terça-feira, 4 de agosto de 2026

Crescem as críticas ao país criminoso de guerra por sua posse de armas nucleares

Considerando a atual situação caótica como uma excelente oportunidade para concretizar sua ambição de possuir armas nucleares, corre desenfreadamente rumo ao “Estado de guerra”. Essas práticas do Japão, país criminoso de guerra, aumentam a vigilância tanto do próprio país insular quanto da sociedade internacional.

Após a chegada ao poder do governo de Takaichi, em outubro do ano passado, mais de 80 assembleias locais do Japão, inclusive as de Hiroshima e Nagasaki, apresentaram ao governo e à Dieta pareceres escritos exigindo energicamente a manutenção dos “três princípios não nucleares”, e em várias localidades levantam-se condenações como: “Não se pode permitir o retorno a uma política que engana o povo”.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China avaliou que, por trás do vigoroso apelo das assembleias locais para manter os “três princípios não nucleares”, reflete-se o sentimento popular que aspira à paz. Advertiu severamente que, se as autoridades governantes do Japão continuarem avaliando mal a situação em torno da questão nuclear, permanecerem obcecadas com a modificação dos “três princípios não nucleares” e acabarem introduzindo em seu país as armas nucleares do país aliado, isso será considerado um desafio à ordem internacional e ao regime internacional de não proliferação de armas nucleares estabelecidos após a Segunda Guerra Mundial e, inevitavelmente, terão de pagar um alto preço no final.

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