sexta-feira, 31 de julho de 2026
Realizado ato comemorativo pelo 70º aniversário da fundação do Instituto Superior de Tecnologia Industrial de Kusong
Jamais se deve desviar, ainda que minimamente, dos princípios do Partido
Tomemos a ideia e a intenção do Partido como um princípio de trabalho e vida
Ryang Sun
O nobre significado contido em uma grande confiança — História contada por uma guia do Museu da História Revolucionária de Jonsung
O estimado camarada Kim Jong Un disse:
"Os funcionários e guias do setor da história revolucionária são revolucionários que defendem a história revolucionária e os feitos revolucionários do grande Líder e do grande General, bem como os feitos revolucionários de nosso Partido, e constituem o núcleo encarregado de explicar e divulgar a brilhante história revolucionária de nosso Partido."
Foi há algum tempo, durante uma reportagem no Local de Interesse Histórico-Revolucionário de Jonsung.
Enquanto percorríamos o Museu da História Revolucionária de Jonsung junto com a guia Ra Mi Hyang, paramos diante de um painel fotográfico.
Era uma fotografia que retratava o estimado camarada Secretário-Geral tirando uma significativa foto comemorativa com guias e funcionários do setor da história revolucionária da vitória na guerra, no salão central do Museu Comemorativo à Vitória na Guerra de Libertação da Pátria, em 28 de julho de 2022, um dia após o término das comemorações do 69º aniversário da grande vitória na guerra.
Ra Mi Hyang contou, emocionada, a história por trás dessa significativa fotografia.
Em julho daquele ano, ela e os demais guias e funcionários do Museu da História Revolucionária de Jonsung receberam uma notícia inesperada às vésperas do Dia da Vitória.
Era a notícia de que participariam das comemorações do Dia da Vitória.
Contudo, até aquele momento, eles ainda não sabiam como haviam sido escolhidos para ocupar um lugar tão honroso.
Foi em 21 de julho daquele ano.
Ao reunir-se com funcionários, o estimado camarada Secretário-Geral disse que seria bom fazer participar das comemorações do Dia da Vitória os guias e funcionários dos locais de interesse histórico-revolucionário onde estão preservados os feitos da direção do grande Líder para a vitória na guerra.
Naquele instante, os olhos dos funcionários encheram-se de lágrimas.
Na verdade, naquela ocasião, toda a atenção deles estava voltada para os preparativos da 8ª Conferência Nacional dos Veteranos de Guerra. No entanto, o estimado camarada Secretário-Geral, considerando os esforços silenciosos dos guias e funcionários do setor da história revolucionária da vitória na guerra, que dedicam toda a sua vida a enaltecer os feitos da direção do grande Líder na vitória da guerra, concedeu-lhes sua imensa benevolência e carinho.
Foi assim que os guias e funcionários desse setor que participariam da 8ª Conferência Nacional dos Veteranos de Guerra foram selecionados com urgência. Na grandiosa conferência, tiveram a oportunidade de fazer discursos de compromisso e também desfrutaram da suprema honra e da maior felicidade de participar, junto ao estimado camarada Secretário-Geral, das comemorações do 69º aniversário da grande vitória na guerra.
Em 28 de julho, Ra Mi Hyang e os demais guias e funcionários do setor da história revolucionária da vitória na guerra tiveram a honra de tirar uma fotografia comemorativa com o estimado camarada Secretário-Geral no salão central do Museu Comemorativo à Vitória na Guerra de Libertação da Pátria.
Naquele dia, o estimado camarada Secretário-Geral afirmou calorosamente que os guias do setor da história revolucionária da vitória na guerra são os responsáveis diretos e o núcleo encarregado de fazer as massas assimilarem a história da direção do Partido na conquista da vitória na guerra. Em seguida, ensinou que, com elevado nível político e teórico, excelente habilidade de exposição e vasto conhecimento, eles devem realizar palestras acessíveis, vivas, verdadeiras e profundamente comoventes, preparando firmemente nosso povo, os oficiais e soldados do Exército Popular e os jovens e estudantes como revolucionários inabaláveis que, à semelhança da primeira e da segunda geração da revolução, se dediquem ao Partido e à pátria.
Nessas palavras estavam calorosamente condensados a confiança ilimitada e o amor do estimado camarada Secretário-Geral pelos guias e funcionários do setor da história revolucionária da vitória na guerra.
Justamente porque atribui a maior importância ao trabalho de fazer com que todo o povo e as novas gerações compreendam profundamente a história da direção do Partido na vitória da guerra e se armem firmemente com o espírito de defesa da pátria da década de 1950, tornando-se revolucionários ardentes e combatentes indomáveis, o estimado camarada Secretário-Geral concede tamanha confiança aos guias e funcionários desse setor e lhes dispensa repetidamente sua imensa benevolência.
"Neste Dia da Vitória também tivemos a honra de assistir, na presença do estimado camarada Secretário-Geral, ao espetáculo comemorativo do 73º aniversário da Vitória na Guerra de Libertação da Pátria e à cerimônia da marcha comemorativa das colunas simbólicas da época da Guerra de Libertação da Pátria. Naquele momento, derramamos lágrimas de emoção ao sentir que não existem pessoas mais felizes no mundo do que os guias e funcionários do setor da história revolucionária da vitória na guerra, acolhidos no abraço do estimado camarada Secretário-Geral."
Ao ouvir seu relato, tivemos uma convicção.
A grande confiança e o amor do estimado camarada Secretário-Geral constituem um precioso alimento espiritual que fortalece os guias e funcionários do setor da história revolucionária da vitória na guerra como sentinelas ideológicas, encarregadas de gravar profundamente no coração de nosso povo o espírito da grande vitória na guerra.
De fato, é graças à destacada direção do estimado camarada Secretário-Geral que o espírito da geração vitoriosa é transmitido continuamente, fazendo com que nossa pátria resplandeça para sempre como uma inexpugnável fortaleza socialista, inacessível a qualquer inimigo poderoso.
Choe Mun Kyong
Os nobres ensinamentos do estimado camarada Secretário-Geral — O patriotismo dos cidadãos determina a velocidade e a qualidade do desenvolvimento integral do Estado
Há um precioso ensinamento do grande homem sem igual que todos os funcionários, militantes do Partido e trabalhadores devem gravar profundamente no coração hoje, quando, com o mesmo espírito e o mesmo ímpeto que abriu-se a nova era do desenvolvimento integral do socialismo, trava-se vigorosamente a grandiosa luta transformadora pela conquista dos objetivos da etapa seguinte.
O patriotismo dos cidadãos determina a velocidade e a qualidade do desenvolvimento integral do Estado.
Nesse ensinamento do estimado camarada Secretário-Geral está contido o profundo significado de que, quanto maior for a lealdade e o fervor patriótico de cada cidadão que sustenta o Estado, mais será acelerada a revitalização nacional e maiores serão as conquistas e transformações alcançadas na luta pelo desenvolvimento integral do socialismo.
O estimado camarada Kim Jong Un disse:
"Quando todo o povo colocar os interesses do Estado e os interesses comuns acima de tudo, cumprir fielmente seus deveres cívicos e viver e lutar como verdadeiro trabalhador socialista, dedicando de todo o coração seu patriotismo ao desenvolvimento e à prosperidade do país, nossa pátria se tornará para sempre forte e próspera, inabalável."
Vivemos hoje uma época empolgante de desenvolvimento integral, em que se alcança o desenvolvimento simultâneo e equilibrado de todos os campos da construção socialista, de todas as regiões do país e de todos os setores da economia nacional. Assim como nos últimos cinco anos, que abriram o período do desenvolvimento integral, também na nova marcha de avanço e transformação que devemos prosseguir, o que nossa revolução necessita urgentemente é do patriotismo dos cidadãos que unem seu destino ao destino da pátria, assumem por iniciativa própria a responsabilidade pelo presente e pelo futuro do Estado e lutam para alcançar o mais alto desempenho em seu trabalho.
A luta de hoje, que deve realizar tarefas ainda maiores e executar planos ainda mais ambiciosos do que os concretizados nos últimos cinco anos, jamais poderá ser levada adiante apenas por medidas estatais, ordens administrativas, leis ou disciplina. Somente quando todo o povo, com a consciência de ser verdadeiro dono da digna República e com a convicção em um amanhã mais belo, feliz e próspero, multiplicar por cem seu ardor revolucionário e patriótico, será possível fazer avançar sem interrupção, rumo a uma ascensão contínua, essa grandiosa corrente de transformações que ingressou na trajetória de um salto rumo ao desenvolvimento integral do socialismo.
Ao recordar o longo caminho de luta percorrido por nossa pátria, vemos que ele constitui uma trajetória gloriosa em que o povo de todas as camadas sociais, unido pela força do patriotismo, superou inúmeras montanhas e dificuldades e avançou vigorosamente, passo a passo, rumo ao elevado ideal de uma potência socialista. Todas as grandes conquistas que alcançamos jamais foram presentes vindos do céu, nem resultados obtidos graças a patrimônios ou riquezas de enorme valor. Elas são o orgulhoso fruto do fato de que todos os cidadãos, sem exceção, amaram ardentemente nosso Estado, o país do povo sem igual no mundo, e dedicaram integralmente seus esforços aos postos que lhes foram confiados, movidos por esse amor.
Isso também pode ser claramente constatado ao observar os últimos cinco anos, que inauguraram a nova corrente do desenvolvimento integral.
Os últimos cinco anos, nos quais o fervor patriótico de todo o povo atingiu um nível extraordinário, foram dias inesquecíveis em que o voluntariado para as principais frentes da construção socialista e para os setores mais difíceis consolidou-se como uma tendência da época, e em que homens e mulheres, jovens e idosos, amaram e valorizaram seus locais de trabalho e dedicaram seu precioso suor ao cuidadoso embelezamento de suas cidades natais e aldeias. Embora trabalhassem em lugares diferentes, em todas as regiões e unidades do país, todos passaram espontaneamente a procurar boas ações para realizar, colocando os interesses da nação acima de tudo quanto maiores eram as dificuldades, e criaram realizações extraordinárias, sem precedentes, em seus respectivos trabalhos.
Foi porque essa corrente patriótica fluiu vigorosamente que foi possível criar, em meio a extremas dificuldades que outros não suportariam nem por um dia ou uma hora, o brilhante milagre de inaugurar uma nova era de prosperidade nacional integral; erguer continuamente obras exemplares da nova civilização socialista; abrir um grande período de prosperidade na construção; inaugurar uma nova revolução rural e uma nova era de desenvolvimento local; e produzir mudanças concretas sentidas diretamente pelo povo, bem como todas as demais realizações.
A enorme força que nasce do patriotismo dos cidadãos também pode ser claramente constatada na orgulhosa realidade de hoje, em que, inspiradas pelas contínuas inovações da classe operária de Sangwon e pelas notícias dos novos recordes criados pelos patrióticos mineiros de Chonsong, que conclamaram todo o povo a uma luta audaciosa, numerosas unidades de todos os setores da economia nacional alcançam expressivos aumentos de produção.
Hoje, quando nossa pátria abre vigorosamente um novo período ascendente do desenvolvimento integral seguindo o caminho indicado pelo 9º Congresso do Partido, aquilo que nosso Partido considera sua maior força, sua vantagem mais segura e sua mais importante reserva é, acima de tudo, a extraordinária consciência política e o espírito combativo de todo o povo, unido e mobilizado integralmente pelo patriotismo.
É por isso que o Comitê Central do Partido estabelece, como princípio supremo e critério máximo para resolver todas as questões teóricas e práticas que surgem no trabalho do Partido e do Estado, preparar plenamente nosso povo como a grande força motriz que desbrava a época atual.
Todo cidadão nascido nesta terra deve possuir a firme convicção de que os interesses do Estado são os seus próprios interesses, colocando sempre os interesses nacionais acima de tudo em seu pensamento e em sua prática e elevando ainda mais o fervor patriótico.
Os grandiosos ideais e objetivos apresentados pelo 9º Congresso do Partido exigem um ritmo de avanço ainda mais elevado.
Todos devem ter em mente que, quanto mais rápida for a marcha da pátria, mais cedo chegarão nossa felicidade e nossa civilização, demonstrando maior velocidade e energia na luta pela implementação das políticas do Partido, com a extraordinária determinação de quem enfrenta a vida e a morte.
As dificuldades que se interpõem não são pequenas e as tarefas a cumprir são imensas, mas todos nós devemos ter a firme convicção de que não temos absolutamente o direito de recuar antes de alcançar a máxima velocidade em nosso trabalho. Com elevado ardor revolucionário e patriótico, devemos redobrar nossos esforços cem vezes, de modo que um único passo nosso corresponda a cem ou mil passos dos outros. Somente quando houver numerosos pioneiros que renovem continuamente novos padrões e novos recordes por meio da inovação e da criação incessantes, protagonistas da época que avancem montados no corcel da ciência e da tecnologia pelo caminho mais curto do progresso e coletivos patrióticos que conquistem antecipadamente as metas planejadas, a velocidade do desenvolvimento integral do Estado estará solidamente garantida.
A grandiosa nova era da criação exige, além de uma velocidade extraordinária, a mais elevada qualidade.
Em outubro de dois anos atrás, os oficiais e soldados dos Regimentos nº 124 do Exército Popular da Coreia, que participaram da construção das fábricas da indústria local no condado de Kujang, assumiram a determinação de concluir essas fábricas no mais alto nível possível, sem a menor imperfeição, colocando em jogo a honra e a consciência do soldado. Ao assegurar um elevado padrão de qualidade na construção conforme as exigências de modernização, padronização e normalização, demonstraram claramente em que nível deve ser garantida a qualidade das obras erguidas segundo os planos do Partido e como deve ser expresso o verdadeiro patriotismo.
Todos os cidadãos devem seguir o espírito de luta dos oficiais e soldados dos Regimentos nº 124 do Exército Popular da Coreia. Mesmo ao assumir uma única tarefa, devem realizá-la com zelo e dedicação, de modo que possam responder dignamente diante da pátria; mesmo ao pesquisar um único tema, devem empenhar esforços e paixão incansáveis para competir com o mundo e superá-lo. Quando cada cidadão, ao criar qualquer obra, nela incorporar o mais elevado ideal de elevar a dignidade de nosso Estado ao ápice do mundo e iluminar cada dia com consciência limpa, elevado senso de responsabilidade e dedicação, transformando isso em espírito patriótico de todo o povo e em um costume patriótico de toda a sociedade, o desenvolvimento integral do Estado será ainda mais acelerado e o elevado nível qualitativo da criação e da construção estará firmemente assegurado.
Militantes do Partido e trabalhadores de todo o país!
Pelo hoje mais avançado do que ontem e pelo amanhã que superará o presente, avancemos sem cessar na criação e na luta, unidos pelo mesmo coração patriótico.
Guardemos profundamente no coração quão grandiosa é a época em que vivemos e quão imensa é a honra de que desfrutamos, dedicando toda a responsabilidade e todo o entusiasmo de verdadeiros donos da pátria.
Quando todos seguirem o grandioso mundo de patriotismo do estimado camarada Secretário-Geral e, como verdadeiros protagonistas do desenvolvimento integral do Estado, se dedicarem com responsabilidade e espírito de luta, nossa pátria se erguerá como a nação mais poderosa do mundo, admirada por todos.
A antecipação do tempo de guerra acelera a ruína da OTAN, comenta a ACNC
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) apega-se freneticamente aos preparativos de guerra, despertando grande preocupação na comunidade internacional.
Há pouco tempo, a OTAN aprovou um projeto de reorganização do sistema de transporte de combustível para uso militar da época da Guerra Fria.
Segundo esse documento, a rede de abastecimento de combustível da OTAN na Europa Ocidental, construída durante a Guerra Fria e com uma extensão total de cerca de 10 mil quilômetros, será conectada aos novos países-membros da Europa Oriental e da região nórdica.
E, para esse fim, serão executados grandes projetos, como a instalação e a modernização de oleodutos e a construção de depósitos de combustível.
O projeto, aprovado apesar das divergências entre os países-membros quanto aos enormes recursos financeiros necessários, demonstra que a OTAN está concentrada em assegurar o abastecimento de materiais estratégicos de reserva para a guerra.
Como prova da transformação da OTAN em um bloco militar de caráter agressivo, surgem dentro da própria organização fanfarronices como a de que "uma OTAN mais forte depende dos oleodutos".
Quanto à aprovação desse projeto tão ambicioso, a imprensa estrangeira avalia que se trata de uma medida para enfrentar uma eventual guerra contra a Rússia. Porém, a questão não é tão simples.
A OTAN sempre insistiu na "indivisibilidade da segurança da Europa e da região da Ásia-Pacífico".
Nos últimos anos, vem exibindo sua presença militar ao infiltrar, sem qualquer escrúpulo, recursos estratégicos dos países-membros na região da Ásia-Pacífico. Além disso, realiza exercícios militares aventureiros nos arredores da Península Coreana em conluio com os países hostis à RPDC.
No exercício marítimo multinacional combinado RIMPAC, realizado nas águas do Havaí e do Pacífico, participaram Alemanha e Itália, derrotadas na Segunda Guerra Mundial, assim como outros países europeus.
Esse fato demonstra que a OTAN mantém constantemente a região da Ásia-Pacífico em sua mira militar.
Agora, a OTAN promove simultaneamente o fortalecimento de sua capacidade militar e o abastecimento de materiais estratégicos de reserva, com a intenção de provocar uma guerra a qualquer momento e em qualquer lugar.
Já se passaram várias décadas desde a fundação da OTAN, mas em nenhum outro momento esse bloco de guerra impulsionou de forma tão aberta os preparativos bélicos quanto agora.
A imparcial comunidade internacional, que aspira à justiça e à paz, jamais tolerará a aventura da OTAN e lhe desferirá um contundente contra-ataque.
A antecipação do tempo de guerra acelera a ruína da OTAN.
O Japão, pior cúmplice da Guerra da Coreia do passado
A Guerra da Coreia, desencadeada em 1950 pelos imperialistas estadunidenses, foi uma guerra horrível que impôs incontáveis desgraças e sofrimentos ao povo coreano.
Os militaristas japoneses colaboraram com os Estados Unidos nos preparativos da guerra desde a elaboração de seu plano.
Por ordem dos Estados Unidos, revisaram todos os documentos do Estado-Maior Geral das tropas agressoras japonesas que haviam sido preservados após sua derrota.
O plano de guerra concluído pelos estadunidenses em colaboração com os militaristas japoneses foi apresentado ao Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos.
Além disso, os militaristas japoneses participaram da elaboração do programa de espionagem dos Estados Unidos contra a República Popular Democrática da Coreia.
Sob o comando dos Estados Unidos, confirmaram o paradeiro e as missões dos espiões infiltrados na RPDC, a possibilidade de suas atividades e sua rede de contatos para o momento do início da guerra, além de traçarem o plano para lançar esses espiões.
Chegaram a envolver até religiosos em atividades de espionagem e prestaram todo tipo de apoio ao exército títere da República da Coreia, usado como bucha de canhão na guerra.
Em 1948, dezenas de oficiais do antigo Exército japonês foram enviados à República da Coreia com a missão de auxiliar na organização do exército títere e em seus treinamentos. Em abril de 1950, ensinaram técnicas de assassinato aos oficiais do exército títere da República da Coreia.
Por outro lado, ingressaram na República da Coreia uma unidade liderada pelo vice-almirante da Marinha Eiichiro Gondo e outra chefiada pelo coronel do Exército Tetsubi Sawai, que haviam recebido treinamento especial das tropas estadunidenses. Ao mesmo tempo, outras unidades japonesas também se prepararam para participar da Guerra da Coreia.
Os militaristas japoneses chegaram até mesmo a preparar uma guerra bacteriológica.
A colaboração do Japão nos preparativos da guerra de agressão dos Estados Unidos contra a RPDC ampliou ainda mais seu histórico de crimes coloniais.
quinta-feira, 30 de julho de 2026
O Comando das Forças dos EUA no Japão está se transformando em um "comando de guerra" — Comentário da Agência Central de Notícias da Coreia
Os Estados Unidos estão acrescentando um novo fator de instabilidade estratégica à Península Coreana e à região da Ásia-Pacífico, fazendo soprar ventos cada vez mais intensos de guerra.
Em 26 de julho, o comandante das Forças dos EUA no Japão declarou, em entrevista a um jornal japonês, que, desde o ano passado, foi possível realizar uma "resposta rápida", antes impossível, por meio do reforço de cerca de 200 efetivos no comando das forças estadunidenses estacionadas no Japão para "fortalecer as funções do comando". Gabou-se ainda de que está assegurando pessoal suficiente para manter um sistema de funcionamento durante 24 horas em todas as funções de combate.
Chegou inclusive a bradar que "na região da Ásia-Pacífico, a questão não é se uma crise ocorrerá, mas quando ela ocorrerá", acrescentando que "junto com o Japão estaremos plenamente preparados para qualquer eventualidade".
Isso faz parte do plano de reorganizar o Comando das Forças dos EUA no Japão, que até então desempenhava principalmente tarefas administrativas, como a gestão do Acordo sobre o Estatuto das Forças entre os EUA e o Japão, transformando-o em um "comando militar integrado" dotado de autoridade efetiva de comando operacional. Tal medida demonstra que o Comando das Forças dos EUA no Japão está se convertendo, de fato e de direito, em um verdadeiro "comando de guerra", encarregado de dirigir de forma unificada as forças estadunidenses e as forças armadas dos países que seguem os Estados Unidos na região.
Como é sabido, desde o ano passado os Estados Unidos vêm promovendo uma reorganização das suas forças estacionadas no Japão para estabelecer um "comando militar integrado", atribuindo-lhe parte da autoridade de comando operacional atualmente exercida pelo Comando do Pacífico dos EUA, sediado no Havaí.
O elemento central dessa reorganização das forças estadunidenses no Japão, conduzida em três etapas, consiste em unificar o sistema de comando das forças dos EUA no Japão com o "Comando Integrado de Operações" do Japão, criado em março do ano passado para dirigir de forma unificada as Forças de "Autodefesa" terrestres, navais e aéreas, possibilitando que Estados Unidos e Japão conduzam operações militares conjuntas em caso de contingência.
Embora um dos objetivos dos Estados Unidos seja fortalecer ainda mais suas forças expedicionárias como tropas de campanha dotadas de capacidade independente para operações em tempo de guerra, sua intenção principal é utilizar as Forças de "Autodefesa" do Japão como força de assalto e principal força de combate em uma guerra em grande escala na região da Ásia-Pacífico.
No ano passado, ao iniciar a reorganização do comando das forças estadunidenses estacionadas no Japão, os Estados Unidos chegaram a declarar publicamente que "o Japão estará na linha de frente de qualquer contingência que possamos enfrentar na região do Pacífico Ocidental".
Na realidade, em diversas partes do Japão, inclusive entre partidos de oposição, multiplicam-se as vozes de preocupação de que as Forças de "Autodefesa" acabarão sendo colocadas sob o comando das forças estadunidenses.
Considerando que as forças estadunidenses estacionadas no Japão constituem o principal contingente de reforço que os Estados Unidos pretendem enviar primeiro à República da Coreia em caso de uma contingência na Península Coreana, é um fato inegável que o principal alvo desse "comando de guerra" é justamente a nossa República.
Como os próprios adversários reconheceram, atualmente o conflito físico na Península Coreana deixou de ser uma questão de possibilidade, tornando-se claramente uma questão de quando ocorrerá.
Ainda recentemente, os Estados Unidos realizaram, juntamente com os militares títeres da RC, o maior "Exercício Conjunto de Sustentação Logística" da história, destinado a ampliar a capacidade de sustentação de operações na área operacional da Península Coreana e preparar-se para uma guerra prolongada. Além disso, realizaram a reunião dos chefes dos Estados-Maiores Conjuntos dos Estados Unidos, Japão e República da Coreia e voltaram a defender o fortalecimento da "cooperação trilateral em matéria de segurança", incluindo a realização contínua do exercício militar conjunto multidomínio "Freedom Edge".
Ao exporem sem qualquer disfarce sua intenção hostil e imutável de confrontar nossa República até o fim e ao se lançarem freneticamente à construção de forças ofensivas em grande escala e de capacidades para operações prolongadas de alta intensidade, os atos aventureiros de militarismo dos Estados Unidos nos levam, mais uma vez, à conclusão definitiva e irreversível de que devemos dedicar esforços ainda maiores ao desenvolvimento e ao aperfeiçoamento ininterruptos da nossa força nuclear de dissuasão para autodefesa.
Há na história o precedente de que o Comando do Extremo Oriente dos Estados Unidos, que esteve estacionado no Japão e dirigiu a Guerra da Coreia, terminou sua existência marcado como um "comando derrotado", em consequência da amarga derrota que sofreu.
A transformação do Comando das Forças dos EUA no Japão em um "comando de guerra" representa, ao mesmo tempo, um caminho direto rumo à sua transformação em um vergonhoso "comando derrotado".
Temperamento de trabalho revolucionário
O temperamento de trabalho revolucionário é o modo próprio de atuação dos revolucionários, que planejam, organizam e desenvolvem o trabalho de maneira revolucionária.
O temperamento de trabalho revolucionário é o método e a atitude de trabalho ativos e progressistas que consistem em provocar continuamente novos saltos e inovações na revolução e na construção, possuindo uma dedicação ilimitada de sacrificar tudo pelo Partido e pela revolução, pela pátria e pelo povo, bem como um espírito indomável que luta resolutamente pela realização da causa revolucionária sem a menor vacilação, quaisquer que sejam as adversidades.
Para os funcionários, que são os quadros dirigentes da revolução, possuir um temperamento de trabalho revolucionário constitui uma condição prévia indispensável para cumprir plenamente suas responsabilidades e deveres perante a época e a revolução.
Somente quando os funcionários estabelecerem um temperamento de trabalho revolucionário poderão cumprir fielmente as tarefas revolucionárias confiadas pelo Partido em quaisquer circunstâncias difíceis e complexas, bem como desempenhar sua missão como verdadeiros e dedicados servidores do povo.
O aspecto mais importante do temperamento de trabalho revolucionário é o espírito de executar até o fim as ideias e as intenções do líder, bem como a linha e as políticas do Partido.
Estabelecer o espírito revolucionário de executar até o fim as ideias e as intenções do líder e a linha e as políticas do Partido significa que os funcionários as aceitam como as mais justas, as defendem resolutamente e, sem apresentar o menor motivo ou pretexto, as implementam de forma incondicional e completa, demonstrando dedicação e espírito de sacrifício ilimitados.
Em seguida, vêm o espírito de luta da autoconfiança e a liderança pelo exemplo.
A autoconfiança é o espírito de dignidade que busca avançar à frente do mundo com nossas próprias forças, nossos próprios recursos e nossa própria tecnologia.
Os funcionários devem colocar-se na linha de frente das massas, assumir antes de todos as tarefas mais difíceis e árduas e dar o exemplo com suas próprias ações. Somente assim poderão cumprir com excelência as tarefas revolucionárias propostas e sensibilizar e conduzir as massas, desempenhando plenamente seu dever como porta-estandartes da revolução e educadores das massas.
Além disso, são importantes o espírito de luta de inovação contínua e avanço permanente, bem como um estilo de trabalho baseado em princípios e na imparcialidade.
Para demonstrar o espírito de luta de inovação contínua e avanço permanente, é necessário realizar o trabalho com dinamismo, combatividade e entusiasmo, mantendo uma postura progressista, e rejeitar completamente a autossatisfação, a estagnação, o comodismo, o relaxamento, a passividade e o conservadorismo.
Somente estabelecendo um estilo de trabalho baseado em princípios e na imparcialidade os funcionários poderão defender firmemente sua posição revolucionária e assegurar de maneira sólida a autoridade dirigente do Partido.
Uma época que faz a revolução
Vivemos verdadeiramente uma grande época, uma época de intensas transformações.
Na história do desenvolvimento da nossa pátria houve não poucos períodos de grandes mudanças, mas nunca antes, como hoje, ocorreram transformações abrangentes em todos os setores, nem os padrões da criação foram elevados a um nível sem precedentes.
Não se trata apenas de alguns setores ou unidades específicas, mas de uma época em que todos os setores, todas as unidades e todas as regiões do país se transformam simultaneamente; uma época em que, à medida que se ampliam e fortalecem as frentes de luta para promover o bem-estar do povo, a criação incessante, a inovação contínua, o avanço ininterrupto e os sucessivos saltos se tornam uma corrente dominante, e em que a aspiração constante pelo novo se converte em um verdadeiro estilo de trabalho. Esta é precisamente a característica da nossa época atual, inteiramente marcada pela luta e pelo avanço.
Enquanto em toda parte ressoa o solene chamado da revolução e pessoas e montanhas se transformam a ponto de se tornarem irreconhecíveis, insuflando ainda maior vigor ao curso desta época de intensas mudanças, o estimado camarada Secretário-Geral, na histórica 2ª Reunião Plenária do 9º Comitê Central do Partido, abriu o grandioso prelúdio de mais uma grande revolução destinada a renovar completamente todas as regiões carboníferas do país, afirmando, em palavras profundamente significativas, que devemos passar de uma luta para outra luta.
É verdadeiramente emocionante.
Qual é o chamado mais marcante que pode simbolizar e representar esta grande época, esta época de milagres que, ano após ano, aproxima transformações seculares por meio de uma inovação incessante e de um impulso que jamais se interrompe?
Uma época que faz a revolução!
A grande época da revolução, que realiza as aspirações e os ideais seculares do povo e grava as marcas mais profundas na história da fundação do Estado por meio de grandiosas transformações, é precisamente a verdadeira imagem da nossa época, repleta de mudanças e acontecimentos extraordinários.
O estimado camarada Kim Jong Un disse:
"Encontrar alegria nas dificuldades da nossa geração e, com a própria luta e dedicação, lançar os alicerces da prosperidade e do florescimento para as gerações futuras: eis precisamente o valor da nossa luta e a alegria de fazer a revolução."
A própria palavra revolução significa a luta para substituir tudo o que é velho e atrasado por algo novo e avançado. Não se pode pensar no desenvolvimento e na transformação fundamentais da sociedade separadamente da palavra revolução. A história da humanidade registra inúmeras revoluções e seus grandiosos resultados, mas jamais conheceu uma época inteira fervilhando de revolução, em que a fisionomia de um país se transformasse simultaneamente em todos os aspectos.
Recordemos mais uma vez os diversos chamados que ecoam juntamente com a palavra revolução, que simboliza e representa a nossa época.
A grandiosa revolução da construção, que transforma simultaneamente a capital e as províncias de acordo com as exigências da nova época e ergue modernos centros turísticos e polos de vida cultural, promovendo uma verdadeira transformação do país; a revolução da indústria de defesa, que avança vigorosamente alcançando um desenvolvimento surpreendente e acelerado; a revolução do desenvolvimento local, destinada a realizar o desejo secular dos habitantes das províncias e proporcionar-lhes uma nova vida civilizada; a nova revolução rural, que transforma todas as aldeias do país em ideais comunidades socialistas, agradáveis para viver e trabalhar; a revolução da saúde da nova época, para fazer da nossa saúde pública a mais avançada, moderna e de nível mundial; e a revolução educacional do novo século, que tem por objetivo transformar o nosso país em uma nação desenvolvida pela educação, poderosa graças à educação e rica em talentos...
Quando, em algum momento da história, houve revoluções tão vastas ocorrendo simultaneamente em todos os domínios da construção do Estado, do desenvolvimento econômico e da vida social?
Não se trata de uma simples mudança, mas de uma revolução. Não é uma reforma gradual e parcial do velho e do atrasado, mas uma transformação simultânea e equilibrada que, com um ritmo de desenvolvimento surpreendente, muda profundamente tanto as pessoas quanto as montanhas e rios, tornando-os irreconhecíveis. É uma revolução inteiramente nova e grandiosa.
Neste momento contemplamos o belo mapa da nossa pátria.
Ao percorrer um a um os emocionantes frutos produzidos pela nova revolução, é impossível não sentir como se todo o país estivesse renascendo completamente.
As deslumbrantes novas avenidas e aldeias erguidas como brotos de bambu tanto na capital quanto nas províncias, preservando a modernidade, o avanço e o caráter nacional; as novas fábricas da indústria local, as modernas instalações de saúde, os centros integrados de serviços e as bases de maricultura recém-construídos retratam com clareza o panorama completo da nova época, fervilhando de transformações. Na famosa praia de Myongsasimni, na costa do Mar Leste, estende-se até onde a vista alcança a magnífica Zona Turística Costeira de Wonsan-Kalma, tomada por multidões de visitantes; às margens do rio Amnok, na fronteira noroeste da pátria, surgiram uma esplêndida cidade rural de cultura moderna e um vasto mar de estufas de hortaliças, revelando de forma concreta o verdadeiro significado da grande transformação da nova época.
Surgem incontáveis novas aldeias, novas fábricas e novas avenidas que precisam ser registradas no mapa, gravando literalmente o verdadeiro significado de uma transformação completa.
As transformações da nova época não podem ser encontradas apenas no mapa.
Na luta para implementar a linha de cinco pontos da construção do Partido na nova época, a capacidade dirigente, organizativa e combativa do Partido foi ainda mais fortalecida, e as atividades do Estado passaram de forma firme a orientar-se para o desenvolvimento e o progresso.
O povo aclama e recebe com entusiasmo as políticas adotadas, numerosas novas leis destinadas a proteger os interesses do povo são promulgadas, e os trabalhos para sua implementação são vigorosamente impulsionados.
Nos céus, na terra e nos mares da pátria, equipamentos de armamento de ponta, desenvolvidos com nossas próprias forças, ampliam dia após dia sua presença; no campo econômico, são alcançados resultados significativos que fortalecem ainda mais as bases da economia independente; e, na esfera da cultura, surgem preciosas criações que rompem completamente com os antigos esquemas e a rigidez do passado.
De fato, as brilhantes transformações que ocorrem simultaneamente em todas as regiões do país, abrangendo todos os setores da sociedade, incluindo a política, a economia, a defesa nacional, a cultura, bem como as cidades e o campo, demonstram claramente a amplitude ilimitada e a extraordinária força transformadora da revolução da nossa época.
Não se trata apenas do fato de que revoluções estejam ocorrendo em todas as frentes.
Por meio de cada uma dessas revoluções, estão se concretizando os sonhos que o nosso povo acalentou durante séculos.
Uma revolução para realizar as aspirações e os ideais do povo; uma época em que tudo aquilo que o povo deseja floresce na realidade — este é precisamente o significado mais marcante da época da revolução.
Hoje vivemos uma época extraordinária, em que os ideais e o futuro que contemplávamos com convicção ao longo do árduo caminho da luta revolucionária se desdobram diante dos nossos olhos como realidade.
Os sonhos e as aspirações do povo não se realizam espontaneamente apenas porque o tempo passa ou porque são intensamente desejados. A felicidade é conquistada, não esperada.
Ao longo da jornada da nova época, o que vimos e sentimos?
Recordemos o caminho revolucionário de mais de dez anos que percorremos resolutamente ao lado do estimado camarada Secretário-Geral, desde a colina das lágrimas de sangue.
Foi um caminho iniciado com firme convicção, superando uma dor capaz de despedaçar o coração; um percurso aberto sem jamais vacilar, sustentado pela única certeza de que somente seguindo esse caminho haveria vitória e futuro. Hoje, sobre esse caminho, os sonhos e os ideais do povo estão finalmente se tornando realidade.
A época de hoje é o brilhante resultado de mais de dez anos de jornada revolucionária conduzida sob a liderança do estimado camarada Secretário-Geral e representa o ponto culminante da história da revolução coreana, em que o futuro antes visto apenas pela força da convicção se converte em realidade.
É exatamente isso.
A época da revolução é precisamente a época das grandiosas criações e transformações abertas pelo estimado camarada Kim Jong Un, eminente dirigente da revolução Juche; é a época dos grandes milagres.
A história da nossa revolução comprovou como a mais preciosa das verdades que, para que a revolução triunfe, é indispensável contar com um dirigente extraordinário. Para que uma época inteira fervilhe de uma grande revolução e suas preciosas vitórias inspirem a luta de dezenas de milhões de pessoas, é necessário ter à frente um grande homem excepcional.
A época que tem à sua frente o estimado camarada Kim Jong Un, o maior dos grandes homens sob o céu; a época de intensas transformações em que, sob sua extraordinária direção, ocorrem mudanças grandiosas jamais vistas na história da pátria — este é precisamente o motivo de orgulho que caracteriza a nossa época.
O estimado camarada Kim Jong Un é o maior patriota e o maior revolucionário em seus ideais e aspirações.
O grandioso ideal e a elevada aspiração do estimado camarada Secretário-Geral de proporcionar à nossa amada pátria e ao nosso povo a mais alta dignidade, a maior felicidade e a mais bela civilização deste mundo constituíram a poderosa força motriz da revolução que trouxe transformações e saltos seculares em todos os campos da construção do Estado.
Ao recordar os últimos mais de dez anos, quantas dificuldades e adversidades não se ergueram diante do nosso caminho?
Entretanto, quanto mais se acumulavam as provações e os sofrimentos, tanto mais se fortaleciam, centenas de vezes, a convicção e a vontade do estimado camarada Secretário-Geral, fazendo transbordar a confiança e a coragem do povo.
Quando foi mesmo aquele dia em que ele nos ensinou que jamais deveríamos permanecer sentados esperando apenas que a situação e as condições melhorassem, mas que, para cumprir fielmente nossa missão para com o povo, deveríamos encontrar mais tarefas, assumir voluntariamente pesadas responsabilidades, formular novas políticas e enfrentar sua execução com plena confiança, traçando vigorosamente a nova direção da marcha da pátria e do povo?
Quando foi aquele momento comovente em que, afirmando que, para o nosso Partido, empenhado em garantir os direitos, os interesses e a saúde do povo e construir um futuro mais luminoso e próspero, não existe tarefa revolucionária mais honrosa e valiosa do que lutar para fazer com que as novas criações da civilização, tão calorosamente acolhidas pelo povo, cheguem cada vez mais, mais rapidamente e de forma ainda mais próxima aos olhos, à pele e à vida das próprias pessoas, acrescentou novos projetos ao grandioso plano concebido em benefício do povo?
Aquilo que os homens do mundo julgavam impossível, o nosso estimado camarada Secretário-Geral vem transformando, um após outro, em realidade nesta terra com sua vontade indomável e sua firme capacidade de execução. Assim, a grandiosidade das criações e transformações da nossa época, saudadas e aclamadas pelo povo, corresponde exatamente ao peso dos esforços e da dedicação que ele ofereceu, tornando cada vez mais intensa a emoção popular.
Depois de dedicar tão enormes esforços e tanto empenho para criar incontáveis obras de civilização em benefício do povo, esse pai benevolente ainda afirmou calorosamente que, comparadas aos elevados ideais e aspirações do nosso Partido, elas não passam de um grão de areia em uma grande montanha.
Para ele, revolução significa amor e serviço ao povo.
Não é justamente porque ele alimenta unicamente a aspiração de erguer nesta terra um paraíso socialista e proporcionar ao povo a maior felicidade deste mundo, e porque essa ardente paixão faz fervilhar a época e fortalece ainda mais a nossa pátria?
Sustentada pelo nobre ideal desse grande pai, a nossa revolução em prol do desenvolvimento integral do Estado está hoje avançando para um nível ainda mais elevado.
Graças à política ampliada e aprofundada do nosso Partido para o desenvolvimento local, trava-se corajosamente, todos os anos, a luta para construir fábricas da indústria local, instalações de saúde e centros integrados de serviços em vinte cidades e condados; ao mesmo tempo, a região de Sepho-ri, onde surgiu o belo Rakwonpho, está sendo transformada em um complexo industrial. Nesse contexto, a 2ª Reunião Plenária do 9º Comitê Central do Partido adotou a decisão de abrir mais uma nova frente destinada a promover uma transformação técnica e cultural em todo o setor da indústria carbonífera.
Neste momento, o fervor revolucionário e o espírito de luta do povo de todo o país alcançam os céus.
Cada pessoa transborda de confiança de que o amanhã da prosperidade já está diante dos seus olhos, e não apenas nas principais frentes do país, mas em todos os locais de trabalho, o calor da revolução irradia intensamente.
É verdadeiramente uma boa época, uma época em que se deseja derramar, sem reservas, o suor do patriotismo.
Na luta de hoje, jamais experimentada por qualquer outro e que devemos abrir unicamente com nossas próprias forças, para transformar os planos e as intenções do Partido em brilhantes resultados, devemos avançar da luta para outra luta, munidos de firme convicção, vontade resoluta, elevadas aspirações e plena confiança.
Da luta para outra luta!
Este solene chamado à continuidade do avanço e da revolução permanente faz estremecer montanhas e rios.
O que haveríamos de poupar? O que haveríamos de hesitar?
Que todos gravem no coração o apelo patriótico do estimado camarada Secretário-Geral e vivam e lutem de maneira revolucionária, em conformidade com as exigências da época da revolução.
Os elevados objetivos e aspirações da nossa época revolucionária são precisamente os planos e as intenções do Partido.
Na implementação da política do Partido reside a prosperidade e o florescimento da nossa pátria, assim como a felicidade do nosso povo.
Quando, em qualquer posto ou local de trabalho, tudo fervilhar com a implementação da política do Partido e o entusiasmo revolucionário se elevar para cumprir os objetivos apresentados pelo Partido na altura que ele deseja e dentro do prazo que determinou, não será esse precisamente o vigoroso pulsar e o espírito desta época de intensas transformações?
A época de hoje é uma época de mudanças profundas, em que revoluções ocorrem em todos os setores e em todas as regiões do país, produzindo grandiosas transformações.
Não se pode falar da época atual separadamente da revolução, e somente dedicando corpo e alma à revolução se conquista o direito de viver nesta época.
Em vez de nos satisfazermos e nos felicitarmos pelos êxitos de ontem, deve florescer vigorosamente em todos os postos e locais de trabalho o espírito de desafiar continuamente os próprios limites, realizando novos saltos e inovações. Renovar sem cessar os objetivos e os níveis da criação e avançar perseverantemente em direção ao novo deve tornar-se o método de luta e de criação da atualidade.
Quanto mais fazemos a revolução, mais rapidamente nossos ideais se realizam; quanto mais fazemos a revolução, mais fortes nos tornamos; e, na inabalável jornada da luta revolucionária, nossa felicidade e nosso futuro florescem de maneira ainda mais bela.
Que todos vivam e lutem de forma revolucionária para realizar os grandiosos ideais e aspirações do nosso Partido e seu elevado espírito patriótico, e para coroar de vitória a grande época da revolução que será gravada em letras douradas na história da pátria.
Façamos brilhar nossas vidas como uma geração revolucionária de uma época que faz a revolução!
Pak Nam Gi
Pak Nam Gi foi um quadro econômico da República Popular Democrática da Coreia que ocupou importantes cargos no setor de planejamento e finanças do Partido do Trabalho da Coreia e do Estado. Durante sua trajetória, exerceu funções como presidente da Comissão Estatal de Planificação e diretor do Departamento de Planificação e Finanças do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, participando da administração dos assuntos econômicos do país.
Em 2009, Pak Nam Gi foi responsável pela execução da reforma monetária realizada na RPDC. A medida, destinada a fortalecer o controle financeiro do Estado e reorganizar o sistema econômico, provocou graves consequências durante sua aplicação. Após o fracasso da reforma, ele foi afastado de suas funções e responsabilizado por causar prejuízos à economia nacional e dificuldades à vida do povo.
A investigação revelou seus crimes contra o Partido e o Estado, sendo considerado um traidor que, aproveitando-se de sua posição, atuou de forma contrária aos interesses da revolução. Em março de 2010, Pak Nam Gi foi julgado e condenado pelo tribunal correspondente, recebendo a sentença por seus atos.
Posteriormente, durante o processo contra Jang Song Thaek em dezembro de 2013, foi revelada a relação entre ambos, sendo Jang apontado como um dos responsáveis por ter impulsionado e protegido elementos contrários à direção do Partido, incluindo Pak Nam Gi.
Segundo o relatório, em 2009, ele instigou o traidor Pak Nam Gi a emitir excessivamente centenas de bilhões de moedas nacionais, a fim de criar grandes distúrbios econômicos e inquietação entre a população.
O caso de Pak Nam Gi passou a ser apresentado como exemplo da luta contra elementos faccionalistas e traidores que ameaçam a unidade do Partido, do Estado e da revolução.
Jon Ok Hwa
A camarada Jon Ok Hwa destacou-se como tecelã da Fábrica Têxtil de Pyongyang durante o período da construção socialista, tornando-se uma das representantes do movimento Chollima. Operando 80 teares e cumprindo os planos econômicos nacionais com resultados de 200%, demonstrou dedicação ao trabalho e elevado senso de responsabilidade, contribuindo para o desenvolvimento da indústria têxtil do país.
Após mais de quatro décadas de trabalho na fábrica, continuou atuando com o mesmo entusiasmo, transmitindo sua experiência às novas gerações de trabalhadoras. Reconhecida por seus feitos produtivos, recebeu o título de Heroína do Trabalho da República Popular Democrática da Coreia e tornou-se um exemplo das operárias que participaram da reconstrução e do avanço econômico do país.
Ri Sin Ja
Thae Son Hui
A camarada heroína Thae Son Hui foi a primeira piloto feminina do Exército Popular da Coreia e destacou-se durante a Guerra de Libertação da Pátria por sua coragem nos combates aéreos. Realizando voos de baixa altitude e ataques surpresa, cumpriu missões contra posições militares inimigas, incluindo a destruição de instalações e equipamentos, demonstrando elevado espírito de luta e determinação.
Pelos seus feitos durante a guerra, recebeu o título de Heroína da República Popular Democrática da Coreia em 1951. Após o conflito, continuou dedicando-se ao trabalho no Exército Popular da Coreia e à transmissão da experiência da guerra às novas gerações, permanecendo como exemplo da participação das mulheres coreanas na defesa do país.
Sin Pho Hyang
Felicito a fundação da revista "Joson Nyosong"
6 de setembro de 1946
Prezadas mulheres coreanas:
Permitam-me dirigir minhas calorosas saudações às mulheres coreanas que tiveram de suportar uma dupla e tripla subjugação devido à opressão do imperialismo japonês durante 36 anos e ao anacrônico hábito da predominância do homem sobre a mulher — hábito que persistiu ao longo de milhares de anos — e que, após acolherem com grande emoção a libertação de 15 de agosto, estão empenhadas na obra de construção do país e no movimento de emancipação da mulher, consagrando a eles seus belos e nobres sentimentos e todo o seu entusiasmo.
Entre as mulheres da Coreia do Norte, que amam verdadeiramente nossa nação e se esforçam para conquistar a autêntica liberdade e igualdade das mulheres, mais de seiscentas mil estão reunidas sob a bandeira da União das Mulheres. Vocês, membros desta União, não apenas integram uma organização, mas, além disso, unindo-se umas às outras, constituem uma poderosa força que contribui para a edificação da Coreia democrática. Este é um grande acontecimento, jamais conhecido antes na história coreana.
No campo, numerosas mulheres marcharam à frente da luta pela reforma agrária e hoje trabalham para elevar a produção agrícola, enquanto nas fábricas, lado a lado com os homens, impulsionam com grande empenho a campanha ofensiva pela produção. Além disso, as mulheres intelectuais trabalham dia e noite para erradicar o analfabetismo em todos os cantos do país, tanto nas cidades quanto no meio rural. Ao pensar nesses fatos emocionantes, com que força baterão e arderão seus corações, camaradas!
Também no passado, autênticas filhas da Coreia, admiráveis e valentes, lutaram para libertar o país e a nação e conquistar os direitos da mulher, sacrificando sua bela juventude no interior do país sem temer a feroz perseguição do inimigo e a prisão, ou derramando seu sangue vermelho pelas montanhas e campos da distante terra da Manchúria.
Essas atividades brilhantes e gloriosas de nossas mulheres, tanto de ontem quanto de hoje, demonstram que o movimento feminino é parte integrante do movimento social e que as mulheres só podem desfrutar de direitos iguais aos dos homens e alcançar sua completa emancipação social quando consagrarem todo o seu ser, ao lado dos homens, à luta para libertar a nação e construir um novo país.
As mulheres só se emanciparão plenamente quando, como parte integrante do conjunto dos membros da sociedade, promoverem uma luta vigorosa para resolver os problemas colocados, seja na frente produtiva das fábricas e do meio rural, seja na frente política e cultural, demonstrando a mesma dedicação e consciência que os homens. Este é precisamente o único caminho que nossas mulheres coreanas devem seguir.
Conhecemos bem as relações feudais, que tratam as mulheres como escravas. Sob o regime feudal, elas estavam afastadas de todas as atividades sociais, inclusive da produção econômica. Se as organizações femininas levantarem a voz pela emancipação da mulher deixando de lado as atividades econômico-produtivas e outras tarefas sociais relacionadas direta ou indiretamente com elas, tais organizações se transformarão, sem dúvida alguma, em clubes de mulheres ricas.
À margem da democracia não pode existir nosso movimento feminino. Além de compreenderem profundamente o que é a verdadeira democracia, as mulheres levarão adiante com energia a luta contra os pró-japoneses, pró-estadunidenses, traidores da nação e outros reacionários que se opõem à democracia. Se as mulheres, por mais que trabalhem, não tiverem consciência do que é a democracia e não demonstrarem entusiasmo pelo movimento democrático, as organizações que as reúnem serão entidades idênticas à “sociedade de mulheres patriotas” dos imperialistas japoneses.
Nossas mulheres devem unir suas forças, ensinar e aprender reciprocamente. Precisamente esse é o caminho que conduz à verdadeira democracia, em conformidade com nossa linha de construção do país.
Lutar pela democracia é a questão fundamental na edificação da nova pátria. No primeiro artigo do programa da União das Mulheres estipula-se claramente que ela lutará pelo estabelecimento de um governo democrático.
Desejo que nossas mulheres, mães e filhas da Coreia que verdadeiramente amam o país, assumam e cumpram metade da tarefa de edificação da nova pátria democrática, preservando intactas suas belas qualidades como mulheres da Coreia democrática.
Felicito a fundação da revista "Joson Nyosong", certo de que ela será uma guia querida e segura para instruir e formar nossas mulheres.
*Joson Nyosong significa "Mulher Coreana"
Promulgação da Lei da Igualdade entre Homens e Mulheres e a posição das mulheres
Na época atual, em que se abre uma nova era de prosperidade do Estado, há mulheres que deixam as marcas de uma vida valiosa em diversos campos da revolução e da construção.
Entre elas figuram as militares que defendem firmemente a linha de defesa da pátria, as esposas de oficiais, as professoras que dedicam sua consciência íntegra à educação das gerações futuras, as cientistas que se dedicam à pesquisa científica alimentando preciosos sonhos e elevados ideais e as mulheres que alcançam notáveis êxitos em seus postos de trabalho.
Essa realidade é inconcebível à margem do dia 30 de julho de 1946, data em que foi promulgada a Lei da Igualdade entre Homens e Mulheres.
Olhando retrospectivamente, a situação de nossas mulheres era indescritivelmente trágica no início do século passado.
Elas não possuíam nem os direitos elementares nem a liberdade, para não falar da participação na vida sociopolítica, e não tinham outra alternativa senão viver dentro dos limites das relações familiares feudais medievais e em meio a toda sorte de infortúnios e sofrimentos, sendo submetidas a brutais explorações, opressões, desprezos e humilhações durante a dominação militar do imperialismo japonês.
O grande Líder camarada Kim Il Sung, que retornou à pátria após recuperar o país que havia sido privado pelo imperialismo japonês, considerou a questão da mulher, que representa metade da população, não simplesmente como um problema de melhorar sua condição, mas como uma parte da revolução coreana, uma das importantes tarefas históricas.
Já em 1926, fez fundar a Associação de Mulheres Antijaponesas, uma organização revolucionária de massas feminina, dedicou profunda atenção à sua ampliação e fortalecimento durante o período da Luta Armada Antijaponesa e preparou a base histórica do movimento de emancipação das mulheres de nosso país, esclarecendo a questão do direito à igualdade entre homens e mulheres no “Programa de 10 Pontos da Associação para a Restauração da Pátria”.
Após a libertação do país (15 de agosto de 1945), embora estivesse extremamente ocupado, fez fundar uma organização que abrangesse amplos setores das mulheres para que elas cumprissem fielmente sua responsabilidade e seu papel na construção da nova Coreia democrática e promulgou a Lei da Igualdade entre Homens e Mulheres em 30 de julho de 1946.
Graças à histórica proclamação da libertação da mulher, nossas mulheres passaram a se apresentar como dignas protagonistas da construção da nova sociedade, com os mesmos direitos que os homens.
Desde então, nossas mulheres puderam registrar feitos heroicos, demonstrando a firmeza da mulher coreana tanto na época da construção da nova pátria quanto durante a Guerra de Libertação da Pátria, a reconstrução pós-guerra e em cada década da construção socialista.
Hoje, em nosso país, as mulheres desempenham um papel importante na sagrada causa do desenvolvimento e da prosperidade integral do Estado.
Sim Chol Jun
Naenara
Rússia orienta tudo para a defesa da soberania nacional
Recentemente, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em um discurso proferido no fórum “Tudo pela vitória!”, realizado por ocasião do 15º aniversário da criação da Frente Popular de Toda a Rússia, enfatizou que o fato de a Rússia estar desenvolvendo sua economia e seu poder militar e obtendo resultados no setor da indústria de defesa, apesar das sanções e pressões do Ocidente, é resultado dos esforços da Frente Popular de Toda a Rússia, que uniu dezenas de milhões de cidadãos.
Ao mesmo tempo, afirmou com convicção que a força da Rússia reside em superar sempre todas as dificuldades e desafios, e que, justamente por isso, o país seguirá apenas em frente.
Desde o início da operação militar especial, a Rússia tem dedicado grandes esforços para unir todo o povo em torno do patriotismo e mobilizá-lo para a luta pela conclusão vitoriosa da operação militar especial e pela defesa da soberania nacional.
Em diversas ocasiões, incluindo o Dia da Vitória, organiza eventos significativos para incutir o espírito patriótico nos cidadãos e educá-los para que dediquem tudo de si à sagrada pátria.
No ano passado, durante a cerimônia de entrega da Medalha de Herói da Rússia realizada por ocasião do Dia dos Heróis da Pátria, o presidente Putin declarou que o orgulho pela própria pátria e os feitos heroicos e as vitórias alcançadas pelas gerações anteriores unem todo o povo. Enfatizou que a Rússia é forte e vitoriosa justamente porque está unida com base no respeito pelos feitos dos heróis, no senso de responsabilidade diante do país, na consciência de compartilhar um destino comum com a pátria e no verdadeiro amor pela pátria.
Fazendo da educação patriótica uma política importante, a Rússia produz programas televisivos relacionados a esse tema, promove a exibição de filmes artísticos produzidos na época soviética sobre a história da vitória e de séries televisivas que mostram a cultura e as tradições do povo russo, orientando também a atividade criadora dos artistas para elevar o patriotismo do povo e impulsionar a unidade social.
Numerosos jovens e adultos, que consideram a defesa da soberania nacional e o serviço à pátria como uma causa sagrada, voluntariam-se para participar da operação militar especial e demonstram força indomável e patriotismo, realizando feitos heroicos nos combates contra o neonazismo. O apoio aos combatentes da operação militar especial e às suas famílias também vem sendo reforçado.
Enquanto o desenvolvimento e a produção de drones são intensificados em nível nacional, um número considerável de empresas passou a participar voluntariamente da produção de drones e de outros materiais militares.
Graças aos esforços ativos dessas empresas, o número de drones fornecidos às forças armadas russas este ano deverá ser mais do que o dobro do fornecido no ano passado.
Também vêm sendo alcançados resultados notáveis no trabalho destinado a estabilizar a vida e a economia dos habitantes das regiões recentemente integradas.
No Donbass e na Novorossiya, foram restaurados ou construídos do zero cerca de 25 mil diversos tipos de instalações, incluindo escolas, hospitais, clínicas, instalações esportivas, infraestrutura energética e infraestrutura urbana.
Foram construídas numerosas moradias, e cerca de 260 empresas industriais iniciaram suas operações.
Além disso, foram construídos ou reparados mais de 8 mil quilômetros de estradas, incluindo a rodovia circular do Mar de Azov. Essa rodovia circular, uma moderna via principal que conecta as regiões costeiras do Mar de Azov, está abrindo novas possibilidades para investimentos e comércio nessas regiões.
A política do governo russo e seus esforços ativos para implementar essa política, visando concluir vitoriosamente a operação militar especial e defender firmemente a soberania nacional por meio da continuidade da grande história da vitória e da tradição patriótica, recebem amplo apoio e simpatia da população.
Kim Su Jin
O desprezo e a discriminação contra as mulheres são um mal crônico do capitalismo
Garantir os direitos das mulheres é uma questão social e política de extrema importância, relacionada ao desenvolvimento de cada país e nação e ao futuro da humanidade. Assim como não pode existir um mundo sem mulheres, também não pode haver desenvolvimento social desvinculado do papel das mulheres. Os direitos das mulheres, que representam metade da população mundial, devem ser devidamente respeitados e plenamente garantidos.
Entretanto, a realidade que se desenrola nos países capitalistas, que tanto alardeiam “civilização” e “prosperidade”, é verdadeiramente inimaginável. Inúmeras mulheres são alvo de discriminação e desprezo, sofrendo na pobreza e na privação de direitos. A igualdade entre homens e mulheres e a garantia dos direitos das mulheres permanecem apenas como palavras escritas nos códigos legais.
O fato de existirem presidentes, ministras ou parlamentares mulheres em países ocidentais não permite concluir que o capitalismo seja uma sociedade onde a igualdade entre homens e mulheres foi realizada e os direitos das mulheres são garantidos.
Numa sociedade capitalista, onde predominam ideias e moral corrompidas e a exploração do homem pelo homem é legalizada, os privilégios desfrutados por determinadas mulheres não passam de uma ilusão inalcançável para a esmagadora maioria das mulheres trabalhadoras, que sequer têm garantido o direito básico à sobrevivência.
Os sistemas de garantia dos direitos das mulheres nos países ocidentais são enganosos e hipócritas, servindo apenas às mulheres de determinadas camadas sociais e àquelas apoiadas pelo poder do dinheiro.
Na sociedade capitalista, onde os políticos burgueses clamam por “igualdade de todos” e “respeito aos direitos humanos”, a severa discriminação, o desprezo e a perseguição contra as mulheres tornaram-se algo comum.
Basta observar o direito ao trabalho, um dos direitos humanos mais básicos.
O artigo 11 da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres, adotada na 34ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas em 1979, estipula que os Estados Partes devem garantir às mulheres, sem discriminação, os direitos ao emprego e ao trabalho, incluindo a livre escolha da profissão, remuneração igual à dos homens pelo mesmo trabalho, a proibição de demissão por motivo de gravidez ou licença pré e pós-natal e a implementação de licença maternidade remunerada ou de benefícios sociais equivalentes.
No entanto, nos países ocidentais, as mulheres são as últimas a serem contratadas e as primeiras a serem demitidas. No mundo capitalista, empresas vão à falência diariamente em decorrência das crises econômicas crônicas.
Sob o pretexto de compensar perdas empresariais, os proprietários promovem demissões em massa, aumentando o número de desempregados.
Entre esses desempregados, a proporção de mulheres é extremamente elevada.
Mesmo as mulheres que conseguem emprego recebem salários inferiores aos dos homens, apesar de realizarem o mesmo trabalho.
Nos Estados Unidos, apontados como o “modelo” do capitalismo, o salário médio das trabalhadoras corresponde a apenas 81% do salário dos homens; entre as mulheres afro-americanas, esse índice é de 69%, e entre as latino-americanas, de apenas 58%. Nesse país, sempre que a crise econômica se agrava, as mulheres são as primeiras a serem demitidas.
Nos países capitalistas, o desemprego significa, na prática, a morte. Por isso, as mulheres que conseguem trabalho suportam sozinhas diversos tipos de violência no local de trabalho, sem ousar denunciar ninguém.
No Japão, mais de 70% dos trabalhadores que sobrevivem com baixos rendimentos são mulheres.
A maioria das trabalhadoras teme ser demitida após dar à luz e usufruir da licença maternidade, chegando a desistir da maternidade.
Na Itália, menos de 50% da população feminina possui emprego, e, na Espanha, as mulheres representam 60% do total de desempregados.
Os crimes de violência contra as mulheres, que proliferam no mundo ocidental regido pela lei da selva, destroem impiedosamente o corpo e a mente de inúmeras mulheres.
A família deveria ser o espaço de convivência e abrigo entre as pessoas mais próximas. No entanto, para as mulheres dos países capitalistas, ela se transformou num inferno, na fonte da infelicidade e do sofrimento. A violência contra as mulheres dentro dos lares tornou-se algo extremamente comum.
Nos Estados Unidos, em média, 24 pessoas por minuto tornam-se vítimas de violência doméstica, das quais 75% são mulheres, e, entre elas, 65% são afro-americanas. Esses dados não revelam toda a dimensão da violência doméstica no país.
Mesmo segundo estatísticas extremamente reduzidas divulgadas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, 52% das vítimas de violência doméstica não notificaram a polícia.
Nos países capitalistas, inúmeras mulheres, para as quais o simples fato de terem nascido mulheres se torna um “crime”, sendo abandonadas pela sociedade e perseguidas e desprezadas até mesmo dentro da família, perdem a esperança e as aspirações para o futuro e acabam mergulhando no pessimismo e no desespero, enveredando por uma vida degradante e pelo caminho do crime. Aproveitando-se dessa situação, organizações criminosas praticam ativamente o tráfico de mulheres.
Os governos toleram e protegem essas práticas. Em alguns países capitalistas, a prostituição é legalmente reconhecida, tributada pelo Estado, e a renda proveniente dessa atividade é até mesmo incluída no produto nacional.
Em vez de proteger a dignidade e os direitos das mulheres, o próprio Estado ampara e encobre publicamente crimes de violação dos direitos humanos.
É precisamente a sociedade capitalista, dominada pelo culto ao dinheiro, que esmaga a dignidade e a personalidade das mulheres e as trata não como seres humanos, mas como simples mercadorias do mercado da carne humana.
O desprezo e a discriminação contra as mulheres são um mal crônico do capitalismo.
Nos países capitalistas, as mulheres são vistas como seres frágeis, sendo discriminadas e desprezadas. Pseudocientistas ocidentais também procuram justificar a desigualdade entre homens e mulheres por meio de teorias reacionárias burguesas.
No Ocidente, os políticos apoiam essas alegações anti-humanas e praticam a discriminação contra as mulheres sem o menor constrangimento. Aqueles que insultam as mulheres chamando-as de “máquinas de fazer filhos” e se vangloriam de tê-las “presenteado” a alguém como se fossem mercadorias são exatamente os mesmos políticos dos países capitalistas que repetem constantemente frases como “criaremos uma sociedade onde as mulheres brilhem” e “incentivaremos a participação ativa das mulheres na sociedade e construiremos uma era em que as mulheres tenham protagonismo”.
A sociedade capitalista esmaga e humilha cruelmente as aspirações das mulheres de viver e trabalhar como membros plenos da sociedade, com igualdade, liberdade e felicidade. Esse é o resultado inevitável de um sistema social em que o dinheiro domina tudo e em que predominam as ideias de desprezo e discriminação contra as mulheres.
Uma sociedade que impõe desigualdade às mulheres e as maltrata não tem futuro e está condenada a perecer.
Essa é uma verdade imutável.
Ri Hak Nam
Gravemos profundamente a intenção do Partido de desenvolver a educação com uma perspectiva de 50 anos
Na execução da nossa causa revolucionária, a educação constitui um trabalho de importância permanente, que deve ser mantido como prioridade constante, e uma tarefa estratégica. Isso porque o futuro da revolução e o destino do país dependem do trabalho educacional.
Desenvolver o trabalho educacional, que cultiva o futuro da pátria, com uma perspectiva de 50 anos é a elevada intenção do Partido e sua posição firme e inabalável.
O estimado camarada Kim Jong Un disse:
“Como o trabalho educacional é uma grande causa para centenas de gerações que cultiva o futuro da pátria, ele não deve ser conduzido com uma visão de curto prazo, mas sim de maneira prospectiva, olhando para um futuro distante.”
A educação é um trabalho para o presente e, ao mesmo tempo, uma grande obra patriótica para as gerações futuras.
O sucesso ou o fracasso da causa revolucionária, que não se conclui em uma única geração, e a prosperidade do país, que deve ser construída geração após geração, dependem de como as novas gerações são formadas.
Ao recordar, a nossa revolução deu seus primeiros passos por meio da educação voltada para a formação do ser humano e avançou vitoriosamente graças ao desenvolvimento da educação.
A luta para garantir o nosso futuro por meio da educação está sendo travada hoje, em um nível ainda mais elevado, com vigor, na nova era do desenvolvimento integral do Estado.
Quanto mais a época avança e a sociedade se desenvolve, mais a inovação do trabalho educacional se torna uma exigência indispensável.
Hoje, muitos países vinculam o destino do Estado e da nação à educação. Além disso, tornou-se uma tendência mundial estabelecer e impulsionar estratégias de desenvolvimento educacional de longo prazo.
Para enfrentar a competição pelo poder nacional entre os países, caracterizada pela competição educacional e pela disputa por talentos, é necessário planejar de forma prospectiva o desenvolvimento da educação, olhando para um futuro distante.
Não há trabalho mais importante do que a educação, que exija previsão de longo prazo, investimento generoso e dedicação de esforços.
Isso porque a educação é um trabalho voltado para o futuro, destinado a preparar solidamente a geração seguinte, que, dentro de 10 ou 20 anos, surgirá como a principal força da sociedade.
Preparar solidamente as novas gerações para o futuro distante em que viverão é uma missão pesada e honrosa, um dever da nossa geração. O futuro da pátria será determinado pelo grau de esforço que dedicarmos hoje ao trabalho educacional de formação das novas gerações.
O trabalho educacional que forma as novas gerações como protagonistas do futuro deve ser planejado e impulsionado com uma perspectiva de pelo menos 50 anos, para que se possa assegurar firmemente a superioridade da força científica e tecnológica, da força econômica e do conjunto do poder nacional.
Dedicar tudo à realização dos objetivos de longo prazo para o desenvolvimento da educação, conforme a vontade do Partido, constitui hoje um rigoroso teste da concepção e da posição dos nossos revolucionários comunistas em relação ao futuro.
Para transformar o trabalho educacional em uma atividade voltada para o futuro e de caráter verdadeiramente prospectivo, com uma perspectiva de 50 anos, é necessário conduzi-lo com base em uma metodologia científica.
O mundo de daqui a várias décadas avançará e se desenvolverá de uma forma que a nossa geração não é capaz de imaginar.
Por isso, para acompanhar essa velocidade de mudança e desenvolvimento, é preciso elaborar planos científicos com uma visão voltada para um futuro distante.
Em outras palavras, é necessário aprofundar as pesquisas destinadas a analisar as mudanças e o desenvolvimento da estrutura socioeconômica do futuro, prever a configuração da educação futura e inovar continuamente a estrutura educacional de acordo com essa perspectiva. Ao mesmo tempo, é preciso colocar em primeiro plano um planejamento prospectivo para o desenvolvimento da educação, estabelecendo a escala geral, os planos e as medidas para o desenvolvimento da educação futura, bem como renovando os conteúdos e os métodos de ensino para formar talentos dotados das qualidades e do perfil exigidos pela sociedade do futuro.
Esse trabalho não pode ser realizado com base em experiências isoladas ou opiniões subjetivas, mas somente mediante o desenvolvimento da ciência da educação e o apoio firme nela.
Somente desenvolvendo ativamente novos campos da ciência da educação, como as leis do desenvolvimento educacional, a história da educação, que oferece experiências e lições, a futurologia educacional, indispensável para a elaboração de planos de desenvolvimento educacional de longo prazo, e a ciência da previsão educacional, será possível estabelecer objetivos científicos e prospectivos para o desenvolvimento da educação.
A futurologia educacional, por exemplo, contribui para o desenvolvimento prospectivo da educação ao pesquisar e prever o sistema, a escala, a estrutura, a administração, os conteúdos e os métodos da educação futura com base nas tendências de desenvolvimento da sociedade, da economia, da cultura e da ciência e tecnologia.
Assim, para desenvolver a ciência da educação, que fornece uma metodologia científica, e apoiar-se firmemente nela, é preciso dar prioridade às pesquisas teóricas fundamentais e, com base nelas, intensificar as avaliações científicas e os estudos de previsão.
O setor da educação deve dedicar profunda atenção ao desenvolvimento da ciência da educação e assegurar que os funcionários e educadores dominem amplamente os conhecimentos dessa ciência, ao mesmo tempo em que estabelece uma perspectiva de desenvolvimento educacional de estilo coreano com base nas tendências mundiais da educação e em uma visão científica.
Há uma questão ainda mais importante no desenvolvimento orientado e direcionado da nossa educação com uma perspectiva de 50 anos.
Os funcionários dirigentes do setor educacional devem assumir, com extraordinária consciência e responsabilidade, o encargo do futuro da pátria e do destino da educação, refletindo constantemente, preocupando-se e dedicando esforços incansáveis ao desenvolvimento da educação do país.
Quando os próprios funcionários alimentarem o ideal e a ambição de elevar a nossa educação ao nível avançado que garanta firmemente o desenvolvimento do Estado e intensificarem sua paixão e combatividade na implementação da política educacional do Partido, serão alcançados saltos e avanços no desenvolvimento da educação do país.
Os funcionários devem possuir pesquisa concreta, planejamento, estratégia e uma metodologia correta para implementar a política educacional do Partido, devendo eles próprios arregaçar as mangas e tomar a dianteira na solução dos problemas pendentes.
Assim, é preciso promover uma transformação revolucionária em todo o trabalho educacional, inclusive reduzindo a diferença no nível da educação entre o centro e as localidades, entre as cidades e o campo, questão à qual o Partido está dedicando profunda atenção.
O trabalho educacional deve, naturalmente, tornar-se uma questão de interesse de toda a sociedade, e a prática revolucionária atual exige que se fortaleça ainda mais o trabalho de apoio à educação. A vontade do nosso Partido é que todo funcionário que verdadeiramente se preocupe e assuma responsabilidade pelo futuro do Partido, da revolução e da pátria mantenha sempre a atenção voltada para a solução dos problemas da educação e saiba assumi-los e resolvê-los, sejam eles grandes ou pequenos.
Os funcionários das províncias, dos órgãos centrais e de todas as regiões e unidades devem gravar profundamente a elevada intenção do Partido e investir generosamente na formação de talentos.
A época atual exige talentos que sejam não apenas firmes política e ideologicamente, mas também dotados de conhecimentos amplos e práticos em diversas áreas, elevada capacidade criadora e vigor físico.
A demanda por talentos que possuam amplos conhecimentos e técnicas em diversos campos cresce a cada dia.
Para formar de maneira sistemática um número ainda maior de talentos do tipo futuro, capazes de servir à implementação da política do Partido, liderar o desenvolvimento socioeconômico e sustentar a sociedade do futuro, todas as regiões e unidades devem mobilizar plenamente os recursos humanos e materiais em favor da educação.
Conforme as tarefas apresentadas pelo 9º Congresso do Partido, é preciso modernizar continuamente as condições e o ambiente da educação, estabelecer bases experimentais e práticas para a implementação eficaz do novo currículo no ensino primário e secundário, desenvolver ainda mais o sistema nacional de informação educacional e garantir plenamente os meios materiais e técnicos necessários para sua boa utilização.
Na promoção da educação reside a revitalização integral do Estado, o avanço contínuo da transformação das localidades e um futuro promissor.
Quanto maior for a amplitude da criação e da transformação e quanto maiores forem as tarefas revolucionárias assumidas, mais firme é a vontade do nosso Partido de colocar sempre a educação em primeiro lugar, conceder-lhe prioridade, elevar ainda mais o interesse de toda a sociedade pelo trabalho educacional e continuar aumentando o apoio e o investimento do Estado.
Quando a educação for desenvolvida com uma perspectiva de 50 anos, conforme a elevada intenção do Partido, ela se tornará uma educação que contribui plenamente para a implementação da política do Partido e uma educação à qual se poderá confiar o futuro com tranquilidade, e o futuro da pátria será ainda mais brilhante.
















