Shibam, do Iêmen
É uma cidade-fortaleza em ruínas.
Dentro de altas muralhas, os edifícios erguem-se densamente. Cerca de 500 construções estão interligadas, de modo que, vistas de longe, parecem um único edifício.
Todos os edifícios não possuem varandas nem beirais, não há corredores, e as janelas abrem-se para dentro, dando ao conjunto, visto de fora, um aspecto vertical e anguloso, como se tivesse sido talhado com uma lâmina.
Embora os edifícios tenham apenas 7 a 8 andares, na Idade Média eram considerados arranha-céus. Em comparação com as cidades modernas de hoje, não há sequer termo de comparação, mas o mais impressionante é que todas as construções foram feitas de adobe.
Apesar de terem passado cerca de 500 anos, os edifícios permanecem preservados em sua forma original, sem sinais de destruição.
Diz-se que, ao tocar as espessas muralhas feitas de adobe, sente-se uma solidez semelhante à do concreto armado.
Olímpia, da Grécia
É uma cidade antiga em ruínas.
Foi um centro religioso onde se realizavam rituais em honra a Zeus, o principal deus da Grécia Antiga, e também o local onde eram realizados os Jogos Olímpicos da Antiguidade.
É composta por um recinto sagrado cercado por muralhas, estádios, alojamentos para participantes e competidores, além de salas de reunião. No recinto sagrado encontram-se o templo de Zeus e o templo de Hera. Também foi um importante centro artístico da Grécia Antiga.
Olímpia foi destruída por terremotos e grandes inundações.
As escavações começaram no final do século XVIII, revelando estátuas e grupos escultóricos de deuses gregos. A maioria dessas peças encontra-se no Museu de Olímpia, na Grécia, enquanto parte delas está preservada no Museu de Berlim, na Alemanha.

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