terça-feira, 4 de agosto de 2026

A maliciosa campanha de pressão do Ocidente e a firme resposta da China

Há algum tempo, o Fundo Nacional para a Democracia dos Estados Unidos publicou um suposto relatório repleto de difamações e calúnias contra a China.

No relatório, os Estados Unidos atacaram de forma maliciosa o sistema socialista da China, classificando-o como "autoritário" com base em todo tipo de falsidades e invenções. Também criticaram, de maneira infundada, as atividades chinesas voltadas ao intercâmbio externo e à cooperação internacional, propagando ruidosamente a chamada "teoria da ameaça chinesa".

Assim que o relatório foi divulgado, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China realizou imediatamente uma coletiva de imprensa, na qual expôs a verdadeira e vergonhosa natureza do Fundo Nacional para a Democracia dos Estados Unidos, bem como seu histórico de ações deploráveis, declarando a firme posição de oposição às suas insidiosas e maliciosas atividades anti-China.

O Fundo Nacional para a Democracia dos Estados Unidos é um instrumento da ingerência e da agressão dos Estados Unidos contra Estados soberanos.

No passado, essa organização provocou a derrubada de governos legítimos e fomentou a desordem social em diversos países da Ásia, da Europa e da África, incentivando forças antigovernamentais. Por trás da chamada "Revolução das Rosas" na Geórgia, da "Revolução Laranja" na Ucrânia e da "Primavera Árabe", que varreu países do Oriente Médio, sempre esteve o Fundo Nacional para a Democracia dos Estados Unidos, que, sob o disfarce da "democracia" e da "defesa dos direitos humanos", infiltrou-se nesses países para promover ingerência em seus assuntos internos e realizar atividades conspiratórias.

Há muito tempo a organização tem a China como alvo, investindo anualmente grandes somas de dinheiro em diversas atividades clandestinas e dedicando-se intensamente à propaganda conspiratória e enganosa destinada a prejudicar a imagem internacional do país. Por essa razão, a China passou a classificar essa organização como uma "segunda CIA" e tem respondido com firmeza às suas campanhas anti-China.

Em resposta ao novo relatório divulgado pelo Fundo Nacional para a Democracia dos Estados Unidos, que voltou a difamar a China de maneira irresponsável, o governo chinês exigiu energicamente que as instituições e indivíduos estadunidenses envolvidos passem a compreender corretamente a China, abandonem seus preconceitos e arrogância e cessem suas manipulações políticas.

Recentemente, a China tem enfrentado com firmeza as desprezíveis campanhas conspiratórias de forças externas que procuram criar desconfiança em relação ao país e prejudicar sua imagem internacional por meio de difamações e calúnias infundadas.

Em 22 de junho, o Ministério do Comércio da China anunciou a inclusão de algumas empresas estadunidenses em sua lista de controle de exportações.

O ministério declarou que, em resposta aos métodos hostis empregados pelo governo dos Estados Unidos para reprimir empresas chinesas, decidiu, em conformidade com as leis e regulamentos pertinentes, incluir dez entidades militares estadunidenses na lista de controle de exportações e proibir o fornecimento de produtos de uso dual a essas entidades. No mesmo dia, o Ministério das Finanças da China publicou uma notificação determinando a aplicação de medidas restritivas contra 46 empresas dos Estados Unidos.

Há alguns dias, o porta-voz do Ministério do Comércio da China declarou, em resposta ao anúncio de que os Estados Unidos investigariam e imporiam sanções a empresas chinesas do setor de inteligência artificial, que a China se opõe de forma consistente à difamação, às calúnias e às sanções impostas contra empresas chinesas com base em diversos pretextos infundados. Condenando como um típico ato de hegemonismo a tentativa de acusar empresas chinesas de "roubar propriedade intelectual dos Estados Unidos" para justificar repressão e sanções, ele enfatizou que a China adotará todas as medidas necessárias contra qualquer ação que prejudique concretamente seus interesses, defendendo resolutamente seus direitos e interesses legítimos.

A China também responde com firmeza às medidas unilaterais de sanções adotadas pela União Europeia, que, seguindo os Estados Unidos, intensifica sua campanha de pressão contra a China.

Há algum tempo, a União Europeia anunciou seu 21º pacote de sanções contra a Rússia. De acordo com essas medidas, 14 empresas chinesas também passaram a ser alvo de sanções.

Em resposta, no dia 24 de julho, a China decidiu incluir 14 empresas da União Europeia em sua lista de controle de exportações.

A partir de então, ficou proibido às entidades exportadoras chinesas fornecer produtos de uso dual às 14 empresas da União Europeia, sendo igualmente proibido que organizações ou indivíduos no exterior transfiram ou forneçam a essas empresas produtos de uso dual de origem chinesa.

A firme postura diante do Ocidente expressa a determinação resoluta do governo chinês de não tolerar, nem por um instante, pressões injustificadas e desprezíveis campanhas conspiratórias, bem como de defender com firmeza sua dignidade e seus interesses na arena internacional.

Un Jong Chol

Rodong Sinmun 

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