terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Declaração do representante permanente da RPDC junto à ONU

Voltou a ser encenada hoje na ONU outra reunião anormal que mancha e viola a sagrada denominação e a nobre missão da ONU, marco de referência e símbolo absoluto da imparcialidade e da igualdade.

A sessão de emergência do Conselho de Segurança da ONU, aberta segundo a demanda unilateral da Ucrânia, questionou o ataque de represália da Rússia.

Isso não significa apoio internacional à solicitação da “vítima”.

O presente caso não é nada mais do que a continuação do vício costumeiro dos críticos ocidentais que costumavam caluniar sem fundamento o exercício legítimo do direito à autodefesa dos Estados soberanos.

Os que merecem repúdio e rejeição são as autoridades de Kiev, que perpetraram ilegalmente o ataque armado terrorista contra a Rússia, e seus patrocinadores.

Expresso séria preocupação com o comportamento cínico da Ucrânia, que encobre seu tremendo crime terrorista contra a Rússia e a acusa de suas justas contramedidas, e o rejeito categoricamente.

O incidente da Ucrânia é um produto da política conflituosa dos EUA e do Ocidente, que promoveram a escalada do avanço da OTAN para o Oriente, infringindo os legítimos interesses de segurança da Rússia.

A culpabilidade recai inteiramente sobre aqueles que estabeleceram as premissas do caso.

O ato terrorista contra a soberania inalienável de um Estado não pode ser justificado por nada, nem pode ser qualificada com qualquer argumento como diabólica a vingança da justiça.

O uso de meios militares por parte das forças armadas da FR é uma demonstração de sua vontade absoluta de jamais tolerar a ameaça à soberania nacional e constitui o exercício do direito à defesa de seus direitos e interesses legítimos.

A RPDC mantém a posição invariável de apoiar totalmente a justa causa da FR pela defesa da soberania nacional, da integridade territorial e dos interesses de segurança.

A comunidade internacional deve redobrar a vigilância sobre a tentativa perversa do Ocidente de descrever o culpado como vítima, convertendo o negro em branco e distorcendo a verdade, e envidar esforços responsáveis pela defesa da genuína justiça internacional, da paz e da tranquilidade.

Kim Song, representante permanente da República Popular Democrática da Coreia junto à Organização das Nações Unidas

13 de janeiro de 2026

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