Discurso do camarada Kim Il Sung no ato festivo das eleições democráticas da cidade de Pyongyang
1º de novembro de 1946
Queridos compatriotas, irmãos e irmãs:
O próximo dia 3 de novembro será o dia das eleições dos membros do comitê popular, dia de imenso significado na vida de nosso povo.
Nem uma única vez, durante longos séculos, nosso povo pôde estabelecer um poder segundo sua vontade, nem eleger com suas próprias mãos os órgãos do Poder. No passado, o poder foi sempre antipopular e burocrático, porque um pequeno número de governantes que oprimiam o povo o impunha à força desde cima, à margem da vontade do povo. Contudo, essa época tenebrosa já pertence ao passado.
Pela primeira vez na história de nossa nação, estamos em condições de eleger livremente os membros do comitê popular, verdadeiro poder do povo. Por isso, o dia 3 de novembro vem a ser, para nosso povo, um dia de grande significado histórico e uma gloriosa festa.
Por ocasião deste dia de alegre sufrágio e de grande significado, permitam-me saudar calorosamente vocês, cidadãos de Pyongyang, e todo o povo.
Queridos irmãos e irmãs:
Transcorreu pouco mais de um ano desde a libertação de nossa pátria do jugo da dominação colonial do imperialismo japonês. Este ano transcorrido, embora seja um breve período de tempo, foi uma época de grandes mudanças que corresponde a centenas de anos de história, se levarmos em conta os diversos acontecimentos ocorridos na Coreia do Norte.
As reformas democráticas realizadas neste período sob o ativo apoio e a entusiástica participação de todo o povo introduziram mudanças radicais em todos os aspectos de nossa sociedade e lançaram sólidos alicerces para estabelecer a República Popular Democrática da Coreia. Como resultado da reforma agrária, foi liquidado no campo o sistema de exploração feudal e os camponeses que trabalhavam a terra passaram a ser seus donos. Com a nacionalização das instalações industriais que eram propriedade do imperialismo japonês e dos traidores da nação, eliminou-se a base material da escravidão colonial. Junto a isso, foram postas em prática a progressista Lei do Trabalho para os trabalhadores físicos e intelectuais, a lei sobre a emancipação das mulheres da desigualdade social, a lei sobre a proteção da propriedade privada e outras, assim como também se realiza com êxito o trabalho para liquidar o sistema educacional escravizante do imperialismo japonês e estabelecer um novo sistema de educação popular.
Todas as classes e camadas do povo se uniram estreitamente em torno do Comitê Popular e o entusiasmo político das massas populares se eleva extraordinariamente.
Se na vida de nosso povo puderam ser alcançadas mudanças tão grandes em tão curto espaço de tempo, isso ocorreu inteiramente porque o Comitê Popular, poder do povo, defendeu firmemente seus interesses e conduziu com segurança todo o povo rumo ao triunfo da democracia.
Desde os primeiros dias de sua emancipação do jugo colonial do imperialismo japonês, nosso povo tomou o caminho voltado para estabelecer o comitê popular, seu próprio Poder. A extraordinária vitalidade do comitê popular reside no fato de que este Poder mantém estreitas relações com o povo e lançou profundas raízes nas massas populares. Por meio de sua atividade prática, o comitê popular demonstrou com toda clareza ser a forma de Poder mais conveniente à realidade da Coreia e aquela que pode realizar da maneira mais esplêndida a aspiração secular das massas populares. Por meio de sua vida prática, nosso povo chegou à convicção de que somente o comitê popular é seu verdadeiro poder. Por esta razão, já chegou o momento de transformar os comitês populares de província, cidade e condado da Coreia do Norte, anteriormente órgãos provisórios do poder, em órgãos do poder legalmente consolidados.
Imediatamente após a libertação, foram estabelecidos em todas as regiões da Coreia do Norte e do Sul os comitês populares por iniciativa do povo coreano. Este fato, por si só, basta para percebermos que o comitê popular é a forma de poder que reflete a aspiração unânime e o ardente desejo do povo coreano. Na Coreia do Norte, o comitê popular demonstrou claramente sua grande vantagem e vitalidade e conquistou alta autoridade e confiança entre as massas populares.
Em total contraste com isso, na Coreia do Sul os comitês populares foram reprimidos e dissolvidos, e o desejo e a aspiração do povo não puderam ser realizados.
O povo sul-coreano foi privado do poder e não desfruta da mesma liberdade e dos mesmos direitos de que goza o povo norte-coreano. Na Coreia do Sul, a situação do povo não se alterou em nada, embora se diga que foi libertado do jugo do imperialismo japonês, nem se pode pensar na realização das reformas democráticas como as efetuadas no Norte da Coreia. E sentimos essa dor no mais profundo de nosso coração.
A culpa por essa situação não é do povo, mas é produto das manobras criminosas dos elementos reacionários que se opõem à resolução da Conferência de Moscou dos Ministros das Relações Exteriores dos Três Países. Como consequência de tais manobras criminosas dos reacionários, o povo coreano ainda não pôde estabelecer seu governo unificado e democrático e continua dividido entre Norte e Sul.
Mas nenhuma manobra dos inimigos impedirá a luta do povo coreano pela construção de um Estado unificado e democrático, soberano e independente. Nossa pátria será seguramente reunificada e, quando isso ocorrer, todo o povo coreano desfrutará igualmente de todos os benefícios da liberdade e da democracia.
Os comitês populares que serão eleitos em breve enfrentam uma importante tarefa: acelerar ainda mais a causa da construção de nosso país.
A fim de transformar nossa pátria em um Estado independente, rico e poderoso, os comitês populares devem consolidar e desenvolver ainda mais todos os êxitos já alcançados nas reformas democráticas. Antes de tudo, devem desenvolver rapidamente a economia rural e melhorar a vida dos camponeses com base nos êxitos da reforma agrária. Ao mesmo tempo, devem restaurar e desenvolver a indústria e os transportes, que passaram a ser propriedade do povo, lançando assim uma sólida base econômica para a construção de um Estado democrático e elevando consideravelmente o nível de vida de todo o povo. Da mesma forma, é necessário proteger os bens privados e fomentar e desenvolver a gestão dos particulares na indústria e no comércio.
Os comitês populares devem assegurar a educação das jovens gerações que crescem atualmente e o desenvolvimento da ciência, da literatura e da arte, e liquidar o mais rapidamente possível as consequências nocivas que o imperialismo japonês nos deixou nesses ramos. Em particular, devem formar um grande número de quadros científicos e técnicos para superar a escassez de quadros nacionais, o maior obstáculo no caminho de nosso avanço.
Sob a direção do Comitê Popular, nosso povo deve fortalecer a amizade e a solidariedade com os povos dos países do campo democrático internacional, encabeçados pela União Soviética, e desenvolver continuamente a cooperação com os povos de todos os países amantes da liberdade do mundo, na luta pela preservação e consolidação da paz mundial.
Todas estas são, na etapa atual, as tarefas mais importantes que se apresentam aos nossos órgãos do Poder popular e, quando forem plenamente cumpridas, será possível alcançar a causa histórica de fundar a República Popular Democrática da Coreia, Estado independente e democrático, rico e poderoso.
Temos condições suficientes para cumprir com êxito essas tarefas. Dispomos de um genuíno Poder popular criado por iniciativa do povo e das forças de nosso povo, já desperto e firmemente unido em torno dele. Na Coreia do Norte, nosso povo tornou-se dono do país e todos os recursos naturais também pertencem ao povo. Se todo o povo lutar, unindo-se mais firmemente em torno do Comitê Popular e consagrando tudo pela soberania e independência e pelo enriquecimento, fortalecimento e desenvolvimento da pátria, seguramente vencerá qualquer dificuldade, por mais séria que seja, e obterá sem falta uma brilhante vitória.
Por isso, as eleições dos membros do comitê popular, que serão realizadas desta vez, têm um significado verdadeiramente grande na vida política de nosso povo. Estas eleições, ao fortalecer ainda mais nosso Poder popular, consolidarão os êxitos das reformas democráticas realizadas na Coreia do Norte e criarão uma firme garantia para a construção de um Estado democrático e independente, rico e poderoso. Participando todos do sufrágio com elevado entusiasmo político, devemos eleger como membros do comitê popular os trabalhadores excelentes, talentosos e genuínos, capazes de servir fielmente à pátria e ao povo.
Existem hoje pessoas que espalham todo tipo de rumores com a intenção de impedir a realização normal das eleições dos membros do comitê popular. Devemos intensificar a vigilância a esse respeito.
Há quem calunie as presentes eleições, alegando que um poder eleito pelo próprio povo não pode ser genuíno e que o povo não pode fazer política por si só. Na opinião de tais elementos, resulta que somente o poder fabricado de cima por alguém ou introduzido à força do exterior por outro país pode ser um verdadeiro poder. Os que sustentam isso dizem que "também nossos antepassados viveram assim", tomando, em geral, exemplos da sociedade do passado. Pois bem, qual é, em geral, o poder criado de cima? É o poder dos ricos, estabelecido sem a participação do povo, é o poder iníquo da minoria contra a maioria. É sabido por todos ao longo da história que semelhante poder não teve outra política senão oprimir o povo e amparar os exploradores. Também por meio de sua amarga experiência, nosso povo sabe melhor do que qualquer outro quão brutal e espoliador é o poder imposto à força por outro país.
Por isso, aqueles que negam o poder que o próprio povo elege são, de fato, os que querem retroceder ao passado em que o povo estava submetido à opressão e à humilhação e são aqueles que procuram colocar novamente sobre nosso povo o aviltante jugo da escravidão colonial.
E outros exigem que as eleições sejam adiadas por serem prematuras. Isso é, naturalmente, um erro.
O Comitê Popular que foi organizado no ano transcorrido, embora tivesse caráter provisório, demonstrou, por meio de sua política e de seu trabalho, que é a melhor forma de poder, a mais conveniente à realidade de nosso país, e assim conquistou a alta confiança das amplas massas populares.
Sob a direção do Comitê Popular, nosso povo realizou as grandes reformas democráticas e lançou uma sólida base para a construção de um Estado soberano e independente. Contudo, para consolidar e ampliar ainda mais os êxitos das reformas democráticas, é necessário desenvolver o comitê popular de caráter provisório em um comitê popular legalmente consolidado, ou seja, em um comitê popular estabelecido por meio de eleições. Daí a necessidade de realizarmos as eleições na data fixada. Atualmente, não há motivo algum para adiá-las.
Os que dizem que as eleições são prematuras são aqueles que não confiam no comitê popular como um poder do povo e são, em última instância, indivíduos que exigem qualquer outro poder que não seja o popular. São elementos que consideram que o povo coreano ainda não tem capacidade para exercer a independência e que a Coreia ainda não pode ser soberana nem independente, e são inimigos do povo que agem furiosamente para frustrar nossas eleições democráticas.
Da mesma forma, há outros que insistem em que os pastores e sacerdotes não devem ser eleitos como membros do comitê popular, nem os religiosos participar do sufrágio. Segundo a opinião dessas pessoas, a participação dos religiosos nas eleições equivale a renegar a religião. Este é um rumor absurdo que certos reacionários divulgam com o sinistro propósito de fazer com que os religiosos se oponham às presentes eleições.
Ser eleito como membro do comitê popular significa conquistar a confiança do povo e servi-lo. Não pode existir uma religião que proíba seus religiosos, sacerdotes e pastores de trabalhar em benefício de sua pátria e de seu povo. Considero que os fiéis de qualquer religião, os pastores e os sacerdotes não somente podem trabalhar em benefício de seu povo, mas também devem obrigatoriamente fazê-lo, se forem verdadeiros patriotas. Portanto, qualquer religioso honesto e patriótico pode ser eleito como membro do comitê popular ou eleger os membros do mesmo e, assim, pode e deve participar com entusiasmo do trabalho do comitê popular.
Na Coreia do Norte está garantida a liberdade de crença religiosa e não se exerce repressão ou restrição contra nenhuma religião. Todos os religiosos na Coreia do Norte desfrutam de plenos direitos e liberdade como cidadãos e também participam com iguais direitos nas presentes eleições dos membros do comitê popular. Desse modo, muitos pastores e sacerdotes foram apresentados como candidatos a membros do comitê popular e a maioria dos religiosos participa ativamente da campanha eleitoral.
Se alguns ativistas religiosos tentam se opor à participação dos religiosos, sacerdotes e pastores nas presentes eleições, sob o pretexto das tradições e dogmas de sua religião, deve ser porque, subornados por um país estrangeiro e convertidos em seus espiões, pretendem utilizar a religião em sua atividade subversiva. Com o objetivo de perpetrar suas atividades subversivas durante o período eleitoral, esses sujeitos procuram abusar dos sentimentos bondosos dos religiosos e enganá-los. Por exemplo, alguns pastores protestantes recorrem a esse tipo de ação; são lacaios do inimigo que tenta colonizar novamente a Coreia. Estamos certos de que os próprios religiosos denunciarão e eliminarão esses pastores traidores da pátria que, de fato, são inimigos dos religiosos e inimigos de todo o povo coreano, embora tenham colocado a máscara de "amigos dos religiosos".
Também há quem diga que não se deve eleger mulheres como membros do comitê popular, nem mesmo permitir que participem das eleições. Esta também é uma opinião errônea.
As mulheres constituem a metade da população. Se metade do povo não participar das eleições dos órgãos do poder ou de seus trabalhos, de maneira alguma se poderá considerar esse poder como um poder genuinamente popular. As mulheres constituem uma grande força, e muitas delas, em nada inferiores aos homens, realizam o trabalho de restauração de nosso país. Em nosso país, às mulheres foram legalmente concedidos direitos iguais aos dos homens em todas as esferas. Por isso, a Lei da Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher deve ser plenamente concretizada também nas eleições dos membros do comitê popular e somente então estas poderão ser consideradas genuinamente democráticas.
As eleições dos membros do comitê popular que vamos realizar desta vez são as mais progressistas e democráticas. Podemos ver isso claramente, sobretudo, na composição social dos candidatos. Entre os candidatos a membros do comitê popular, apresentados conjuntamente por nossa Frente Unida Nacional Democrática, figuram representantes de diversos partidos democráticos e personalidades sem partido, assim como representantes de todas as classes e camadas do povo: operários, camponeses, intelectuais, comerciantes, empresários, artesãos, religiosos etc. Se não for em uma sociedade genuinamente democrática, na qual o povo já é dono de seu próprio destino, é difícil pensar que operários e camponeses possam eleger muitos de seus representantes para o poder. Entre os candidatos também existem muitos representantes dos intelectuais e isso também é, creio eu, algo natural. Nossos intelectuais, que servem com toda a sua força e talento à construção de uma pátria rica e poderosa e à criação de uma vida feliz para o povo, devem naturalmente desempenhar um papel importante nos comitês populares, junto com os operários e camponeses.
As eleições dos membros do comitê popular são estritamente gerais e iguais. Todos os cidadãos de nosso país podem ser eleitos ou eleger com iguais direitos. Não há diferença ou restrição no direito de votar ou de ser eleito do ponto de vista da filiação partidária, posse de bens, condição de residência, crenças religiosas etc.
Que as presentes eleições são as mais democráticas também podemos ver no fato de que o próprio povo vota anonimamente nos candidatos e elege diretamente os membros do comitê popular. Para criar um verdadeiro Poder popular, o sufrágio indireto é totalmente incompatível, e esse método de votação é aplicado somente pelos círculos privilegiados que temem o povo, com o objetivo de enganá-lo.
O verdadeiro caráter popular de nosso poder e a grande tarefa que tem diante de si atribuem deveres muito importantes aos membros do comitê popular que serão eleitos em breve. Os membros de nosso comitê popular devem amar infinitamente sua pátria e seu povo, servi-los fielmente, empregando toda a sua energia e talento, e lutar até o fim somente pelos interesses do povo, superando todas as dificuldades com coragem e abnegação, sem dar um passo atrás diante de todos os obstáculos que possam encontrar.
O membro do comitê popular é um ativista estatal e fiel servidor do povo. Os membros do comitê popular devem sempre se ater aos princípios e à justiça na execução de todos os trabalhos, organizar e dirigir corretamente o povo e esforçar-se diariamente para elevar seu nível político e de conhecimentos. Os membros do comitê popular devem ser trabalhadores que mantêm estreitas relações com o povo e escutam atentamente suas exigências; que não somente sabem ensinar o povo, mas também aprender com ele; e que sempre sabem revisar seu próprio trabalho e corrigir suas deficiências. De fato, o dever do membro do comitê popular é importante e glorioso.
Nossos eleitores devem eleger esses trabalhadores avançados como membros do comitê popular; e os membros eleitos devem cumprir da melhor maneira seu dever.
Além disso, os eleitores devem sempre examinar o trabalho do membro do comitê popular que elegeram e, caso este não desempenhe bem seu trabalho ou traia a confiança do povo, deverão destituí-lo e eleger novamente como membro do comitê popular outro trabalhador que seja fiel ao povo.
Queridos compatriotas, irmãos e irmãs:
Hoje, nosso povo considera como um orgulho infinito eleger com suas próprias mãos os membros do comitê popular — verdadeiro poder do povo — e acolhe o dia do sufrágio com esperança e convicção.
Todos os eleitores, sem exceção, devem participar no dia 3 de novembro das eleições dos órgãos do Poder popular e, assim, cumprir seu sagrado dever para com a pátria. Os eleitores devem votar nos melhores representantes de todas as classes e camadas do povo, nos candidatos apresentados pela Frente Unida Nacional Democrática e nos verdadeiros patriotas que amam ardorosamente sua pátria e seu povo e lutam com abnegação para construir um Estado democrático e independente, rico e poderoso.
O dia do sufrágio se aproxima rapidamente e a campanha eleitoral entrou em sua etapa mais importante. É possível que, neste momento, surjam indivíduos que tentem impedir nossas históricas eleições. Temos de assegurar a brilhante vitória do sufrágio democrático, esmagando completamente as manobras dos elementos reacionários que agem furiosamente para frustrar as eleições.
Nosso povo, livre do jugo da dominação colonial do imperialismo japonês, já alcançou, com seus esforços abnegados, enormes êxitos na construção de uma nova vida. Contudo, isso não passa de um passo inicial destinado a construir uma pátria democrática, rica e poderosa, e nos deparamos com tarefas difíceis, porém importantes. Daqui em diante, devemos construir um Estado soberano, independente e democrático, restaurar e desenvolver rapidamente a economia nacional, melhorar o bem-estar material de todo o povo e fazer florescer e desenvolver nossa cultura nacional.
A fim de realizar com êxito todas essas tarefas, temos de consolidar ainda mais os organismos de nosso Poder popular e fortalecer mais a unidade e a coesão de todo o povo. Nisso têm um importantíssimo significado as presentes eleições dos membros dos comitês populares de província, cidade e condado. Por isso, todo o povo deve assegurar, com suas forças unidas e no mesmo passo, a realização exitosa das presentes eleições e avançar vigorosamente rumo à nova e grande vitória na causa da construção de um Estado democrático.
Todos os cidadãos coreanos, sem exceção, que amam a pátria e desejam sua própria felicidade e a de todo o povo devem dirigir-se ao local do sufrágio e votar juntos nos candidatos a membros do comitê popular.
Estou convencido de que vocês, ao participarem com entusiasmo unânime nas iminentes eleições dos membros dos comitês populares de província, cidade e condado, demonstrarão a vontade inquebrantável do povo coreano, voltada para alcançar a liberdade e a independência completa da pátria, e manifestarão perante o mundo inteiro que nosso povo, desperto e unido, é capaz de exercer a independência e pode seguramente fazer de nosso país um Estado avançado, independente e democrático.

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