente reunião ampliada do Bureau Político do Comitê Central do PTC foram discutidos os problemas de princípios para materializar cabalmente a ideia de dar primazia às massas populares na construção e atividades do partido e fortalecer constantemente as filas e a combatividade desta organização conforme as demandas da revolução em desenvolvimento.

Igualmente, foram postos em debate os meios para cumprir corretamente as imediatas tarefas políticas, militares e econômicas e os assuntos para tomar e aplicar estritamente as especiais medidas profiláticas contra a epidemia viral.

A reunião foi um marco importante para manter com firmeza a natureza revolucionária do PTC que se responsabiliza do destino do povo.

E fez entender e confirmar outra vez a todas organizações e funcionários partidistas a invariável vontade do PTC de não perdoar de nenhuma maneira as práticas que prejudiquem os interesses do povo pondo-se por cima deste.

Foram criticados intensamente os atos não partidistas, o abuso de autoridade, o privilégio, o burocratismo e as irregularidades e a corrupção, que se observaram entre os quadros do CC do PTC e os funcionários do órgão de formação de quadros partidistas, e analisadas mordazmente sua gravidade e consequências.

Através da reunião, foi manifestado outra vez o espírito do PTC que defende antes de tudo a vida e a segurança do povo.

Manter a natureza revolucionária do partido e elevar sua capacidade diretiva e combatividade ao materializar cabalmente o espírito de dar primazia às massas populares na construção e nas atividades da organização, esta é a invariável vontade do Presidente do Partido do Trabalho da Coreia, Kim Jong Un.

Acerca da fundação da Universidade


Conversa com funcionários do campo de ensino, em 3 de novembro de Juche 34 (1945).

No passado, os imperialistas japoneses privaram nosso povo de todos seus direitos e liberdades políticos, enquanto intensificavam a exploração e o saque colonialistas na Coreia. Incluso negaram o povo coreano a possibilidade de estudar. Não somente lhe impuseram a instrução escravista de tipo colonial, mas trataram também de submetê-lo ao pântano da ignorância e do obscurantismo.

Por conta da infame política de ensino escravista de tipo colonial, praticada pelo imperialismo japonês, hoje em nosso país poucas escolas estão em funcionamento. Vamos pegar como exemplo o caso de Pyongyang. Apesar de ser uma grande cidade de 400 mil habitantes, tem somente algumas escolas secundárias e especializadas. Tão somente este fato nos mostra claramente quão desastrosas são as consequências da política de escravização colonial do imperialismo japonês.

Hoje, que estamos liberados, temos que liquidar até o último vestígio do sistema de educação escravista de tipo colonial implantado por este imperialismo e desenvolver o ensino sobre uma base democrática.

Se queremos construir uma nova Coreia, são imprescindíveis muitos quadros nacionais. Somente dispondo deles poderemos edificar o Estado e desenvolver também a economia e a cultura do país. Agora os temos porém em número muito reduzido. Sua formação, em vasta escala, é um dos problemas mais candentes que demanda resolver a realidade da pátria liberada.

Devemos formar o quanto antes os quadros necessários para a construção de uma nova pátria. Com este propósito devemos fundar institutos de ensino superior, além de muitas escolas primárias e secundárias. Porém, a atual situação de nosso país não permite fundar muitos institutos de uma só vez. Urge começar pela criação da universidade.

Fundá-la é uma necessidade vital na situação atual de nosso país. Se a fundamos, nos será possível formar simultaneamente os quadros para todos os domínios: a política, a economia e a cultura. Se damos prioridade a sua fundação, poderemos, baseando-nos nela, criar também, com rapidez, muitos institutos no futuro. A universidade servirá de sólida base para formar quadros nacionais em nosso país e de entidade matriz dos institutos que iremos criar no futuro.

No curso da fundação da universidade surgirão muitos problemas difíceis. Agora não temos nem quadros educacionais, nem experiência em gestão e manejo de instituições de docência superior nem base material-técnica para sua fundação. Em tais condições não nos será nada fácil fundar sequer um instituto, ainda mais uma universidade. Todavia, temos que fundá-la a todo custo sobrepondo-nos a todas as dificuldades.

Para fundar e por em marcha a universidade devemos solucionar primeiro o tocante ao professorado. Antes de tudo, é preciso reunir todos os eruditos da Coreia do Norte e, se são poucos, convidar os cientistas progressistas de Seul. Então poderemos resolver o relacionado com os professores que se necessita para a universidade. Na fundação da universidade, os fundos financeiros poderão ser um freio. Porém poderíamos encontrar alguma solução de puséssemos em pleno jogo o zelo patriótico e as criativas faculdades das massas populares postas em pé para a construção de uma nova pátria.

Na universidade devemos admitir os filhos e filhas do povo trabalhador que no passado não tiveram aceso ao ensino devido à ignominiosa dominação colonialista do imperialismo japonês. Antes da libertação, os filhos e filhas dos operários, camponeses e outros trabalhadores não podiam ir, mesmo que quisessem, à escola por falta de recursos. Hoje, quando o país está liberado, querem estudar ao seu gosto.

Devemos dar satisfação a este ardente desejo dos filhos e filhas do povo trabalhador sedentos de estudo para que possam cursar na universidade.

No futuro este centro docente deverá formar os filhos e filhas do povo trabalhador como melhores quadros nacionais que sirvam com lealdade à pátria e ao povo. Para isso, há que dar aos estudantes uma instrução adequada às condições reais de nosso país e transmitir-lhes muitos conhecimentos vivos, úteis para a edificação de uma nova Coreia.

Assim devemos procurar que a universidade se converta em um autêntico corpo docente popular que instrua os filhos e filhas do povo trabalhador e forme quadros nacionais a serviço deste.

Desde agora devemos levar a cabo um bom trabalho preparatório para fundar a universidade.

Gostaria de aproveitar esta ocasião para frisar mais alguns problemas que se apresentam no trabalho de ensino.

Há que realizar bem o trabalho de instrução e educação dos jovens e crianças escolares.

O problema mais importante consiste em extirpar de suas mentes os vestígios ideológicos do imperialismo japonês. Devido à longa dominação e educação escravista de tipo colonial praticadas por este imperialismo subsistem em grande medida essas sequelas na mente de nossos jovens e crianças escolares. Sem extirpar de suas mentes estes vestígios ideológicos, não poderemos fazer deles excelentes trabalhadores do país. Devemos empreender um trabalho enérgico para extirpar das mentes dos alunos ditos vestígios e equipá-los com a ideologia democrática.

Outra coisa importante nesse trabalho de ensino e educação dos jovens e crianças escolares é procurar que tenham alto orgulho e dignidade nacionais.

No passado, impulsionados pelo desígnio de converter os coreanos em escravos coloniais, os imperialistas japoneses tergiversaram e pisaram na remota história e brilhante cultura nacional de nosso país e trataram de privar os coreanos de seu idioma e alfabeto, incluso de seus nomes e sobrenomes, sustentando que “Japão e Coreia são de um mesmo tronco” e que “os japoneses os coreanos descendem de uma mesma raiz”. Devido a isso, nossos jovens e crianças viveram em muitos casos sem o orgulho e dignidade nacionais.

Há que ensinar bem os alunos o idioma, o alfabeto, a história, a geografia e a cultura de nosso país. Somente então os jovens e crianças, com alto orgulho e dignidade nacionais, poderão amar o país e a nação e abnegar-se na luta para construir uma nova Coreia.

Para instruir e educar bem os jovens e crianças escolares é necessário preparar muitos professores competentes. Devemos tomar medidas para a formação de novos professores. Como no futuro prevemos criar muitas escolas secundárias, temos que criar também um instituto que se encarregue da formação dos professores necessários.

Ao tempo que preparemos muitos professores novos, temos que formá-los ativamente nas ideias democráticas. Há que estabelecer cursos para a recapacitação de professores.

Com vista a liquidar os vestígios do ensino escravista de tipo colonial do imperialismo japonês e instruir bem os alunos preparar novos manuais. Enquanto utilizemos por algum tempo manuais de Matemática, Ciências Naturais, etc. traduzidos, devemos redigir novos manuais de Língua Materna, História, Geografia, etc.

Devemos impulsionar o trabalho educacional para estabelecer mais adiante o sistema de ensino obrigatório. Deste modo daremos instrução escolar a todos nossos jovens e crianças e faremos deles sólidos pilares do país.

Enquanto realizamos bem o ensino dos jovens e crianças escolares, devemos também prestar profunda atenção à educação dos adultos.

No presente, os analfabetos constituem a absoluta maioria da população de nosso país. Se queremos construir um novo país, rico e poderoso, não deve haver nem um analfabeto. Estabelecendo muitas escolas de adultos daremos a todos os trabalhadores a possibilidade de aprender nosso alfabeto.

Hoje, que estamos liberados, temos verdadeiramente muitas coisas a fazer no campo de ensino. Por isso devemos aplicar todos nossos esforços para fomentar o ensino.