segunda-feira, 26 de junho de 2017

Relembraremos eternamente nosso Presidente



Aproxima-se uma das datas mais tristes do ano, o dia em que o líder da revolução coreana, que junto aos seu compatriotas libertou a Coreia do domínio japonês, fundou a República Popular Democrática da Coreia e venceu os imperialistas estadunidenses na Guerra de Libertação da Pátria, faleceu, deixando seus filhos órfãos mas extremamente gratos por todos seus esforços pelo povo e pela nação.

O Presidente Kim Il Sung, aos 82 anos de idade no dia 8 de julho de 1994 por decorrência de um mal súbito foi à óbito pegando a todos de surpresa. Quando a principal e mais famosa âncora da Central Coreana de Televisão, Ri Chun Hui, informou a notícia ao vivo a todo o  país e as rádios todas retransmitiram, foi como uma facada no coração de todo o povo coreano. Era o pai benevolente da Coreia Juche que pôs o povo outrora humilhado por forças estrangeiros como a força suprema da nação, considerando-os como seu céu e dedicando todos seus esforços para melhorar a vida de todos coreanos que havia morrido e o céu se acinzentou rapidamente, sem o brilho do sol da Coreia.

Mas o momento chegou e o nosso querido Presidente foi descansar em paz após mais de 8 décadas de vida e o povo coreano já tinha a confiança no Dirigente Kim Jong Il que já era uma liderança importante que assumia a função de liderança em muitos momentos devido à saúde debilitada de seu pai. Era a hora da liderança revolucionária passar de pai para filho, lembrando o passado quando passou de Kim Hyong Jik para Kim Il Sung. O povo confiou firmemente no Dirigente Kim Jong Il que se afirmou como um soldado de Kim Il Sung e estabeleceu como principal meta modelar toda sociedade no kimilsungismo que significa seguir o legado do Presidente sem falhas para construir uma potência socialista e uma potência militar onde a soberania seja preservada e os direitos genuínos do povo sejam garantidos bem como a política amor ao povo seja prioridade nas atividades do Partido.

Após a morte de Kim Il Sung, mesmo sob a liderança de um sábio líder o país passou por graves problemas, entrando na Árdua Marcha, o período mais difícil da história da RPDC, mas com fé, lealdade e confiança conseguiu superar todas as adversidades e em 1998, quando o país estava enfim se estabilizando em decisão unânime na Assembléia Popular Suprema, em 5 de setembro uma emenda na constituição que pôs Kim Il Sung como Presidente Eterno, acabando assim com o cargo de Presidente do país.

O tempo passou e o Dirigente Kim Jong Il também faleceu, deixando a liderança revolucionária para seu filho Kim Jong Un mas a imagem de Kim Il Sung segue viva. Mesmo entre as gerações mais jovens que nasceram após 94 há uma admiração e carinho enormes para com o Presidente e o Marechal  Kim Jong Un faz de tudo para honrar o seu legado bem como o de Kim Jong Il, modelando toda sociedade no kimilsungismo kimjongilismo e fazendo a Coreia prosperar, avançando pouco a para a vitória final da causa do Juche.

Foram inúmeras as realizações do Presidente Kim Il Sung além das vitórias nas batalhas, como diversas leis  e projetos diversos elaborados por ele para o bem do povo coreano. Ele elevou a alto estima do povo. Ele melhorou a vida dos camponeses promovendo reformas agrárias e garantindo um excelente salário, cuidou dos intelectuais para desenvolverem seu talento em prol da pátria e  acompanhou os trabalhadores das fábricas elaborando o excelente método de trabalho Taean que se expandiu por todas as áreas. Ele colocou homens e mulheres no mesmo patamar, garantindo direitos que antes as mulheres não tinham e garantiu cuidados especiais às mães. Foram muitas coisas que tornariam um simples texto em uma parte de um livro... Por isso, nesta data, quando a tristeza bate em nossos corações, nós, norte coreanos, sul coreanos ou de qualquer parte do mundo que sonha por um mundo justo e livre do imperialismo devemos nos lembrar de todo seu legado e fortalecer nossa convicção para colaborar com a causa do Juche, com a causa da reunificação pacífica da Coreia e combater de todas as formas as ações midiáticas do imperialistas pois como diz um trecho do hino nacional da República Popular Democrática da Coreia:  "A firme vontade, aliada à verdade, dará a volta por todo o mundo."

Obrigado Presidente Kim Il Sung!
감사합니다, 김일성 주석!


Texto de  레난 쿠냐



Posição do Líder no Organismo Sócio-Político



O líder ocupa a posição absoluta na revolução e construção. Isso significa que o líder é o principal cérebro do organismo sócio-político e o centro da sua unidade.
A posição do líder é absoluta como o centro do organismo sócio-político. Como o cérebro de um homem é o centro de sua vida, o líder, o cérebro superior da comunidade sociopolítica, é o centro dessa comunidade.
O líder é o principal cérebro da comunidade sócio-política, porque ele incorpora plenamente a vontade do povo e desenvolve sua consciência ideológica de independência e habilidades criativas no mais alto nível possível.
Que o líder é o centro da vida da comunidade sócio-política significa que ele é o centro de unidade dessa comunidade e o centro de liderança.

domingo, 25 de junho de 2017

Todas as forças para a vitória na guerra



Discurso por rádio dirigido a todo povo coreano, em 26 de junho de 1950.

Queridos compatriotas;

Amados irmãos e irmãs;

Oficiais e soldados de nosso Exército Popular;

Guerrilheiros que operam na parte sul da República:

Em nome do governo da República Popular Democrática da Coreia me dirijo a vocês com o seguinte chamado:

O Exército do governo títere do traidor Syngman Rhee iniciou neste dia 25 de junho uma ofensiva total contra as áreas da parte norte da República, ao longo do paralelo 38. A valente Guarnição da República em ferozes batalhas contra a invasão do inimigo impediram seu avanço.

O governo da República Popular Democrática da Coreia havendo discutido a situação, ordenou ao Exército Popular a iniciar um decisivo contra ataque e combater as forças armadas inimigas. Cumprindo as ordens do governo da República, o Exército Popular combateu os inimigos na parte norte do Paralelo 38 e avançou de 10 a 15 km em direção ao sul. Libertou algumas cidades como Ongzin, Yonan, Kesong, Bechon e muitas aldeias.

A quadrilha traidora de Syngman Rhee desatou uma guerra fratricida e antipopular apesar de todo o patriótico povo de nossa pátria estar fazendo os máximos esforços para reunificar a pátria pacificamente.

Como todo mundo sabe, a camarilha de Syngman Rhee, que se opõe a todo custo a reunificação pacífica da pátria, desde muito tempo se prepara para a guerra civil. Cheio de fúria aumentou seus armamentos à custa do suor e do sangue da população coreana, fez frenéticos esforços para preparar sua retaguarda.

Recorrendo a um despotismo territorial sem igual pôs na ilegalidade partidos políticos e organizações sociais democráticas da Coreia do Sul; deteve, encarcerou e assassinou personalidades patriotas e progressistas, sufocou sem dó as manifestações de descontentamento com seu regime reacionário. Centena de milhares de filhos e filhas de nosso povo, que lutaram pela independência, pela liberdade, pela democracia da Pátria, foram encarcerados e massacrados pelo inimigo.

Com o propósito de encobrir suas ações para iniciar a guerra civil, o grupo de Syngman Rhee provocou incessantes choques no paralelo 38, mantendo nosso povo permanentemente preocupado, tratou de fazer recair a responsabilidade desses choques provocativos sobre a República Popular Democrática da Coreia. Durante a preparação da chamada "expedição para o norte", seguindo as instruções dos imperialistas dos Estados Unidos, não vacilou em atuar em contubérnio com os militaristas japoneses, inimigos jurados do povo coreano.

A camarilha traidora de Syngman Rhee vendeu a parte sul de nossa pátria aos imperialistas estadunidenses como colônia e base militar estratégica, submetendo a economia ao domínio monopolista dos Estados Unidos.

Os imperialistas estadunidenses se apoderaram dos principais ramos econômicos da parte sul e deslocaram completamente a economia nacional. Roubam o arroz, o tungstênio e muitos outros recursos naturais de vital necessidade para o nosso país. Os empresários e comerciantes médios e pequenos da Coreia do Sul, sob a pressão do capital dos EUA, não podem evitar a ruína. Na parte sul de nossa pátria a maioria das fábricas estão fechadas; o número de desempregados se eleva a vários milhões; a maioria dos camponeses não possuem terras e a agricultura decai ano a ano. A população da Coreia do Sul vive em meio a miséria e fome.

Queridos compatriotas:

O governo da República Popular Democrática da Coreia, junto com todos os partidos políticos e organizações sociais de caráter patriótico e democrático, e todo o povo de nosso país, fez o que pode para evitar a guerra fratricida e o catastrófico derramamento de sangue, para reunificar nossa pátria pela via pacífica. A primeira tentativa para alcançar a dita reunificação foi feita em abril de 1948 na Conferência Conjunta dos Partidos Políticos e Organizações Sociais da Coreia do Norte e do Sul.
Todavia, a camarilha de traidores de Syngman Rhee frustrou esta tentativa e seguindo as instruções dos imperialistas Yankees e da chamada "Comissão Provisória da ONU para a Coreia", instrumento de agressão a seu serviço, efetuou eleições separadas na Coreia do Sul em 10 de maio de 1948 e intensificou os preparativos para o ataque armado contra a parte norte de nossa Pátria.

Com o objetivo de alcançar a reunificação pacífica da pátria e sua completa independência, os 72 partidos políticos e organizações sociais de caráter patriótico da Coreia do Norte e do Sul, afiliados à Frente Democrática da Reunificação da Pátria, fizeram uma proposta em junho do ano passado para reunificar por via pacífica o nosso país, mediante a eleições gerais. Todo o povo coreano deu apoio entusiástico a dita proposta mas a camarilha de Syngman Rhee se opôs à ela.

Em 7 de junho de 1950, a Frente Democrática para a Reunificação da Pátria expressou o anseio de todo o povo e reiterou a proposta de acelerar a reunificação pacífica da pátria. Mas a camarilha de traidores de Syngman Rhee também frustrou sua realização declarando em tom de ameaça que todos que apoiaram ganhariam o título de renegado.

Em 19 de junho de 1950, o Presidium da República Popular Democrática da Coreia manifestou sua firme vontade de reunificação, independência e desenvolvimento democrático da pátria, e seguindo o desejo dos partidos políticos e organizações sociais democráticos, propôs realizar a reunificação pacífica da pátria por meio da união da dita Assembléia com o parlamento sul coreano em um só órgão legislativo para toda Coreia.

A este unanime desejo de todo povo coreano de reunificar pacificamente a pátria, e nossa justa e sincera proposta, a camarilha de traidores de Syngman Rhee respondeu com provocação de guerra civil.

Que objetivo persegue a camarilha de traidores com esta guerra fratricida?

Busca estender, por meio dela, o regime reacionário e anti-popular da parte sul à parte norte da República, destruindo as reformas democráticas de nosso povo.

A camarilha reacionária de Syngman Rhee tirou terras dos camponeses - que haviam ganhando suas terras graças à reforma agrária realizada sob o princípio de confiscação sem indenização e da distribuição gratuita de terra -, desenvolveu grandes propriedades de terra e privou a população da parte sul de todas suas liberdades e direitos democráticos que obtiveram. A camarilha de traidores de Syngman Rhee quer converter nossa pátria em uma colônia do imperialismo ianque e todo o povo coreano em seu escravo.

Queridos irmãos e irmãs:

Um grande perigo ameaça nossa pátria e nosso povo. Nesta guerra contra a camarilha de Syngman Rhee o povo deve defender com sua vida a República Popular Democrática da Coreia e sua Constituição, libertar a parte sul do domínio reacionário do dito grupo, derrotando os vende-pátria e títeres estabelecidos ali, restaurar na parte sul os Comitês Populares, genuíno poder do povo, e alcançar a causa da reunificação da pátria sob a bandeira da República Popular Democrática da Coreia. A guerra que estamos empreendendo contra a camarilha de traidores fratricidas de Syngman Rhee é uma guerra justa pela reunificação e independência da pátria e pela liberdade e democracia.

Todo o povo coreano se não quer ser escravo novamente dos estrangeiros deve se lançar em uma luta para de salvação nacional para derrotar o "poder" do vende-pátria Syngman Rhee e suas forças armadas. Devemos alcançar sem falhar a vitória final fazendo todos sacrifícios.

Todo o povo coreano deve observar com maior atenção e aumentar a vigilância ante cada um dos movimentos dos imperialistas estadunidenses, apoiadores da camarilha de Syngman Rhee.

Nosso Exército Popular deve exibir valentia e abnegação na justa luta para defender as conquistas das reformas democráticas na parte norte da República, libertar os compatriotas da parte sul do domínio reacionário e reunificar pátria sob a bandeira da República Popular.

Os oficias e soldados de nosso Exército surgiram do povo. O Exército Popular da Coreia são as genuínas forças armadas do povo coreano, formado por seus filhos e filhas. Foi treinado e educado com espirito de amor à pátria e ao povo; está equipado com armas modernas de grande eficiência e imbuído de elevado espirito patriótico de combater até a morte pelos interesses da pátria e do povo. Todos os oficiais e soldados do Exército Popular devem lutar até a última gota de sangue pela pátria e pelo povo.

A população da parte norte da República deve  reorganizar todo seu trabalho, o adaptando ao período de guerra, e pondo em ação todas as forças para a vitória na guerra a fim de exterminar o inimigo o mais rápido possível. Deve organizar o auxílio de todo o povo ao Exército Popular, assegurar o transporte imediato de todos artigos de primeira necessidade e os materiais bélicos para a frente, e organizar os trabalhos de auxílio com carinho e generosidade aos soldados feridos.

Com o objetivo de assegurar a vitória na frente, a retaguarda do Exército Popular tem que ser consolidada como uma fortaleza inexpugnável.

Há que fazer na retaguarda uma luta implacável contra os desertores, organizar habilmente o trabalho de descobrir e eliminar os espiões e os elementos subversivos. O inimigo é astuto e sinistro, por tanto, fará todos os esforços para espalhar falsos rumores. O povo não deve se deixar embarcar pela demagogia do inimigo e os órgãos da República devem castigar sem piedade os colaboradores.

Os trabalhadores da parte norte devem defender as fábricas, os escritórios, os serviços de transporte e comunicação frente aos ataques do inimigo, cumprir fielmente os planos de produção, todas as tarefas assinaladas e satisfazer com prontidão as necessidades da linha de frente.

Os camponeses da parte norte da República devem aumentar a produção agrícola a fim de abastecer suficientemente o Exército Popular com alimentos que necessitam, ajudando por todos os meios para assegurar a vitória na guerra.

Os guerrilheiros de ambos os sexos da parte sul da República devem liderar uma luta mais enérgica com audácia, estendendo-se nas zonas libertas e convocar as grandes massas populares para as guerrilhas e devem atacar e destruir o inimigo em sua retaguarda; assaltar seus Estados Maiores, cortar e destruir linhas férreas, pontes e linhas telefônicas, etc; interromper por todos meios possíveis as comunicações entre a frente e a retaguarda do inimigo, e por todas as partes liquidar os traidores, restaurar os comitês populares, órgãos de poder do povo, e cooperar com o Exército Popular em operações.

Os compatriotas do sul da República devem devem desobedecer as ordens do governo títere de Syngman Rhee, boicotar a execução e causar confusão na retaguarda inimiga.

Os trabalhadores da parte sul devem organizar greve e manifestações por toda parte, defender suas fábricas e centros de trabalhos para que não sejam destruídas pelo inimigo em fuga e prestar ativa ajuda ao Exército Popular a fim de assegurar o triunfo na guerra.

Os camponeses da parte sul não devem dar alimento aos inimigos; devem cultivar bem os cultivos anuais, oferecendo-as para as guerrilhas que devem tomar parte ativa e não medir esforços em qualquer tipo de cooperação com o Exército Popular.

Os empresários e comerciantes médios e pequenos da parte sul devem cooperar na luta para salvar a economia nacional de nosso país da subordinação do capital monopolista dos EUA, opondo-se ao "poder" de Syngman Rhee e ajudando o Exército Popular.

Os expoentes da cultura e os intelectuais da parte sul devem colaborar ativamente na guerra contra a camarilha de traidores de Syngam Rhee, pela reunificação e liberdade da pátria e para o desenvolvimento da cultura nacional. Devem por em pleno manifesto entre as massas populares os crimes das camarilhas de Syngman Rhee e cumprir com o papel de agitadores de organização de levantes populares.

Oficias e soldados do "exército de defesa nacional" do governo títere da Coreia do Sul:

O inimigo de vocês não é outro se não a camarilha de Syngman Rhee. Para defender os interesses da pátria e do povo, devem voltar suas armas contra eles aproveitando todas as oportunidades possíveis.
Devem passar ao lado do Exército Popular ou dos guerrilheiros e colaborar com a luta de todo o povo pela reunificação e liberdade da pátria. Devem ocupar um lugar honroso nas filas de combatentes pela liberdade e independência da pátria, rebelando-se contra nosso inimigo.

Queridos compatriotas, irmãos e irmãs:

Chamo todo o povo coreano a se unir estreitamente ao redor do governo da República Popular Democrática da Coreia para derrotar o mais rápido possível as forças armadas do regime traidor de Syngman Rhee. A história da humanidade ensina que quando o povo se levanta firmemente para lutar por sua liberdade e independência sai sempre vitorioso. Nossa luta é justa. Com toda segurança a vitória será de nosso povo. Estou seguro que nossa luta justa pela pátria e pelo povo será coroada pelo triunfo.

Chegou a hora de reunificar nossa pátria. Avancemos com valentia confiando na vitória.

Concentremos todas as forças em ajudar nosso Exército Popular na frente!

Concentremos todos os esforços em derrotar os inimigos!

Viva o povo coreano que se levanta por inteiro em uma guerra justa!

Viva a República Popular Democrática da Coreia!

Avancemos até a vitória!

Participação dos voluntários chineses na Guerra da Coreia



A amizade entre o povo coreano e o chinês, nascida nas chamas da sangrenta de luta antijaponesa, se manifestou plenamente na passada guerra coreana (1950-1953) como amizade combativa.

Os imperialistas ianques provocaram em 25 de junho de 1950 a guerra na Coreia com a ambição de tomar a hegemonia na Ásia e no resto do mundo, devido o que para a jovem República Popular Democrática da Coreia se aproximava um tempo de severas provas.

Então, o partido e o governo da China enviaram ao front coreano os voluntários compostos por seus valentes filhos. Eles lutaram abnegadamente nas mesmas trincheiras com o Exército Popular da Coreia defendendo a vida da terra coreana.

Em colaboração com as unidades do EPC, os voluntários chineses participaram nos grandes combates e operações na zona de Kaechon e nas cercanias do rio Chongchon e do lago Jangjin e destruíram as unidades combinadas imperialistas se destacando por seu heroísmo.

Os pilotos das forças aéreas dos voluntários chineses juntamente com os pilotos coreanos esmagaram os “piratas aéreos” ianques e também os soldados da artilharia antiaérea e outros combatentes lutaram com valentia.

O mártir Mao Anying, filho do Presidente Mao Tsé-tung, e outros muitos heróis chineses dedicaram sua vida contribuindo para vitória nos combates.

Ainda que nas condições difíceis da guerra, o povo coreano enviou com sinceridade provisões alimentícias e utensílios aos voluntários chineses. O camponês coreano Pak Jae Gun protegeu um voluntário chinês ferido sacrificando a sua vida e a morada An Ok Hui também deu sua vida para salvar um soldado chinês.

O governo e o povo da RPDC levantaram o Monumento à Amizade na costa da colina Moran e construíram os cemitérios dos mártires chineses caídos na guerra coreana em Hoechang, Unsan, Kaechon, Jangjin, Kaesong, na saia do pico Sanggam, na margem do rio Kumsong e em outros locais para homenagear seus méritos.



Milhares de explosivos removidos na RPDC




Foram 67 anos desde que os imperialistas dos EUA provocaram uma guerra de agressão contra a jovem RPDC, mas bombas  americanas não detonadas ainda são detectadas em todo o país, revelando as atrocidades bárbaras cometidas pelos imperialistas dos EUA.
Nos últimos 60 anos desde a guerra, mais de 800 000 peças de explosivos foram removidas em diferentes partes da RPDC.

Somente no novo século, foram detectados e removidos mais de 200 000 explosivos.
Pelo menos 58 000 minas foram removidas durante o projeto para adquirir centenas de hectares de terras novas e reclamando mais de 1 000 hectares de território na área de Yonbaek da Província de Hwanghae do Sul e mais de 2 800 explosivos ao longo de caminhos ferroviários no condado de Unjon, província de  Phyongan Norte. E dezenas de milhares de explosivos foram retirados na província de Phyongan do Sul.
Em setembro de 2010, uma bomba de ar pesando uma tonelada foi encontrada cinco metros de profundidade no rio Taedong, que circunda a Ilha de Rungna, em Pyongyang.

O Departamento de Segurança Municipal de Pyongyang retirou mais de 70 bombas nos locais de construção do Parque Aquático de Munsu e do Clube de Equitação Mirim em 2012 e seis bombas de 250 kg  no canteiro de obras da Avenida Mirae  em 2014.
Os removedores de explosivos da agência de segurança provinciais levaram pelo menos 37 000 explosivos, incluindo três bombas de 500 kg durante a construção de uma base de pecuária na área de Sepho.
Este ano testemunhou mais de 760 explosivos removidos, incluindo oito bombas de 500 kg e dez bombas de 250 kg, nos municípios de Kumgang e Kosong da província de Kangwon.
Até agora, foram detectadas mais de 350 000 bombas de borboleta, incluindo 5 800 bombas de matriz, que revelam que os imperialistas norte-americanos são criminosos antiéticos e demônios em forma humana.

Alguns anos atrás, depois de ver as bombas de borboleta detectadas no local de construção do Distrito Residencial de Cientistas de Wisong, alguns membros da Europa Ocidental das ONGs ficaram surpresos com o fato de que tais bombas malignas foram largadas em massa pelos imperialistas dos EUA há mais de 60 anos .
A detecção contínua de explosivos fabricados na América prova que os imperialistas norte-americanos são, de fato, criminosos e  inimigos da paz.

Quem começou a Guerra da Coreia?


Sessenta e sete anos se passaram desde a guerra da Coreia. Mas os EUA estão, ainda hoje, lutando para distorcer a verdade de seu surto.
Então, quem iniciou a guerra da Coreia?


Desenho do  Paralelo 38 e ocupação estadunidense na Coreia do Sul

Em agosto de 1945, o Exército revolucionário popular coreano, em cooperação com as tropas soviéticas, lançou a ofensiva geral para libertar a Coreia e colocou o Japão de joelhos. A derrota do Japão deu uma virada aos EUA que sonhavam em colocar toda a península coreana sob seu controle e usá-la como um trampolim para sua estratégia de dominação mundial. Incapaz de perceber sua ambição selvagem, os EUA apresentaram uma chamada "solução prática" para ocupar metade da península coreana.
De acordo com uma instrução do então presidente dos EUA, Truman, o Comitê de Coordenação da Guerra do Estado-Marinha preparou um rascunho para as tropas soviética e norte-americana para desarmar o exército imperial japonês com o paralelo 38 da península coreana como linha divisória. Truman aprovou-o no local e ordenou que o fizesse como um documento escrito, "Ordem Geral nº 1", e informe os Poderes Aliados dele em 13 de agosto. De fato, o paralelo 38 como linha divisória na Coreia nunca foi o Assunto de discussões internacionais. Foi implementado unilateralmente pelos EUA.
De acordo com este pedido, o contingente antecipado do 24º Corpo do Exército dos EUA chegou ao aeroporto de Kimpho em 4 de setembro de 1945 e o corpo desembarcou em Inchon, Pusan ​​e Mokpho entre 8 de setembro e meados de outubro.
Referindo-se a isso, até os estadunidenses dizem: "A guerra de Wall Street contra o povo coreano começou praticamente a partir de setembro de 1945, quando seus generais desembarcaram no sul da Coreia."


Preparativos militares para guerra e provocações armadas no paralelo 38

Os EUA arregalaram e expandiram o exército de fantoches sul-coreano com o objetivo de manter o equilíbrio das forças em uma "proporção de dez para um" sobre o exército norte-coreano e treinou-o na maneira americana. Ele também aproveitou sua prerrogativa de comando supremo sobre o exército de fantoches.
De 1945 a 1949, os EUA ofereceram auxílio militar na Coreia do Sul no valor de mais de 1 bilhão de dólares. Ao intensificar a prontidão de combate do exército de fantoches, implantou suas forças reforçadas nas áreas ao longo do paralelo 38. Também recém-construído ou reparado estradas militares e conduziu o trabalho de construção de posições em grande escala.
Ao mesmo tempo, os imperialistas dos EUA fizeram com que o exército de marionetes lançasse provocações armadas contra a Coreia do Norte nas áreas ao longo do paralelo 38. Suas provocações armadas de 1947 a junho de 1950 foram mais de 5 150.
Tais provocações não eram simples "conflitos armados", mas "guerras de teste" cometidas repetidamente com foco nas direções de ataque principal de acordo com planos de ação militares para a "expedição para o norte".
Fujishima Udai, um comentarista japonês, disse o seguinte em 4 de julho de 1975: "o esquema dos EUA para desencadear uma guerra na Coreia não iniciou inesperadamente em 25 de junho de 1950, o que normalmente é chamado de dia do início da guerra da Coreia. Começou a partir de 1947 logo após a Segunda Guerra Mundial quando reforçaram seus planos de guerra e suas tropas no sul."

Surto da Guerra da Coreia

Depois de encerrar os preparativos de guerra, os imperialistas dos EUA entraram em ação.
Truman enviou o Secretário de Defesa Johnson, Presidente do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, Bradley e Conselheiro do Departamento de Estado Dulles para Seul e Tóquio com o pretexto de discutir um "tratado de paz" com o Japão, de modo a garantir os preparativos para a guerra Contra a Coreia do Norte e tomar medidas relevantes.
Dulles chegou a Seul em meados de junho de 1950 e fez exame final dos preparativos de guerra do exército de marionetes em uma trincheira ao longo do paralelo 38. Dando instruções para acender uma guerra para Syngman Rhee, ele disse que veio aqui com a ordem de Truman para inspecionar os preparativos para uma "marcha para o norte" com objetivo de avançar, caso tudo esteja bem, acrescentando que não há necessidade de atraso adicional .
Em 25 de junho de 1950, o exército de fantoches sul-coreano, em preparação para o combate sob o comando direto do Grupo Consultivo Militar Americano, lançou uma invasão armada súbita da RPDC ao longo do paralelo 38.
A RPDC lançou em meio à tensão de invasão avançou ao sul e a guerra explodiu.

Mas os imperialistas dos EUA sofreram uma derrota ignominiosa na guerra pelo povo coreano que se mostrou na luta heroica para defender firmemente o destino de seu país e nação.


Os EUA devem lembrar a lição ensinada pela derrota na guerra da Coreia.




Sessenta e sete anos se passaram desde que os EUA provocaram a guerra da Coreia na década de 1950.
Era uma guerra de agressão premeditada pelos imperialistas dos EUA por sua ambição selvagem de dominar o mundo.
Em 24 de junho de 1950, o então diretor da CIA disse aos jornalistas que uma guerra estouraria na Coreia naquela noite ou na manhã seguinte. A revista britânica Economist afirmou que os EUA não poderiam deixar de acender uma guerra, já que algo  era muito necessário para que ela pudesse afetar sua crise.
Van Fleet, um general derrotado dos EUA, afirmou que, se não fosse a Coreia, outro país deveria ter sido vítima da guerra.
Dulles, um "enviado especial" de Truman, "inspecionou" a Coreia do Sul para finalmente verificar os preparativos para a guerra da Coreia e decidiu atacar a guerra no domingo, o "Sábado" para os países cristãos. A natureza  por trás desse cenário foi totalmente divulgada.

Mas os EUA ainda estão trabalhando duro para provocar uma segunda guerra da Coreia, denominando-se "libertador" e "apóstolo da paz", com o objetivo de evadir sua responsabilidade por provocar a guerra da Coreia e sacudir sua desgraça como país derrotado.
Está levando a situação na península coreana à beira da guerra, trazendo seus ativos estratégicos um para o outro na Coreia do Sul para colocar sob seu controle total a península, que é de importância geográfica na realização de sua hegemonia regional e global.
Como o comandante da 2ª divisão das forças dos EUA na Coreia do Sul criticou que os GI retornariam à península a qualquer momento para lutar, a hostilidade e a histeria de guerra contra a RPDC dos EUA ficam cada vez mais disfarçadas.

Isso mostra que os EUA, que provocaram a guerra da Coreia e invadiram a RPDC, permanecem inalterados em seu sinistro plano, embora tenham passado 67 anos.
Mas os EUA nunca devem esquecer a lição ensinada por sua derrota. Foi a Coreia onde o mito de sua "força" que não conhece nenhuma derrota em mais de cem guerras foi quebrado, e também foi na Coreia onde teve que assinar documentos de desculpas por décadas de anos, sofrendo humilhações de derrota.

É a vontade do exército e do povo da RPDC fazer um golpe terrível e incalculável nos EUA, que cometeu crimes incontáveis ​​contra a nação coreana, século após século.
Os EUA encontrarão apenas uma derrota ignominiosa na Coreia de hoje, que emergiu uma força nuclear no Oriente para atacar o inimigo e um poder de mísseis na Ásia.
Era melhor lembrar mais uma vez os gritos feitos por seus generais derrotados e enterrados na década de 1950 que confessaram que os EUA lutaram contra uma guerra errada contra um rival errado em um momento errado em um lugar errado.