sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Oferecida apresentação artística em homenagem à delegação militar da Federação Russa

A intimidade entre a República Popular Democrática de Coreia e a Federação Russa, desenvolvida como relações estratégicas integradas e uma aliança indestrutível que têm como ideal comum a realização da independência e da justiça, torna-se mais firme com o passar do tempo, abrindo a era de seu esplendor total graças à camaradagem e confiança singulares dos líderes de ambos os países.

No dia 29, foi realizada na Casa Cultural 25 de Abril a apresentação artística em homenagem à delegação militar da Federação Russa, que realiza uma visita à RPDC com um sentimento de amizade.

O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática de Coreia, assistiu à apresentação junto com os amigos russos.

Quando o Secretário-Geral chegou ao local acompanhado pelo ministro da Defesa da Federação Russa, Andrey Belousov, todos os espectadores os receberam com aplausos fortes.

Também estavam presentes o secretário do Comitê Central do PTC e vice-presidente de sua Comissão Militar Central, Pak Jong Chon, o ministro da Defesa Nacional da RPDC, No Kwang Chol, os funcionários interessados, os comandantes do MDN, os professores, empregados e cadetes das unidades de educação militar, os oficiais e soldados do Exército Popular, bem como os criadores e artistas do setor cultural e artístico.

Foram convidados o embaixador Alexander Matsegora e outros membros da embaixada russa na Coreia.

No evento, iniciado pelo coro masculino e pela apresentação de cortesia da banda militar, foram executadas músicas famosas que refletem o nobre patriotismo e o temperamento indomável dos exércitos e povos dos dois países, que demonstraram bravura e heroísmo pela dignidade e glória da sagrada pátria e pela grande vitória.

As músicas russas "Guerra Sagrada", "Minha Rússia", "Mãe Pátria" e outras, que descrevem o ímpeto valente do exército e do povo russos, que defendem com firmeza a soberania, segurança e os interesses de desenvolvimento do país, frustrando a coação e as manobras de guerra de agressão dos imperialistas, deixaram uma impressão inesquecível na audiência.

A apresentação artística demonstrou claramente a invencibilidade da causa justa de ambos os povos e a amizade combativa entre os exércitos e povos de ambos os países.

Fotos

Ministério da Defesa Nacional da RPDC ofrece banquete de boas-vindas à delegação militar da Federação Russa

O Ministério da Defesa Nacional da República Popular Democrática de Coreia ofereceu ontem à noite, na Casa Cultural 25 de Abril, um banquete em homenagem à delegação militar da Federação Russa, em visita à Coreia.

Foram convidados para a recepção os membros da delegação russa, liderada pelo ministro da Defesa da Federação Russa, Andrey Belousov, o embaixador Alexander Matsegora e membros da embaixada russa na Coreia.

O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente de Assuntos Estatais da RPDC, esteve presente.

Também participaram o ministro da Defesa Nacional da RPDC, No Kwang Chol, os principais quadros do Comitê Central do PTC, incluindo seus secretários Pak Jong Chon e Jo Chun Ryong, os membros de comando do MDN, os comandantes das forças armadas do Exército Popular da Coreia, assim como os funcionários interessados.

Quando Kim Jong Un e Beloussov saíram para o local do banquete, acompanhados pela interpretação da música de boas-vindas, os participantes os receberam com aplausos fortes.

Durante o banquete, No Kwang Chol fez um discurso.

O orador expressou o respeito combativo a todos os oficiais e soldados do valente exército russo, em nome de seus homólogos das forças armadas da RPDC.

"Graças à especial relação de amizade camaradesca entre os chefes de Estado de ambos os países, a amizade entre a Coreia e a Rússia se fortalece e se desenvolve como um vínculo de aliança indestrutível e de camaradagem", referiu-se e expôs a posição e vontade inabaláveis do Partido, do Governo e das forças armadas da RPDC, que oferecem total e enérgico apoio à justa luta do exército e povo russos para defender os direitos soberanos, a segurança e os interesses do país.

Destacou que a presente visita do ministro da Defesa será um importante marco militar e político, pelo qual se evidenciam plenamente a amizade combativa e a unidade dos exércitos de ambos os países, que se tornam cada vez mais sólidos na mesma trincheira da frente comum pela independência anti-imperialista.

Em seguida, Belousov proferiu as palavras de resposta.

Ao evocar que os exércitos da Rússia e da Coreia têm mantido por longo tempo laços de cooperação excelentes, destacou que estão fortalecendo ainda mais os vínculos camaradescos, também na luta contra as ameaças de toda natureza da atualidade, que desafiam a independência e a justiça.

"A Associação Estratégica Integral entre os dois países tem sido uma importante força motriz para garantir com segurança a soberania de ambos os países contra as agressões e arbitrariedades dos imperialistas, e para desenvolver de forma multifacetada e duradoura o precioso vínculo de amizade Rússia-Coreia", elogiou.

Expressou sincero agradecimento à solidariedade combativa do Partido e do Governo da Coreia com a luta sagrada do exército e do povo russos contra a estratégia hegemônica do imperialismo e expôs sua vontade de fazer uma contribuição ativa para a paz mundial, a estabilidade regional e a prosperidade dos dois países.

Os participantes fizeram um brinde à saúde de Kim Jong Un e do Presidente da Federação Russa, Vladimir Vladimirovich Putin, e ao amplo desenvolvimento das relações de cooperação entre as forças armadas dos dois países.

O banquete transcorreu em um clima ameno, cheio de camaradagem.

Fotos

A perigosa ação de acender o pavio da guerra nuclear

Os Estados Unidos e o Reino Unido, finalmente, forneceram aos fantoches ucranianos as permissões necessárias para atacar o território russo com mísseis de longo alcance fabricados em seus próprios países.

Em decorrência disso, a Ucrânia cometeu um ato criminoso e insensato nos dias 19 e 20, utilizando mísseis estadunidenses "ATACMS" e britânicos "Storm Shadow" para atacar o território russo.

Claro, os mísseis foram destruídos no ar pelos mísseis de interceptação do exército russo, e, assim, o maligno objetivo dos Estados Unidos de ameaçar gravemente a Rússia não pôde ser realizado.

Recentemente, a Ucrânia cometeu novamente o erro de atacar a região de Kursk, na Rússia, utilizando os mísseis de longo alcance "ATACMS" fornecidos pelos Estados Unidos.

O problema está exatamente no fato de que os Estados Unidos e o Reino Unido ultrapassaram sem hesitação a linha vermelha traçada pela Rússia.

A preocupação internacional com o início de uma guerra nuclear cresceu drasticamente desde que os Estados Unidos começaram a usar a Ucrânia como um ponta de lança contra a Rússia. Analistas em todo o mundo alertaram que a confrontação entre Rússia e OTAN em torno da Ucrânia poderia levar à Terceira Guerra Mundial, e que, à medida que a crise ucraniana se prolonga e se agrava, a guerra nuclear pode se tornar uma realidade.

A Rússia também alertou que a Terceira Guerra Mundial pode ser uma guerra nuclear.

A questão é: até que ponto seria necessário ultrapassar para que a guerra nuclear se torne uma possibilidade real?

A Rússia definiu como "linha vermelha" o caso em que a administração dos EUA permita que os fantoches ucranianos usem seus mísseis de longo alcance para atacar o território russo, assim como o caso de uma intervenção direta dos Estados Unidos e do Ocidente na crise ucraniana.

Relativamente à possibilidade de enfrentar os horrores de uma guerra nuclear, a administração dos EUA, que havia hesitado e se preocupado por um tempo com a ultrapassagem da linha vermelha traçada pela Rússia, acabou cedendo. Ao perceber que a destruição da Ucrânia era apenas uma questão de tempo e que a vitória na confrontação com a Rússia parecia cada vez mais improvável, a administração dos EUA entregou mísseis de longo alcance à camarilha de Zelensky e autorizou ataques contra a Rússia. Esta é uma ação perigosa que acende o pavio de uma guerra nuclear no leste da Europa.

O uso, há poucos dias, de um novo míssil de médio alcance com capacidade para carregar ogivas nucleares pela Rússia no ataque à Ucrânia demonstrou de forma prática que a declaração da Rússia de que responder[a com armas nucleares caso os Estados Unidos e o Ocidente ultrapassassem a linha vermelha não era uma ameaça vazia, mas uma promessa séria.

O uso de novas armas pela Rússia é uma medida ousada e legítima para resistir às ameaças militares abertas e às insistentes imposições dos Estados Unidos, que buscam transformar o país em um "perdedor estratégico".

Atualmente, alguns países membros da OTAN estão abertamente tentando maximizar a confrontação com a Rússia, enviando suas forças de invasão para a Ucrânia.

A guerra nuclear na Europa definitivamente não é um fantasma; agora, ela está se aproximando rapidamente como uma realidade iminente.

Não apenas na Europa, mas também na região da Ásia-Pacífico, especialmente na Península Coreana, o risco de eclosão de uma guerra nuclear está aumentando a cada dia.

Atualmente, os Estados Unidos estão intensificando o nível de ameaça nuclear, reforçando uma aliança militar triangular baseada no compartilhamento de armas nucleares, com o objetivo de conter a crescente força radical de nosso país, que representa um desafio irreversível para sua política de dominação. Ao mesmo tempo, estão posicionando vastos meios estratégicos de ataque nuclear e forças aliadas ao redor de nosso país, elevando ao máximo o risco de provocação de uma guerra nuclear.

Os Estados Unidos continuam se agarrando a ações imprudentes, utilizando a República da Coreia títere para violar a dignidade e os interesses de segurança de nosso país.

A realidade demonstra que, diante da grave crise do colapso do sistema de dominação global, os Estados Unidos estão tentando encontrar uma saída acendendo o pavio da guerra nuclear na Península Coreana, assim como fizeram na Europa Oriental.

No entanto, os Estados Unidos precisam entender uma coisa claramente: o caçador pode se tornar a caça, e aquele que brinca com o fogo acabará se queimando.

Pak Jin Hyang

Rodong Sinmun

Falcões vermelhos do Partido do Trabalho que voam apenas na rota invariável da lealdade

A força aérea heroica absolutamente leal ao Líder é o orgulho da pátria e do povo

Por ocasião do Dia da Força Aérea

O estimado camarada Kim Jong Un disse como segue:

"Nosso exército popular foi fortalecido como uma força revolucionária invencível e triunfante, equipada com modernos meios de ataque e defesa ao nosso estilo, capazes de aniquilar e erradicar de imediato qualquer força invasora imperialista que ameace a soberania e a dignidade do país."

Hoje é o Dia da Força Aérea.

A orgulhosa força aérea jucheana, nascida e fortalecida sob a proteção do grande Líder e do grande General, está vivendo o auge de seu desenvolvimento sob a liderança extraordinária e o cuidado atento do estimado camarada Secretário-Geral, destacando-se como uma força armada poderosa dedicada à defesa resoluta do Comitê Central do Partido e como uma força de elite de aço que demonstra sua imponência.

Por ocasião do significativo Dia da Força Aérea, a calorosa saudação combativa enviada aos confiáveis e orgulhosos aviadores surge vividamente diante dos olhos de todo o povo do país.

Em julho passado, ao enfrentar a fúria da natureza que assolou a região noroeste da província de Pyongan Norte, os aviadores da unidade de helicópteros da Força Aérea do Exército Popular da Coreia foram rapidamente mobilizados para as áreas inundadas, resgatando com segurança as preciosas vidas do povo. Após as chuvas torrenciais recordes na bacia do rio Amnok, que criaram zonas de risco de inundação na cidade de Sinuiju e no condado de Uiju, os aviadores da unidade, sob a ordem emergencial do estimado Comandante Supremo para salvar com segurança milhares de vidas, decolaram imediatamente seus helicópteros rumo aos céus.

A escuridão impenetrável que impedia a visão de um palmo à frente, a chuva torrencial e os ventos violentos ameaçavam o voo dos helicópteros. Além disso, a maioria dos aviadores não estava familiarizada com as áreas afetadas pelo desastre, onde perigos imprevisíveis continuavam surgindo.

No entanto, os aviadores que responderam "Entendido" ao estimado Comandante Supremo, demonstraram coragem heroica e sacrifício sem igual na rota decisiva, deixando um exemplo de criação milagrosa que brilhará na história da Força Aérea.

Ao visitar a unidade de helicópteros da Força Aérea do Exército Popular da Coreia, que se destacou por sua heroica atuação no resgate das vítimas das grandes inundações, o estimado camarada Secretário-Geral pessoalmente prendeu a Ordem de Liberdade e Independência de 1º grau na bandeira da unidade. Ele disse calorosamente que, embora os fenômenos no céu sejam mutáveis e o vasto céu não tenha um ponto de referência fixo, a rota da nossa força aérea é o único caminho indicado pelo partido e pela revolução, e é exatamente por isso que as proezas de voo realizadas pelos nossos aviadores no vasto céu são tão honrosas.

Olhando para trás, ao longo dos anos e das gerações, nossos aviadores deixaram marcas de vidas verdadeiras e proezas heroicas no caminho da defesa resoluta, como estrelas brilhando no céu.

O herói Kim Ji Sang, que pilotou o avião com o retrato do grande Líder na cabine e realizou feitos extraordinários; o herói Kil Yong Jo, que, ao receber a ordem de evacuação, poderia ter saltado de paraquedas do avião e escapado, mas decidiu, sem hesitação, desviar a rota para o mar; os aviadores que, diante de circunstâncias inesperadas, juraram lealdade ao estimado Comandante Supremo e não se desviaram nem 0,001 mm da rota de voo...

Proteger o céu azul da pátria e voar na rota da defesa resoluta do estimado Comandante Supremo é a forte convicção e determinação de nossos aviadores, que buscam iluminar suas vidas com a estrela de lealdade.

Com a convicção de que sobre nossas asas brilha o sol e abaixo delas está Pyongyang, os soldados da Força Aérea, guiados por esse lema de vida, demonstraram sua ardente determinação em deixar apenas trilhas de vitória no céu da defesa resoluta do Comitê Central do Partido, como foi plenamente mostrado na grande operação de mobilização aérea realizada há dois anos.

A operação de mobilização aérea sem precedentes, com o lançamento de 500 aeronaves de combate, causou extrema ansiedade e terror nas forças hostis, ao mesmo tempo em que demonstrou com força renovada ao mundo todo o imenso poderio da nossa força revolucionária, sendo uma vitória gloriosa e orgulhosa.

Sob o comando do estimado camarada Comandante Supremo, os confiáveis soldados da Força Aérea responderam com um uníssono "Entendido". Essa resposta não foi dada por terem muito tempo para se preparar com treinamento e estratégia, mas porque, mesmo diante do momento severo em que não podiam ter certeza de retornar vivos, eles primeiro se conscientizaram de sua missão e dever como aviadores do estimado Comandante Supremo. Foi essa consciência que permitiu que tantos aviadores se erguessem unidos, prontos para agir.

Quando o estimado camarada Secretário-Geral dá uma ordem, esses falcões vermelhos voam em qualquer horário e de qualquer lugar, atravessando milhares de ri nas nuvens e centenas de milhares de ri no fogo, avançando para aniquilar os inimigos. Onde mais neste mundo se poderia encontrar tais combatentes aéreos?

Embora o vasto céu tenha muitos caminhos, os nossos aviadores só podem voar por um único caminho, o imutável e resoluto caminho da defesa, porque, seja vivendo ou morrendo, têm a honra de ser abraçados pela acolhedora pátria, o caloroso e inesgotavelmente amoroso abraço de seu pai.

O estimado camarada Secretário-Geral, que confia nos aviadores como se fossem sua própria família e os ama mais do que qualquer outro, sempre dizendo que seu coração está com os aviadores enquanto voam pelos céus da pátria, continua incansavelmente visitando os aviadores, até nas profundezas da noite e nas primeiras horas da manhã. Ele também convocou todos os aviadores do Exército Popular da Coreia para Pyongyang, organizando de maneira grandiosa a Primeira Conferência de Aviadores do Exército Popular da Coreia, a primeira do tipo na história da construção das forças armadas.

No ano passado, durante o Dia da Força Aérea, ao visitar a sede da Força Aérea do Exército Popular da Coreia, o estimado camarada Secretário-Geral expressou sua confiança de que os aviadores, comandantes e soldados da Força Aérea, que sempre foram absolutamente leais ao partido e à revolução, continuarão protegendo os céus claros de nossa pátria como uma fortaleza impenetrável. Ele também afirmou que eles continuarão fazendo contribuições notáveis para abrir uma nova era ainda mais gloriosa e próspera para nosso país e povo.

Nos corações dos aviadores, que guardam o amor e a confiança do estimado camarada Secretário-Geral como uma espada invencível, fervem incansáveis convicções e vontades, como lava em erupção.

Guardando o afeto vinculado ao estimado Comandante Supremo como a totalidade de suas vidas, os aviadores voarão exclusivamente pela rota de lealdade e retribuição, sem qualquer desvio, nem mesmo de 0,001 mm!

Como planetas que seguem uma órbita imutável ao redor do sol, os falcões vermelhos do céu, as forças de elite da Coreia, neste exato momento, continuam protegendo confiavelmente o céu azul da pátria, onde a bandeira da grande República e a bandeira do Partido do Trabalho da Coreia flamejam vigorosamente.

O eco da firme convicção e determinação dos nossos aviadores, que traçam o caminho da defesa resoluta enquanto deixam sua marca nas nuvens da vitória, ressoa até os confins do céu.

Somos a gloriosa Esquadrilha de Kim Jong Un!

Os falcões vermelhos do Partido do Trabalho da Coreia, ontem, hoje e amanhã, sempre deixarão apenas marcas de lealdade absoluta e feitos heróicos imutável caminho da defesa resoluta!

Jo Kyong Chol

Rodong Sinmun

Realizado seminário comemorativo ao primeiro aniversário de publicação da obra "Sobre os deveres da mãe assumidos ante a família e a sociedade"

Foi realizado em 28 de novembro, na Casa da Mulher, o seminário pelo primeiro aniversário da publicação da obra do estimado camarada Kim Jong Un, "Sobre os deveres da mãe assumidos ante a família e a sociedade".

Participaram do evento as funcionárias da União Socialista de Mulheres da Coreia e as integrantes dessa organização feminina em Pyongyang.

Foram publicadas as teses que argumentam a justeza e vitalidade da ideia e teoria apresentadas na obra, assim como os métodos para cumprir as tarefas programáticas.

As oradoras destacaram que o discurso programático do estimado camarada Kim Jong Un na V Conferência Nacional de Mães é a guia imortal a ser seguida por todas as mães, para que permaneçam fiéis à responsabilidade e ao dever assumidos perante a família e a sociedade, tendo sempre em mente a honra e a missão concedidas pela época e pela revolução, na luta pela prosperidade eterna da pátria.

Mencionaram que o Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia, Kim Jong Un, esclareceu as questões fundamentais que surgem ao se tornar uma mãe comunista.

Destacaram que às mulheres cabe o dever de formar seus filhos como dignos trabalhadores da construção socialista e comunista, e como protagonistas da sociedade futura, tornando-os fiéis ao partido e à pátria.

Exortaram todas as mães a desenvolverem as nobres e belas qualidades espirituais e morais, acrescentando que isso é uma exigência importante para serem mães dignas de estima.

Enfatizaram que as filiais da USMC devem tomar como tarefa fundamental o aumento do número de mães exemplares e mobilizar todas as suas integrantes para a construção de uma potência socialista.

quinta-feira, 28 de novembro de 2024

Como Al-Quds foi anexado?

A raiz dos problemas do Oriente Médio - A relação de conluio EUA-Israel (9)

Al-Quds é, desde tempos antigos, uma cidade árabe conhecida como local sagrado do islamismo. Esta cidade abriga muitos vestígios e relíquias dos períodos antigo e medieval que demonstram a sabedoria dos árabes.

Israel ocupou a área ocidental de Al-Quds durante a Primeira Guerra do Oriente Médio em 1948 e começou a instalar ali o parlamento e instituições governamentais. Em 1967, durante a Terceira Guerra do Oriente Médio, ocupou também Al-Quds Oriental. Em seguida, passou a destruir indiscriminadamente os patrimônios culturais em Al-Quds Oriental, expulsar forçadamente inúmeros árabes e construir assentamentos.

Diante da intensificação das manobras de Israel para anexar Al-Quds Oriental e alterar o status de Al-Quds, o Conselho de Segurança da ONU foi convocado em junho de 1980, seguido por uma sessão especial de emergência da Assembleia Geral da ONU em julho do mesmo ano. Em 30 de julho, a Assembleia Geral da ONU adotou, com o apoio de 112 países-membros, uma resolução exigindo que Israel se retirasse incondicionalmente de todos os territórios árabes ocupados, incluindo Al-Quds Oriental, e defendendo a criação de um Estado independente da Palestina. A resolução determinava que Israel iniciasse a retirada até 15 de novembro de 1980.

No entanto, no dia seguinte à adoção da resolução da Assembleia Geral da ONU, Israel anexou Al-Quds Oriental e aprovou no parlamento uma lei ilegítima que declarava Al-Quds como sua "capital permanente e indivisível".

Por meio da adoção dessa lei, Israel revelou abertamente sua ambição predatória de incorporar para sempre não apenas Al-Quds Oriental, mas também os territórios dos países árabes ocupados em 1967.

Esse ato de Israel provocou forte condenação e crítica por parte dos países árabes, dos países socialistas, dos países do Movimento Não Alinhado, de organizações internacionais, incluindo a ONU, e de povos amantes da paz em todo o mundo.

Os países árabes, indignados com os atos predatórios de Israel, reafirmaram sua determinação de "lutar por todos os meios possíveis para recuperar Al-Quds". Decidiram também romper relações diplomáticas e econômicas com os países que reconhecessem Al-Quds como capital de Israel e exigiram que os países com embaixadas em Al-Quds as transferissem para Tel Aviv. Como resultado, diversos países retiraram suas embaixadas de Al-Quds.

Em meio à intensa reação mundial, no dia 20 de agosto de 1980, o Conselho de Segurança da ONU adotou uma resolução declarando nula a "Lei Básica" de Israel que estabelecia Al-Quds como sua capital.

Na época, os Estados Unidos forneceram amplo apoio militar a Israel e incentivaram agressões contra os países árabes, mas evitaram abertamente apoiar a tentativa de Israel de estabelecer Al-Quds como sua capital legítima. Isso se deveu à forte condenação e protestos da comunidade internacional, incluindo os relativamente unidos países árabes e socialistas, bem como ao risco de isolamento internacional e colapso econômico que tal apoio poderia causar.

No entanto, com a entrada no século XXI, os Estados Unidos passaram a se considerar a "única superpotência" e começaram a apoiar abertamente as ações de Israel para declarar Al-Quds como sua capital.

Em 7 de março de 2001, o então secretário de Estado dos Estados Unidos, Colin Powell, em seu discurso no Congresso, declarou que Al-Quds era "a capital de Israel" e afirmou que o presidente Bush não havia abandonado sua promessa de transferir a embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Al-Quds, surpreendendo o mundo.

Quando vários países do Oriente Médio, a Liga Árabe e outras organizações internacionais condenaram fortemente essa postura, os Estados Unidos responderam dizendo que "não havia mudança na política dos EUA em relação à questão de Al-Quds", realizando um "esclarecimento" sobre o fato. No entanto, no ano seguinte, o Congresso dos Estados Unidos adotou uma lei que reconhecia Al-Quds como a capital de Israel, e o presidente Bush assinou a lei, tornando-a efetiva.

Após mais de dez anos, os Estados Unidos novamente declararam o reconhecimento de Al-Quds como a capital de Israel. Além disso, transferiram sua embaixada de Tel Aviv para Al-Quds.

A anexação de Al-Quds por Israel, sob o apoio e a proteção dos Estados Unidos, transmite uma lição profunda para a comunidade internacional: quando a força é fraca, nem mesmo a terra própria nem o bem-estar do povo podem ser defendidos.

Pak Jin Hyang

Sacrificaram a juventude e até a própria vida na defesa do líder


Aprendamos e sigamos o nobre espírito e temperamento de luta da geração fundadora do partido.

Embora o tempo tenha passado, o espírito nobre dos revolucionários da primeira geração continua sendo uma fonte inesgotável de nutrição, formando todas as gerações sucessoras da revolução como verdadeiros combatentes e comunistas.

Entre o legado espiritual criado pela geração pioneira da causa da fundação do partido, o núcleo central que nossa geração sucessora deve continuar com maior dedicação e elevar a alturas ainda mais nobres é, sem dúvida, o espírito de defender o líder ao risco da vida.

O estimado camarada Kim Jong Un disse como segue:

"O nobre espírito dos combatentes revolucionários antijaponeses, que se tornaram escudo e fortaleza para proteger a revolução coreana, avançando sem hesitação até as linhas inimigas para cumprir as ordens do comandante, e, se necessário, sacrificando suas próprias vidas, é um exemplo que todos devemos seguir."

Sob o regime brutal do imperialismo japonês, os combatentes revolucionários antijaponeses, que sofreram imensa opressão e humilhação, só conseguiram entender a verdade da revolução e se tornaram verdadeiros revolucionários quando abraçados pela liderança do grande Líder. Foi nesse período que eles adquiriram a firme crença de que, para conduzir a revolução coreana à vitória, só o Líder poderia fazê-lo. Por isso, mesmo quando não sabiam quando a revolução triunfaria, os combatentes antijaponeses confiaram e seguiram incondicionalmente o grande Líder, dispostos a sacrificar até sua juventude e vida para garantir a segurança do Quartel-General.

Um dos devotados patriotas que dedicou tudo por seu Líder, o combatente revolucionário antijaponês Han Hung Gwon foi um vanguardista que mostrou, através de ações práticas, como se deve defender o líder.

Sob a liderança do grande Líder, ele aprendeu sobre a revolução e, em menos de dois anos após ingressar no exército guerrilheiro, já havia se destacado como um comandante competente. Ele considerava sua principal obrigação garantir a segurança pessoal do grande Líder. Mesmo ferido e com dificuldades para se mover, mantinha como convicção inabalável estar sempre em posição de proteger o Líder.

Em junho de 1934, durante combates intensos, Han Hung Gwon, sempre na linha de frente, foi gravemente ferido por uma bala inimiga. Milagrosamente sobrevivendo, estava em recuperação quando recebeu a notícia de que o grande Líder partiria para atividades em território inimigo. Imediatamente, recordou-se de uma batalha em que o grande Líder avançava à frente sob uma chuva de balas, uma lembrança que quase fez seu coração parar. Mesmo com dores, segurando a barriga ferida, tentou repetidamente sair do hospital, mas foi impedido em todas as ocasiões.

Ele bateu no peito e exclamou:

"Ouvi dizer que o General está partindo novamente para o território inimigo. Nossa companhia é a unidade pessoalmente liderada pelo General. Cabe a nós proteger a segurança dele..."

Ele era alguém que colocava a segurança do grande Líder acima de sua própria dor pessoal.

O grande Líder, ao organizar a primeira expedição à Manchúria do Norte, selecionou pessoalmente a unidade do camarada Han Hung Gwon. Após alcançar com sucesso os objetivos da expedição, o retorno foi marcado por severas provações. Enfrentando trilhas cobertas por neve na Manchúria do Norte, sob tempestades implacáveis, a unidade travou vários combates sangrentos diariamente. Ao alcançar os arredores de Tianqiaoling, ocorreu o inesperado: o grande Líder adoeceu gravemente devido ao frio intenso.

O camarada Han Hung Gwon, junto com os combatentes, puxou o trenó que transportava o Líder, avançando penosamente através de montanhas escarpadas enquanto enfrentavam tiroteios contra os inimigos que os perseguiam incessantemente. Depois de repelir os atacantes e superar dificuldades extremas, chegaram a uma serraria. No entanto, a unidade foi cercada pelas forças inimigas. Dos vários combatentes que antes formavam o grupo, restavam apenas cerca de dez, mas, determinados, propuseram romper o cerco com uma batalha de vida ou morte.

Nesse momento, a voz do camarada Han Hung Gwon ecoou.

"Neste momento solene, em que o destino da pátria e da nação coreana está em jogo, todos devem lembrar claramente que ninguém tem o direito de morrer antes de proteger o General."

Antes de proteger o General, não há direito de morrer!

Com essa inabalável convicção de proteger o Líder, ele, junto com seus companheiros, conseguiu superar as difíceis situações de risco de morte e romper o cerco dos inimigos.

Após isso, durante os dias da segunda marcha da Manchúria do Norte, o camarada Han Hung Gwon defendeu e protegeu a vida do grande Líder com sua própria vida em várias batalhas, onde as balas voavam. Mesmo no último momento, ele fechou os olhos, desejando fervorosamente a segurança do grande Líder.

Assim, os mártires revolucionários antijaponeses, que consideravam a defesa absoluta do grande Líder, que os havia formado e elevado, como seu dever mais sagrado e natural, e que sentiram profundamente, através da luta prática, que a vitória da revolução estava nesse caminho, não hesitaram em oferecer a vida pela segurança do Líder.

Os mártires revolucionários antijaponeses eram verdadeiros patriotas que colocaram a defesa da segurança pessoal do grande Líder como o objetivo total de vida e luta, dedicando tudo o que possuíam. Afirmavam com firmeza que, para garantir a segurança do Quartel-General, a vida deles seria necessária, e que, seja vivendo ou morrendo, a glória seria a mesma. Esta era a firme crença e visão de vida dos guerrilheiros antijaponeses.

O combatente revolucionário antijaponês O Jung Hup, que está gravado como um exemplo nobre da lealdade inabalável à defesa do Líder na história da nossa revolução, tornou-se uma verdadeira barreira e escudo em toda a trajetória da luta revolucionária, dedicando seu corpo como proteção para garantir a segurança do Quartel-General.

O grande Líder, em suas memórias "No Transcurso do Século", recordou que, assim como não pode esquecer Kim Hyok ou Cha Kwang Su, também não pode esquecer O Jung Hup. Para ele, O Jung Hup foi, além de um camarada e companheiro de revolução, um verdadeiro salvador de sua vida.

A lealdade ilimitada de O Jung Hup para com o grande Líder foi ainda mais destacada durante o período difícil da Marcha Penosa, quando a revolução coreana enfrentava grandes provações. Naqueles dias, ele se ofereceu para fazer com que sua unidade se passasse pela de comando, atraindo e arrastando as principais forças inimigas, travando batalhas várias vezes ao dia. Quando os inimigos não os seguiam, ele retornava por dezenas de quilômetros, engajando-os novamente em difíceis marchas e combates, garantindo assim a segurança do Quartel-General. Enfrentando o rigoroso frio e a fome, e travando intensos confrontos, cada passo era uma luta. Contudo, O Jung Hup escolheu deliberadamente trajetos imensos e traiçoeiros para sua unidade, incentivando seus companheiros a seguir em frente e a aumentar o som das trombetas para proteger o Quartel-General. De fato, a 7ª unidade de O Jung Hup se tornou uma muralha impenetrável que protegeu firmemente o Quartel-General contra os incessantes ataques e provocações inimigas.

O nobre mundo espiritual do camarada Ri Kwon Haeng, um jovem membro da Companhia de Guarda, que sacrificou sua vida para proteger o grande Líder, toca profundamente o coração de milhares de pessoas.

Em março de 1939, após a batalha da passagem nº 13, durante a marcha da companhia, uma situação urgente se formou: os inimigos estavam atrás, enquanto uma unidade desconhecida os atacava à frente. Nesse momento, o camarada Ri Kwon Haeng recebeu a ordem do grande Líder para descobrir exatamente que unidade estava à frente. Sem hesitar, ele correu sozinho em direção à linha de frente, enfrentando uma miríade de canos de rifles apontados para ele. A coragem de Ri Kwon Haeng, manifestada em meio ao tenso e aterrorizante risco de vida ou morte, foi algo que apenas um verdadeiro patriota, que considera o bem-estar do Líder e a vida de seus companheiros, poderia demonstrar.

Dotado de uma lealdade profundamente enraizada, o camarada Ri Kwon Haeng, um mês depois, em abril de 1939, durante a batalha da passagem nº 15 em Changbai, usou seu próprio corpo como escudo para interceptar os tiros inimigos, protegendo o grande Líder com sua própria vida.

O camarada Ri Kwon Haeng, que nunca concebeu a sua existência separada do grande líder e considerava viver e lutar por ele a vida mais valiosa e significativa, expressou assim seus sentimentos em uma carta enquanto recebia tratamento no hospital da retaguarda:

"…A dor no coração por não poder dedicar completamente este corpo à grandiosa luta pela vitória da revolução coreana, que é a causa mais valiosa e significativa, é realmente insuportável.

Quero ser curado o mais rápido possível para retornar ao estimado Comandante Supremo e às fileiras revolucionárias.."

Essa carta, que representava toda a sua essência e vida, foi lançada por Ri Kwon Haeng ao fogo pouco antes de ser capturado pelos inimigos. Para ele, se fosse para garantir a segurança do Quartel-General, não apenas a carta, mas também seus 19 anos de juventude poderiam ser entregues às chamas sem qualquer hesitação, encarando tal ato como a mais elevada honra e felicidade. Esse era o espírito indomável do camarada Ri Kwon Haeng.

Assim, a defesa absoluta do Líder era a principal exigência de vida e luta para os combatentes revolucionários antijaponeses. Por isso, sacrificavam-se sem hesitar, enfrentando balas direcionadas ao Quartel-General da revolução, cortavam a própria língua, suportavam a perda de seus olhos pelos inimigos e, mesmo indo ao cadafalso, desejavam fervorosamente apenas a segurança do grande Líder.

Desde o momento em que os combatentes, que atravessaram mares de fogo e sangue durante a luta antijaponesa, entraram na terra da pátria libertada com mochilas tingidas pela vegetação de Paektu, muitas décadas se passaram. Contudo, por mais que as gerações mudem e as condições e circunstâncias da luta revolucionária se transformem, o espírito de defesa absoluta do Líder, demonstrado pela primeira geração da revolução, deve ser perpetuado como uma característica única da Coreia Juche.

Todos os funcionários, militantes do partido e trabalhadores devem ter em mente que a defesa absoluta do Líder é a base para a prosperidade eterna de nosso Estado, bem como para a felicidade e o progresso de nossa geração e das futuras. Devem se tornar combatentes de vanguarda que defendem o estimado camarada Secretário-Geral com absoluta lealdade político-ideológica e com suas próprias vidas.

Kim Song Jin