A diretora de departamento do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, Kim Yo Jong, voltou a publicar no dia 9, por intermédio da Agência Central de Notícias da Coreia, a avaliação e a posição do governo da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) sobre os canalhas da República da Coreia (RC).
O conteúdo integral é o seguinte:
É tão infame a má intenção disfarçada de "boa vontade".
A farsa da "explosão de mina" e a outra palhaçada da "assistência das equipes médicas", orquestradas pela RC, não passam de duas faces da mesma moeda, moldadas pelo vício conflituoso inato contra nosso Estado, e seu único objetivo verdadeiro é manchar, a qualquer custo, a dignidade e o prestígio da RPDC.
Desta vez, ficaram evidenciadas a duplicidade e a descarada falta de vergonha da RC, que tanto falava em "ajuda humanitária" a alguém.
Os canalhas da RC voltaram a cobrir-se de vergonha.
Eles próprios caíram em sua armadilha e, assim, sofreram uma ruína total nos planos militar e diplomático.
Temos presenciado, com tédio, os comportamentos enganosos da RC, mas é estranho ver imbecis mal-intencionados como os atuais politiqueiros de Seul.
A presente palhaçada é uma obra malfeita e, além disso, a continuação de uma farsa inventada cujo conteúdo principal consiste em fazer a sociedade internacional comparar sua "atitude e seus esforços de boa-fé" com nossa "posição negativa" em relação à "ajuda humanitária".
Eles pensam em divulgar a todos sua postura: "Fazemos tudo o que devemos fazer com 'boa-fé', mas, como todos podem ver, o agravamento da tensão não é culpa de Seul".
Trata-se, de fato, de uma conduta anormal, própria apenas de inimigos e animais.
Sua intenção é simples e seu método, pueril.
Com sua canalhice, a RC certamente enfrentará uma situação ainda mais desfavorável.
Com ela, pensou que ganharia uma coisa, mas perdeu muito mais.
Tal conduta equivale a meter-se na boca do lobo e jogar lenha na fogueira.
Na primeira parte, eles próprios se transformaram em "vítimas" e, na segunda, disfarçaram-se repentinamente de "anjos", defendendo o "humanitarismo". Observaremos com grande interesse a popularidade que essas farsas em série conquistarão.
As atuais farsas de Seul constituem provocações político-militares e morais simultâneas sem precedentes contra a RPDC e serviram como um registro decisivo e histórico para perpetuar nossa concepção sobre a escória da RC.
Também são um microcosmo da imaturidade de Seul.
Por incumbência do Chefe de Estado e em conformidade com a vontade geral do povo coreano, exponho nossa posição de continuar, também daqui em diante, a ignorar e desprezar ainda mais a escória humana da RC.
Agência Central de Notícias da Coreia

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