À medida que a geração muda e a revolução avança, tenhamos uma consciência de classe anti-imperialista mais forte
Entre os objetos expostos no Pavilhão de Educação de Classe do condado de Hwangju encontram-se vários livros volumosos que despertam a indignação dos visitantes. Trata-se justamente dos documentos de terra, testemunhos históricos que denunciam perante todo o mundo os crimes dos malditos latifundiários que, antes da libertação, exploravam cruelmente os camponeses em diversas regiões, sugando-lhes o suor e o sangue.
Em cada página dos documentos de terra está dolorosamente gravada a história dos sofrimentos que nossas gerações de avôs e avós tiveram de suportar.
Antes da libertação, o maldito latifundiário Hwang, que vivia no condado de Hwangju, também costumava brandir os documentos de terra e ameaçar os camponeses ingênuos, dizendo que lhes tomaria as terras caso não obedecessem às suas ordens. No outono, o maldito latifundiário Hwang confiscava todos os cereais que os arrendatários haviam cultivado com tanto esforço e, ainda assim, não satisfeito, fazia com que as pessoas movessem dia e noite o moinho de pedra, em vez de bois e cavalos, e, em troca de uma pequena dívida, levava uma menina de 10 anos para trabalhar como criada, obrigando-a a realizar todo tipo de trabalho pesado e, por fim, espancando-a brutalmente até deixá-la inválida.
Os latifundiários, dessa maneira, prendiam inúmeros camponeses aos documentos de terra e os exploravam cruelmente como animais.
Os documentos de terra, testemunhos do ressentimento impregnados das lágrimas e do sangue de inúmeros camponeses, ainda hoje gravam profundamente no coração das novas gerações que jamais devem esquecer os dias passados em que o povo era explorado e oprimido.

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