segunda-feira, 20 de março de 2023

Realizadas reuniões dos comitês partidistas em cada província e na cidade de Pyongyang


Foram realizadas de 15 a 19 de março as reuniões plenárias ampliadas dos comitês partidistas em cada província e na cidade de Pyongyang para o cumprimento da resolução da 7ª Reunião Plenária do 8º Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia.

Nas ocasiões estiveram presentes os membros e os membros suplentes dos comitês partidistas provinciais e, na qualidade de observador, os funcionários dos órgãos do Partido e do Poder e das instituições de administração e economia das respectivas localidades.

Foram discutidas sinceramente as tarefas importantes, metas inovadoras e meios científicos para lograr o desenvolvimento agrícola do país e o salto vertiginoso na melhora das condições de vida da população, ao pôr em prática o grande programa da revolução rural, apresentado pelo Partido, atendo-se à ideia e ao espírito da histórica Reunião Plenária do Comitê Central do Partido.

Os oradores apontaram que o discurso de conclusão, proferido pelo estimado camarada Kim Jong Un na recente reunião partidista, constitui um novo marco de salto de importância transcendental para abrir nova época de transformações do campo socialista, a dourada do desenvolvimento da economia independente, e serve de bandeira estimulante e grande programa imortal para conduzir à grande vitória o avanço histórico de todo o Partido e povo.

Exortaram as organizações partidistas de todos os níveis a pôr em plano manifesto sua combatividade na materialização da resolução da Reunião Plenária do CC do Partido mediante a ofensiva política e ideológica para mobilizar os funcionários, militantes partidistas e trabalhadores ao cumprimento do programa da revolução rural da nova época, em virtude do nobre propósito do CC do Partido.

Foram efetuadas as consultas por comissões com o fim de estabelecer os planos de execução perfeita das tarefas iminentes e importantes tocantes às respectivas localidades na implementação da resolução da VII Reunião Plenária do VIII Período do CC do Partido.

Foram adotadas por unanimidade as resoluções elaboradas graças ao elevado entusiasmo dos participantes que bem conscientes de sua alta responsabilidade assumida ante o Partido e a revolução, tomaram a firme decisão de pôr em pleno jogo sua capacidade de planificação escrupulosa e de execução tenaz.

Vidas jovens desaparecem


A idade de 10 anos é o princípio da vida e também o período dos sonhos e esperança.

Porém, nos países capitalistas, a situação dos direitos humanos dos jovens e crianças se agrava a cada dia e isso está causando uma grande preocupação na sociedade internacional.

Segundo os informes recentes da agência de notícias Kyodo, no ano passado o número de casos de suicídio nas escolas de vários níveis do Japão chegou a 512 e bateu o recorde histórico, e em particular, o número de casos de suicídio entre os estudantes das escolas superiores aumentou consideravelmente, chegando a 352.

Os jovens e crianças, que deveriam florescer seus sonhos de estudo, tiram a própria vida porque viver os passa a ser extremamente doloroso. Esta realidade está ferindo os corações de todas as pessoas.

Por outro lado, uma organização não-governamental da Grã-Bretanha publicou um informe que expressa profunda preocupação sobre o fato de que 1 em cada 4 crianças dos países da União Europeia está em perigo de pobreza.

Com relação a isso, os políticos e os veículos de imprensa venais do Ocidente estão apontando que o aumento do número de suicídios entre jovens e crianças está relacionado com problemas mentais e psicológicos das vítimas como o pessimismo, o desespero e a depressão, e que a pobreza das crianças é causada por fatores externos como o aumento repentino dos preços, a crise climática e a pandemia.

Esta é uma artimanha enganosa para ocultar o caráter reacionário e antipopular da sociedade capitalista e constitui um insulto aos jovens desafortunados.

Na sociedade capitalista, a classe endinheirada, que é uma minoria ínfima, ocupa enormes riquezas e persegue somente luxos e prazeres, enquanto as massas populares, que são a maioria, e seus filhos, sofrem pelo desemprego e fome.

Para piorar, a concepção de valores mamonista e o decadente modo de vida propagados em toda a sociedade capitalista empurra profundamente jovens e crianças à vida corrupta de depravações e imoralidades.

Foi dito que no Japão, no ano passado, o número de jovens menores de 20 anos detidos por delito penal chegou a 14.887 e, entre eles, os cruéis crimes como assassinatos e roubos aumentaram em 20.7%.

Um político ocidental lamentou dizendo que todos os sujos termos como os caros gastos para estudos, mercado de mão de obra barata e a crise de moradias não estão relacionados com o socialismo, mas com o capitalismo.

Precisamente esse é o aspecto real da sociedade capitalista, à qual os advogados da burguesia elogiam como “sociedade livre e democrática” e "sociedade rica".

É claro o caminho da sociedade que virou as costas às novas gerações que são o futuro da humanidade.

O aspecto dos jovens e crianças que vivem os trágicos “últimos anos de vida” no mundo infernal prenuncia o obscuro futuro da sociedade capitalista.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

domingo, 19 de março de 2023

Efetuados exercícios de simulação táticos combinados de contra-ataque nuclear


Foram realizados de 18 a 19 de março os exercícios de simulação táticos combinados para centuplicar a capacidade do dissuasivo de guerra e do contra-ataque nuclear do país e treinar as unidades correspondentes ao trâmite e processos de cumprimento da missão de ataque nuclear tático.

Os presentes exercícios das unidades de operação nuclear tática foram desenvolvidos sob a situação tensa em que são ampliados freneticamente os exercícios de guerra agressiva anti-RPDC de grande envergadura das forças combinadas EUA-Coreia do Sul e são introduzidos em grande escala na Coreia do Sul os equipamentos estratégicos nucleares das tropas estadunidenses.

Seu outro objetivo é transmitir a vontade de oposição mais intransigente à guerra real e a advertência aos inimigos que ampliam o treinamento de caráter agressivo expondo de modo aberto sua intenção evidente de guerra contra a RPDC apesar de nossas reiteradas advertências e seguem empreendendo as ações militares de caráter ofensivo.

Foram dirigidos por Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente da Comissão de Assuntos Estatais da RPDC.

O treinamento de dois dias foi realizado dividido no de controle do sistema de comando de ataque nuclear, o de prática de passar à disposição de contra-ataque nuclear e o lançamento do míssil balístico tático com ogiva nuclear de teste.

Em 18 de março, foi realizada a revisão multilateral da credibilidade do sistema de comando, administração, controle e operação das forças armadas nucleares táticas e foram desenvolvidos reiteradamente os exercícios para treinar as ordens de ação e métodos de combate de passar com rapidez ao ataque nuclear examinando a partir do ponto de vista da segurança a exatidão das ordens de dar e aceitar a ordem de ataque nuclear em diferentes circunstâncias emergenciais hipotéticas, a ordem de tratamento das armas nucleares e a de operação segundo diversos planos de ataque nuclear.

Através do treinamento do primeiro dia, foi comprovado o fato de que todo o processo preparativos de contra-ataque nuclear é operado em um sistema rápido, rigoroso, confiável e seguro.

Pela manhã de 19 de março foi efetuado o treinamento de disparo de míssil balístico que simula o ataque nuclear tático.

O assistiram o ministro da Defesa Nacional, Kang Sun Nam, o comandante da unidade combinada que dirige todas as unidades de operação nuclear tática, os chefes de todas as filiais das forças de mísseis nas frentes oriental e ocidental, assim como os comandantes das subunidades.

Também o presenciaram os quadros correspondentes do Comitê Central do PTC, os membros de comando da Direção Geral de Mísseis e os integrantes do Instituto de Armas Nucleares.

Antes do treinamento de lançamento, foram examinadas a normalidade e segurança da operação dos aparatos técnicos e sistemáticos, como o trâmite de certificar a ordem final de ataque nuclear e o sistema de permissão de disparo, e foram treinados de maneira frequente os métodos de ação.

Em seguida, foi realizado o treinamento de lançamento simulando o ataque nuclear contra os principais alvos do inimigo.

No míssil foi instalada a ogiva de ensaio que simula a nuclear.

O míssil balístico tático lançado no condado de Cholsan da província de Pyongan Norte explodiu a uma altura de 800 metros sobre o alvo estabelecido no Mar Leste da Coreia a uma distância de 800 quilômetros, de maneira que foi comprovada mais uma vez a confiabilidade de funcionamento dos aparatos de controle de explosão nuclear e do detonador.

Os exercícios não provocaram nenhuma influência negativa à segurança dos Estados vizinhos.

O estimado camarada Kim Jong Un disse que através do presente treinamento foi melhorada consideravelmente a capacidade de batalha real das unidades e subunidades, que cumprem a missão de assalto com fogo e todas as subunidades estão seguras de si mesmas. E mostrou grande satisfação apontando que constitui um motivo importante para preparar as forças de batalha nuclear a fim de cumprir de modo rápido e exato em qualquer momento e em quaisquer condições a missão importante de dissuadir a guerra e tomar a iniciativa de guerra.

Destacou a importância de seguir organizando e desenvolvendo os exercícios de simulação de combate como agora e habituar os militares às circunstâncias inesperadas e manter a disposição ainda mais estrita do enfrentamento nuclear imediato, esmagador e ativo em qualquer momento.

"Não se pode dissuadir a guerra somente com o fato de que nosso Estado está disposto da arma nuclear", precisou e continuou que se pode cumprir satisfatoriamente a importante missão estratégica de dissuasão da guerra e defender confiavelmente a soberania, a vida pacífica e o futuro do povo e a causa da construção socialista, somente quando o país mantenha a estrita disposição de ataque nuclear que se operaria em qualquer momento de maneira rápida e exata, como um meio capaz de empreender um ataque real aos inimigos.

"A situação de hoje, em que se tornam cada dia mais recrudescentes as manobras dos inimigos de agressão à RPDC, nos exige centuplicar geometricamente nossa força dissuasiva de guerra nuclear", apontou e indicou o rumo importante da construção das forças armadas nucleares e as tarefas estratégicas que se apresentam nos preparativos de guerra das forças armadas nucleares.

As forças armadas nucleares deterão e controlarão as manobras e provocações dos inimigos, mantendo o estado de guerra, e cumprirão sem nenhuma hesitação a missão importantíssima se chega a situação inesperada.

Fotos: https://bit.ly/3n2GBTi

1,4 milhão de jovens coreanos solicitam ingresso no Exército Popular


Em meio ao crescente ódio e inimizade para com os imperialistas estadunidenses e os traidores títeres sul-coreanos, que manobram freneticamente para provocar uma guerra nuclear com a República Popular Democrática da Coreia, aumentam a cada dia as filas de jovens de sangue quente que se levantam bravamente na sagrada missão de defesa da pátria.

Até 19 de março, a nível nacional 1,4 milhão de jovens solicitaram ingresso ou reingresso no Exército Popular.

Os atos de solicitação de ingresso no exército foram efetuados em várias localidades.

Nas petições escritas era refletida a grande decisão dos jovens patrióticos de castigar severamente os inimigos, que vociferam “ocupação de Pyongyang” e tentam provocar uma guerra nuclear na Coreia, e fazer ressoar primeiro o tiro de canhão da vitória na grande batalha pela reunificação da pátria.

Se levantaram na sagrada defesa da pátria 950.000 jovens trabalhadores do Complexo Siderúrgico Kim Chaek, do Complexo Químico Juventude de Namhung, do Complexo Carbonífero Juventude da Região de Sunchon, da Fábrica de Cabos Elétricos 326 de Pyongyang, da Fazenda Oguk do condado de Anak e outras fábricas, empresas e fazendas do país. Também na província de Pyongan Norte, mais de 180.000 jovens solicitaram o ingresso e o reingresso no exército.

Não só os universitários de todo o país mas também os estudantes de escolas secundárias expuseram a decisão de tomar fuzis nas mãos e unir suas forças na luta para rechaçar os agressores como fizeram os membros da vanguarda de crianças na guerra anterior.

Jo Chol Su publica declaração de repúdio à acusação do Conselho de Segurança


O diretor-geral do Departamento de Organizações Internacionais do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia, Jo Chol Su, fez pública em 19 de março a seguinte declaração:

Em 17 de março, a representante estadunidense ante a ONU se atreveu a acusar a RPDC durante o debate do Conselho de Segurança da ONU, convocado ilegalmente.

Desta vez, Thomas Greenfield revelou sua vergonhosa natureza de quem não sabe quais são os genuínos direitos humanos e a ética elementar e é totalmente carente da lógica e do modo saudável de pensar.

Apesar do rechaço e preocupação da imparcial sociedade internacional, os EUA remeteram ao Conselho de Segurança da ONU o inexistente "problema de direitos humanos" da RPDC, o que constitui uma difamação da Carta da ONU e afronta aos verdadeiros direitos humanos.

Se os EUA estão tão preocupados pela "situação de direitos humanos" da RPDC, teriam que explicar a razão pela qual se obstina na execução das sanções mais antiéticas do mundo contra a segunda.

Falando em direitos humanos, a sociedade internacional deveria julgar severamente primeiro a situação de violação de direitos humanos dos EUA onde dezenas de milhares de pessoas de cor não podem respirar livremente devido à brutal repressão policial.

Cada vez que faltava tema para acusar, os EUA levava sempre o teatro ao cenário de "direitos humanos" em sua tentativa de debilitar o regime socialista optado pelo povo coreano. Eis aqui sua conduta habitual.

Ao encenar o sujo debate de direitos humanos contra a RPDC apesar da repetida advertência desta, os EUA escolheram a coação e a guerra no lugar dos direitos humanos e da paz.

Quanto mais os EUA tentem sacudir a RPDC por meio dos "direitos humanos", maior será a indignação do povo coreano e se fará irreversível a instabilidade de segurança dos EUA.

Não sei até quando persistirá essa loucura tão tediosa, porém os EUA estão tentando algo evidentemente errôneo.

Thomas Greenfield terá que lamentar sua situação de lacaia e servente dos EUA que cometem a intervenção nos assuntos internos dos Estados soberanos e independentes sob o cartaz da "defesa dos direitos humanos".

Kim Son Gyong publica declaração sobre a fala irresponsável do secretário-geral da ONU


O vice-ministro das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia, Kim Son Gyong, que é encarregado das organizações internacionais, publicou em 19 de março a seguinte declaração:

Em 17 de março, o secretário-geral da ONU cometeu, por meio de seu porta-voz, um ato verbal irresponsável que voltou a questionar injustamente o exercício do legítimo direito à autodefesa por parte de nosso Estado.

Condeno categoricamente e rechaço totalmente a conduta do secretário-geral Guterres que põe gasolina no fogo, longe de ajudar no relaxamento da tensão da Península Coreana e da região.

Desta vez, me convenci ainda mais que o obstinado comportamento parcial do secretário-geral da ONU no tema da Península Coreana não se deve simplesmente à falta de entendimento e conhecimento, mas pode ser uma mostra de sua inata mentalidade de obedecer os EUA cegamente.

O secretário-geral Guterres não deveria se portar como um funcionário do Departamento de Estado dos EUA pelo menos, se não pode proceder como chefe da ONU.

Creio que seria melhor tanto para a distensão como para si mesmo que ele fique quieto sem dizer nada, em vez de meter o nariz como agora no problema da Península Coreana.

Caso ele continue se somando aos atos hostis à RPDC dos EUA, apesar de nosso repetido conselho, deixará uma mancha irremediável em sua fama política.

Aproveito a ocasião para advertir fortemente sobre as detectadas tentativas sinistras dos EUA e seus satélites de pôr sobre o tapete do Conselho de Segurança da ONU as legítimas contramedidas de autodefesa da RPDC.

Representação permanente da RPDC ante a ONU publica comunicado de imprensa


A representação permanente da República Popular Democrática da Coreia ante a ONU fez pública em 19 de março a seguinte declaração:

Apesar da preocupação e rechaço da imparcial sociedade internacional, os EUA armaram no cenário da ONU a ilegal farsa de discutir o inexistente "problema de direitos humanos" da RPDC mobilizando seus seguidores.

A representação permanente da RPDC ante a ONU denuncia e rechaça tangentemente a vil campanha de pressão dos EUA com o tema de "direitos humanos", qualificando-a de flagrante violação e grave afronta à dignidade e soberania de nosso Estado.

O que deve ser questionado no Conselho de Segurança da ONU são os cruéis crimes antiéticos dos EUA que cometem a agressão contra Estados soberanos e o massacre de incontáveis civis inocentes violando a Carta da ONU e outros direitos internacionalmente reconhecidos.

É uma afronta e insulto aos direitos humanos o fato de que fale da situação de "direitos humanos" de alguém um país como os EUA, que deixou a maior mancha na história internacional de direitos humanos por seus atos violadores dos mesmos que consternaram o mundo inteiro.

A sociedade internacional já reconhece que a "defesa dos direitos humanos", de que os EUA falam com frequência, é empregada como um aparato de intervenção nos assuntos internos para ocultar a vergonhosa natureza deste país, pior violador de direitos humanos do mundo, cometer a agressão contra os Estados soberanos independentes e derrubar seus regimes.

Coincidindo com os exercícios militares conjuntos de caráter agressivo que ameaçam gravemente a segurança de nosso Estado, os EUA tramaram o sujo complô de "direitos humanos" anti-RPDC no cenário da ONU. Esta conduta comprova que seu alvoroço de "direitos humanos" não passa de uma guia de agressão contra a RPDC.

A ONU não deve ser usada como meio político com que os EUA exercem aos seus caprichos a pressão, a ameaça e a chantagem sobre os Estados soberanos e independentes que não o agradam.

Para assegurar a verdadeira paz e estabilidade internacionais e fomentar os genuínos direitos humanos, os países membros da ONU deverão rechaçar totalmente a politização, a discriminação e a seletividade no campo de direitos humanos e levantar a voz da justiça contra o despotismo e arbitrariedades que cometem os EUA e seus satélites sob o pretexto de "direitos humanos".

A RPDC tem a vontade resoluta e clara de castigar com os meios mais poderosos a ilegal campanha de "direitos humanos" dos EUA e seus satélites.

A RPDC fará todo o possível para defender o regime socialista, que o povo coreano aprecia como sua vida, e seus autênticos direitos de todos atos hostis dos EUA e seus seguidores.