Os canalhas, que alvoroçaram o mundo inteiro com uma farsa que colocou em grave perigo a situação da Península Coreana, voltam a orquestrar de repente outra palhaçada sob o tema da "boa vontade" que consterna as pessoas.
No dia 7, as autoridades da República da Coreia (RC) deram publicidade ao fato de que haviam apresentado em maio passado ao Comitê de Sanções contra a República Popular Democrática da Coreia, pertencente ao Conselho de Segurança da ONU, o "pedido de isenção de sanções" para "prestar assistência com instalações médicas" ao nosso país e obtido o "consentimento" correspondente.
Em particular, no polêmico "pedido", insistiram descaradamente que "contribuirão para melhorar os serviços médicos indispensáveis às camadas vulneráveis", questionando a "falta de medicamentos e instalações de assistência médica e a precária situação sanitária" de alguém.
Isso constitui um insulto e uma provocação política de toda índole contra o nosso Estado e uma grave violação da soberania, em detrimento da nossa legislação nacional.
Não passa de uma conduta escandalosa e abominável.
Além disso, são muito lastimáveis as falas que se ouvem paralelamente à farsa da "explosão de mina".
Na RC, continuam as acirradas disputas em torno da questão de definir o recente "caso da explosão de mina" como "incidente ou provocação", sem que se consiga solucionar as muitas questões suspeitas.
O funcionário da RC, Jong Tong Yong, confessou que não pode definir o presente caso como um ataque intencional da RPDC.
Os sujeitos da RC, que não podiam esperar pela entrada prevista da trupe itinerante de sua farsa malfeita, abriram de repente o segundo ato desta peça teatral intitulado "plano de assistência com equipamentos médicos".
Não é difícil compreender o objetivo daqueles que encenaram simultaneamente as tragicomédias totalmente opostas.
Conhecemos bem a intenção maligna da RC, que começa a falar em "criação de confiança" sob o rótulo de "humanitarismo", revelando por si mesma seu plano intrigante de "assistência", impulsionado há vários meses, depois de insistir na execução de fortes "contramedidas diplomáticas e militares" com a publicação do "resultado final da investigação" sobre a farsa da "explosão de minas".
A RC sabe muito bem que, na situação atual, suas instalações médicas não podem entrar no território da RPDC, nem dispõe de meios para fazê-lo. No entanto, promove o presente alvoroço com o cálculo político mal-intencionado de obter algo, comparando sua "atitude de boa vontade" com a "postura contrária" do nosso país, que não a aceita.
Nenhuma conduta da RC é fácil de compreender pelo senso comum.
Todas as condutas das autoridades de Seul consistem em julgamentos, resoluções e anúncios unilaterais, o que nos faz pensar que lhes falta maturidade política ou que são simplesmente tolos natos.
Se realmente querem reverter as relações entre a RPDC e a RC, devem falar e agir levando em consideração os sentimentos da outra parte e demonstrar-lhe o máximo respeito, consideração e sinceridade.
Com o passar do tempo, as autoridades de Seul expõem cada vez mais seus verdadeiros aspectos mais ardilosos.
A "ajuda humanitária" de que falam os autores que fabricaram o "incidente da explosão de mina", de baixa qualidade, e declararam o confronto total com o nosso Estado revela a verdadeira face da RC, caracterizada pela duplicidade, pelo cinismo e pela desfaçatez, coisas difíceis de encontrar em qualquer lugar do mundo.
Esclareço mais uma vez a posição imutável da RPDC de que não temos necessidade alguma de trocar qualquer coisa com a RC, nem necessidade alguma de ficar frente a frente com ela.
Todas as coisas que tentarem fazer os mais grosseiros e vis canalhas humanos, sejam de má-fé ou sejam de "boa vontade", serão consideradas um desafio, uma grave provocação à RPDC e uma violação da soberania.
Faremos os sujeitos da RC sentirem mais uma vez que nunca mais nos sentaremos frente a frente com eles e que a história é irreversível.
Desta vez, as autoridades da RC cometeram novamente um grande erro.
Acertaremos de maneira rigorosa, limpa e irrepreensível as contas da culpa da RC, que insultou o nosso Estado e povo sagrados, com uma lista de suas ações sujas.
Jamais mudarão a natureza da RC, que é a mais hostil à RPDC, nem o caráter antagônico entre as duas partes.

Nenhum comentário:
Postar um comentário