Os sionistas, obcecados pela expansão territorial, fabricaram uma chamada “lei de pena de morte” que legaliza massacres contra palestinos, com o objetivo de reprimir brutalmente aqueles que resistem à sua política de ocupação.
Em 30 de março, o parlamento de Israel aprovou um projeto de lei que autoriza a aplicação da pena de morte a palestinos condenados por “atos de terrorismo” na região da Cisjordânia.
Essa lei, criada por políticos de extrema direita de Israel, tem como alvo os palestinos que resistem ao que chamam de “existência do Estado de Israel” e não se aplica a israelenses que matam palestinos. Assim, os tribunais podem impor a pena de morte mesmo sem solicitação dos promotores, e também não é mais necessária a decisão unânime dos juízes.
Em outras palavras, o objetivo real é rotular a resistência dos palestinos na Cisjordânia como “terrorismo” e permitir que israelenses os matem a qualquer momento sob o pretexto de “combate ao terrorismo”.
Além disso, num momento em que a violência de colonos israelenses contra palestinos está aumentando, a aprovação dessa “lei de pena de morte” pelo parlamento expõe ainda mais claramente a brutalidade e a natureza agressiva do regime sionista, que busca exterminar os palestinos e ocupar permanentemente seus territórios.
A manobra das forças belicistas israelenses para fabricar essa lei brutal tem provocado fortes protestos e condenações da comunidade internacional.
O secretário-geral da Liga dos Estados Árabes denunciou que a adoção dessa lei israelense, refletindo uma política extremamente racista, faz parte da tentativa do regime sionista de eliminar a existência e os direitos humanos dos palestinos na Cisjordânia e de tomar seus territórios.
Muitos países do mundo, incluindo Alemanha e Iraque, classificaram essa medida como uma violação flagrante do direito internacional e um ato de discriminação contra os palestinos.
A União Europeia e as Nações Unidas também expressaram preocupação de que a ação do parlamento israelense contraria claramente obrigações do direito internacional, incluindo a garantia do direito à vida, e exigiram a revogação da lei.

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