domingo, 9 de agosto de 2026

Hong Yong Jo

Hong Yong Jo é um destacado futebolista coreano e atual integrante da equipe técnica da seleção nacional. Nascido em Pyongyang em 1982, desde os anos escolares demonstrou grande aptidão para o futebol. Como atacante, distinguia-se pela rápida ocupação de posições favoráveis, domínio da bola e capacidade de concluir com precisão diante da baliza.

Formou-se e iniciou sua carreira futebolística no Clube Esportivo Chobyong e, em 2004, estreou pelo Clube Esportivo 25 de Abril, onde conquistou a Taça Pochonbo em 2005 e o Campeonato Nacional em 2006. Em seguida, atuou no FK Bežanija, da Sérvia, e no FC Rostov, da Rússia, contribuindo para a conquista do campeonato da segunda divisão russa e a promoção à primeira divisão. Após retornar à Coreia em 2010, voltou ao Clube Esportivo 25 de Abril e participou de numerosas conquistas da equipe, incluindo títulos da liga, da Copa Hwaebul e do Concurso Esportivo Mangyongdae.

Na seleção nacional, Hong Yong Jo estreou em 2002 e teve papel importante nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006, marcando três gols em cinco partidas. Nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010, marcou novamente três gols e contribuiu para que a seleção coreana retornasse à fase final da competição após 44 anos. Na Copa do Mundo da África do Sul, em 2010, foi capitão da equipe. Em 2009, recebeu o título de Atleta do Povo.

Após disputar também a Copa Asiática de 2011, Hong Yong Jo encerrou sua carreira como jogador. Posteriormente, passou a dedicar-se à formação e orientação de novos futebolistas e atualmente integra a equipe técnica da seleção nacional.

Kim Chun Hui

Kim Chun Hui, secretária-geral da Associação de Halterofilismo da RPDC, treinadora do Clube Esportivo Kigwancha e treinadora da seleção nacional, é uma renomada especialista do halterofilismo coreano. Laureada com o Prêmio Kim Il Sung e condecorada com os títulos de Heroína do Trabalho e Atleta do Povo, ela deixou uma importante marca no desenvolvimento do halterofilismo do país.

Durante a década de 2010, quase todas as halterofilistas coreanas que alcançaram fama internacional foram treinadas por ela. Entre suas atletas estão as irmãs Rim Jong Sim e Rim Un Sim, além de outras competidoras que conquistaram importantes resultados em competições internacionais. Rim Jong Sim tornou-se bicampeã olímpica e campeã mundial, consolidando-se como uma das grandes atletas formadas por Kim Chun Hui.

Nove atletas treinados por Kim Chun Hui conquistaram, em conjunto, 64 medalhas de ouro, 51 de prata e 19 de bronze em competições internacionais, incluindo os Jogos Olímpicos de 2012. Seu trabalho como treinadora continua voltado ao desenvolvimento das técnicas de halterofilismo do país, contribuindo para a formação de novos atletas de alto nível.

Kim Chun Hui é casada com Im Yong Su, treinador de halterofilismo do Clube Esportivo Kigwancha e também Atleta do Povo. Ex-atleta de destaque, ele venceu a classificação geral do Campeonato Mundial de Halterofilismo de 2002. O casal tem dois filhos e, apesar das exigências da vida familiar e do trabalho esportivo, Kim Chun Hui continuou dedicando-se à formação de atletas. Em 2026, os halterofilistas coreanos conquistaram 30 medalhas, incluindo 18 de ouro, e estabeleceram oito novos recordes mundiais e dez recordes asiáticos no Campeonato Asiático de Halterofilismo, resultado que confirma o contínuo desenvolvimento da modalidade no país.

Movimento do tufão nº 13

No dia 9 de agosto, às 19h, o tufão nº 13 atingiu a região próxima à cidade de Wenzhou, na província de Zhejiang, na China. Prevê-se que o tufão se desloque posteriormente para noroeste e enfraqueça, transformando-se em uma área de baixa pressão nas proximidades da província de Anhui, entre a tarde e a noite do dia 11. Depois disso, prevê-se que essa área de baixa pressão se desloque lentamente, passando pelas proximidades da província de Shandong e seguindo em direção à região leste da província de Hebei.

Devido à influência dessa área de baixa pressão, prevê-se que, entre os dias 15 e 16, ventos fortes de 10 a 15 m/s soprem sobre o Mar Oeste da Coreia, com ondas atingindo de 2 a 3 metros.

Durante esse período, prevê-se também a ocorrência de marés de tempestade no Mar Oeste da Coreia, coincidindo com a maior maré alta do ano. 

Kim Kyong Ryong

Danos causados pelas inundações aumentam devido aos efeitos das mudanças climáticas

Mesmo neste mês, o mundo continua sofrendo com ondas de calor extremas e inundações que ocorrem fora de época. Chuvas torrenciais despejam repentinamente grandes quantidades de água em um curto período, provocando inundações e graves perdas humanas e materiais.

Segundo informações divulgadas no dia 3 pelas autoridades competentes da Índia, no estado de Kerala, no sul do país, 15 pessoas morreram e 7 estão desaparecidas devido às fortes chuvas. Um total de 11.018 moradores foi evacuado e está vivendo em 316 instalações de emergência. Enquanto as chuvas torrenciais continuam, prosseguem as operações de resgate e assistência. As autoridades meteorológicas indianas previram fortes chuvas acompanhadas de ventos fortes de 40 a 50 km/h, e diversas autoridades administrativas de Kerala anunciaram o fechamento temporário de universidades e escolas.

Ainda no mês passado, esse país havia sofrido perdas consideráveis devido às inundações.

No final de julho, no estado de Himachal Pradesh, quatro episódios de fortes chuvas provocaram inundações e deixaram 15 mortos. Mais de 120 estradas foram destruídas, criando dificuldades no abastecimento de água em muitas regiões. No estado de Assam, mais de 90 pessoas perderam a vida. As inundações atingiram mais de 2.450 aldeias e afetaram, principalmente, cerca de 1.172.500 pessoas. Cerca de 3.970 casas foram completamente destruídas e 13.535 sofreram danos parciais.

Antes mesmo de as consequências terem sido completamente superadas, novas inundações ocorreram desta vez.

Também no Afeganistão, onde 24.035 famílias em todo o país foram afetadas pelas chuvas torrenciais nos últimos quatro meses, assim que este mês começou, as inundações provocaram novamente um número considerável de vítimas. Segundo informou no dia 3 uma emissora de televisão do país, pelo menos 29 pessoas morreram, 129 ficaram feridas e 4 estão desaparecidas em várias regiões do leste e do centro.

Inundações ocorreram em numerosos estados, incluindo Nuristão, Nangarhar, Laghman e Paktia, causando vítimas e enormes perdas materiais. Somente em Nuristão e Laghman, pelo menos 300 famílias foram afetadas.

Segundo informou a Agência de Notícias do Vietnã no dia 6, fortes chuvas causaram danos no norte do país. Noventa e seis casas foram danificadas, e dezenas de hectares de terras agrícolas e áreas de criação aquícola ficaram inundados. Devido aos deslizamentos de terra, o trânsito foi interrompido em estradas de 42 localidades. As autoridades locais emitiram alertas para as regiões com alto risco de danos e evacuaram os moradores das áreas de risco sujeitas a deslizamentos. Diz-se que o valor das perdas causadas pelas fortes chuvas desta vez chegou a 589.800 dólares.

Nos últimos dias, em vários países de outros continentes e regiões, as inundações e os deslizamentos de terra provocados por fortes chuvas também causaram vítimas e desaparecidos, além de enormes perdas materiais.

Especialistas afirmam que, devido às mudanças climáticas extremas, as inundações estão ocorrendo com maior frequência e em maior escala, podendo, consequentemente, ampliar-se os desastres. Ao mesmo tempo, ressaltam que, para minimizar os desastres, é importante garantir o caráter científico, a precisão e a rapidez dos alertas de inundação, bem como manter equipamentos de resgate e materiais de assistência em quantidade suficiente.

Rodong Sinmun

Por que Israel aprovou o envio da Força Internacional de Estabilização?

Em 26 de julho, Israel aprovou a entrada de uma força internacional de estabilização de 200 homens na Faixa de Gaza, na Palestina.

A força internacional de estabilização foi organizada neste ano, de acordo com uma resolução do Conselho de Segurança da ONU adotada em meados de novembro do ano passado.

Segundo o que foi revelado em fevereiro pelo comandante da força internacional de estabilização, ela seria composta por militares de vários países, num efetivo de 20 mil homens, e deveria cooperar na Faixa de Gaza com 12 mil policiais palestinos.

Diz-se que a missão da força internacional de estabilização é assumir a responsabilidade pelo fim da guerra e pela garantia da segurança na Faixa de Gaza.

Quando foi levantada a questão da criação da força internacional de estabilização, Israel impôs como condição que essas forças realizassem operações fora das áreas sob seu controle, em cooperação com o exército israelense, e que somente países que mantivessem relações diplomáticas com Israel pudessem enviar forças para a força de estabilização.

Isso visa impedir que a força internacional de estabilização se torne um obstáculo à realização das ambições de Israel de eliminar o Movimento de Resistência Islâmica Palestina (Hamas) e alcançar a ocupação militar e o controle total da Faixa de Gaza. Em outras palavras, Israel espera que a força internacional de estabilização desarme o Hamas e coopere com seu controle sobre a Faixa de Gaza.

Um alto funcionário israelense declarou que a força internacional de estabilização receberá imunidade legal de acordo com as leis de Israel.

Na realidade, considerando a área de atuação e o número de tropas da força internacional de estabilização que entrou desta vez na Faixa de Gaza, ela está estruturada de modo a poder contribuir muito pouco para pôr fim ao conflito armado e garantir a estabilidade.

É natural que analistas da situação tenham criticado que o envio de uma força de apenas 200 homens possui, em grande medida, um significado simbólico, que o efetivo limitado demonstra que a posição de Israel está refletida nisso e que a entrada na Faixa de Gaza da força internacional de estabilização aprovada por Israel possui um caráter mais político do que propriamente voltado à garantia da segurança.

Também vêm sendo levantadas alegações de que Israel pretende utilizar a força internacional de estabilização para concretizar suas ambições de anexação territorial.

Há fundamentos para tal afirmação.

Recentemente, Israel anunciou um plano para estabelecer "zonas humanitárias" em Rafah, no sul da Faixa de Gaza. Pretende transferir em massa os palestinos para essas áreas.

A posição de Israel é administrar essas zonas sob a forma de uma "coordenação de segurança" entre Israel e a força internacional de estabilização. Analistas afirmam que esses planos podem resultar em concentrar os palestinos em determinadas áreas e, ao mesmo tempo, reduzir as áreas que estão fora do controle de Israel.

A conclusão é que a entrada da força internacional de estabilização na Faixa de Gaza não poderá, de maneira alguma, impedir as ambições de anexação territorial de Israel; pelo contrário, a força internacional de estabilização apenas desempenhará o papel de cúmplice.

O fato de Israel ter aprovado desta vez a entrada da força internacional de estabilização, impondo diversas condições, tem como objetivo utilizá-la como instrumento para concretizar suas ambições de anexação territorial.

Israel, obcecado por massacres, destruição e pilhagem, apoiando-se nos Estados Unidos, seu mestre, está se apegando de maneira cada vez mais obstinada às suas manobras de repressão contra a Palestina.

Kim Ji Song

Rodong Sinmun 

Realizado ato comemorativo pelo 80º aniversário da fundação da Fábrica de Produtos Alimentícios Básicos de Pyongyang

O ato comemorativo pelo 80º aniversário da fundação da Fábrica de Produtos Alimentícios Básicos de Pyongyang foi realizado no dia 9, no local.

Participaram do ato funcionários de órgãos relacionados, funcionários da fábrica e trabalhadores.

A camarada Pak Yong Ok, diretora da Fábrica de Produtos Alimentícios Básicos de Pyongyang, apresentou o informe comemorativo.

A oradora disse que, em um momento em que se desenvolve vigorosamente o avanço geral de todo o povo para cumprir o novo plano quinquenal apresentado pelo 9º Congresso do Partido, todos os funcionários e trabalhadores que comemoram com significância o 80º aniversário da fundação estão recordando com profunda emoção os feitos imortais de direção dos grandes homens sem igual que estão impregnados na história da fábrica.

Ela mencionou que o grande Líder camarada Kim Il Sung, juntamente com a promulgação, em 10 de agosto de 1946, do decreto sobre a nacionalização das principais indústrias, fez com que a fábrica fosse fundada e resolveu um por um os problemas surgidos na produção e nas atividades de gestão.

Disse que o grande Dirigente camarada Kim Jong Il, mesmo quando o país atravessava dificuldades, tomou medidas cheias de benevolência para ampliar a capacidade produtiva da fábrica e garantir matérias-primas, e que, mesmo no último período de sua vida, conduziu energicamente a fábrica para que produzisse bem os produtos alimentícios básicos e contribuísse ativamente para a melhoria da vida do povo.

Enfatizou que, graças à sábia direção e aos cuidados atenciosos do estimado camarada Kim Jong Un, a fábrica está hoje entrando no apogeu de seu desenvolvimento.

Ela mencionou que o estimado camarada Secretário-Geral, ao percorrer, em 7 de junho de 2013, vários setores da fábrica reconstruída e modernizada, concedeu a mais elevada e máxima avaliação, dizendo que a Fábrica de Produtos Alimentícios Básicos de Pyongyang é uma fábrica onde está implementada a linha das três revoluções — ideológica, tecnológica e cultural —, uma fábrica que possui o sabor da era do Partido do Trabalho e uma fábrica transbordante de patriotismo.

Disse que o estimado camarada Secretário-Geral deu à marca da fábrica o nome "Bomnal" e também orientou na criação do símbolo da fábrica e dos desenhos da marca, conduzindo a cada passo a fábrica para que fizesse ressoar vigorosamente os sons da produção.

Mencionou que, durante o período passado, os funcionários e trabalhadores da fábrica, apoiando o sublime propósito do Partido, construíram firmemente o potencial produtivo e a base material e técnica, contribuindo para o desenvolvimento da indústria alimentícia do país e para a melhoria da alimentação do povo.

Enfatizou que a fábrica tem diante de si a tarefa de, em conformidade com as exigências da época do desenvolvimento integral, normalizar a produção em alto nível, concentrar esforços no desenvolvimento de novos produtos e na melhoria da qualidade e produzir em maior quantidade produtos alimentícios básicos que recebam a aprovação do povo.

Mencionou a necessidade de realizar de maneira substancial o funcionamento da sala de divulgação de ciência e tecnologia, elevar continuamente o nível técnico e profissional dos trabalhadores, concretizar a cultura da produção e a cultura de vida em um nível mais elevado e organizar e desenvolver ativamente movimentos de massas, para que toda a fábrica transborde vigorosamente de entusiasmo revolucionário e espírito de criação.

A oradora enfatizou que todos os funcionários e trabalhadores devem, seguindo a direção do grande Comitê Central do Partido, avançar com passos ainda mais vigorosos de lealdade e patriotismo e, trazendo excelentes frutos para a felicidade do povo, iluminar este ano, primeiro ano da implementação das resoluções do Congresso do Partido, com orgulhosos resultados de trabalho.

O casaco acolchoado único entregue ao combatente

Notas de visitas ao "Pavilhão dos camaradas de armas da revolução"

No "Pavilhão dos camaradas de armas da revolução" do Museu da Revolução Coreana também estão expostos materiais sobre o caloroso amor camaradesco que o grande Líder dedicou ao camarada Ri Ul Sol, combatente revolucionário antijaponês.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Nosso Líder foi um pai afetuoso que cuidou e amou infinitamente os combatentes revolucionários."

Certo dia, no início de fevereiro de 1940, enquanto a unidade principal do Exército Revolucionário Popular da Coreia realizava estudos político-militares no acampamento secreto de Baishitan, o camarada Ri Ul Sol, que estava ocupado cuidando de sua metralhadora, soube inesperadamente que seu nome havia aparecido em letras grandes no jornal da União da Juventude Antijaponesa, "Cholhyol".

O título do artigo era "Caloroso amor pelos camaradas", e seu conteúdo relatava uma bela história sobre como, durante a Marcha Penosa no início de 1939, o camarada Ri Ul Sol havia tirado seu casaco acolchoado para entregá-lo a um novo recruta e marchado em meio ao intenso frio vestindo apenas o uniforme de verão.

O camarada Ri Ul Sol não conseguiu conter sua surpresa ao ver no jornal um acontecimento que ele próprio já havia esquecido completamente.

Na realidade, aquilo havia sido feito por instrução do grande Líder.

Ao saber disso, o camarada Ri Ul Sol, incapaz de conter a emoção que lhe brotava do coração, recordou profundamente os acontecimentos daquele momento.

A marcha continuava.

Por ter vestido seu casaco acolchoado no novo recruta, o camarada Ri Ul Sol continuava marchando em meio ao frio intenso, usando apenas seu uniforme de verão já desgastado.

Então, de repente, sentiu sobre os ombros o calor de um casaco acolchoado que alguém lhe colocava.

Ao se virar surpreso, viu que o grande Líder havia tirado o casaco acolchoado que estava usando e o colocara sobre ele.

Tentando a custo controlar sua emoção e sem saber o que fazer, ele ouviu o grande Líder perguntar afetuosamente como havia tido uma ideia tão boa.

Enquanto ele, com o rosto avermelhado, hesitava sem saber o que dizer, o grande Líder lhe disse, quase insistindo, que vestisse logo o casaco acolchoado e perguntou quanto frio ele deveria estar sentindo.

Ao ouvir o combatente responder que não estava sentindo frio, o grande Líder olhou para ele com satisfação e disse que provavelmente o caloroso sentimento de ter tirado seu próprio casaco acolchoado para entregá-lo ao novo recruta o havia feito não sentir o frio, e que, justamente porque esse amor revolucionário camaradesco fervia em nossos corações, nós certamente venceríamos. Depois, tornou a insistir para que ele vestisse o casaco acolchoado.

O camarada Ri Ul Sol não vestiu o casaco acolchoado. Não, ele não podia vesti-lo.

Como poderia ele vestir o único casaco acolchoado do camarada Comandante? Mesmo que tivesse de morrer congelado, não poderia fazer aquilo.

Como se tivesse compreendido os sentimentos íntimos do camarada Ri Ul Sol, o grande Líder ficou olhando para ele por algum tempo. Então, disse que não adiantava continuar teimando. Argumentou que, enquanto o camarada havia tirado o próprio casaco acolchoado para entregá-lo ao novo recruta e estava usando apenas uma roupa fina, ele mesmo não poderia sentir o coração aquecido vestindo aquele casaco. Afirmou que o sentimento de amar os camaradas era igual tanto nele quanto no camarada, acrescentando calorosamente que não se podia deixar de aceitar esse sentimento sincero.

O rosto do camarada Ri Ul Sol, que contemplava o camarada Comandante enquanto ele próprio lhe vestia o casaco acolchoado, ficou banhado por lágrimas quentes, e seus dois ombros, que não haviam tremido nem mesmo sob o intenso frio no qual até os troncos de bétula congelavam e rachavam, começaram a estremecer incontrolavelmente.

Foi assim que o grande Líder, mantendo em segredo a história do extremo amor que havia dedicado pessoalmente a um simples combatente, fez com que o feito do camarada Ri Ul Sol fosse publicado até mesmo no jornal.

Isso não passa de uma entre as numerosas histórias comoventes gravadas na rigorosa história da luta armada antijaponesa.

Não foi justamente porque a revolução avançava com a força de um amor tão grandioso que ela sempre alcançou a vitória, e porque era uma fileira unida por esse amor que foi possível superar sorrindo até mesmo as provações que ultrapassavam a imaginação?

Pensando na orgulhosa trajetória e no radiante futuro de nossa revolução, que começou com o amor camaradesco e alcançou a vitória por meio do amor camaradesco, continuamos nosso percurso de visita.

Kim Kwang Jun 

Rodong Sinmun

Os nobres ensinamentos do estimado camarada Secretário-Geral — A atual grandiosa era de grandes transformações exige a atuação invariável de vanguarda e a luta extraordinária da classe operária

Hoje, nossa classe operária, mantendo no alto as resoluções do 9º Congresso do Partido, está desenvolvendo corajosamente uma luta massiva pelo aumento da produção em cada local de trabalho e posto. Nesta solene luta para desencadear um novo grande auge revolucionário, estão sendo plenamente manifestados o elevado espírito revolucionário e o espírito combativo da classe operária coreana, infinitamente fiel ao Partido e à revolução.

Ter uma classe operária heroica que, em quaisquer circunstâncias, apoia invariavelmente a causa do Partido estando na vanguarda é um motivo de nosso grande orgulho, e justamente aí reside uma importante fonte capaz de acelerar a construção de uma potência socialista.

O estimado camarada Secretário-Geral, ao encontrar-se em maio passado com os participantes do 9º Congresso da Federação Geral dos Sindicatos da Coreia, proferiu palavras profundas, dizendo que a grandiosa era de transformações que chegou diante de nós exige a atuação invariável de vanguarda e a luta extraordinária da classe operária, principal força da criação e da construção.

Neste ensinamento do estimado camarada Secretário-Geral está contido o profundo significado de que a classe operária, força central do nosso Partido, desempenhe um papel pioneiro como força básica que conduz e lidera a época nesta atual grandiosa era de transformações.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Em nosso país, que abre o caminho inexplorado da história e realiza a causa socialista, a classe operária é a força mais poderosa da criação e da transformação e é a vanguarda que conduz toda a sociedade com um firme espírito revolucionário e nobres características."

A classe operária é a classe avançada e revolucionária da sociedade. Originalmente, a classe operária desempenha um papel importante no desenvolvimento da sociedade devido ao seu elevado espírito revolucionário, organização e disciplina. Particularmente, na luta pela construção de um Estado rico e próspero, o papel pioneiro da classe operária torna-se um fator decisivo que infunde vitalidade em toda a sociedade e faz pulsar o espírito de criação e de salto adiante.

Nossa classe operária, como modelo honroso da época, gravou em cada década da revolução uma gloriosa história de luta para alcançar a revitalização e a prosperidade do Estado.

Depois da libertação, foram justamente os membros de nossa classe operária que, apoiando fielmente na vanguarda a linha para a construção da nova Coreia democrática apresentada pelo grande Líder, através do Movimento de Mobilização Geral pela Fundação do Estado, restauraram em curto período as fábricas e empresas destruídas e fizeram ressoar vigorosamente os sons da produção e da construção. Durante a rigorosa Guerra de Libertação da Pátria, foram também os nossos operários que, mesmo sob os intensos bombardeios e a chuva de fogo dos aviões inimigos, garantiram a produção e o transporte em tempo de guerra, contribuindo enormemente para a vitória na guerra; e foi nada menos que nossa confiável classe operária que primeiro acendeu as chamas do grande auge de Chollima no pós-guerra. Tanto o Movimento de Inovação de Massas, incluindo o Movimento de Propagação de Máquinas-Ferramentas, quanto o Movimento de Criação da Velocidade da Década de 1980 espalharam-se por todo o país graças justamente ao papel de vanguarda e de força motriz de nossa classe operária, e tampouco se pode pensar na criação do Espírito de Kanggye e no acendimento da tocha de Songgang durante o tão difícil período da Marcha Árdua sem a atuação de nossa classe operária. A devoção patriótica e a capacidade criadora da classe operária foram a fonte do milagre que tornou possível erguer nesta terra, onde reinavam o atraso e a pobreza seculares, uma poderosa fortaleza socialista de independência, autossuficiência e autodefesa, e abrir uma nova era de construção de uma potência em meio ao perverso bloqueio dos imperialistas.

Mesmo com o passar do tempo e a mudança das gerações, não existe coletivo tão confiável e leal quanto nossa classe operária, que, tornando-se uma muralha de convicção inabalável por dez mil anos, defende firmemente a causa do Partido. Também na luta de hoje, na qual cada passo constitui uma nova abertura de caminho e um desafio intenso que nega a impossibilidade e os limites, nossa classe operária está na vanguarda.

Apreciar como verdade absoluta o projeto e a intenção do líder e realizá-los incondicionalmente, quaisquer que sejam as difíceis condições, tornou-se hoje uma bandeira inspiradora que impulsiona nosso povo a uma luta heroica, o mundo de elevada lealdade da classe operária.

Nosso poderio militar incomparável, que se fortalece dia após dia, as grandiosas criações de transformação erguidas por todos os recantos da pátria, as fábricas e empresas onde a jucheanização foi realizada em alto nível…

Todas as orgulhosas realidades desta terra são inconcebíveis sem a luta devotada de nossa classe operária, que cumpre plenamente sua missão e papel como protagonista e pioneira do desenvolvimento integral do socialismo. Em cada campo de batalha do grande auge em que nossa classe operária está de guarda, incluindo as centenas e milhares de metros de frentes subterrâneas, os locais de fundição, os setores da ciência de defesa nacional e os grandes campos de batalha da construção para trazer a transformação tanto à capital quanto às localidades, transbordam o entusiasmo revolucionário e o espírito combativo, enquanto se alçam o vigoroso espírito de autoconfiança e de autossustento. Foi justamente porque essa classe operária leal e patriótica, que sempre se tornou uma grande força e um apoio para o nosso Partido, sustentou a causa do Partido, que pôde ser aberto o novo fluxo do desenvolvimento integral e estabelecida uma sólida garantia para avançar a um estágio mais elevado.

Hoje, nosso Partido colocou novamente nossa classe operária na vanguarda da solene luta para abrir uma nova fase de grande auge no desenvolvimento integral do socialismo.

O estimado camarada Secretário-Geral, que, logo após o 9º Congresso do Partido, visitou primeiro o Complexo de Cimento de Sangwon, elevando os trabalhadores deste local ao pódio da glória, e que, no dia das eleições dos deputados à Assembleia Popular Suprema, visitou a Mina de Carvão Juventude de Chonsong do Complexo de Minas de Carvão Juventude da Região de Sunchon, onde votou pessoalmente no diretor da mina, candidato a deputado, expressando sua firme determinação de transformar, durante o período do 9º Comitê Central do Partido, todas as aldeias mineiras em modernas e cultas aldeias e cidades mineiras...

As importantes decisões que ele tomou são, nada menos, que uma expressão de amor e confiança na heroica classe operária e, ao mesmo tempo, contêm a sublime intenção de que nossa classe operária ilumine nossa pátria como um país eternamente poderoso e próspero por meio de uma luta mais ardente, mais inovadora e mais tenaz.

Ao olhar para o mundo, trabalhadores de numerosos países têm sua dignidade e sua vida violadas sob a exploração e a opressão do capital, mas nossa classe operária, sob a grande confiança e o amor de um grande homem sem igual, ilumina sua vida abençoada e avança vigorosamente rumo a um futuro cada vez mais radiante.

Hoje, em meio ao crescente entusiasmo de toda a classe operária em retribuir com lealdade o amor e a confiança oceânicos que ele lhe dedica, a chama do aumento milagroso da produção, erguida em Sangwon, ardeu ainda mais vigorosamente por todo o país como uma chama de inovação e criação, e, respondendo a isso, a classe operária de Chonsong inscreveu um novo recorde de aumento da produção. Como temos nossa classe operária, que liga seu coração puro ao recinto do Comitê Central do Partido, cria a grandiosa era de transformações e sustenta fielmente a direção do Partido, para nós não pode haver dificuldade que não possamos superar nem fortaleza que não possamos conquistar.

Quanto mais a classe operária se levanta, mais acelerado se torna o desenvolvimento integral do socialismo. É justamente em sustentar os projetos e as decisões do Comitê Central do Partido com a consciência e a lealdade mais puras que residem a preciosa dignidade e a honra de nossa classe operária.

Realizar brilhantemente a grande intenção do Partido, não por palavras ou resoluções, mas por meio de uma prática rigorosa e de ação e de resultados ainda maiores no aumento da produção, é a característica própria de nossa classe operária. Toda a classe operária deve aceitar as ideias e a linha do Comitê Central do Partido como verdade absoluta e manifestar em alto nível o espírito de luta de cumpri-las incondicionalmente. Deve defender por todos os meios a dignidade e a autoridade de nosso Partido mediante um coração puro e imaculado e uma luta laboral devotada, e cumprir perfeitamente, aconteça o que acontecer, as tarefas que o Partido lhe confiou.

Devemos demonstrar novamente, com força, o modo de agir da classe operária coreana na luta pela implementação das resoluções do 9º Congresso do Partido. Toda a classe operária deve olhar para si mesma à luz da imagem das gerações anteriores, tomar consciência e redobrar seus esforços, dando continuidade inabalável à grande história e tradição de criação de milagres. Deve duplicar o ímpeto de luta que tem inscrito inovações ousadas que negam os limites e milagres surpreendentes, bordando com orgulho um novo capítulo glorioso da prosperidade do Estado. Deve erguer ainda mais alto a bandeira da autoconfiança e do autossustento, criar incessantemente novos padrões e novos recordes em cada frente de construção socialista e conquistar sem falta as novas metas de perspectiva apresentadas pelo Congresso do Partido. Participar ativamente do vigoroso fluxo do Movimento Patriótico Socialista e dos movimentos revolucionários de massas, elevar o espírito e a alma patrióticos e encontrar e realizar mais e maiores tarefas que contribuam para o fortalecimento e o desenvolvimento do país: esse é o modo de trabalhar de nossa classe operária.

Toda a classe operária, levantemo-nos todos e, unidos ainda mais firmemente em torno do estimado camarada Secretário-Geral, manifestemos plenamente a forte força espiritual e a sabedoria da classe operária coreana na nova luta para realizar nossos belos sonhos e ideais.

Kim Chong Song

Ruínas da antiga cidade de My Son, no Vietnã

Conhecimentos gerais internacionais

Ao sul da cidade costeira central de Da Nang, no Vietnã, existem muitas ruínas da antiga cidade de My Son.

My Son floresceu como capital entre os séculos VII e X. Depois, com o passar do tempo, a cidade entrou em decadência e apenas as ruínas permaneceram em vários lugares.

Somente as ruínas de templos chegam a mais de 70. Entre elas, a mais representativa é o Templo de Bhadresvara, construído no século VII.

O templo foi construído com tijolos, atingindo 23 metros de altura, e parece uma torre erguida como se tivesse sido esculpida em um único bloco de pedra. Muitos dos templos de My Son apresentam, em geral, essa forma de torre.

O templo possui a forma de um grande prisma quadrangular, com 9,8 metros de comprimento em cada lado da base. O corpo principal do edifício enfatiza a verticalidade por meio da colocação de pares de pilares nas quatro faces. A parte do telhado tem a forma de uma pirâmide composta por três níveis, e, nas posições que separam cada nível, os tijolos são projetados para formar beirais, deixando claramente definidos os diferentes níveis.

As entradas foram formadas e decoradas com tijolos dispostos de modo a se projetarem para fora das paredes do corpo principal do edifício.

A combinação harmoniosa do corpo principal em forma de pilares com a parte do telhado em forma de pirâmide, a ênfase marcante na verticalidade, a variedade e complexidade dos ornamentos escultóricos fantásticos que se entrelaçam nas partes do telhado e nas entradas, bem como o fato de os interiores serem, em geral, sombrios, são características comuns observadas nos templos deste local.

As ruínas de My Son, incluindo o Templo de Bhadresvara, permitem vislumbrar o talento do povo vietnamita e suas antigas tradições culturais.

Devido ao seu grande valor como material histórico, constituem um precioso patrimônio arquitetônico do Vietnã.

Rodong Sinmun

Nossa classe operária, que se tornou a legítima dona das fábricas e dos meios de produção

Hoje se comemora o 80º aniversário da promulgação da lei de nacionalização das principais indústrias pelo grande Líder camarada Kim Il Sung.

Neste dia, os coreanos recordam com profunda emoção os feitos do grande Líder, que apresentou os operários como donos das fábricas e dos meios de produção ao conduzir à vitória a campanha pela nacionalização das principais indústrias.

Antes da libertação da pátria, os imperialistas japoneses e os capitalistas importadores monopolizavam a maior parte da indústria coreana, o que impedia gravemente o desenvolvimento econômico do país.

Ao perceber as exigências da revolução em desenvolvimento após a libertação do país, em 15 de agosto de 1945, o grande Líder organizou e dirigiu a nacionalização das principais indústrias.

Os faccionistas servis às grandes potências e os dogmatistas insistiam que a nacionalização das indústrias era possível na etapa da revolução socialista e que era preciso nacionalizar todos os setores industriais ou transformar a indústria em propriedade privada dos capitalistas, já que a revolução coreana era burguesa. E disparatavam que a promulgação da referida lei era insignificante, porque o povo já tinha em suas mãos as principais indústrias após a derrota do império japonês.

Partindo da situação concreta do país, o grande Líder apresentou como importante tarefa da revolução democrática anti-imperialista e antifeudal a nacionalização das indústrias, que era reconhecida como uma tarefa da revolução socialista.

Para esse fim, apresentou a palavra de ordem "as fábricas aos operários" e fez organizar amplamente os comitês fabris para controlar e administrar as instalações industriais e os órgãos econômicos determinados como objetos da nacionalização, além de estabelecer o ordenado sistema de controle e administração dos órgãos do Poder Popular sobre eles.

O grande Líder promulgou, em 10 de agosto de 1946, a Lei de Nacionalização das Indústrias, Transportes, Comunicações, Bancos etc.

Graças a essa lei, mais de mil importantes instalações industriais, cuja quantidade correspondia a mais de 90% de todas as indústrias, foram transformadas em propriedade de todo o povo.

E os operários coreanos tornaram-se donos das fábricas e dos meios de produção, que passaram a servir ao desenvolvimento e à prosperidade do país e à promoção do bem-estar das massas trabalhadoras.

Agência Central de Notícias da Coreia 

A Conferência de Xiaohaerbaling, que abriu uma nova fase de transformação na revolução antijaponesa

A Conferência de Xiaohaerbaling está registrada na gloriosa história da luta revolucionária antijaponesa como uma reunião de grande importância para preparar bem a recepção ativa do grande acontecimento da libertação da pátria.

No início da década de 1940, os imperialistas japoneses se desesperaram para expandir a guerra para o Sudeste Asiático e recrudesceram mais do que nunca a ofensiva punitiva de grande envergadura contra o Exército Revolucionário Popular da Coreia e a repressão aos habitantes coreanos.

Diante da severa situação, o grande Líder camarada Kim Il Sung convocou, nos dias 10 e 11 de agosto de 1940, a Conferência de Quadros Militares e Políticos do Exército Revolucionário Popular da Coreia em Xiaohaerbaling, no condado chinês de Dunhua.

Na ocasião, o grande Líder definiu a nova tarefa estratégica de conservar e acumular as forças do ERPC, pilar da revolução coreana, e preparar seus integrantes como competentes quadros políticos e militares.

E, para sua implementação, apresentou a nova orientação combativa de passar das operações de grandes unidades para as de pequenas unidades.

De acordo com essa orientação, as pequenas tropas e grupos do ERPC prepararam o ambiente favorável à operação de ataque final para a libertação da pátria, desferindo duros golpes político-militares contra os imperialistas japoneses por meio de intrépidos combates móveis e convocando os coreanos à resistência antijaponesa.

Ao recordar aquela reunião histórica, o grande Líder camarada Kim Il Sung disse que, se o ERPC tivesse continuado as atividades de grandes unidades, apressando-se para alcançar êxitos iminentes sem perceber a corrente da época, teria deixado de existir sem conservar suas forças, e os guerrilheiros antijaponeses teriam permanecido como mártires na história.

Agência Central de Notícias da Coreia

Estimado camarada Kim Jong Un envia mensagem de felicitação ao Presidente de Singapura

O estimado camarada Kim Jong Un, Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, enviou no dia 9 uma mensagem de felicitação a Tharman Shanmugaratnam, Presidente da República de Singapura.

A mensagem assinala o seguinte:

Por ocasião do Dia Nacional da República de Singapura, envio felicitações a Vossa Excelência e ao povo de seu país e desejo êxitos em suas responsabilidades pela prosperidade e o desenvolvimento do Estado e pela unidade social.

sábado, 8 de agosto de 2026

O dever imediato dos funcionários das procuradorias e dos órgãos de segurança

Discurso do camarada Kim Il Sung na Reunião Conjunta dos Chefes das Procuradorias e das Chefias de Segurança das Províncias e Cidades

20 de novembro de 1946

Após a libertação de nossa pátria, na Coreia do Norte foi estabelecido o Comitê Popular Provisório e, sob sua jurisdição, foram criados novos órgãos democráticos de procuradoria e segurança.

Durante o ano passado, os órgãos judiciais e de segurança realizaram um grande trabalho tanto na manutenção da ordem social e na luta contra todo tipo de delito, quanto na defesa dos direitos e interesses do povo e na proteção dos bens estatais e da propriedade privada.

Os funcionários de nossas instituições de procuradoria e segurança deram enormes contribuições para a realização bem-sucedida de todas as reformas democráticas. Isso significa que cumpriram a honrosa tarefa que, justamente, devem assumir os filhos e filhas fiéis do povo coreano.

Chega a 24 o número de funcionários da procuradoria e da segurança que tombaram em serviço. Entre eles encontram-se os camaradas Kim Sang Chun, funcionário da Chefia de Segurança de Pyongyang, Yun Sung Un, do Departamento de Segurança, e Ri Chol Jung, chefe do Corpo de Segurança Marítima do Mar Oeste, que tombaram em combates valentes pelo cumprimento de sua importante missão. A nobre fidelidade daqueles que morreram lutando pela pátria e pelo povo ficará eternamente gravada no fundo do coração de nosso povo.

A brilhante vitória das eleições dos membros dos comitês populares de província, cidade e condado, realizadas em 3 de novembro passado, confirma que a Coreia do Norte se desenvolve seguindo a justa linha democrática e, ao mesmo tempo, testemunha que os funcionários da procuradoria e dos órgãos de segurança vêm defendendo corajosamente todas as conquistas democráticas alcançadas na Coreia do Norte contra os ataques dos elementos reacionários.

Entretanto, se examinarmos o trabalho de um ano desses órgãos na Coreia do Norte, veremos que ainda sofrem de muitos defeitos. Em comparação com as pesadas tarefas que assumem, tanto os funcionários da procuradoria quanto os da segurança deixam muito a desejar em sua capacidade e não conseguiram corresponder plenamente à esperança e às exigências do povo.

Para piorar, houve casos em que elementos estranhos conseguiram infiltrar-se nesses órgãos e macularam a honra de suas fileiras. Por exemplo, durante a reforma agrária, encontravam-se nas procuradorias alguns sujeitos que, comprometidos com as conspirações dos latifundiários reacionários, impediram a reforma agrária, e houve outros que não aplicaram com o devido rigor as medidas contra os pró-japoneses e os traidores da nação. Além disso, havia elementos que não podiam cumprir energicamente seu dever principal devido à inconsistência de sua formação ideológica democrática e sabotadores que não participavam ativamente da realização das reformas democráticas.

Além disso, nos órgãos de segurança apareceram alguns sujeitos que, ainda impregnados da concepção de onipotência policial fomentada pelo imperialismo japonês, prendiam e torturavam ilegalmente as pessoas, confiscavam e dispunham arbitrariamente das moradias e dos bens da população. Neles também se manifestaram tendências errôneas de agir a seu bel-prazer, desprezando o decreto sobre a defesa dos direitos humanos e as instruções da procuradoria a esse respeito, que os órgãos do Estado democrático deveriam observar com maior rigor.

Como os funcionários dos órgãos de procuradoria e de segurança não conseguiram compreender corretamente o cargo que lhes havia sido confiado, observaram-se entre eles manifestações de egocentrismo institucional, o que prejudicou o trabalho geral desses órgãos e constituiu um grande obstáculo para que seus funcionários cumprissem seu papel como fiéis servidores do povo.

Somente quando essas instituições se ajudarem e cooperarem, quando determinarem minuciosamente a distribuição de suas tarefas e a colaboração operacional, como as duas rodas de uma carroça, poderão assegurar plenamente a construção democrática e a defesa dos direitos humanos.

Então, quais são as principais missões desses dois órgãos?

A missão da procuradoria democrática consiste, primeiro, em defender a obra de nosso povo pela construção de um Estado democrático, soberano e independente e, segundo, em proteger os direitos do homem.

Para o cumprimento dessa missão principal, o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte definiu detalhadamente, por decreto, as funções do procurador.

A função deste não se limita ao registro e à acusação de delitos, mas consiste principalmente em verificar, com base nos princípios democráticos, como são executadas nos órgãos estatais, nas organizações sociais e entre as massas populares as decisões e ordens do Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte e de todos os seus departamentos, e supervisionar o cumprimento das resoluções e disposições dos comitês populares de província, cidade e condado. Além disso, o procurador tem o dever de controlar as atividades dos órgãos de segurança, aprovar ou desaprovar as iniciativas de detenção de cidadãos e verificar se o julgamento é realizado de maneira justa ou não, não apenas nos casos criminais, mas também nos casos civis.

Assim, a missão do órgão de fiscalização do Estado democrático que serve ao povo é muito importante e difere, em essência, daquela do Estado imperialista. Criamos procuradorias em cada cidade e condado para defender o poder e proteger os direitos do povo.

Vocês devem compreender que, se a procuradoria não cumprir normal e plenamente sua tarefa, de maneira alguma será possível a construção do Estado democrático.

A missão principal do órgão de segurança popular consiste em manter a segurança e a ordem públicas e defender realmente a dignidade pessoal e os bens do povo. Em qualquer caso, nosso órgão de segurança é para o povo e deve pertencer ao povo.

No Japão imperialista e nos demais Estados fascistas, a dignidade pessoal e a honra do povo são completamente violadas pela arbitrariedade policial, mas, em nosso país, onde foi estabelecido o Poder popular, essa dignidade e essa honra de todos os cidadãos, sendo tão valiosas, são preservadas pelo órgão de segurança popular. Nosso órgão de segurança popular deve cumprir fielmente essa missão que lhe foi confiada.

Para que os órgãos de procuradoria e de segurança cumpram plenamente sua missão principal, é necessário que seu sistema orgânico e os elementos que os compõem, assim como o conteúdo e o método de seu trabalho, sejam genuinamente democráticos e que observem rigorosamente os decretos que os concretizam. Os regulamentos detalhados e os procedimentos definidos nesses decretos não são uma mera formalidade, mas o método necessário para a realização plena da democracia. Somente quando cada qual cumprir fielmente sua missão com base nesses decretos será possível fortalecer nossa organização e manifestar plenamente a superioridade do regime democrático. Devemos compreender seriamente que, no momento atual, a tendência de menosprezar todos os regulamentos detalhados definidos nos decretos como uma trivial formalidade burocrática é absolutamente perniciosa, pois enfraquece a organização e retarda o trabalho.

Por ocasião da presente reunião, conclamo todos os funcionários dos órgãos de procuradoria e de segurança a se esforçarem com toda a abnegação para superar os pontos fracos do trabalho acima mencionados, serem mais fiéis no cumprimento de suas tarefas, elevar o prestígio e a função de seus órgãos por meio do trabalho, assegurar a correta execução de todo o trabalho do Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte e defender com maior firmeza as conquistas das reformas democráticas realizadas na Coreia do Norte.

Agora, passarei a referir-me a algumas tarefas imediatas que se apresentam diante dos órgãos de procuradoria e de segurança.

Primeiro, é necessário eliminar os resíduos do imperialismo japonês em seu trabalho. Para isso, é preciso cumprir fielmente todos os decretos promulgados pelo Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte, acabar drasticamente com atos negativos como os praticados pela procuradoria e pela polícia do imperialismo japonês, tais como prisões e detenções ilegais de cidadãos, torturas e subornos, e fortalecer os regulamentos, a ordem e a disciplina.

Segundo, os funcionários dos órgãos de procuradoria e de segurança devem ser entusiásticos servidores do povo, pessoas infinitamente fiéis ao Estado e ao povo, laboriosas, irrepreensíveis e valentes, e esforçar-se constantemente para unir-se com base na camaradagem e assegurar a coesão ideológica de suas fileiras.

Terceiro, cuidarão dos bens do Estado e defenderão a propriedade privada. Sob o domínio do imperialismo japonês, todos os bens do povo coreano estavam fora da proteção legal, mas, hoje em dia, estimá-los e protegê-los constitui uma de nossas importantes tarefas.

É importante, sobretudo, a proteção dos bens convertidos em propriedade do Estado em virtude da Lei de Nacionalização das Indústrias. É nossa tarefa valorizar todos os bens nacionalizados, cuidando deles e protegendo-os como seus donos. Os funcionários da segurança e da procuradoria devem estar particularmente conscientes de seu dever de defender, em primeiro lugar, todas as instalações e materiais das empresas estatais contra as ações destrutivas dos reacionários e os desvios de materiais por elementos estranhos.

Quarto, todos os funcionários da segurança e da procuradoria não devem dormir sobre os louros das vitórias conquistadas, mas elevar a vigilância, mantendo-se alertas diante da indolência que possa surgir nas condições favoráveis criadas na Coreia do Norte, de modo que estejam permanentemente preparados para cumprir sua missão, sem qualquer hesitação diante de quaisquer condições desfavoráveis, vicissitudes e confusões.

Quinto, os funcionários que trabalham nos órgãos de segurança e na procuradoria devem se empenhar permanentemente em ampliar os conhecimentos e a capacidade necessários ao seu trabalho e elevar o nível político e cultural. Intensificarão o estudo político e se esforçarão incessantemente para adquirir qualidades dignas de autênticos trabalhadores populares da procuradoria e da segurança. Do mesmo modo, desenvolverão dinamicamente a luta contra todos os delitos e atos subversivos.

Sexto, colaborarão nas tarefas de arrecadação dos impostos agrícolas em espécie, de modo que estas sejam cumpridas com êxito. Devem compreender em sua real dimensão o importante significado político e econômico que esses impostos possuem e executar cabalmente todas as resoluções relativas a eles.

Tendo em conta o fato de que ainda nossos trabalhadores dos comitês populares locais não cumprem satisfatoriamente suas obrigações e que alguns camponeses atrasados, em casos isolados, fornecem dados falsos quanto à superfície cultivada, ao rendimento da colheita, aos danos causados por desastres naturais e outros, é preciso combater energicamente essas manifestações. Em particular, serão mobilizados na tarefa de assegurar que os impostos em espécie fixados sejam infalivelmente entregues na quantidade e no prazo determinados, observando rigorosamente a “Resolução nº 110” e, ao mesmo tempo, deverão atuar energicamente para assegurar a conservação e o transporte dos impostos em espécie arrecadados e prevenir as especulações dos elementos espúrios.

Estas são importantes tarefas imediatas atribuídas aos funcionários da segurança e da procuradoria.

Vocês são trabalhadores que têm a honra de lutar diretamente pela defesa de nosso Poder popular, pela proteção dos direitos humanos e pela garantia do trabalho de construção democrática na Coreia do Norte. Por isso, vocês devem odiar, mais do que ninguém, os inimigos e estar imbuídos de sentimentos de amor à pátria e à nação, bem como de elevada dignidade nacional.

Estou certo de que vocês possuirão essa nobre preparação espiritual e serão leais até o fim aos seus deveres como servidores do povo, a fim de dar maiores contribuições ao desenvolvimento normal do trabalho da procuradoria e da segurança, cujo significado é tão importante na construção democrática, e, mais adiante, à criação de uma base sólida para a construção do Estado democrático, soberano e independente.

Choe Ki Hyok

Choe Ki Hyok nasceu em uma família de artistas e começou a estudar violino aos oito anos de idade, revelando desde cedo grande talento como intérprete. Ao longo de mais de 50 anos de atividade artística, desenvolveu-se como destacado violinista da Orquestra Sinfônica Nacional da Coreia. Em 1991, assumiu a função de concertino da orquestra e participou de numerosas apresentações no exterior, demonstrando elevado nível artístico. Em 2005, recebeu o título de Artista Meritório por sua contribuição ao desenvolvimento da música orquestral coreana.

Choe Ki Hyok contribuiu durante mais de cinco décadas para o desenvolvimento da sinfonia Juche, interpretando numerosas obras musicais, entre elas a série sinfônica “Canção ao Partido”. Em 2008, participou da apresentação da Orquestra Filarmônica de Nova York em Pyongyang, realizando um solo de violino, e continuou atuando em importantes apresentações da Orquestra Sinfônica Nacional. Faleceu em 3 de fevereiro de 2021. Foi sepultado no Cemitério dos Mártires Patrióticos da comuna Sinmi.

Kim Pyong Hwa

Kim Pyong Hwa nasceu em 16 de maio de 1936, em Kobe, prefeitura de Hyogo, Japão. Desde a infância, estudou piano, violino, composição e regência, desenvolvendo sua atividade artística no Japão. Em 1960, mudou-se para a RPDC e trabalhou como pianista no Teatro Nacional de Artes de Pyongyang, enquanto estudava regência na Universidade de Música e Dança de Pyongyang. Após concluir os estudos, em 1963, assumiu a função de regente do Teatro Nacional de Artes e, em 1970, foi nomeado regente principal da Orquestra Sinfônica Nacional.

Ao longo de sua trajetória artística, Kim Pyong Hwa contribuiu para o desenvolvimento da sinfonia Juche, regendo numerosas obras, entre elas “Colheita abundante nos campos de Chongsan”, “A Moça no Balanço” e “Arirang”. Foi agraciado com o título de Artista do Povo e, em 2005, tornou-se laureado com o Prêmio Kim Il Sung. Após deixar a função de regente principal, atuou como assessor do departamento de criação da Orquestra Sinfônica Nacional. Faleceu em 21 de março de 2021, aos 84 anos, e foi sepultado no Cemitério dos Mártires Patrióticos.

 

Ho Jae Bok

Ho Jae Bok, que viveu de 1931 a 1977, foi um dos famosos músicos do mundo artístico da República Popular Democrática da Coreia.

Nasceu em um país estrangeiro durante o domínio colonial dos imperialistas japonese e, desde a infância, foi chamado de menino prodígio da música. Aos 12 anos, tocou um solo de violino em um concurso musical realizado na província de Jilin, na China, conquistando o primeiro lugar.

Após a libertação da Coreia, retornou à pátria e estudou na Escola Nacional de Música (atual Universidade de Música e Dança Kim Won Gyun de Pyongyang). Na universidade, estudou regência enquanto aperfeiçoava sua execução de violino.

Durante a passada Guerra de Libertação da Pátria, atuou como violinista e regente no então Conjunto de Canto e Dança do Ministério do Interior. Valorizando seu talento, o grande Líder camarada Kim Il Sung enviou-o a um país estrangeiro para estudar.

Enquanto estudava no exterior, Ho Jae Bok conquistou o primeiro lugar no Concurso de Regentes de Toda a União realizado naquele país, e sua excelente capacidade de regência tornou-se conhecida em toda a Europa, ultrapassando os limites da universidade.

Ao retornar à pátria, trabalhou como regente da Orquestra Sinfônica Nacional e, ao mesmo tempo, desempenhou diversas tarefas, incluindo a criação de óperas e o trabalho como professor convidado no Departamento de Regência da então Universidade de Música e Dança.

Seus talentos artísticos desenvolveram-se ainda mais sob a grande confiança e o amor do grande Dirigente camarada Kim Jong Il.

Sob a orientação direta do Dirigente Kim Jong Il, Ho Jae Bok empenhou-se vigorosamente em aperfeiçoar sua arte conforme lhe fora solicitado.

Dedicou toda a sua inteligência e entusiasmo à criação de muitas novas peças musicais de estilo coreano, como o conto musical e dançante "Canção do Paraíso", e deu uma grande contribuição para o aprimoramento do conjunto musical e de sua representação artística.

Realizou apresentações em diferentes países, incluindo China, Grã-Bretanha, França e Itália, dando uma grande contribuição para demonstrar plenamente o poder da arte coreana. Enquanto trabalhava como chefe do Conjunto Artístico Mansudae na última fase de sua vida, empenhou-se no desenvolvimento da arte do país.

Sua regência caracterizava-se pela combinação orgânica da lógica artística musical e da sensibilidade, bem como pelo tempo, postura e técnica de regência corretos.

Ho Jae Bok demonstrou plenamente sua capacidade especial como regente talentoso e experiente e como excelente e maduro organizador da representação artística durante todo o período de criação da arte musical. Ele ainda é lembrado pelo povo como um regente talentoso.

Estimado camarada Kim Jong Un se reúne com os criadores e artistas da Orquestra Sinfônica Nacional e tira uma fotografia com eles

O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, reuniu-se no dia 8 com os criadores e artistas da Orquestra Sinfônica Nacional, que celebra seu 80º aniversário de fundação, e os felicitou e incentivou.

Todos os criadores e artistas estavam tomados de grande emoção e alegria por terem realizado seu ardente desejo de ver o camarada Kim Jong Un no teatro naquele dia significativo.

O camarada Kim Jong Un foi recebido respeitosamente no Teatro Moranbong pelos funcionários do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, pelo ministro da Cultura da RPDC, Hyon Un Chol, e pelos dirigentes da Orquestra Sinfônica Nacional.

Quando ele entrou no saguão central do teatro, irromperam as estrondosas aclamações dos criadores e artistas, comovidos por aquele tão esperado momento feliz.

O camarada Kim Jong Un felicitou calorosamente todos os criadores e artistas que celebram significativamente o aniversário de fundação de sua entidade em meio à glória e à honra de terem compartilhado a mesma orgulhosa trajetória da querida pátria, e tirou uma fotografia junto a eles.

Ele entregou pessoalmente um buquê de flores à maestra Ho Mun Yong, agraciada com o Prêmio Kim Il Sung, e tirou uma fotografia de recordação com os criadores e artistas que receberam altas condecorações estatais, levando consigo o orgulho de terem contribuído para o desenvolvimento da sinfonia Juche.

Todos os criadores e artistas deram entusiásticas aclamações e bradaram lemas de fidelidade, expressando sua firme determinação de levar adiante a honrosa história do desenvolvimento da sinfonia Juche por meio de uma criação artística mais ativa e empreendedora, guardando profundamente no coração o amor e a confiança que lhes dedica repetidamente o generoso Marechal, após ter enviado uma mensagem de felicitação à Orquestra por ocasião de seu 80º aniversário de fundação.

"Para nosso Partido, Estado e povo, é um grande orgulho possuir um coletivo artístico com uma história e tradição excelentes e uma capacidade criadora como a Orquestra Sinfônica Nacional, que vem enriquecendo o patrimônio da arte musical Juche ao interpretar canções revolucionárias e fervorosas como marchas da luta e da criação ao longo da trajetória de desenvolvimento da RPDC", avaliou o camarada Kim Jong Un.

Ele disse que a prestigiosa Orquestra Sinfônica Nacional deve desempenhar o papel de condutora no desenvolvimento da arte musical que serve como uma poderosa força motriz da prosperidade do Estado, tanto no passado quanto no presente e no futuro.

Prosseguiu dizendo que a causa avançará com maior energia e vigor somente quando a ressonância majestosa e peculiar da orquestra ao estilo coreano inspirar maior ânimo à revolução coreana e conduzir a era de esplendor da arte musical da nova época.

"É muito grande a esperança de nosso Partido e povo na Orquestra, que durante 80 anos manteve firmemente, sem qualquer desvio, seu fervoroso patriotismo e sua sinceridade na criação artística", destacou, e deu valiosas instruções que servirão de guia para manter o prestígio e a fama desta entidade artística de valor nacional, que personifica o desenvolvimento da música Juche.

Astúcia barata

No cenário político japonês, que está agitado com a intenção de jogar fora como um trapo velho os “Três Princípios Não Nucleares”, surgiu inesperadamente uma dissonância que deixa as pessoas do mundo inteiro perplexas.

Há pouco, o secretário-chefe do Gabinete, Kihara, realizou uma coletiva de imprensa e, sem rodeios, afirmou que “mantemos os ‘Três Princípios Não Nucleares’ como uma diretriz de política”, atraindo a atenção dos jornalistas.

Essa declaração não condiz em absoluto com a posição da primeira-ministra, que havia insistido em que, em consonância com a revisão dos três documentos relacionados à segurança, a revisão dos “Três Princípios Não Nucleares” também deveria ser colocada como “objeto de discussão”, nem com a posição do ministro da Defesa, que afirmou ser necessário discutir a política nuclear, inclusive a possibilidade de revisar ou não os “Três Princípios Não Nucleares”.

No Japão, o secretário-chefe do Gabinete é um membro do Gabinete diretamente subordinado ao primeiro-ministro e pode ser considerado o porta-voz do governo. Que uma figura desse tipo tenha feito inesperadamente uma declaração contrária à posição do governante é, de fato, algo bastante intrigante.

No entanto, considerando a desfavorável opinião pública, tanto dentro quanto fora do país, em relação às ambições japonesas de possuir armas nucleares, pode-se compreender bem por que o atual governo colocou Kihara diante dos jornalistas.

O povo japonês está lançando flechas de crítica contra as atuais autoridades, que estão se esforçando para trazer novamente, nos dias de hoje, a catástrofe nuclear sofrida às vésperas da derrota. A taxa de apoio ao Partido Liberal Democrata está caindo dia após dia.

Também internacionalmente o Japão está se tornando alvo de críticas. Os países vizinhos afirmam que é necessário desferir um duro golpe contra o impulso do Japão de possuir armas nucleares.

Pressionado por essa situação, o governo japonês colocou Kihara à frente de uma coletiva de imprensa para acalmar a opinião pública interna e externa. Isso pode ser chamado, verdadeiramente, de uma astúcia barata.

As forças governantes japonesas, que estão enlouquecidas tentando alterar tanto o princípio da “defesa exclusiva” quanto as cláusulas fundamentais da “Constituição Pacífica”, sempre que se deparam com veementes protestos e oposição dentro e fora do país, realizam coletivas de imprensa e outras ações, usando artifícios superficiais e pomposos, falando em “manter” e “proteger” esses princípios, numa tentativa de acalmar a situação.

Tentar zombar da opinião pública interna e externa com tais artimanhas é uma atitude tola.

Existe um provérbio que diz que “o tigre aparece onde há diversão”.

Se o Japão continuar agindo de maneira imprudente pela remilitarização e expansão ao exterior, recorrendo a todo tipo de artifício mesquinho, poderá a qualquer momento sofrer uma terrível consequência irreversível.

Kim Su Jin

Rodong Sinmun

Produto inevitável de uma sociedade violenta — crimes com armas de fogo

Há alguns dias, em um tribunal do estado da Geórgia, nos Estados Unidos, um homem foi condenado a 15 anos de prisão. Isso porque entregou ao filho a arma que utilizava, fazendo com que fosse provocado um tiroteio em grande escala. Em setembro de 2024, seu filho, que tinha então 14 anos, matou quatro pessoas e feriu nove com a arma que havia recebido do pai. Por esse motivo, já havia sido condenado à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.

Nos últimos anos, nos Estados Unidos, têm aumentado os casos judiciais em que os pais são responsabilizados criminalmente pelos crimes de tiroteios escolares cometidos por seus filhos.

Em 2021, os pais de um garoto de 15 anos que matou a tiros quatro estudantes e feriu sete em uma escola secundária do estado de Michigan também foram condenados a 10 anos de prisão. A arma utilizada pelo garoto também havia sido recebida dos pais como presente.

Nos Estados Unidos, onde a posse de armas de fogo é legalizada, tornou-se comum que os pais comprem armas para seus filhos pequenos como presentes de aniversário e de festividades, em vez de roupas ou doces. É absolutamente evidente que tipo de impulso psicológico os adolescentes, impregnados por uma cultura decadente e que frequentemente testemunham tiroteios ocorrendo cotidianamente nas ruas e nas escolas, receberão ao colocar uma arma nas mãos.

Como mostra a realidade, eles encontram prazer no assassinato indiscriminado de estudantes ou professores com quem se deparam diariamente na mesma sala de aula ou na mesma escola.

Há alguns anos, um site estadunidense lamentou que “vivemos em uma sociedade que glorifica a violência”, afirmando que filmes, redes sociais e entretenimento estão todos repletos de violência, que os adolescentes têm estado em contato com esse tipo de conteúdo por muito tempo, imitam comportamentos violentos e fazem da violência um meio para resolver problemas.

A ampla disseminação de filmes e publicações de conteúdo violento que pregam a lei do mais forte, bem como a desigualdade entre ricos e pobres e a discriminação racial, que se tornaram males sociais, estão levando os adolescentes ao caminho do crime.

Embora a opinião pública a favor do fortalecimento das restrições legais às armas de fogo continue crescendo, os políticos comprados pelas enormes quantias de dinheiro oferecidas pelas empresas fabricantes de armas defendem, com todo tipo de sofismas, o direito desumano à posse de armas.

Por isso, a violência e os crimes cometidos com armas de fogo não podem ser eliminados.

Vejamos apenas alguns dos casos ocorridos recentemente.

No final de junho, ocorreram tiroteios consecutivos em Chicago, deixando várias pessoas mortas e dezenas de feridos. Nessa cidade, ocorreram pelo menos 20 tiroteios ao longo de vários dias. As vítimas eram pessoas de diferentes idades, desde crianças e adolescentes até idosos na casa dos 70 anos.

Alguns dias depois, também ocorreu um tiroteio em uma praça em San Jose, no estado da Califórnia.

No dia 5 de julho, na cidade de Nova Iorque, oito pessoas, incluindo quatro crianças, ficaram feridas após serem atingidas pelos tiros de um indivíduo armado.

No dia 19 de julho, também ocorreu um tiroteio em uma área residencial de Tucson, a segunda cidade mais populosa do estado do Arizona, deixando 10 pessoas feridas.

Uma semana depois, na noite de 26 de julho, ocorreu outro tiroteio no centro de Seattle, onde estava sendo realizado um festival de culinária, deixando várias pessoas mortas ou feridas.

Segundo dados, ao longo de 2025, mais de 40 mil pessoas foram atingidas por tiros nos Estados Unidos. Entre elas, cerca de 14.600 morreram e 26.100 ficaram feridas. Ocorreram mais de 400 tiroteios em que pelo menos quatro pessoas foram mortas ou feridas simultaneamente.

Como observam os meios de comunicação estrangeiros, o sistema social dos Estados Unidos incute nas pessoas a percepção de que, quando algo não lhes agrada, não há problema em usar uma arma.

É verdadeiramente uma sociedade violenta e ameaçadora.

Os crimes com armas de fogo, que criam constante ansiedade e medo, são um produto inevitável desta sociedade.

Ho Yong Min

Rodong Sinmun

Documentos de terra do ressentimento

À medida que a geração muda e a revolução avança, tenhamos uma consciência de classe anti-imperialista mais forte

Entre os objetos expostos no Pavilhão de Educação de Classe do condado de Hwangju encontram-se vários livros volumosos que despertam a indignação dos visitantes. Trata-se justamente dos documentos de terra, testemunhos históricos que denunciam perante todo o mundo os crimes dos malditos latifundiários que, antes da libertação, exploravam cruelmente os camponeses em diversas regiões, sugando-lhes o suor e o sangue.

Em cada página dos documentos de terra está dolorosamente gravada a história dos sofrimentos que nossas gerações de avôs e avós tiveram de suportar.

Antes da libertação, o maldito latifundiário Hwang, que vivia no condado de Hwangju, também costumava brandir os documentos de terra e ameaçar os camponeses ingênuos, dizendo que lhes tomaria as terras caso não obedecessem às suas ordens. No outono, o maldito latifundiário Hwang confiscava todos os cereais que os arrendatários haviam cultivado com tanto esforço e, ainda assim, não satisfeito, fazia com que as pessoas movessem dia e noite o moinho de pedra, em vez de bois e cavalos, e, em troca de uma pequena dívida, levava uma menina de 10 anos para trabalhar como criada, obrigando-a a realizar todo tipo de trabalho pesado e, por fim, espancando-a brutalmente até deixá-la inválida.

Os latifundiários, dessa maneira, prendiam inúmeros camponeses aos documentos de terra e os exploravam cruelmente como animais.

Os documentos de terra, testemunhos do ressentimento impregnados das lágrimas e do sangue de inúmeros camponeses, ainda hoje gravam profundamente no coração das novas gerações que jamais devem esquecer os dias passados em que o povo era explorado e oprimido.

O poeta revolucionário Ri Chan

Figuras literárias e artísticas que deixaram marcas notáveis na história da literatura e arte Juche

Entre os literatos que deixaram uma marca distinta na história da literatura e das artes Juche encontra-se também o senhor Ri Chan, poeta revolucionário que tornou sua vida brilhante por meio da criação de hinos ao Líder.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“Os funcionários, criadores e artistas dos setores da literatura e das artes devem herdar a tradição de luta dos combatentes da literatura e das artes das gerações anteriores, que, por meio da criação de obras-primas, defenderam o líder, protegeram a revolução e serviram como vanguarda e porta-vozes do Partido, e devem tornar-se hoje, amanhã e eternamente os porta-estandartes da frente ideológica, apoiando nosso Partido na linha de frente.”

O senhor Ri Chan, que antes da libertação criou muitas obras poéticas patrióticas, viveu sempre carregando no coração o ardente desejo de, ao menos uma vez, encontrar-se pessoalmente com o grande Líder, enquanto ouvia histórias lendárias sobre o General Kim Il Sung.

Isso pode ser claramente percebido também nos poemas líricos “A noite de neve em Posong” e “A noite da fronteira”, que ele criou às margens do rio Amnok.

Junto com a libertação da pátria trazida pelo grande Líder, o senhor Ri Chan teve uma transformação em seu destino como poeta.

Em abril de 1946, quando finalmente pôde estar próximo do grande Líder, que desejava ver até mesmo em seus sonhos, o senhor Ri Chan recitou-lhe o poema de louvor “Ode ao General Kim Il Sung”, contendo sua ardente admiração, confiança e respeito pelo grande homem sem igual.

O General estava vindo, ah, ninguém sabia,
mas que o General viria, todos sabiam.
O General é nossa luz que não pode ser ocultada,
o General é nosso Sol que não pode ser escondido.

Naquele dia, o camarada Kim Chaek, que se encontrou com o senhor Ri Chan, falou-lhe com profunda emoção:

“Nos primeiros tempos, quando o grande Líder havia acabado de entrar no caminho da revolução, nosso povo já havia louvado aquele que traria o luminoso futuro da pátria e do povo como a nova estrela-luz e lhe oferecido o hino revolucionário ‘A Estrela da Coreia’. Como poderíamos não ter uma canção do Sol para cantar na terra da pátria libertada? Como o camarada gritou em voz alta em seu poema, vamos cantar ‘nosso Sol’ e ‘o Sol da humanidade’.”

Depois disso, o senhor Ri Chan recebeu um caderno contendo mais de cem canções revolucionárias, enviado pela camarada Kim Jong Suk, heroína revolucionária antijaponesa.

No encontro com o senhor Ri Chan, a camarada Kim Jong Suk contou-lhe comoventes histórias sobre as diversas experiências que havia vivido enquanto conduzia a luta armada antijaponesa junto ao grande Líder e deu-lhe preciosos ensinamentos relacionados à criação de hinos de louvor.

Foi assim que o senhor Ri Chan pôde criar magistralmente a letra do hino revolucionário imortal “Canção do General Kim Il Sung”.

Depois disso, o senhor Ri Chan também criou muitas obras, como “Unamo-nos ainda mais firmemente em torno do General” e “O que torna bela nossa capital”, além de numerosas obras que estimulavam a luta de nosso povo e contribuíam para o desenvolvimento da poesia, incluindo os poemas líricos “Na colina onde nem uma árvore se ergueu direito”, “As chamas” e “Proclamo com orgulho minha pátria”.

O grande Líder camarada Kim Il Sung o reconheceu como poeta revolucionário por ter criado muitas obras excelentes, incluindo o hino revolucionário imortal “Canção do General Kim Il Sung”, e, valorizando grandemente suas atividades patrióticas antijaponesas realizadas antes da libertação, fez com que lhe fosse concedido o Certificado de Mártir Patriótico Antijaponês.

O poeta revolucionário senhor Ri Chan continua até hoje vivendo eternamente na memória da pátria e do povo, juntamente com o hino revolucionário imortal “Canção do General Kim Il Sung”.

Tu Jin Myong

Rodong Sinmun

Integridade

Explicação de terminologias políticas

A integridade é uma qualidade própria do revolucionário que conduz seu trabalho e sua vida de maneira íntegra, simples e nobre, sem buscar interesses pessoais ou agir contra a própria consciência.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“Os funcionários, onde quer que estejam e qualquer que seja o trabalho que realizem, não devem negligenciar nem por um instante seu aprimoramento espiritual e moral, e devem fazer da condução de uma vida íntegra e civilizada algo natural e habitual.”

A integridade é uma importante qualidade que os funcionários devem necessariamente possuir.

Somente quando os funcionários possuem uma personalidade íntegra e vivem de maneira simples podem se relacionar intimamente com as massas e receber seu respeito e amor. Por mais eloquentes que sejam suas palavras, se não forem honestos e sinceros em seu trabalho e em sua vida, e se não forem francos em suas relações com as massas, não poderão receber sua confiança, respeito e amor e, no fim, acabarão se afastando das massas.

Os funcionários jamais devem esquecer sua posição e seu senso de dever, segundo os quais devem dedicar-se inteiramente ao serviço do povo e compartilhar com as massas tanto as alegrias quanto as dificuldades da vida e da morte, e devem estabelecer como um princípio inviolável trabalhar e viver com integridade.

Para que os funcionários possuam e pratiquem a qualidade da integridade, antes de tudo, não devem desejar privilégios ou tratamento especial. Os funcionários não devem se considerar seres especiais nem esperar receber um tratamento diferente dos demais e, quando subordinados se esforçarem para lhes prestar favores, sob o pretexto de tratá-los bem, devem considerar isso como bajulação e adulação, rejeitá-las firmemente e educá-los com base em princípios.

Além disso, devem eliminar completamente a ganância e viver de maneira simples e modesta. Quando uma pessoa busca interesses pessoais e se deixa contaminar pela ostentação, pelo formalismo e por uma vida de comodismo e indolência, acaba adoecendo ideológica e moralmente.

Os funcionários devem ter a convicção de que, mesmo que não possam comer e vestir-se melhor do que os outros, basta dedicar-se à revolução, e devem pensar profundamente em como trabalhar mais e melhor.

Rodong Sinmun

O combatente que foi novamente colocado nas fileiras da revolução

Notas de visitas ao "Pavilhão dos camaradas de armas da revolução"

Na “Pavilhão dos camaradas de armas da revolução” do Museu da Revolução Coreana também estão expostos materiais sobre a preciosa confiança e o amor que o camarada Kim Chung Ryol, combatente revolucionário antijaponês, recebeu.

A comovente história de como, graças à calorosa atenção do grande Líder, o combatente que se encontrava entre a vida e a morte voltou a viver e pôde novamente se colocar nas fileiras da revolução toca profundamente o coração dos visitantes.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“Nosso Líder foi um pai benevolente que cuidava e amava infinitamente os combatentes revolucionários.”

Era abril de 1943, quando os membros do Exército Revolucionário Popular da Coreia realizavam treinamento militar e político na base do Extremo Oriente.

Certo dia, os membros, cumprindo a ordem dada pelo grande Líder, estavam cortando árvores para a construção dos alojamentos. Porém, inesperadamente, uma pilha de toras empilhadas como uma montanha desabou.

Naquele momento de perigo iminente, o camarada Kim Chung Ryol conteve com o próprio corpo as toras que desabavam e salvou seus camaradas.

Atingido violentamente pelas pesadas toras, o camarada Kim Chung Ryol perdeu a consciência e caiu.

Ele havia perdido os pais desde muito cedo e vivido sem jamais receber sequer o amor de seus próprios familiares. Foi justamente ele quem, desde o momento em que foi acolhido nos braços do grande Líder, recebeu caloroso amor e passou a compreender qual era o valor da vida. Para retribuir unicamente o imenso amor do camarada Comandante, ele firmou a determinação de dedicar tudo de si à luta e sempre se lançava antes dos demais às tarefas difíceis e árduas.

Foi por ser um camarada como Kim Chung Ryol que, quando seus companheiros se encontraram inesperadamente em perigo, ele não hesitou em colocar o próprio corpo à frente para salvá-los.

Ao receber o relatório de que o camarada Kim Chung Ryol havia caído depois de salvar seus companheiros, o grande Líder foi pessoalmente ao posto médico onde ele estava deitado.

Naquela época, como o posto médico não dispunha imediatamente dos medicamentos necessários para seu tratamento, haviam descascado a casca de uma árvore, triturado-a e colocado sobre sua cintura, além de preparar e aplicar compressas com pedaços de salgueiro apodrecidos por fungos, considerados bons para desfazer a estase de sangue.

O grande Líder segurou o pulso do camarada Kim Chung Ryol, que permanecia inconsciente, verificou-lhe o pulso e repetidamente dizia que Chung Ryol não deveria morrer. Então, lembrando quantas vezes ele havia enfrentado situações de vida ou morte desde que ingressara na guerrilha carregando a tristeza de não ter pais, e quantas vezes havia sido ferido pelas balas inimigas em combate, perguntou como seria possível não salvar Chung Ryol, que havia vivido firmemente com uma vontade tão forte, e repetidamente disse que todos deveriam salvá-lo, mesmo que para isso fosse necessário oferecer carne e sangue, insistindo para que fosse tratado cuidadosamente e necessariamente recuperasse a vida.

Depois de retornar do posto médico, o grande Líder continuou profundamente preocupado com ele e, no dia seguinte, providenciou pessoalmente diversos medicamentos e os enviou.

Foi graças aos cuidados extremos do grande Líder que o camarada Kim Chung Ryol finalmente despertou do estado de coma após uma semana.

Ao receber o relatório sobre o fato, o grande Líder voltou novamente ao posto médico.

Ao ver o camarada Kim Chung Ryol consciente, o grande Líder ficou imensamente feliz e revelou seus sentimentos sinceros, dizendo que, por causa dele, não havia conseguido dormir tranquilamente até aquele dia, mas que naquela noite poderia finalmente dormir em paz.

Embora tivesse milagrosamente recuperado a consciência, o camarada Kim Chung Ryol ficou completamente incapaz de movimentar a cintura.

Quem mais se preocupou com sua situação foi o grande Líder.

Graças ao ardente amor do grande Líder, que tomou todas as medidas possíveis para que o camarada Kim Chung Ryol pudesse tratar sua enfermidade na cintura, ele posteriormente se recuperou completamente e pôde novamente se colocar nas fileiras da revolução.

Verdadeiramente, foi graças aos cuidados minuciosos do grande Líder, que valorizava cada um dos combatentes revolucionários e lhes infundia vitalidade a cada instante, que o camarada Kim Chung Ryol pôde deixar brilhantes marcas de sua vida no caminho da luta pela liberdade e independência da pátria e pelo fortalecimento e desenvolvimento de nossas forças armadas revolucionárias.

O combatente que foi novamente colocado nas fileiras da revolução...

Esta comovente história continua transmitindo calorosamente, ainda hoje, como a sagrada revolução coreana foi iniciada e alcançou brilhantes vitórias, sustentada por um mundo de amor tão ardente.

Rim Jong Ho

Rodong Sinmun

Conferidas condecorações estatais a destacados criadores e artistas da Orquestra Sinfônica Nacional

Por ocasião do significativo 80º aniversário de fundação, todo o povo do país envia calorosas felicitações e palavras de incentivo aos criadores e artistas da Orquestra Sinfônica Nacional, que receberam o amor e o cuidado semelhantes ao mar do estimado camarada Kim Jong Un.

A cerimônia de concessão de condecorações estatais aos destacados criadores e artistas da Orquestra Sinfônica Nacional foi realizada no dia 8.

Após ser transmitido o decreto do Presidium da Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia, o camarada Ju Chang Il, secretário do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, concedeu as condecorações estatais.

O Prêmio Kim Il Sung foi concedido à maestra Ho Mun Yong.

A Ordem da Bandeira Nacional de 1ª Classe foi concedida ao camarada compositor Kang Su Gi, e a Ordem do Trabalho aos camaradas músicos An Ryong Hwan, Pyon Song Ok e Han Chol.

A Ordem da Bandeira Nacional de 2ª Classe foi concedida aos camaradas músicos Kim Song Ho, Ri Chol, Yun Chol Ho e Jong Hyon Hui, enquanto a Ordem da Bandeira Nacional de 3ª Classe foi concedida ao camarada compositor Kim Hak Il e aos camaradas músicos Pae Ki Yong, Ri Kyong Gun, Ri Song Jin, Hwang Il Sok e Choe U Chol.

Todos os funcionários, criadores e artistas da Orquestra Sinfônica Nacional estavam tomados de ardente entusiasmo para, sem jamais esquecer a enorme confiança e o amor concedidos pelo grande Comitê Central do Partido, bem como as expectativas do povo, continuar vigorosamente a gloriosa história do desenvolvimento da sinfonia socialista, criando e produzindo, por meio de sua elevada capacidade e de suas atividades artísticas ativas e progressistas, ainda mais obras-primas que representem a época.

Agência Central de Notícias da Coreia