quinta-feira, 6 de junho de 2024

A revolução coreana sairá vitoriosa pela força do amor pelas gerações vindouras, assinala Rodong Sinmun


"A sagrada revolução coreana é levada adiante e sairá vitoriosa com o amor às gerações vindouras.

A atenção às gerações vindouras é a máxima mostra de fidelidade à revolução e todos os esforços por estas servirão de força motriz da marcha vitoriosa da causa revolucionária. Esta é a filosofia da revolução coreana sobre as gerações vindouras.

Assim assinala o diário Rodong Sinmun em um artigo de coautoria divulgado nesta quinta-feira (6) e prossegue:

"Hoje em dia, graças à guia do Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia, Kim Jong Un, é continuada firmemente a história de dar importância às gerações vindouras do grande Líder camarada Kim Il Sung e do grande Dirigente camarada Kim Jong Il.

Na grande época emocionante de Kim Jong Un, todos os trabalhso do país estão penetrados pelo amor às gerações vindouras.

Nesta era prometedora, o amor pela população infantil alenta a marcha geral de todo o povo e as jovens gerações crescem relevo confiável e forças poderosas da revolução coreana.

A realidade de hoje, em que a risada feliz das gerações vindouras reverbera, se deve inteiramente ao Secretário-Geral que constrói a pátria de hoje e do futuro com carinho pelas jovens gerações.

Um Partido para as gerações vindouras, esta é uma das descrições extraordinárias que só o PTC tem.

Graças ao estimado camarada Kim Jong Un, defensor do destino e criaor da felicidade do povo e das gerações vindouras, é eterno o riso delas e é radiante o futuro da pátria.

Sairá sempre vitoriosa a causa revolucionária do Juche, que avança com o amor às gerações vindouras."

Firmes raízes da revolução


Em nosso país, os fidedignos sucessores, que herdam puramente o sangue vermelho da revolução coreana, floresceram plenamente como flores de todo tipo sob os raios de sol, e estão crescendo firmemente como sucessores de nossa revolução.

O trajeto de desenvolvimento da União das Crianças da Coreia, que celebra seu aniversário de fundação, junto com o fortalecimento e desenvolvimento da Coreia Juche, é o trajeto de amor paterno do grande camarada Kim Il Sung e do grande camarada Kim Jong Il, e uma gloriosa história de 78 anos, nos quais o sangue vermelho da revolução coreana foi continuado invariavelmente graças à bendição do estimado camarada Kim Jong Un.

Junto com o início do novo século do Juche, o estimado camarada Kim Jong Un, que dedica todos os esforços para formar os sucessores da revolução e guia passo a passo a formação dos membros da União das Crianças, convocou um após o outro os congressos da União das Crianças da Coreia, eventos políticos dignos de registro especial na história do movimento infantil autôctone, e abençoou o futuro dos membros da UCC, firmes raízes da pátria.

Embora cheguem a um nível sem precedentes na história as manobras crués das forças hostis que tentam isolar e esmagar nossa pátria e continuem as ameaças de guerra que criam uma situação extremamente candente, o profundo amor paternal às nossas crianças aumenta ainda mais.

Todas as crianças coreanas se beneficiam no ensino geral obrigatório de 12 anos e são levantados em todas partes do país os palácios, clubes e hotéis para as crianças escolares, únicos no mundo. Tudo isso é a expressão do amor profundo, da vontade e da nobre concepção sobre a geração vindoura de nosso Marechal, que deseja que todas as crianças do país cresçam como talentosos revolucionários capazes e dotados de ricos conhecimentos, traços morais e boa preparação física e como pilares do país.

Os membros da União das Crianças da Coreia guardaram no fundo da alma o lema de “Estejamos sempre preparados para a pátria socialista!” e apresentaram como dever a fidelidade absoluta ao líder, podendo assim fazer aporte patriótico buscando coisas úteis para a pátria nos dias difíceis e estes atos louváveis serviram de estímulo que multiplicou sempre o júbilo e otimismo para a marcha da pátria.

As milhares de crianças que herdaram a brilhante tradição revolucionária do Corpo Infantil Antijaponês crescem hoje como continuadores do Partido e da União da Juventude.

Sempre estará cheio de felicidade e glória infinita o futuro dos membros da União das Crianças da Coreia que crescem vigorosamente como pilares da potência socialista e protagonistas do futuro do país tendo o lenço vermelho, que flameja graças ao amor ao futuro do estimado camarada Kim Jong Un, como uma parte da bandeira do Partido do Trabalho da Coreia.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

terça-feira, 4 de junho de 2024

O crescente apoio internacional à Palestina


Agora, na comunidade internacional, vozes de condenação a Israel, que está realizando um massacre sem considerar a demanda consistente da humanidade, e seu instigador e manipulador, os Estados Unidos, estão ressoando alto, e protestos em apoio à Palestina estão ocorrendo até no mundo ocidental. Neste contexto, Espanha, Noruega e Irlanda reconheceram recentemente oficialmente a Palestina como um Estado.

O ministro das Relações Exteriores, União Europeia e Cooperação da Espanha declarou numa conferência de imprensa: "Reconhecemos a Palestina como um Estado, não só porque é justo para o povo palestino, mas também porque é a única forma de garantir a paz na região. "

O Primeiro-Ministro da Espanha disse que o mundo tem uma longa dívida para com a Palestina, uma vez que as resoluções da ONU relacionadas com a paz na Palestina foram ignoradas durante cerca de meio século, e que acredita que esta decisão trará esperança e dignidade ao país.

O Ministro das Relações Exteriores da Noruega reuniu-se com o Primeiro-Ministro e o Ministro das Relações Exteriores e Expatriados da Palestina, em Bruxelas, Bélgica, e entregou o documento oficial sobre o reconhecimento do Estado. Ele enfatizou no comunicado de imprensa que hoje, quando a Palestina foi reconhecida oficialmente como Estado, é um “dia transcendental” na relação entre a Noruega e a Palestina. Um especialista em assuntos internacionais deste país comentou que esta decisão mostra a necessidade de preparar uma nova estratégia de paz de Oslo que inclua medidas concretas para se opor à ocupação de Israel e apoiar os direitos dos palestinos.

A Irlanda, que decidiu estabelecer relações diplomáticas oficiais depois de aprovar a questão do reconhecimento da Palestina como um Estado numa reunião do gabinete, anunciou que a embaixada da Irlanda na Palestina entrará oficialmente em operação. O Primeiro-Ministro deste país disse num comunicado que o objetivo desta decisão é “não deixar a esperança morrer”, e mais uma vez exigiu veementemente que Israel ouça as vozes do mundo e pare com o massacre atroz na Faixa de Gaza. A Irlanda reconheceu oficialmente a Palestina como país e hasteou a bandeira palestina em frente ao edifício da Assembleia Nacional.

Em relação a isso, o Presidente do Brasil afirmou em uma postagem na rede social que a decisão da Espanha, Noruega e Irlanda de reconhecer a Palestina como um Estado é um sinal de apoio ao direito de autodeterminação dos palestinos, reconhecido por mais de 140 países, e terá um impacto positivo na realização da paz e estabilidade na região.

Em seguida, ele enfatizou que o Brasil foi o primeiro país na América Latina a adotar tal posição, já tendo reconhecido o Estado da Palestina, incluindo a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, em 2010, e também reconheceu Al-Quds Oriental como a capital oficial da Palestina.

A 1TV britânica comentou que as ações de vários países para reconhecer a Palestina como um Estado resultarão no aumento da pressão internacional contra as ações militares de Israel.

Israel está em apuros. Demonstram o seu desconforto ao convocar embaixadores de três países e cortar contatos com a missão espanhola em Israel e com os palestinos. O infame extremista de direita, conhecido como o chefe de segurança nacional de Israel, recentemente fez uma visita provocativa a Al-Quds Oriental, uma área de conflito agudo entre judeus e muçulmanos. Ele afirmou que isso é uma resposta às ações dos três países europeus e que não tolerará nenhuma declaração sobre a criação do Estado da Palestina. O arrogante Israel está agora desafiando cruelmente a comunidade internacional, expandindo ainda mais o seu massacre sangrento na cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza.

A razão pela qual Israel atua de forma tão imprudente é a flagrante proteção dos EUA. É inconcebível pensar nos atos criminosos cometidos por Israel na Faixa de Gaza à parte do apoio bélico e político incondicional dos EUA.

Tal como a mídia de muitos países condenou, os EUA, que continuam apoiando Israel, fornecendo constantemente armas e munições e rejeitando consistentemente as exigências da comunidade internacional pelo cessar-fogo imediato, ainda são o “firme patrocinador” de Israel. O porta-voz da presidência da Palestina afirmou que a situação atual em Rafah e em toda a Faixa de Gaza foi totalmente causada pela administração dos EUA. E argumentou que a Faixa de Gaza pode se tornar novamente um alvo forte devido ao “apoio sem precedentes dos EUA” a Israel.

A comunidade internacional está fortemente demandando que os EUA parem imediatamente de favorecer Israel no problema do Oriente Médio, afirmando que para impedir o atroz massacre de Israel e alcançar a paz eterna na região do Oriente Médio, a Palestina deve ser aceita como um Estado membro pleno da ONU o mais rápido possível.

A adesão dos países europeus à onda de reconhecimento da Palestina como um Estado é um grande golpe para Israel e os EUA, que estão tentando abusar da situação em Gaza para expandir seu território e manter sua hegemonia.

Kim Su Jin

Rodong Sinmun

Rodong Sinmun elogia PTC como grande partido mãe


"Graças à inflexível luta do invicto Partido do Trabalho da Coreia, que considera como nobre ideal político e invariável modo de existência conceder prioridade às massas populares e servi-las com inteira disposição, é aberta nesta terra a nova época da prosperidade integral do Estado onde são realizados todos os sonhos e ideais do povo.

Considerar o povo como o céu e servi-lo com total entrega é a natureza e a filosogia desta organização política."

Assim assinala o diário Rodong Sinmun em um artigo individual difundido nesta terça-feira (4) e prossegue:

"O PTC vem permanecendo sempre fiel à sua missão sagrada, fazendo a luta com mais amor ao povo e a confiança nele e escrevendo a história de abnegação e serviço ao povo.

Construiu a potência socialista que pavimentou o caminho da construção da potência de caráter independente e autodefensivo e pôs no plano cimeiro a dignidade, os direitos e os interesses do povo exercendo sua influência e força absolutas.

Empreender o ataque e avanço contínuos para alcançar as metas aspirantes ao desenvolvimento para o bem-estar do povo, este é o temperamento de luta do PTC que é insaciável nos trabalhos úteis para o povo.

Sob a enérgica direção do Secretário-Geral do PTC, Kim Jong Un, o PTC escreve nesta terra a epopeia de abnegação e serviço ao povo sendo infinitamente fiel à sua missão e dever de autêntica organização política do povo.

Graças ao grande Partido mãe, que busca satisfazer todos os desejos do povo, e ao povo que deposita sua confiança absoluta neste, é acelerada ainda mais nossa marcha ao futuro radiante e se aproxima mais a sociedade ideal do povo."

China condena EUA que implantaram mísseis de alcance mediano com base na terra nas Filipinas


Recentemente, o porta-voz do Ministério da Defesa da China, com respeito a que as forças armadas dos EUA transladaram às Filipinas o sistema Typhon capaz de lançar mísseis Tomahawk e o mobilizaram em exercícios militares, o condenou fortemente e assinalou como segue:

O fato de que os EUA implantam nas Filipinas os mísseis de mediano alcance com base na terra é um ato que prejudica gravemente a segurança estratégica da China, ameaça gravemente a segurança dos países regionais e destrói severamente a paz e estabilidade da região.

A China já expressou em várias ocasiões a posição de forte rechaço a isso.

Exigimos fortemente que os EUA entendam corretamente a preocupação dos países regionais pela segurança e suspendam os atos perigosos que agravam a situação regional.

Por último, o porta-voz enfatizou que a China tamará medidas decisivas e enérgicas em defesa de seus interesses de segurança.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

Com motivo do Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão


4 de junho é o Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão.

Embora tenham passado dezenas de anos desde que este dia foi estabelecido na sessão especial da Assembleia Gerral da ONU em agosto de 1982, as desgraças e dores das crianças causadas pelas guerras estão aumentando a cada dia.

Em abril deste ano, a ONU-Mulheres publicou a estimação de que, na Faixa de Gaza, no período desde outubro do ano passado, morreram 6000 madres e 19 mil crianças ficaram órfãs.

As autoridades de saúde pública da Faixa de Gaza também apontaram que, dos 33 mil mortos, a porcentagem de mulheres e crianças é de quase 70%.

A morte e a dor que sofrem as mulheres e as crianças inocentes não ocorrem apenas na Palestina.

De 2015 a 2020, mais de 100.400 crianças morreram ou ficaram inválidas por causa da guerra e, na África, na Ásia, no Oriente Médio e na América Latina, o numero de mortes de crianças segue aumentando. Este informe publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância é apenas uma parte dos dados que demonstram quão trágica é a situação das crianças que sofrem por causa das guerras e dos conflitos armados.

A sociedade internacional apresenta a proteção efetiva das crianças que sofrem com as guerras, mas não são executadas medidas ativas que podem pôr fim à horrível tragédia sangrenta que as crianças sofrem pelos conflitos e agressões.

Solucionar o mais rápido possível as desgraças que as crianças sofrem não é um assunto limitado a um país respectivo, e a atenção e os esforços internacionais devem coincidir para assegurar a paz e a segurança.

De fato, as crianças são o futuro do país e da humanidade.

Em nosso país, todas as crianças são beneficiadas pelo sistema ordenado de criação das crianças pré-escolares e, logo, do sistema de ensino obrigatório geral de 12 anos, e desta maneira cada um faz florescer plenamente seu talento segundo seu desejo e vocação nos palácios das crianças, escolas primárias, escolas secundárias básicas e escolas secundárias superiores.

E as crianças órfãs vivem felizes nos orfanatos e frequentam escolas primárias e secundárias para órfãos desfrutando do amor mais que dos pais.

Apesar das perdas consideráveis devido às catástrofes naturais como a inundação e o tufão, nas zonas danificadas foram construídos com prioridade escolas, jardins de infância, creches e hospitais e, ao longo do período de restauração, as crianças das zonas afetadas passaram dias alegres no Acampamento Internacional das Crianças Songdowon sem nenhuma tristeza pelas perdas materiais.

Graças à política de nosso Estado de prestar máxima importância às crianças, as lendas de amor são criadas sem cessar.

Olhando para nossas crianças que crescem como pilares fidedignos do país desfrutando da felicidade sem preocupação alguma, nosso povo se sente profundamente agradecido pelo sistema socialista que dissipa as nuvens de guerra e defende o futuro brilhante da geração vindoura.

O aspecto das crianças, que crescem sob o céu azul de nosso país, comprova mais uma vez que somente tendo o grande dirigente, que nos assegura o sistema excelente, podem ser defendidas a paz e a estabilidade do país e também os sorrisos puros das crianças.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

segunda-feira, 3 de junho de 2024

Jo Ki Chon, poeta revolucionário


O grande Líder camarada Kim Il Sung escreveu em suas memórias “No Transcurso do Século" como segue:

“Depois da libertação, Jo Ki Chon, que me visitou com o manuscrito de seu poema 'Monte Paektu', queria que eu fosse seu primeiro ouvinte. O que me cativou completamente, mais que a destreza de sua redação foi seu conteúdo. O poema tinha muitas partes que tocavam profundamente no coração.”

Jo Ki Chon (6 de novembro de 1913 - 31 de julho de 1951), recordado pelo grande Líder, foi um poeta patriótico e talentoso.

Ele viveu no exterior desde sua infância, mas sempre pensou em sua pátria e sua terra natal, estudou com afã a língua coreana e a literatura. Depois da libertação do país (15 de agosto de 1945), regressou e se dedicou a criar poemas.

Na primavera do ano depois da libertação da pátria, o grande Líder se encontrou com o poeta e o explicou sobre a situação complicada do país. Disse que os escritores deviam criar muitas boas obras que contribuam à construção de uma nova Coreia democrática com a caneta do patriotismo. O contou durante muito tempo sobre a guerrilha que lutou contra os agressores japoneses na Manchúria e na zona do monte Paektu.

O primeiro trabalho escrito por Jo Ki Chon depois do encontro com o Líder foi a longa poesia época “Monte Paektu”, que descreveu a histórica batalha de Pochonbo que declarou que a Coreia não estava morta, mas viva, e seu espírito também estava vivo. Como uma obra monumental com alto valor ideológico e artístico, foi a primeira poesia que refletiu a gloriosa história revolucionária do grande Líder camarada Kim Il Sung.

O poema foi insertado no jornal “Rodong Sinmun” de 7 a 21 de fevereiro de 1947.

Desde então, suas atividades criativas entraram em uma nova fase de auge.

Ele esteve sensível à realidade, e com espírito combativo, alto fervor revolucionário e descrição linguística rica, madura e peculiar, criou muitas obras de alto valor ideológico e artístico que refletiam a vida e luta do povo.

Quando a Guerra da Coreia estalou em junho de 1950, ele realizou atividades criativas, seguindo os soldados do Exército Popular. Escreveu dezenas de obras como o poema épico longo “Coreia luta”, a poesía “Minha altitude” e o canto “Passo Mungyong”, estimulando energicamente os militares e civis para lograr a vitória no conflito.

Ele faleceu em meio ao bombardeiro estadunidense quando criava a poesia épica “Caçadores de caças” que narra a luta heroica dos combatentes do EPC.

Em 2 de agosto de 1951, o jornal “Minju Joson” publicou o obituário de Jo Ki Chon.

No dia seguinte, insertou um artigo sobre suas contribuições à revolução coreana e o texto completo do discurso fúnebre e informou sobre seu funeral como segue:

“Ao lado do féretro coberto de ramos de flores estava uma coroa de flores enviada pelo grande Líder camarada Kim Il Sung, que ama os literários e artistas de nosso país e aprecia especialmente o soldado que morreu inesperadamente, dando mais glória ao falecido.”

Yang Ryon Hui

Naenara