sábado, 28 de fevereiro de 2026

Levante popular antijaponês

No começo do século passado, os imperialistas japoneses que ocuparam militarmente a Coreia impuseram uma governança fascista sem precedentes, revelando abertamente que os coreanos deveriam obedecer às leis japonesas ou morrer.

Em 1º de março de 1919, explodiram o rancor e a indignação acumulados dos coreanos devido às repressões bestiais dos imperialistas japoneses. Nosso povo levantou-se em manifestação, gritando “Fora os japoneses e seu exército!” e “Viva a independência da Coreia!”. As chamas do levante que começaram a arder em Pyongyang propagaram-se rapidamente para Kyongsong, Nampho, Uiju, Sonchon, Wonsan e outros lugares do país.

Depois, estendeu-se a quase todas as partes do país e até às regiões estrangeiras onde residiam os coreanos.

Atemorizados por isso, os imperialistas japoneses fizeram esforços desesperados para impedir a luta patriótica dos coreanos.

Mobilizaram suas tropas e outras forças repressivas estacionadas na Coreia e até forças armadas colossais de seu próprio país.

O exército e a polícia japoneses investiram com fuzis, sabres e barras de ferro contra os manifestantes desarmados e mataram, prenderam e encarceraram muitos deles.

Naqueles dias, os japoneses aplicaram métodos horrendos para matar os manifestantes.

No entanto, os coreanos lutaram gritando pela liberdade e independência da Coreia.

O Levante Popular de 1º de Março foi um acontecimento histórico de grande significância. Como uma luta patriótica de todo o povo, ocupa um lugar especial na história de luta do povo coreano contra o Japão.

Através da resistência, os coreanos demonstraram ao mundo inteiro que não querem ser escravos, possuem um firme espírito independente, temperamento indomável e ardente patriotismo, e sacrificam tudo para recuperar o país.

Nosso povo ainda recorda as atrocidades cometidas pelo Japão no passado e reafirma sua vontade de vingá-las mil vezes.

Kim Yong Gwang

Naenara 

As manobras do imperialismo estadunidense para esmagar a revolução islâmica do Irã

O grande Líder camarada Kim Il Sung ensinou:

"O povo iraniano, sob a direção de seu eminente líder Sua Excelência Ayatollah Imam Khomeini, derrubou o sistema monárquico absolutista, conquistou a vitória da revolução islâmica e depois rechaçou corajosamente a agressão e as manobras de ingerência do imperialismo, lutando vigorosamente para consolidar as conquistas da revolução e alcançar o desenvolvimento independente do país."

A luta antigovernamental do povo, que começou com as manifestações ocorridas em novembro de Juche 66 (1977) na cidade de Tabriz, no norte do Irã, exigindo os direitos do islamismo, ampliou-se a partir de setembro de Juche 67 (1978) não só na capital como em todo o país.

Aterrorizado com o avanço revolucionário do povo, Pahlavi tentou controlar a situação e, em 6 de novembro de Juche 67 (1978), fabricou um regime militar tendo como primeiro-ministro o chefe do Estado-Maior do exército iraniano, Azhari, lançando o exército e a polícia para reprimir brutalmente a luta popular.

As tropas do governo reacionário assassinaram, em 26 de dezembro, um professor da Universidade Politécnica de Teerã que havia estado à frente das manifestações e, no dia 27, massacraram novamente dezenas de estudantes e jovens que se dirigiam ao local da cerimônia fúnebre do professor morto. No mesmo dia, também em Qazvin, abriram fogo contra uma marcha de universitários, matando cerca de 100 pessoas.

Indignados com tais massacres bárbaros, a partir de 25 de dezembro os trabalhadores do setor petrolífero entraram em greve geral; no dia 26 aderiram os trabalhadores dos correios, telégrafos e telefonia; e no dia 27 juntaram-se os trabalhadores e empregados da companhia aérea, das empresas mineradoras e das fábricas de cimento, de modo que a luta antigovernamental do povo iraniano se espalhou rapidamente por todo o país.

A organização islâmica sob a direção de Khomeini declarou o dia 30 de dezembro de Juche 67 (1978) como dia de homenagem aos religiosos mortos um ano antes em Qom e apelou a todo o país para realizar manifestações antigovernamentais.

Atendendo a esse apelo, em 13 e 14 de janeiro de Juche 68 (1979), somente nas principais avenidas de Teerã cerca de 400 mil pessoas participaram de manifestações gritando “morte ao xá”. Quando a luta antigovernamental se intensificou como nunca, os imperialistas estadunidenses forneceram a Pahlavi armas modernas de repressão e enviaram às pressas agentes da CIA e outros especialistas em repressão para o Irã, conspirando para esmagar o movimento popular.

O imperialismo estadunidense criou diretamente sob a presidência um “comitê especial para estudar a situação do Irã” e formou o “grupo de Teerã” com 60 especialistas do Departamento de Estado, do Departamento de Defesa e da CIA. Ao mesmo tempo, aumentou suas forças de agressão no Golfo Pérsico e no Oceano Índico e reforçou com caças F-15 na Arábia Saudita, realizando ameaças militares abertas para aniquilar a luta revolucionária do povo iraniano.

Calculando que nem a repressão fascista do regime militar de Azhari nem suas ameaças militares poderiam deter a luta revolucionária do povo iraniano, os imperialistas estadunidenses fizeram Pahlavi fabricar um governo “civil” chefiado por Shapour Bakhtiar, vice-presidente da Frente Nacional pró-EUA, tentando apaziguar a luta popular. Assim, em janeiro de Juche 68 (1979), foi criado o governo Bakhtiar.

Porém, incapaz de manter o poder diante da luta resoluta do povo contra o imperialismo estadunidense e o xá, Pahlavi criou um “conselho de regência” com o chefe do Estado-Maior, os presidentes das duas câmaras do parlamento e o presidente do tribunal, e em 16 de janeiro de Juche 68 (1979) fugiu para o exterior sob o pretexto de tratamento médico.

No dia seguinte à fuga do xá, 17 de janeiro, Khomeini apelou em discurso transmitido de Paris ao povo iraniano para que todos os muçulmanos se levantassem contra o governo reacionário.

A luta do povo iraniano intensificou-se ainda mais após o retorno de Khomeini ao Irã em fevereiro de Juche 68 (1979), depois de 15 anos de exílio.

Em oposição ao governo reacionário de Bakhtiar, Khomeini estabeleceu em fevereiro de Juche 68 (1979) um novo governo tendo Mehdi Bazargan como primeiro-ministro.

Assim, passaram a existir no Irã dois governos: o governo de Bazargan, apoiado pelo povo, e o governo de Bakhtiar, apoiado pelo exército reacionário.

Nessa época, na noite de 9 de fevereiro, sob a manipulação dos EUA, uma unidade da guarda imperial cercou de surpresa com tanques e carros blindados a base aérea de Doshan Tappeh, sob influência de Khomeini, exigindo o desarmamento dos militares da força aérea.

Ao saberem disso, os cidadãos de Teerã cercaram a guarda imperial e, junto com os militares que romperam o cerco, passaram ao contra-ataque.

A partir do incidente da base aérea de Doshan Tappeh, começou um levante armado em escala nacional.

As massas insurgentes armadas derrotaram completamente a guarda imperial e derrubaram definitivamente o governo Bakhtiar entre 10 e 11 de fevereiro. Às 18 horas do dia 11, o levante havia basicamente triunfado, e a capital Teerã ficou totalmente sob controle das massas insurgentes.

Assim, no Irã, o sistema monárquico que havia durado cerca de 2.500 anos chegou finalmente ao fim, criando-se condições favoráveis para construir uma nova sociedade democrática e independente.

O povo iraniano, vencedor na revolução, sob a direção do líder islâmico Khomeini, levantou-se ativamente na luta para liquidar os velhos remanescentes deixados pela ditadura monárquica absolutista e alcançar o desenvolvimento independente do país. Foram criados o Comitê Revolucionário e a Guarda Revolucionária, e estes revelaram e frustraram oportunamente conspirações antigovernamentais em todos os níveis, do centro às localidades, reorganizaram o exército, a polícia e a gendarmaria e garantiram a segurança das regiões fronteiriças e a ordem social. Também organizaram e dirigiram lutas contra o mercado negro, a usura, a prostituição, a difusão de drogas e o aumento de preços. Além disso, após nacionalizar bancos privados, inclusive bancos estrangeiros e companhias de seguros sociais, proclamaram a Lei sobre a Proteção e o Desenvolvimento da Indústria, nacionalizando grandes fábricas e empresas. Foram igualmente tomadas medidas como a confiscação das terras de Pahlavi e de seus seguidores, bem como de latifundiários reacionários, a distribuição de terras aos camponeses e a melhoria das condições de crédito.

Para consolidar a vitória da revolução, o Comitê Revolucionário proclamou em 1º de abril de Juche 68 (1979) a República Islâmica por meio de um referendo sobre sua criação.

Quando o Irã passou a aplicar uma política independente e anti-EUA, os EUA passaram a conspirar ferozmente para derrubar a República Islâmica do Irã.

O presidente dos EUA, Carter, no próprio dia 11 de fevereiro, quando triunfou a revolução iraniana, convocou urgentemente o Conselho de Segurança Nacional para discutir a “situação do Irã” e proclamou medidas de sanção como a “ruptura imediata e completa das relações diplomáticas com o Irã”, a “proibição total das exportações para o Irã” e a “proibição de concessão de vistos de entrada nos EUA a iranianos”. Além disso, enviou o secretário de Defesa Brown à Arábia Saudita para tramar novas conspirações destinadas a derrubar a República Islâmica do Irã.

Os imperialistas estadunidenses, logo após a vitória da revolução islâmica iraniana, mobilizaram elementos extremamente pró-EUA do campo monarquista, tentando fabricar um golpe militar para derrubar a república e estabelecer uma ditadura pró-EUA.

Os EUA também conspiraram desesperadamente para resgatar 13 reacionários, entre eles o ex-primeiro-ministro Hoveyda e o ex-chanceler Abbas Ali Khalatbari, que haviam sido presos após a vitória da revolução por sua brutal repressão ao povo.

No início de abril de Juche 68 (1979), na embaixada do regime títere sul-coreano em Teerã, sob manipulação dos EUA, foi tramada secretamente uma conspiração para executar com êxito uma “operação de resgate” entre o embaixador dos EUA no Irã, o ex-chefe do Estado-Maior iraniano e o embaixador do regime sul-coreano.

Contudo, essa conspiração fracassou porque os principais contrarrevolucionários que deveriam desempenhar papel central na “operação de resgate” foram presos sucessivamente pela Guarda Revolucionária iraniana.

Quando suas conspirações fracassaram no Irã, os imperialistas estadunidenses recorreram a manobras mais aventureiras e agressivas para derrubar a República Islâmica por meio de ameaças militares abertas e intervenção armada direta.

As manobras de intervenção militar dos EUA para esmagar a revolução iraniana tornaram-se ainda mais abertas após o incidente de 4 de novembro de Juche 68 (1979), quando estudantes iranianos ocuparam a embaixada dos EUA e fizeram reféns seus funcionários.

Quando ocorreu a ocupação da embaixada dos EUA, os EUA deslocaram porta-aviões da 7ª Frota no Oceano Índico e navios da 6ª Frota no Mediterrâneo para o Golfo Pérsico, colocaram em prontidão de combate os fuzileiros navais da base da ilha Diego Garcia e também algumas unidades no território continental dos EUA, chegando a realizar exercícios militares especiais para tropas “adaptadas a zonas desérticas”.

No fim de Juche 69 (1980), concentraram nas águas iranianas forças agressoras de cerca de 34 mil homens, incluindo quatro porta-aviões, 37 navios de guerra, mais de 400 aviões e 1.800 fuzileiros navais, além de envolver forças de alguns países membros da OTAN. Ao mesmo tempo que reforçavam a ameaça militar contra o Irã, impuseram um bloqueio econômico ao país, envolvendo países da Europa Ocidental e o Japão.

Em resposta, em 21 de novembro de Juche 68 (1979), 3 milhões de iranianos participaram de uma grande manifestação anti-EUA, demonstrando sua determinação de lutar resolutamente contra as ameaças militares e o bloqueio econômico dos EUA.

Diante das provocações agressivas dos EUA, o povo iraniano estabeleceu, em 2 de dezembro de Juche 68 (1979), um sistema de mobilização nacional, apelou aos militares para que retornassem ao serviço, organizou um Conselho Supremo de Defesa Nacional incluindo o presidente, o primeiro-ministro, o ministro da Defesa, o chefe do Estado-Maior e o comandante supremo da Guarda Revolucionária, e entre 19 e 20 de maio de Juche 69 (1980) realizou o maior exercício militar conjunto das forças terrestres, navais e aéreas desde a vitória da revolução.

Quando suas ameaças militares e bloqueios econômicos fracassaram diante da forte oposição do povo iraniano e dos povos revolucionários do mundo, os EUA passaram a preparar uma invasão armada em grande escala. Concentraram na região do Golfo Pérsico numerosas forças, incluindo o navio-almirante Blue Ridge da 7ª Frota baseado em Yokosuka, 80 aviões, o grande porta-aviões nuclear Nimitz, dois cruzadores de mísseis e muitos outros meios. Na primavera de Juche 69 (1980), enviaram à região quatro porta-aviões com 400 aviões, 32 navios, 32 mil fuzileiros e 1.800 tropas de desembarque, levando a situação regional à beira da guerra.

Ao mesmo tempo, para acender o estopim da guerra, em 4 de maio de Juche 69 (1980) enviaram quatro helicópteros militares que violaram ilegalmente o espaço aéreo iraniano e infiltraram secretamente no território iraniano vários grupos de militares estadunidenses totalizando 96 pessoas para desestabilizar a situação em várias cidades. Também introduziram secretamente grande quantidade de armas para bandos contrarrevolucionários.

Como nem essas manobras puderam deter o avanço da revolução iraniana, os EUA tentaram contra-atacar a luta do povo iraniano realizando em abril de Juche 69 (1980) a chamada “operação de resgate de reféns estadunidenses”.

Em 24 de abril de Juche 69 (1980), por ordem de Carter, seis aviões de transporte e oito helicópteros militares com 90 membros de “forças especiais” infiltraram-se pelo ar para resgatar os “reféns” estadunidenses, mas em 25 de abril duas aeronaves colidiram, matando oito tripulantes e ferindo vários outros, enquanto as demais chegaram atrasadas por falhas técnicas, e nenhuma aeronave pôde participar da operação.

Assim, a “operação de resgate de reféns” dos EUA terminou em fracasso.

Incapazes de submeter o povo iraniano por qualquer meio, os EUA tiveram de aceitar as quatro condições apresentadas pelo governo iraniano para a libertação dos reféns — devolução dos bens de Pahlavi, cancelamento da decisão de novembro de Juche 68 (1979) de congelar bens iranianos nos EUA, anulação de todas as reivindicações financeiras dos EUA contra o Irã e compromisso de não ingerência nos assuntos internos do Irã — e em 19 de janeiro de Juche 70 (1981) assinaram o acordo sobre a libertação dos reféns proposto pelo Irã.

Assim, o “incidente dos reféns estadunidenses”, que durou mais de 400 dias, terminou com a vitória do povo iraniano, e as manobras dos EUA para esmagar a revolução islâmica iraniana em sua fase inicial terminaram em derrota.

Choe Song Chol

Ciências Históricas, Enciclopédia Científica, edição nº 2 de 11 de junho de 2000, páginas 57 a 59

O massacre em grande escala provocado pela política de bloqueio bárbara


A crise humanitária na Faixa de Gaza está se agravando.

Segundo organismos competentes, em janeiro havia cerca de 20 mil pacientes que necessitavam urgentemente de assistência médica na região, incluindo cerca de 4 mil pessoas com câncer.

Moradores vivem em abrigos improvisados feitos de tendas ou lonas; recentemente, uma tempestade repentina rasgou muitas tendas e várias crianças morreram.

Devido à guerra, a usina elétrica da Faixa de Gaza foi destruída e o fornecimento de energia aos hospitais foi interrompido.

Não apenas a usina, mas também todos os elementos essenciais à sobrevivência humana foram devastados.

Já em outubro de 2023, ataques aéreos de Israel fizeram com que 25 dos 38 hospitais da região deixassem de funcionar, e os restantes passaram a sofrer com grave falta de equipamentos e medicamentos.

Atualmente, nenhum hospital funciona plenamente. No ano passado, mais de 90% das padarias pararam e mais de 98% das terras agrícolas foram devastadas. Escolas, casas e lojas viraram ruínas.

Para os habitantes de Gaza, a ajuda humanitária é uma questão de vida ou morte, mas Israel implementou um bloqueio rigoroso e dificultou sua entrada.

Em maio de 2024, o exército israelense fechou as passagens de Rafah e Kerem Shalom, bloqueando completamente a entrada de ajuda. Diante das críticas, autoridades israelenses afirmaram permitir a entrada de ajuda civil, mas abriram apenas alguns pontos de forma limitada.

Em maio do ano passado, 100 caminhões de ajuda chegaram à região, quando, segundo autoridades locais, seriam necessários pelo menos 46.200 caminhões para aliviar a crise — ou seja, a quantidade entregue foi quase insignificante.

Os moradores de Gaza enfrentam fome e doenças com a destruição generalizada e a interrupção de alimentos e assistência médica.

O primeiro-ministro palestino afirmou que “mesmo sobrevivendo aos bombardeios, as pessoas morrerão de fome; e mesmo sobrevivendo à fome, morrerão sem tratamento”.

Entre outubro de 2023 e fevereiro de 2025, cerca de 61.700 pessoas morreram em Gaza, e 47.487 delas morreram sem receber tratamento hospitalar. Muitas crianças sofrem de desnutrição severa.

A situação mostra que, enquanto ataques militares causam mortes diretas, o bloqueio agrava ainda mais a tragédia humanitária.

Recentemente, Israel reabriu a passagem de Rafah apenas para pedestres, restringindo a entrada de mercadorias.

Agências internacionais afirmam que, sem a autorização para entrada de ajuda, a situação em Gaza dificilmente melhorará. Países do Oriente Médio continuam condenando as ações israelenses, e reuniões da Organização da Cooperação Islâmica pediram cessar-fogo, garantia de ajuda humanitária e fim das violações.

A condenação internacional às ações desumanas em Gaza continua aumentando.

Un Jong Chol

O que a política do dinheiro gera na sociedade capitalista?

Na comunidade internacional, há muito tempo circula um conceito que caracteriza de modo claro a política capitalista.

É a chamada política do dinheiro.

O capitalismo é justamente uma sociedade em que o capital está inseparavelmente ligado à política.

Nunca houve, em nenhuma sociedade da história humana, uma situação em que o dinheiro estivesse acima da política e a determinasse; isso existe somente na sociedade capitalista. Políticos são escolhidos pelo dinheiro, a direção das políticas é decidida pelo dinheiro e a sociedade, sob a influência nociva do dinheiro, torna-se cada vez mais caótica com o passar dos anos.

Não há nada que o dinheiro não possa fazer. Independentemente de ter ou não qualidades políticas ou habilidade, de contar ou não com o apoio popular, qualquer pessoa que possa obedecer à classe capitalista pode ser colocada como chefe de Estado ou de governo, e, quando se cria uma grave confusão sociopolítica, até políticos renomados podem ser destruídos instantaneamente como vítimas. Diante do veredito do dinheiro, políticos e juízes tornam-se escravos obrigados a obedecer.

A força dos capitalistas que controlam arbitrariamente a sociedade capitalista reside no dinheiro.

Um filósofo europeu do século XIX disse:

"Toda a força da burguesia reside no dinheiro."

A burguesia, dominando parlamentos e governos com dinheiro, tem aperfeiçoado continuamente uma sociedade onde o dinheiro se torna um meio onipotente para resolver tudo.

Na sociedade capitalista, adora-se o dinheiro. O dinheiro torna-se o critério absoluto de todo pensamento e atividade. Se há uma filosofia ou ideologia que todos seguem, é o culto ao dinheiro; se há um princípio de vida transmitido de geração em geração, é o enriquecimento.

Viver apenas pelo dinheiro puro não corresponde à razão do mundo. Desde tempos antigos, não foi a natureza que dominou o homem, mas o homem que transformou a natureza para sua sobrevivência e vida, fazendo avançar a história social.

O capitalismo é uma sociedade que põe o dinheiro como senhor e rebaixa o ser humano que transforma a natureza e a sociedade.

Assim, todos orientam sua vida para ganhar dinheiro e enriquecer. Nos países ocidentais circula há muito o provérbio de que os capitalistas subiriam até ao cadafalso se pudessem obter 300% de lucro. O culto ao dinheiro faz toda a sociedade mover-se pela lei da sobrevivência do mais forte.

A política do dinheiro é uma política que corrompe todo o sistema social.

Os capitalistas introduziram o multipartidarismo e transformaram as eleições em competição de despejar dinheiro para eleger governantes e legisladores que sirvam aos seus interesses. Esses mecanismos abrem as portas apenas para os ricos participarem das eleições e erguem barreiras contra os trabalhadores.

Os candidatos arrecadam fundos junto aos capitalistas, e estes fornecem subornos chamados de doações políticas. Os candidatos gastam essas enormes somas em banquetes e propaganda.

Segundo a análise da base de dados de financiamento político OpenSecrets, o custo das eleições legislativas intermediárias dos EUA em 2022 chegou a quase 17 bilhões de dólares. A emissora CNN informou que só nas eleições senatoriais dos cinco estados mais caros foram gastos cerca de 1,3 bilhão de dólares.

Quando o dinheiro é usado para comprar políticos e manipular a direção do país, torna-se um germe extremamente venenoso que corrói pessoas e sociedade.

Na sociedade capitalista, o dinheiro intervém em todas as etapas — eleições, formulação e execução de políticas. O candidato comprado torna-se servo fiel dos monopólios que investiram nele.

Um representante de uma organização civil nos EUA afirmou que "os verdadeiros que movem o país não são os candidatos cujos nomes estão nas cédulas", defendendo que o povo tem direito de saber quem manipula a política por trás.

Os monopólios realizam verdadeiros leilões de poder a cada mandato porque o capital ligado ao poder gera lucros enormes e proteção legal.

Nos países capitalistas, antes e depois das eleições, realizam-se atividades de lobby para influenciar políticas. Originadas de peticionários que persuadiam parlamentares fora das sessões, tornaram-se, na prática, compra pública feita por grandes conglomerados.

Nos EUA há inúmeras organizações e empresas dedicadas ao lobby, algumas administradas por ex-parlamentares e capitalistas. Devido a esse lobby intenso, leis para interesses privados são aprovadas.

Por isso, o ex-presidente Jimmy Carter declarou que "subornos políticos ilimitados tornaram-se fator principal na nomeação e eleição presidencial", criticando o sistema político por servir aos conglomerados.

Não só nos EUA, mas também no Japão, empresas e entidades doam dinheiro legalmente a partidos, influenciando políticas.

Como água derramada na cabeça escorre até os pés, os vícios da política espalham-se pela sociedade.

Tudo o que é humano é corroído pelo dinheiro. Pessoas cometem fraudes, roubos e assassinatos por dinheiro. Grupos criminosos crescem e até se infiltram na política, agravando a instabilidade social. Trabalhadores sofrem exploração do capital.

Mesmo trabalhando arduamente, a maioria dos trabalhadores vê pouca mudança em sua vida, e essa condição miserável perpetua-se. O desespero e a decadência aumentam, assim como o uso de drogas.

A realidade mostra que o capitalismo é uma das sociedades mais corruptas da história.

A política do dinheiro aprofunda divisões políticas e sociais.

O bipartidarismo e o multipartidarismo refletem divisões entre grupos dominantes com interesses distintos. No Reino Unido, após a Revolução Gloriosa do século XVII, surgiu o sistema bipartidário entre whigs e tories, depois liberais e conservadores. Nos Estados Unidos, também existe o bipartidarismo.

Independentemente do partido que governe, todos protegem a classe dominante.

Como capitalistas competem entre si por lucros, aumentam conflitos e divisões políticas. Com a queda das taxas de lucro, as disputas partidárias tornam-se mais ferozes, chegando a ataques pessoais.

O aumento da desigualdade intensifica a contradição entre capitalistas e trabalhadores. Protestos tornam-se frequentes e exigem mudanças profundas.

A política do dinheiro é uma política reacionária que reprime violentamente as demandas populares.

A classe capitalista reprime protestos, cria aparatos repressivos, vigia e ameaça opositores. Em crises econômicas e políticas, busca saída em confrontos e guerras, aumentando gastos militares para enriquecer monopólios.

Com o aumento dos gastos militares no Ocidente, cresce a tensão mundial.

O Ocidente apresenta essa política do dinheiro como "democracia". O 16º presidente dos EUA, Abraham Lincoln, definiu democracia como "governo do povo, pelo povo e para o povo". Mas, na realidade, seria governo do dinheiro, pelo dinheiro e para o dinheiro.

Uma sociedade capitalista em que tudo é decidido pelo dinheiro inevitavelmente perde o apoio popular.

Ri Kyong Su

Partidismo

Os 12 traços comunistas que os funcionários da nova época devem possuir

Partidismo, postura de princípios, princípios políticos, senso de responsabilidade, exemplo com a própria conduta, criatividade, caráter popular, humanidade, sinceridade, otimismo, senso moral e integridade

A grande ideia revolucionária do camarada Kim Jong Un esclareceu os 12 traços comunistas que os funcionários da nova era devem possuir. Este é um guia dirigente que permite a todos os funcionários prepararem-se como verdadeiros revolucionários infinitamente fiéis ao Partido e amados e respeitados pelo povo, como autênticos servidores do povo e pessoas de caráter exemplar.

O partidismo é a qualidade mais importante que os funcionários devem possuir e é a sua própria vida.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Os funcionários devem possuir elevado partidismo e cumprir como núcleo a responsabilidade e o dever de servir à ideia e à direção do Partido."

O partidismo, em suma, é a fidelidade infinita ao Partido.

Em outras palavras, é o espírito revolucionário de defender absolutamente o Comitê Central do Partido, pensar e agir de acordo com a ideia e a intenção do Comitê Central do Partido e dedicar completamente tudo de si para cumprir a política do Partido.

Que os funcionários possuam elevado partidismo é uma exigência vital para desempenharem o papel de organizadores e executores da política do Partido.

Hoje, quando se abre uma nova fase do desenvolvimento integral do socialismo, nosso Partido exige que os funcionários tomem consciência da pesada responsabilidade e missão como membros de comando da revolução e as cumpram satisfatoriamente.

Somente possuindo elevado partidismo os funcionários podem examinar corretamente todos os problemas a partir de uma visão partidista e estatal, encontrar ali a sua parte, planejar cuidadosamente o trabalho e levá-lo adiante com firmeza, mesmo diante de quaisquer dificuldades.

O camarada Kim Yang Gon, a quem o estimado camarada Secretário-Geral chamou de seu fiel auxiliar e camarada próximo que ninguém podia substituir..

Foi precisamente Kim Yang Gon o funcionário que considerava como sua própria tarefa qualquer questão que preocupasse e interessasse ao Comitê Central do Partido e tomava a preocupação e a ansiedade do Comitê Central do Partido como sua própria dor. Por isso, sua reflexão e paixão se gravaram não apenas em sua área de responsabilidade, mas também na ciência, na educação, no esporte e em outros setores.

Assim que soube que o Partido se preocupava por causa de equipamentos de um determinado esporte, organizou de imediato uma reunião dos membros do departamento e disse que, embora o setor esportivo estivesse distante, se fosse algo que trouxesse alegria ao Partido, deveria ser feito sem distinguir hoje ou amanhã, desenvolvendo minuciosamente o trabalho organizativo. Quando foi construído o Complexo de Ciência e Tecnologia, foi pessoalmente ao local para verificar os problemas e estabelecer medidas, e também se tornou patrocinador de uma escola primária, impulsionando as obras de reforma da escola.

Ele demonstrou com exemplo prático que a criatividade engenhosa e a ousada capacidade organizativa para cumprir a política do Partido, bem como a dedicação infinita, surgem da fidelidade absoluta ao líder, do elevado partidismo.

Os funcionários devem aprender com os verdadeiros fiéis que nosso Partido recorda e, servindo lealmente à ideia e à direção do Comitê Central do Partido, apressar a revitalização integral do Estado.

É mais importante do que tudo manter a firme convicção de compartilhar o destino com o Comitê Central do Partido até o fim.

Os que devem possuir convicção ideológica mais firme do que qualquer outro são precisamente os funcionários. Se os membros de comando que devem servir à frente à ideia e à direção do Comitê Central do Partido e conduzir as massas vacilarem diante das provações e dificuldades, não se poderá manter a unidade ideológica e volitiva das fileiras e isso trará grande obstáculo ao avanço da revolução.

Os funcionários devem possuir a convicção absoluta de que, graças à sábia direção do Comitê Central do Partido, a vitória e o futuro são nossos, e a visão revolucionária de que até as provações são glória no caminho de seguir o Comitê Central do Partido.

Devem participar conscientemente e com sinceridade da vida ideológica e organizativa do Partido com alto senso de organização partidista, aperfeiçoar-se e temperar-se continuamente através da prática revolucionária, mantendo a fidelidade ao Partido como convicção revolucionária e pura obrigação moral.

Devem tomar a defesa da autoridade do Comitê Central do Partido como ponto de partida de pensamento e ação, examinar sempre se há falhas nesse trabalho, se estão falando e agindo conforme a vontade do Partido, e habituar-se a corrigir a tempo as insuficiências.

Também é importante aceitar incondicionalmente a linha e a política do Partido, executá-las completamente e travar luta sem compromisso contra qualquer pequeno elemento que contrarie a direção única do Comitê Central do Partido.

O partidismo dos funcionários se expressa concentradamente na execução incondicional e completa da linha, da política e das resoluções do Partido. O grau de exatidão e perfeição na execução da política do Partido é o grau de fidelidade ao Partido.

Os funcionários devem aceitar a política do Partido como a mais justa, erguer primeiro a bandeira na vanguarda da luta por sua execução e, mesmo carregando fardos, correr com fardos mais pesados que os outros, realizando necessariamente o plano do Partido na realidade. Em qualquer trabalho, devem planejar com base na correta compreensão da intenção do Comitê Central do Partido, manter de modo consequente a metodologia de encontrar soluções e dedicar o máximo esforço para executar perfeitamente as resoluções do Partido sem a menor concessão ou desvio.

Defender por todos os meios a autoridade dirigente do Comitê Central do Partido é a primeira missão do revolucionário, e o caráter partidista dos funcionários deve manifestar-se ativamente na luta para fortalecer a unidade político-ideológica do Partido e a coesão monolítica das fileiras revolucionárias.

Na novela longa "Marechal Hyon Chol Hae", que mostra a vida nobre do camarada Hyon Chol Hae, exemplo de verdadeiro fiel, há o seguinte trecho.

"Tu também és membro do Partido, não és? Pensas que isto é apenas uma linha telefônica? É a linha de direção do Partido."

Foi o que disse o camarada Hyon Chol Hae, repreendendo severamente oficiais de comunicações que seguiam cegamente as manobras de burocratas militares que, sob pretexto de segredo, tentavam cortar até mesmo a linha de direção do Partido.

Quando burocratas militaristas antipartido entrincheirados em altos cargos militares conspiravam abertamente e secretamente para prejudicar a autoridade do líder, difamar a política do Partido e enfraquecer as organizações políticas dentro do exército, ele lutou sem compromisso contra eles, contribuindo para estabelecer o sistema de direção única do Partido no exército, o que pode ser considerado um de seus maiores méritos.

Os funcionários devem, como o camarada Hyon Chol Hae, pensar e agir completa e rigorosamente na linha do sistema de direção única do Comitê Central do Partido e, contra tendências e elementos negativos que contrariem a ideia e a intenção do Partido, mesmo que sejam pequenos, acender imediatamente o fogo da luta e esmagá-los completamente.

Todos os funcionários devem preparar-se firmemente como combatentes decididos com elevado partidismo, que sempre estejam na vanguarda na defesa da dignidade e autoridade do Partido, não vacilem nem um centímetro na execução da política do Partido mesmo quando as provações e dificuldades se acumularem, e se dediquem de corpo inteiro ao fortalecimento da unidade do Partido.

Kim Hyang Ran

Postura de princípios


Os 12 traços comunistas que os funcionários da nova época devem possuir

Partidismo, postura de princípios, princípios políticos, senso de responsabilidade, exemplo com a própria conduta, criatividade, caráter popular, humanidade, sinceridade, otimismo, senso moral e integridade

Na importante e responsável trajetória de luta de hoje para levar a etapa pioneira do desenvolvimento integral do socialismo a um grande auge, existe uma qualidade essencial que avalia a qualificação dos funcionários como núcleo fundamental do Partido e membros de comando da revolução.

É a postura de princípios.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Os funcionários, que são membros de comando da revolução, devem, com extraordinária preparação ideológica e decisão, empenhar-se e lutar com toda a dedicação."

A postura de princípios é a qualidade própria do revolucionário que observa e trata todos os problemas do ponto de vista dos interesses do Partido e da revolução, dos interesses fundamentais das massas populares, e que luta sem compromisso contra os fenômenos que os violam.

Não se pode discutir o caráter partidista, revolucionário e popular de um funcionário afastado dos princípios. A firmeza de princípios pode ser considerada também o sinal básico que define o valor de existência de um funcionário.

Se os funcionários elevados a cargos responsáveis pela confiança e expectativa do Partido e do povo se afastarem dos princípios, isso causará grande influência no trabalho dos setores, regiões e unidades. Ou seja, não apenas deixarão de cumprir o papel de porta-estandarte das fileiras e de locomotiva na execução da política do Partido, como também causarão perdas irreparáveis à revolução.

Em suma, aquilo que os revolucionários devem defender em qualquer tempo e circunstância é precisamente são os princípios partidista e de classe.

Hoje, quando sob a sábia direção do grande Comitê Central do Partido se desdobra e se realiza um grandioso plano jamais visto desde a fundação do Estado, é indispensável que os funcionários mantenham forte firmeza de princípios mesmo para elevar o trabalho de seus setores, regiões e unidades ao nível desejado pelo Partido e alcançar resultados claros.

Podemos compreender isso também ao recordar as marcas de luta do camarada Jin Pong Jun, que o estimado camarada Secretário-Geral exaltou como funcionário na vanguarda da criação da história do mar dourado.

Foi quando, assumindo a pesada responsabilidade de gerente de um determinado empreendimento pesqueiro do Exército Popular, preocupado que a base material e técnica fraca da unidade prejudicasse a luta pela execução da política pesqueira do Partido, ele estabeleceu medidas para aumentar decisivamente os barcos modernos de pesca.

Nas condições daquela época, não era tarefa fácil. Pensando primeiro apenas que cada recurso era precioso e que a situação era difícil, não poucos funcionários apresentaram opiniões contrárias.

Mas, colocado na posição de assumir totalmente a responsabilidade pelo futuro do empreendimento, ele não cedeu nem um pouco nos princípios. Como o Partido sempre enfatiza, havia o caminho mais curto para executar firmemente a política pesqueira do Partido em estabelecer solidamente a base material e técnica com as próprias forças, sem olhar para ninguém. Ele disse que cumprir a política do Partido não é fazê-lo quando estamos de barriga cheia, e que sem estar preparado para o sacrifício nunca poderíamos levantar-nos com nossas próprias forças, despertando e estimulando todos.

Assim, foram preparados mais de dez barcos modernos de pesca equipados com abundantes aparelhos de busca de cardumes, navegação e comunicação. Com base nisso, cumprindo com sobra todos os anos os difíceis planos de pesca, contribuiu-se para criar a história do mar dourado conforme a vontade do Partido, fazendo despertar os derrotistas que diziam que não havia peixe no mar.

Se observarmos os setores, regiões e unidades que correram à frente com a bandeira erguida na execução do último plano quinquenal, sem exceção há funcionários com temperamento revolucionário que, mesmo diante de dezenas e centenas de tarefas, arriscam a vida para defender os princípios partidistas. Ao contrário, se há unidades com resultados escassos apesar de terem recebido a mesma política do Partido, isso não se deve a condições desfavoráveis, mas principalmente ao fato de os funcionários não terem conduzido todo o processo de trabalho com firmeza de princípios.

Na revolução, ceder nos princípios é a própria morte. A revolução avança tanto quanto se defendem e preservam os princípios. Embora não haja o som dos canhões, a situação aguda de hoje, em que se trava uma grande confrontação com os imperialistas em todos os campos político, econômico, militar e cultural, e a realidade de avançar rapidamente rumo a um futuro brilhante sob a nova linha de luta e o programa prático apresentados pelo 9º Congresso do Partido, exigem que os funcionários afiem ainda mais a postura de princípios como arma de luta inseparável em qualquer momento.

Devem manter firmemente a determinação inabalável de defender até a morte o Comitê Central do Partido em quaisquer adversidades e servir com lealdade à sua ideia e direção.

A postura dos princípios depende da clareza da ideia e da posição.

A ideia e a política do Partido são a régua única que permite distinguir corretamente o certo e o errado na luta revolucionária.

Os funcionários devem ter em mente que, se negligenciarem mesmo por um instante o estudo da política do Partido, sua visão política se turva e, sem perceber, se desviam da linha de princípios, e devem elevar constantemente a consciência política com estudo intencional e contínuo. Estudando profundamente, palavra por palavra, os documentos do Partido e as diretrizes apresentadas em cada período, devem transformá-los em seu sangue e carne, habituando-se a analisar, julgar e tratar todos os problemas com base na ideia, linha e política do Partido em qualquer ambiente. Contra os fenômenos que divergem da ideia e intenção do Partido, mesmo que sejam pequenos, não se deve tolerar nem calar, mas travar luta aguda.

É importante que os funcionários distingam claramente o público e o privado no trabalho e se comportem corretamente.

Diante de qualquer problema, devem pensar primeiro nos interesses do Partido, da revolução e do povo antes de si mesmos, refletir mil vezes e tratá-lo de modo justo e transparente.

Também devem prevenir a tendência de tratar o trabalho de maneira leviana, presos a subjetivismo e preconceitos.

Todos os funcionários devem incorporar firmemente a postura de princípios e aplicá-la plenamente no trabalho e na vida, cumprindo dignamente as pesadas responsabilidades que a época e a revolução lhes confiaram.

Ri Jong Su

Princípios políticos

Os 12 traços comunistas que os funcionários da nova época devem possuir

Partidismo, postura de princípios, princípios políticos, senso de responsabilidade, exemplo com a própria conduta, criatividade, caráter popular, humanidade, sinceridade, otimismo, senso moral e integridade

Erguendo a nova linha de luta e o programa prático apresentados pelo 9º Congresso do Partido, neste momento em que se inicia a marcha histórica rumo a vitórias ainda maiores, há uma qualidade que os funcionários que estão na vanguarda da fileira devem necessariamente possuir: os princípios políticos.

Internalizar os princípios políticos é uma exigência indispensável para que os funcionários que sustentam na linha de frente a ideia e a direção do Partido cumpram suas responsabilidades e papéis como ativistas políticos e revolucionários.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Para que os funcionários, como servidores fiéis do povo, sirvam com lealdade ao povo, devem possuir o porte político-ideológico e a qualificação prática próprios de funcionários."

Ter princípios políticos é a qualidade fundamental do revolucionário que é politicamente sensível, encara todos os problemas com uma visão política aguda e os resolve de acordo com a intenção do Partido.

Trata-se de uma qualidade que todo militante do Partido do Trabalho da Coreia deve possuir, mas para os funcionários que devem organizar e mobilizar as massas e conduzi-las à implementação da política do Partido, ela se apresenta como uma questão ainda mais urgente.

Possuir elevados princípios políticos está diretamente ligado à fidelidade ao líder, e a fidelidade dos funcionários não pode ser concebida sem uma aguda sensibilidade política, discernimento e consciência política.

A falta de princípios políticos gera a insensibilidade política de não saber distinguir a intenção do Partido, a imaturidade política de não saber respirar o apelo do Partido e o espírito da época, e a falta de caráter revolucionário de não possuir determinação de assumir plena responsabilidade pelo próprio trabalho perante o Partido.

Quem não capta corretamente a essência da ideia e da política do Partido e não sabe se entusiasmar sinceramente e responder ardorosamente aos acontecimentos vibrantes não pode cumprir de maneira responsável as tarefas confiadas, por mais que subjetivamente declare fidelidade ao Partido.

Possuir princípios políticos é a medida que determina o valor e a qualificação do funcionário.

Para planejar e organizar bem a implementação da política do Partido, é necessário possuir sensibilidade política aguçada, compreendendo com precisão o verdadeiro significado da ideia e da política do Partido e pensando e julgando de acordo com elas; para unir estreitamente a direção e o entusiasmo criador das massas e conduzir a resultados bem-sucedidos, é preciso elevada qualificação política capaz de extrair ao máximo sua consciência de donos e sua força inesgotável.

Somente com elevados princípios políticos é possível captar sensivelmente a ideia e a intenção do Partido, penetrar corretamente todos os problemas com visão partidista e estatal e resolvê-los estritamente segundo as exigências da política do Partido, bem como fazer eclodir plenamente o entusiasmo e a criatividade das massas mesmo em condições desfavoráveis e executar incondicionalmente e completamente as tarefas apresentadas pelo Partido.

Hoje, em que se desenvolve vigorosamente a luta para alcançar novas vitórias na revitalização integral do Estado, a diferença de resultados entre regiões e unidades comprova isso.

Onde há funcionários com elevados princípios políticos, a ideia e a política do Partido são corretamente refletidas e os objetivos que correspondem às exigências e aos padrões do Partido se concretizam plenamente; onde não há, a política do Partido não pode ser implementada corretamente.

Para que os funcionários possuam elevados princípios políticos, devem internalizar em todos os trabalhos o pensamento de colocar em primeiro lugar e defender plenamente a autoridade do Partido.

Todo trabalho é uma luta para realizar o plano e a intenção do Partido, e seu êxito está diretamente ligado à autoridade do Partido. Por isso, ao surgir qualquer problema ou ao organizar um trabalho, os funcionários devem antes de tudo analisá-lo e julgá-lo do ponto de vista da garantia da autoridade do Partido e executá-lo de acordo com sua intenção. Se a implementação da política do Partido cair no puro pragmatismo econômico, no subjetivismo ou no gosto pessoal, desvia-se da linha política, executa-se de forma distorcida e, por fim, prejudica-se a elevada autoridade do Partido.

Portanto, os funcionários devem participar ativamente das reuniões partidistas, estudar seriamente os documentos e as diretrizes do Partido e suas publicações para captar corretamente a essência de seu plano e intenção, e transformar em hábito executar perfeitamente as resoluções do Partido sem a menor concessão ou falha. Devem tornar costume analisar todos os fenômenos ao redor como questões políticas ligadas à dignidade e à autoridade do Partido e tornar-se pioneiros da luta para corrigir a tempo qualquer elemento que possa prejudicá-las.

Implementar incondicional e plenamente a política do Partido a partir da posição de assumir total responsabilidade pelo trabalho de seu setor e unidade é uma clara manifestação de elevados princípios políticos.

O estimado Secretário-Geral, em seu discurso programático na visita ao Museu da Fundação do Partido em outubro do ano passado, enfatizou a importância de que assumir plenamente a responsabilidade pelo trabalho de seu setor e unidade deve ser o princípio político dos funcionários.

A alta responsabilidade pelo próprio trabalho e a firme capacidade prática na implementação da política do Partido são, antes de tudo, uma expressão de princípio político, mais do que um temperamento inato.

O funcionário com elevados princípios políticos sempre tem forte consciência de seu dever, organiza e executa todos os trabalhos com atitude de dono e, com consciência pura e dedicação ardente, mobiliza as massas para realizar corretamente a decisão e o plano do Partido.

Por outro lado, se falta princípios políticos, a pessoa torna-se prisioneira das dificuldades imediatas, encara a política do Partido com ceticismo, acostuma-se à autopreservação, observa apenas o ambiente, recita a implementação da política apenas com palavras e evita responsabilidades.

Os funcionários devem sempre refletir sobre a importância das responsabilidades que assumem e sua posição como comandantes da revolução, tornando-se especialistas competentes e praticantes firmes que, com extraordinário senso de responsabilidade, alta capacidade de trabalho e dedicação, cumpram até o fim os objetivos de luta estabelecidos.

Hoje, diante dos funcionários coloca-se a grande e responsável tarefa de possuir elevada qualificação e capacidade políticas capazes de corresponder às mudanças da época e, com liderança madura e capacidade prática, realizar perfeitamente as tarefas de luta apresentadas pelo 9º Congresso do Partido.

Todos os funcionários devem sempre recordar o senso de missão e responsabilidade que têm perante a época, tornar-se encarnações de elevados princípios políticos e cumprir plenamente os pesados deveres que têm perante o Partido e o povo.

Ju Chang Ho

Vida organizacional partidista

Explicação de terminologias políticas

A vida organizacional partidista é uma atividade política em que os militantes do Partido, pertencendo à organização partidista, recebem sua direção e controle e cumprem as tarefas revolucionárias confiadas pelo Partido.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"É necessário fazer com que os militantes do Partido participem conscientemente da vida partidista com elevada consciência organizacional partidista."

A vida organizacional partidista é o cadinho do treinamento ideológico e a escola da educação revolucionária. Por meio da vida organizacional partidista, os militantes se forjam revolucionariamente e fazem brilhar sua preciosa vida política. Sem a vida organizacional partidista, os militantes não podem ligar-se de maneira consanguínea ao líder nem possuir uma vida política eterna.

Os próprios militantes do Partido são os donos da vida organizacional do Partido. Eles devem participar, como verdadeiros donos, no trabalho para fortalecê-la e, nesse processo, temperar incessantemente o espírito partidista e cultivar o hábito de agir sempre de acordo com a vontade e a disciplina da organização.

A vida organizacional dos militantes do Partido realiza-se, antes de tudo, através do processo de pertencer à respectiva organização partidista e viver sob sua direção e controle. Pertencer à organização partidista e viver sob sua direção e controle é a condição fundamental para manter e fazer brilhar a vida política do militante do Partido.

A vida organizacional do militante do Partido realiza-se, em seguida, através do processo de cumprir as tarefas partidistas que a organização lhe confia. Recebendo uma incumbência da organização e cumprindo-a, o militante mantém ligação constante com a organização, executa as tarefas confiadas pelo Partido, forja-se político-ideologicamente e desenvolve atividades políticas para implementar a linha e a política do Partido.

A vida organizacional do militante do Partido realiza-se também por meio de formas como as reuniões partidistas e os balanços da vida partidista.

Para fortalecer a vida organizacional dos militantes do Partido, é necessário possuir um ponto de vista e uma atitude corretos em relação à vida partidista, participar nela de modo consciente e fiel, observar as normas da vida partidista e estabelecer uma disciplina revolucionária que lute firmemente contra os fenômenos que violem suas exigências, superando-os a tempo.

Estimado camarada Kim Jong Un recebe mensagem de felicitação dos copresidentes da República da Nicarágua


Pyongyang

Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia

Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia

Comandante Supremo das Forças Armadas da República Popular Democrática da Coreia

Camarada Kim Jong Un

Caro camarada,

Por ocasião de sua reeleição como Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia, em nome do Governo de Reconciliação e Unidade Nacional e do povo da República da Nicarágua, da Frente Sandinista de Libertação Nacional e em nosso próprio nome, reafirmamos nossa confiança no senhor, supremo dirigente de seu país e de seu povo, e lhe enviamos as mais calorosas e fraternais felicitações.

Enviamos também felicitações aos membros de seu Partido, em particular aos camaradas eleitos no 9º Congresso do Partido do Trabalho da Coreia.

Expressamos nossa convicção de que, sob sua forte direção, o heroico povo da República Popular Democrática da Coreia continuará forjando seu próprio destino ao longo do caminho da defesa de seus direitos, da paz e da segurança, da estabilidade e do bem-estar, alcançando unidade, progresso e desenvolvimento econômico.

Caro camarada,

O governo da Nicarágua reafirma sua inabalável vontade de estreitar ainda mais as históricas relações de amizade revolucionária e fraternal, de solidariedade e cooperação entre nossos dois partidos, nossos dois governos e nossos dois povos.

Da Nicarágua abençoada e eternamente livre, enviamos um abraço fraternal e revolucionário, pleno de respeito, admiração e amizade, desejando-lhe êxitos em seu trabalho no novo mandato e boa saúde.

Copresidente da República da Nicarágua

Daniel Ortega Saavedra

Copresidente da República da Nicarágua

Rosario Murillo

Manágua, 23 de fevereiro de 2026

Os princípios imutáveis do grande Partido do Trabalho da Coreia: Iminwichon, unidade monolítica e autoconfiança

Ensaio político

O estimado camarada Secretário-Geral enfatizou, na histórica conclusão apresentada no 9º Congresso do Partido do Trabalho da Coreia, que, assim como durante o 8º período do Comitê Central do Partido erguemos como bandeiras da luta e do avanço os ideais de Iminwichon (considerar o povo como o céu), unidade monolítica e autoconfiança, também no período de trabalho do 9º Comitê Central devemos continuar erguendo inabalavelmente esses três ideais.

Em considerar o povo como o céu está refletida a exigência permanente do nosso Partido de manter firmemente o estilo revolucionário de servir ao povo como ponto de partida da construção e da atividade partidistas e como princípio absoluto e imutável; e na unidade monolítica e na autoconfiança estão condensadas as concepções ideológicas e teóricas e as exigências políticas sobre a linha vital e a força motriz da nossa revolução.

Agora, as organizações partidistas, todo o povo e militantes partidistas estão cheios da determinação de apoiar com ação prática rigorosa o plano e a resolução do Comitê Central do Partido de fazer avançar firmemente a nova etapa do desenvolvimento integral do socialismo, com amor ardente pelo povo, com unidade multiplicada nas provações e com a força da independência e da dignidade.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Nossos ideais, objetivos e velocidade de avanço mudam e se desenvolvem continuamente, mas os ideais próprios da revolução coreana — considerar o povo como o céu, unidade monolítica e autoconfiança — são imutáveis, e a força inesgotável que eles contêm impulsionará com confiança a construção socialista para um futuro brilhante."

Iminwichon, unidade monolítica e autoconfiança são poderosas forças propulsoras para acelerar o desenvolvimento integral do socialismo ao nosso estilo.

A luta para alcançar um desenvolvimento equilibrado e simultâneo em todas as frentes da construção socialista é, por sua natureza, uma obra destinada a elevar continuamente o bem-estar do povo e um grandioso empreendimento que só pode ter êxito com uma poderosa força político-ideológica e com o espírito revolucionário de independência e autodeterminação. É justamente nesses ideais que existe a garantia fundamental para colocar toda a construção socialista na via de um desenvolvimento qualitativo firme e de saltos decisivos, apoiando-se nas forças próprias fortalecidas nos últimos cinco anos e na base solidamente construída de prosperidade e riqueza pela autoconfiança.

Levantar ainda mais alto a bandeira de Iminwichon, unidade monolítica e autoconfiança — que simbolizam as vitórias contínuas da revolução coreana e condensam todas as vitórias e glórias da Coreia socialista cheias de milagres lendários e mitos heroicos — é a vontade inabalável do Comitê Central do Partido para trazer progressos mais abrangentes e inovadores em todos os campos da revolução e da construção.

Considerar o povo como o céu é o ideal fundamental do Partido do Trabalho da Coreia, que eleva o povo de forma sagrada e mais elevada, e é o ponto de partida da construção e da atividade partidista.

Não se pode falar de nenhuma linha, política ou realização do Partido separada do povo. O povo é a raiz vital do partido revolucionário e a fonte inesgotável de força. Somente o Partido que considera o povo como o mais precioso e mantém de forma consequente o ideal de realizar suas aspirações avança vitoriosamente com o apoio e a confiança absolutos do povo.

Mesmo que seja preciso empregar esforços sem precedentes, tudo o que o povo deseja deve ser realizado como realidade resplandecente, e uma nova vida e uma nova civilização que nem sequer foram imaginadas devem ser concedidas não num futuro distante, mas na presente geração — esse foi o princípio firme que o nosso Partido manteve na direção revolucionária durante os últimos cinco anos. Todos os planos devem priorizar de forma absoluta os interesses e a conveniência do povo, e onde quer que o povo viva deve-se começar pelos lugares mais difíceis e árduos, transformando os desejos do povo em políticas. Assim, o ideal de considerar o povo como o céu foi a fonte fundamental que fez com que as exigências e aspirações sinceras do povo se tornassem linhas e políticas e fossem continuamente ampliadas e aprofundadas. Na política de desenvolvimento local da nova era, no programa de revolução rural, nas medidas socialistas para as gerações futuras, nas novas políticas de cuidado infantil e nas políticas sanitárias apresentadas pelo nosso Partido nos últimos cinco anos, pulsa esse ideal que toma a aspiração popular como ponto de partida e a realização dos sonhos do povo como princípio da atividade partidista.

Quanto mais elevado o ideal e quanto mais firmemente ele é erguido, mais sucessivas conquistas e transformações são alcançadas. O fato de que, nos últimos cinco anos, nas reuniões plenárias do Comitê Central e em outras importantes reuniões do Partido, tenham sido adotadas medidas práticas para fazer com que as políticas populares penetrem mais profundamente na vida do povo e que a luta por sua realização avance firmemente é algo que somente o nosso Partido, que coloca o Iminwichon como ideal e credo político, pôde realizar. O caminho dos últimos cinco anos é um registro revolucionário imortal aberto e avançado pelo ardente amor do Partido pelo povo e uma crônica sagrada tecida pelos monumentos de sucesso para o bem-estar do povo sob a direção dedicada ao povo do nosso Partido.

A luta de hoje para cumprir as tarefas programáticas apresentadas pelo 9º Congresso do Partido é, em essência, uma obra para materializar brilhantemente o ideal de considerar o povo como o céu. Cada cláusula das resoluções do Congresso visa realizar o quanto antes as aspirações seculares do nosso povo. Por meio da luta vigorosa pela execução dessas resoluções, será claramente demonstrado ao mundo inteiro quão intenso é o espírito de serviço abnegado do nosso Partido ao povo e como as aspirações do povo se transformam em frutos resplandecentes.

A unidade monolítica é a filosofia revolucionária do Partido do Trabalho da Coreia que acelera o desenvolvimento integral do socialismo com a força de um povo firmemente unido por uma única vontade ideológica e nobre dever moral.

As resoluções do Congresso do Partido são a estratégia e a tática do Partido do Trabalho da Coreia para colocar toda a construção socialista na via de um desenvolvimento qualitativo firme e de saltos decisivos, e a luta atual por sua execução é uma grande marcha de unidade monolítica para conquistar novas vitórias do socialismo ao nosso estilo. Quando todo o povo liga o destino ao Comitê Central do Partido e estabelece plenamente o espírito de incondicionalidade, rigor e precisão na execução das políticas partidistas, aí está o caminho mais curto para defender firmemente a bandeira vermelha do socialismo e transformar em realidade as ideias do Partido sobre o desenvolvimento integral do socialismo.

O caminho de luta dos últimos cinco anos foi uma trajetória na qual, sob a direção do nosso Partido que ergueu alto a bandeira da unidade monolítica, a força de unidade e criatividade de milhões de pessoas foi orientada para um único objetivo: a vitória da luta pioneira e transformadora rumo ao desenvolvimento integral do socialismo. Colocando firmemente o trabalho ideológico à frente de todas as tarefas, fazendo com que as massas compreendessem profundamente a verdade e a justeza das políticas do Partido e se lançassem de forma consciente e devotada à sua execução, acendendo vigorosamente as chamas do movimento patriótico socialista e do movimento de massas revolucionário e elevando extraordinariamente o heroísmo coletivo, o nosso Partido provocou contínuos avanços em toda a construção socialista com a força unida de um coletivo firmemente unido por uma única vontade. Sob a direção do nosso Partido, que elevou ainda mais a bandeira da unidade monolítica, uniu firmemente o povo com grandes ideias, amor ardente e confiança absoluta e orientou a força espiritual e criativa das massas para elevar rapidamente o poder nacional global, nos últimos cinco anos surgiram entre o povo e a juventude um entusiasmo extraordinário de atender ao chamado do Partido, avançando voluntariamente para as principais frentes da construção socialista e criando novos milagres e novos recordes, enquanto inúmeros mitos de construção foram criados em grandes obras e acontecimentos surpreendentes, que nem em tempos tranquilos ousaríamos imaginar, preencheram os cinco anos de espaço e tempo desta terra. O fato de projetos desejados por séculos, que se pensava que só seriam realizados em gerações futuras, terem se tornado realidade da presente geração é uma prova poderosa da vitalidade do ideal de unidade monolítica erguido pelo nosso Partido.

Nos últimos cinco anos, no processo de apoiar as ideias e a causa do Partido, o nosso povo consolidou com convicção de aço que as políticas do Partido são verdade absoluta e que na sua execução está a garantia para acelerar o desenvolvimento integral do socialismo. Esse é um recurso mais precioso do que qualquer riqueza material. Com a bandeira da unidade monolítica erguida pelo nosso Partido e com um povo que considera as políticas do Partido como supremas e apoia suas decisões com ações completas, as tarefas programáticas apresentadas no Congresso serão transformadas em realidades brilhantes e a construção socialista avançará firmemente na via de saltos conforme o cronograma definido pelo Partido.

A autoconfiança é a linha política do Partido do Trabalho da Coreia de construir um paraíso socialista próspero à nossa maneira, apoiando-se firmemente na base e no potencial independentes.

Socialismo e autoconfiança são inseparáveis. Embora o ambiente e as condições de luta possam mudar no processo de construção socialista, o princípio revolucionário de resolver todos os problemas com nossas próprias forças não pode mudar. A causa socialista é uma causa sagrada aberta e completada com nossas próprias forças. Por isso, o nosso Partido estabeleceu a autoconfiança não como medida temporária para superar dificuldades ou responder a mudanças de situação, mas como direção fundamental e modo de desenvolvimento da construção socialista, mantendo-a como linha política imutável.

Na luta pioneira e transformadora da primeira etapa rumo ao desenvolvimento integral do socialismo, o método adotado pelo nosso Partido foi apoiar-se inteiramente nas próprias forças. Com a sólida base da economia independente e o espírito revolucionário de autodeterminação do nosso povo que não se curva diante de nenhuma provação, era convicção firme do Partido que qualquer objetivo pode ser conquistado e o nosso socialismo pode dar saltos para níveis superiores. Sustentado por essa convicção e vontade imutáveis do Partido do Trabalho da Coreia, o espírito revolucionário do nosso povo foi continuamente cultivado, a base da prosperidade pela autoconfiança tornou-se mais sólida e a construção socialista avançou vigorosamente à nossa maneira e com nossas próprias forças. Nos últimos cinco anos, a poderosa força da economia independente e da indústria de defesa autossustentada foi novamente comprovada, aumentou a capacidade de enfrentar diversas crises e acumularam-se importantes experiências e lições para manter o desenvolvimento em todos os campos, permitindo-nos compreender melhor o que podemos fazer e fortalecer nossa confiança nas próprias possibilidades. Sob a direção do nosso Partido, que tomou a autoconfiança como linha vital, aumentou extraordinariamente a força independente capaz de superar qualquer dificuldade e multiplicou-se a confiança nas próprias forças — o mais precioso patrimônio espiritual e material.

No 9º Congresso do Partido foi lançado um grande plano para a revitalização e o desenvolvimento do Estado e para o aumento do bem-estar do povo. A realidade atual, em que surgem tarefas revolucionárias sem precedentes, destaca ainda mais o valor absoluto do ideal de autoconfiança erguido pelo nosso Partido. O nosso povo, que fortaleceu ainda mais a capacidade de defender a dignidade e superar dificuldades com suas próprias forças e aumentou o impulso e a aceleração rumo ao desenvolvimento integral do socialismo com seu próprio esforço, elevará os próximos cinco anos como cinco anos de grandes transformações que superem os milagres dos últimos cinco anos e transformem novamente todo o território do país, correndo mais alto, mais rápido e com mais vigor com nossas próprias forças e à nossa maneira.

Com a direção do nosso Partido, que ergue firmemente como bandeiras da luta e do avanço os ideais de Iminwichon, unidade monolítica e autoconfiança, surgirão progressos mais abrangentes e inovadores em todos os campos da revolução e da construção, e o amanhã de um poderoso Estado socialista onde todos os sonhos do povo se realizam será antecipado.

A causa do Partido do Trabalho da Coreia, que ergue os nobres ideais de Iminwichon, unidade monolítica e autoconfiança, é invencível.

Kim Yong Il

Transmitindo os nobres sentimentos ideológicos do nosso povo, que confia que a linha de luta apresentada pelo 9º Congresso do Partido trará uma nova era de prosperidade nacional

A direção do Partido do Trabalho da Coreia é ciência e vitória 

Erguendo alto o grandioso programa de luta apresentado pelo 9º Congresso do Partido e levantando-se como uma montanha na luta solene para abrir amplamente uma nova era orgulhosa de prosperidade nacional, no coração de todo o povo do país está firmemente guardada a convicção de que, porque existe o nosso grande Partido, o futuro será infinitamente luminoso e radiante.

A direção do Partido do Trabalho da Coreia é ciência, é verdade e é vitória!

Esta é a preciosa filosofia da vida e da luta que o nosso povo assimilou ainda mais como lei absoluta no sagrado caminho de luta para desbravar a via do revitalização nacional integral seguindo o Partido.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"A causa socialista do Juche é invencível e, no caminho à nossa frente, que avança sob a direção do Partido do Trabalho da Coreia, haverá apenas vitórias e glórias."

No valioso caminho de luta que antecipa o brilhante futuro da nossa pátria, receber por ocasião do congresso do Partido o grande programa de prática é, para o nosso povo, uma honra e um orgulho incomparáveis.

O 9º Congresso do Partido do Trabalho da Coreia inscreveu solenemente, novamente, perante o interior e o exterior, a linha política e a vontade política absolutas e imutáveis do Partido do Trabalho da Coreia de realizar necessariamente todos os ideais e aspirações, tomando como linha vital a ideia de construção estatal de independência, autossustento e autodefesa, que atravessou toda a história da revolução coreana mesmo em quaisquer provações e desafios e garante não apenas as vitórias de hoje, mas o desenvolvimento vitorioso por cem e mil anos, bem como a linha estratégica de construção socialista das três revoluções — ideológica, tecnológica e cultural.

No presente 9º Congresso do Partido, que voltou a elevar inabalavelmente o grande camarada Kim Jong Un como Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia, foram sintetizados com orgulho os êxitos do 8º período do Comitê Central do Partido, que abriu audaciosamente uma nova era de transformações, e foram claramente indicadas as orientações e metas de luta mais científicas e as tarefas práticas capazes de elevar com segurança o período de desenvolvimento integral do socialismo ao nosso estilo.

Mesmo agora, ao lembrar o salão inesquecível do congresso do Partido, o coração bate com força.

Quando todo o mundo observava que mudanças traria a nossa pátria, que percorreu com êxito o 8º período do Comitê Central do Partido, o estimado camarada Secretário-Geral, que com a força da grande verdade comoveu esta terra e colocou novamente milhões de pessoas no caminho rumo a um futuro brilhante...

O estimado camarada Secretário-Geral, no congresso do Partido, ao proclamar uma nova estratégia de luta correspondente ao forte ímpeto de avanço e à elevada confiança do nosso Estado e do nosso povo, apresentou concretamente as exigências importantes a manter no período de desenvolvimento integral, as metas prospectivas de cada setor para o novo período do plano quinquenal e as tarefas para a sua realização.

As exigências de época do período de desenvolvimento integral esclarecidas por ele são, primeiro, continuar aprofundando o trabalho de garantir unidade de ação em toda a construção socialista e estabelecer uma disciplina forte; segundo, romper velhos esquemas e moldes, o conservadorismo e o empirismo, criando e inovando incessantemente o novo; terceiro, realizar o trabalho de modo científico, previsível e eficaz, valorizando as qualificações especializadas; quarto, inovar os métodos e estilos de direção da produção e da construção e elevar a capacidade de comando dos funcionários; e quinto, manter de modo consequente o princípio de resolver todos os assuntos pela força ideológica e espiritual das massas e intensificar ainda mais a luta contra todos os fenômenos negativos que contrariem o princípio de que o povo é o mais precioso.

Na etapa atual, a tarefa fundamental da construção econômica socialista é consolidar os êxitos alcançados no 8º período do Comitê Central do Partido, estabelecer a base de desenvolvimento que permita fazer crescer de forma estável e contínua a economia do país e melhorar de fato a vida do povo.

Assim, o congresso do Partido definiu claramente que o novo período do plano quinquenal deve ser uma etapa de estabilização e consolidação e de desenvolvimento qualitativo gradual, e que isso deve constituir o objetivo geral e o princípio do trabalho do 9º período do Comitê Central do Partido.

Mesmo observando o ensinamento do estimado camarada Secretário-Geral de que, também no novo período do plano prospectivo, deve-se continuar desenvolvendo o trabalho de construção para fortalecer a base do poder nacional, conduzir o povo a uma nova civilização e elevar o bem-estar, vê-se que ele é a orientação imortal que faz fluir incessantemente nesta terra a era de grandes transformações em que os sonhos e ideais do povo florescem plenamente.

As ideias de que ele enfatizou que, também no período de trabalho do 9º Comitê Central do Partido, devem ser erguidas inalteravelmente como bandeiras de luta e avanço — o Iminwichon, a unidade monolítica e a autoconfiança — são a poderosa força motriz para acelerar o desenvolvimento integral do socialismo ao nosso estilo.

No significativo congresso do Partido, ao receber das mãos do estimado camarada Secretário-Geral a grande arma de transformação e o firme programa de prática, quão grande júbilo e emoção encheram o nosso povo.

Nos corações de milhões de pessoas, transbordantes de confiança na vitória ao receber o poderoso programa de luta que iluminou a via radiante capaz de trazer avanços mais abrangentes e inovadores em todos os domínios da revolução e da construção, há um nobre sentimento ideológico que se firmou com carinho.

É o sentimento de infinita admiração e de inesgotável gratidão ao estimado camarada Secretário-Geral, que segura firmemente o leme da época e a locomotiva da história e conduz o nosso Partido e o nosso povo pelo caminho das vitórias contínuas.

O estimado camarada Secretário-Geral, que com extraordinária atividade ideológica e teórica e direção notável esclarece em cada período do desenvolvimento revolucionário as linhas e políticas mais corretas, as estratégias e metas de luta e as orientações estratégicas e táticas, conduzindo a nossa revolução a vitórias brilhantes.

Pode-se ver claramente, também através do 8º período do Comitê do Partido, que abriu uma nova corrente do desenvolvimento integral do socialismo, que a ideia revolucionária do estimado camarada Secretário-Geral, que reflete com a maior exatidão as exigências da época e as aspirações do povo e dá respostas perfeitas a todos os problemas teóricos e práticos que surgem na revolução e na construção, torna-se a fonte de vitalidade que educa o povo e a força motriz que conduz a revolução, abrindo uma nova era de milagres e transformações deslumbrantes.

Durante os últimos cinco anos, o nosso Partido pôde iniciar sucessivamente novas revoluções destinadas a transformações seculares e projetar e criar à vontade os sonhos e ideais de revitalização desejados por longos anos, porque existiu a grande força da ideia e da política do estimado camarada Secretário-Geral.

Abramos as obras clássicas imortais publicadas pelo estimado camarada Secretário-Geral durante o 8º período do Comitê Central do Partido.

Entre inúmeras obras suas, sem precedentes tanto em amplitude quanto em profundidade, como "Voltemos a transformar com magnificência nossa capital mediante a construção das moradias para cinquenta mil núcleos familiares", "Logremos o desenvolvimento integral do socialismo estimulando mais as chamas das Três Revoluções", "Orientemos o desenvolvimento da civilização do socialismo ao nosso estilo mediante uma nova revolução na construção" e "Os funcionários devem ser revolucionários comunistas que encarnam o ideal e o espírito do período da fundação do Partido", o nosso povo encontrou estratégias e métodos claros de avanço e salto, contemplou firmemente o amanhã e, imerso em grande júbilo e emoção, correu pelo caminho das grandes transformações.

A ideia sobre a construção de um Estado socialista integralmente desenvolvido apresentada pelo estimado camarada Secretário-Geral, os princípios e estratégias da construção política, econômica, militar e cultural para sua realização, a "política de desenvolvimento local 20x10", a linha de construção das forças armadas da nova era, a definição dos três elementos das forças militares e a convicção de que somente possuindo a força capaz de enfrentar qualquer inimigo é possível impedir a agressão — todos esses programas de prática recebidos pelo nosso povo nos últimos cinco anos foram forças motrizes que impulsionaram vigorosamente a nossa revolução rumo à vitória.

À medida que a grande ideia revolucionária do estimado camarada Secretário-Geral se tornou a via de salto que ilumina o caminho da luta e a estratégia revolucionária de vitórias contínuas, demonstrando plenamente sua enorme vitalidade, a nossa unidade monolítica elevou-se ao mais alto nível, a força do nosso Partido foi fortalecida cem vezes mais, abriu-se uma nova corrente do desenvolvimento integral do socialismo e tornou-se possível consolidar um poder nacional invencível. Junto a esses feitos milagrosos, o nosso povo gravou mais uma vez, com convicção inabalável, que a direção do Partido do Trabalho da Coreia é a bandeira das vitórias sucessivas e que, seguindo exatamente o que o Partido orienta, nada é impossível.

A extraordinária capacidade de direção do Partido do Trabalho da Coreia, que conduz a sagrada causa revolucionária do Juche rumo a contínuas vitórias e glórias, está elevando a fase de desenvolvimento da revitalização nacional a uma expansão gigantesca, e esse fluxo impetuoso de avanço e ascensão tornou-se a corrente principal de uma era que não pode ser detida nem revertida.

No histórico relatório de balanço do trabalho do 8º Comitê Central apresentado no 9º Congresso do Partido do Trabalho da Coreia, o estimado camarada Secretário-Geral esclareceu as exigências da época do período de desenvolvimento integral e enfatizou a necessidade de manter de forma consequente o princípio de resolver todos os assuntos com a força ideológica e espiritual das massas.

A força ideológica e espiritual das massas sempre foram a mais poderosa espada erguida pelo nosso Partido no caminho heroico de esmagar todas as dificuldades e conduzir o povo a milagres e prosperidade.

A direção do estimado camarada Secretário-Geral, que expôs com franqueza as condições concretas enfrentadas pela nossa revolução e os fatores objetivos e subjetivos que obstruem o avanço, e que levou as massas populares a se lançarem conscientemente na luta ousada para romper as múltiplas dificuldades existentes e alcançar avanços e saltos contínuos, foi a fonte que fez surgir milagres e feitos heroicos em toda a construção socialista.

Se algo é ardentemente desejado pelo povo e essencial ao desenvolvimento do nosso Estado, deve tornar-se política do nosso Partido; e considerar como vocação revolucionária e suprema honra executar sem demora, mesmo nas condições mais severas, transformando o impossível em possível e realizando-o na forma mais perfeita — assim é o nosso estimado camarada Secretário-Geral.

No 9º Congresso do Partido, o estimado camarada Secretário-Geral esclareceu que as principais políticas para o desenvolvimento integral do socialismo e o seu rigoroso processo de execução impulsionaram vigorosamente mudanças em todos os campos da vida estatal e social, em todas as regiões do país e em todos os setores da economia nacional, ao mesmo tempo promovendo as três revoluções — ideológica, tecnológica e cultural — e elevando o papel das organizações partidistas e dos órgãos do poder, produzindo múltiplos efeitos simultâneos.

Os orgulhosos êxitos alcançados na luta pela execução do plano quinquenal de desenvolvimento da economia nacional, a superação das metas na construção de 50 mil moradias na cidade de Pyongyang, a construção de modernas moradias rurais em todo o país, a edificação de zonas turísticas, culturais e de lazer — esses inúmeros resultados e registros surpreendentes de luta foram alcançados precisamente pela ideia da revolução contínua e pelo método de direção proativo e ofensivo do estimado camarada Secretário-Geral.

O método de direção do estimado camarada Secretário-Geral, que cria e generaliza padrões e modelos da nova era em todos os campos e domínios da vida estatal e social e, ao realizar uma etapa de metas, apresenta e generaliza novos exemplos, foi o segredo fundamental que possibilitou alcançar um desenvolvimento contínuo e saltos revolucionários na revolução e na construção.

Não há força mais intensa e ilimitada do que o afeto e o amor pelo povo, e não há Partido tão grandioso quanto aquele que encarna tal força.

A direção do nosso Partido flui com o amor oceânico de uma mãe que assume até o fim a responsabilidade de cuidar do povo, prolonga-se em benefícios profundos que o povo recebe muitas vezes sem sequer perceber, e é calorosa com a infinita benevolência que jamais se altera, por maiores que sejam as dificuldades.

Em cada passo da sagrada direção do nosso Partido, que é a expressão do infinito afeto e amor pelo povo, reflete-se a grandiosa concepção do estimado camarada Secretário-Geral de elevar a pátria socialista próspera e poderosa ao topo do mundo, está contido o seu ardente ideal de fazer com que o nosso povo viva sem inveja de ninguém, e encontram-se impregnados os profundos pensamentos e a dedicação do grande homem sem igual que se empenha pela sua realização.

O panorama de desenvolvimento da Coreia socialista, que mesmo em meio a dificuldades extremas diante das quais outros teriam sucumbido centenas de vezes faz florescer a felicidade do povo e abre vigorosamente o período de desenvolvimento integral do socialismo, é uma vívida prova da justeza, veracidade e cientificidade da direção do nosso grande Partido.

Porque o estimado camarada Secretário-Geral é aquele que grava mais profundamente do que qualquer outro as exigências da pátria e da revolução e as aspirações do povo, que possui grandes ideias e notável capacidade de direção jamais vistas na história, convicção e vontade de aço e uma prática resoluta, tudo o que ele concebe e decide tornou-se milagre da história, vitória da revolução e floresce como bem-estar do povo.

Ao recordar, quantas grandes decisões tomadas pelo nosso Partido em favor do povo e quantas criações monumentais erguidas dominando o tempo, quantos benefícios concedidos ao povo houve no período do 8º Comitê Central do Partido!

Com a grandiosa concepção e o ardente desejo de transformar o nosso país em um Estado socialista ideal que resolveu de forma perfeita o problema habitacional na capital, foi desencadeada a grande batalha pela construção de 50 mil moradias na capital; e, sob a sua sábia direção, a construção anual de novas avenidas para o povo na capital Pyongyang tornou-se um processo de constante criação de novos padrões e modelos de civilização.

No ardente amor do estimado camarada Secretário-Geral pelo povo, ergueram-se por toda parte modernas fábricas da indústria local e esplêndidas moradias rurais, abrindo-se uma nova era de transformação das localidades; difundiu-se a expressão de que a obra começa já concluída; a cada ano o país muda visivelmente, aumentam as riquezas do povo, e ao fim de cada ano tornou-se costume na Coreia socialista experimentar um novo milagre da construção.

O surgimento de maravilhosas zonas culturais e de lazer e de modelos exemplares que estabelecem padrões inovadores em lugares onde antes só se viam paisagens naturais ancestrais; o aparecimento de grandes complexos de estufas e cidades agrícolas ideais nas regiões de Ryonpho, Kangdong e na área de Wiwha; a grande transformação na estrutura da produção de cereais; a superação vitoriosa de uma grave crise sanitária inesperada; e a evolução da nossa capacidade de defesa nacional para uma força superpoderosa e incomparável — tudo isso é precioso fruto do ardor e da dedicação do estimado camarada Secretário-Geral, que consagrou toda a sua alma ao caminho da felicidade e segurança do povo.

No divisor histórico em que se abre uma nova era de construção de um Estado forte e próspero na trajetória da revolução do Juche, ao sintetizar com orgulho os êxitos dos últimos cinco anos que abriram audaciosamente uma nova era de transformações e iniciar a marcha revolucionária rumo a vitórias ainda maiores seguindo a radiante via indicada pelo 9º Congresso do Partido, no coração de milhões de pessoas ferve o infinito orgulho e a autoconfiança de receber a direção do Partido do Trabalho da Coreia que tem à frente o estimado camarada Secretário-Geral.

Porque temos o estimado camarada Secretário-Geral, que possui pensamento teórico e estratégias incomparáveis, destacada habilidade política e arte de direção, audácia e poder de decisão que ninguém neste mundo pode possuir, e porque existe a direção madura e refinada do invencível Partido do Trabalho da Coreia que ele conduz, o caminho que seguimos é sempre o da justiça e da verdade, os ideais e aspirações que abraçamos serão certamente realizados, e o futuro que acolhemos será infinitamente luminoso e radiante.

Esta é a convicção que irrompe como um vulcão nos corações de milhões de pessoas e é a vontade absoluta e imutável.

Com essa convicção inabalável, avançando audaciosamente pela via de vitórias contínuas indicada pelo 9º Congresso do Partido, o nosso povo clama do fundo da alma, olhando para a gloriosa bandeira do Partido.

Ó grande e invencível Partido do Trabalho da Coreia, em teu seio o povo acolherá vitórias e glórias ainda mais resplandecentes. Em teu seio o povo viverá por milhares e milhares de anos!

Kim Jun Hyok e Choe Mun Gyong

Novo começo na história do povo iraniano

No Irã, nos dias 30 e 31 de março passados, foi realizado um referendo em todo o país durante dois dias, e a esmagadora maioria dos participantes aprovou a transição para a República Islâmica. O dia 1º de abril foi proclamado como o Dia da República.

Com isso, foi definitivamente abolido o sistema monárquico que havia subsistido por 2.500 anos no Irã, e o povo iraniano consolidou juridicamente essa grande vitória alcançada na revolução.

O grande Líder camarada Kim Il Sung, em mensagem de felicitação enviada a Sua Excelência o líder religioso iraniano Ayatollah Imam Khomeini, declarou o seguinte:

"No Irã, derrubar o regime monárquico que havia perdurado por muito tempo por meio de um movimento revolucionário de todo o povo e estabelecer a República Islâmica constitui um acontecimento histórico que abriu uma nova era na história do povo iraniano."

A proclamação da República Islâmica do Irã representa uma grande vitória na luta do povo iraniano para derrubar o sistema monárquico remanescente e alcançar a verdadeira independência, democracia, autonomia e progresso social. O povo iraniano lançou o amaldiçoado sistema monárquico no lixo da história e, cheio de alegria e esperança, passou a abrir seu próprio destino com suas próprias mãos.

O povo coreano envia calorosas felicitações ao povo iraniano por ocasião da proclamação da República Islâmica no Irã.

Ainda não se passaram dois meses desde que o povo iraniano derrubou o regime monárquico por meio de um levante popular e alcançou a histórica vitória da revolução popular. Contudo, nesse período, profundas transformações vêm ocorrendo na vida sociopolítica do povo iraniano.

O povo iraniano, vitorioso na revolução, está lutando ativamente sob a direção de Sua Excelência Ayatollah Imam Khomeini para construir um novo Irã independente e próspero. O povo iraniano está destruindo os velhos aparelhos de dominação do período monárquico, expropriando as bases econômicas do imperialismo e dos reacionários internos e implementando sucessivamente reformas socioeconômicas ativas.

O governo provisório está reorganizando o exército e a polícia e promovendo expurgos das forças remanescentes do regime monárquico em todas as esferas — política, econômica, militar, cultural e diplomática —, além de julgar os elementos fascistas que estiveram à frente da repressão ao povo no passado.

Todos os bens do xá e de sua família foram nacionalizados, e as companhias petrolíferas dos consórcios internacionais dos países imperialistas ocidentais, que haviam controlado substancialmente o petróleo iraniano durante o período anterior, foram expulsas. A vida econômica do país está se estabilizando de modo geral, e especialmente a produção de petróleo, principal riqueza nacional, está sendo normalizada.

O abundante petróleo do Irã, que antes servia apenas como objeto de pilhagem dos imperialistas, agora está sendo utilizado racionalmente para o desenvolvimento independente do país e para a melhoria da vida do povo.

O povo iraniano, com elevada vigilância contra as manobras destrutivas dos imperialistas e reacionários, defende firmemente as conquistas da revolução e continua avançando rumo ao desenvolvimento independente.

O grandioso processo de transformação que ocorre no Irã demonstra que a força de um povo que toma seu destino em suas próprias mãos é poderosa e que nada pode deter o avanço do movimento popular.

Com sua corajosa luta, esmagando o vasto aparelho de opressão e criando uma nova história de independência, o povo iraniano está encorajando fortemente a luta dos povos que combatem o imperialismo e seus lacaios pela libertação e independência.

O novo governo do Irã orienta-se por uma política externa independente baseada na neutralidade e no não alinhamento, contribuindo grandemente, com sua amizade, para o fortalecimento das forças anti-imperialistas e independentes. Após a vitória da revolução, o Irã decidiu não mais desempenhar o papel de “polícia” do imperialismo na região do Golfo Pérsico e retirou-se da  Organização do Tratado Central, organização militar agressiva do imperialismo, acelerando seu colapso. O Irã rompeu relações diplomáticas com Israel e com o regime racista da África do Sul e interrompeu o fornecimento de petróleo a eles. O governo e o povo iranianos apoiam ativamente a luta dos povos pela libertação e independência e desenvolvem relações de amizade com os povos dos países do Terceiro Mundo.

Ao abrir uma nova história de independência, o povo iraniano ilumina ainda mais nossa época — a era da independência — em que muitos países e nações avançam pelo caminho da independência, opondo-se a todas as formas de subordinação e ingerência.

O povo coreano alegra-se sinceramente, como se fossem suas próprias, com as vitórias e realizações que o novo governo e o povo iraniano vêm alcançando na construção de uma nova vida e expressa total apoio e solidariedade à sua justa luta.

A RPDC e o Irã são ambos países situados na Ásia. Os povos dos dois países estão estreitamente ligados por sua aspiração comum de se opor ao imperialismo e alcançar o desenvolvimento independente. Quando o povo iraniano derrubou o regime monárquico e triunfou na revolução, nosso povo alegrou-se mais do que ninguém e felicitou calorosamente sua vitória. Temos orgulho de ter como amigo, na Ásia, um povo tão corajoso e digno como o povo iraniano e valorizamos altamente as relações de amizade e cooperação com ele. Desenvolver as relações de amizade e cooperação entre a RPDC e o Irã, que seguem juntos pelo caminho da independência anti-imperialista, constitui uma importante contribuição para construir uma Ásia para os asiáticos, uma nova Ásia independente, autônoma e próspera.

Estamos confiantes de que as relações de amizade e cooperação entre a RPDC e o Irã se fortalecerão e se desenvolverão ainda mais de acordo com a tendência contemporânea voltada para a independência.

Nosso povo deseja sinceramente que o povo iraniano defenda firmemente as conquistas da revolução e continue alcançando grandes êxitos na construção de uma nova sociedade independente e próspera.

Song Mu Gyong

Rodong Sinmun, 7 de abril de 1979