terça-feira, 28 de abril de 2026

A verdade peculiar da revolução coreana

Sa Yun Sok, Faculdade de Língua e Literatura Coreana da Universidade Kim Il Sung

Os coreanos são precisamente aqueles que desbravam incessantemente um caminho nunca antes trilhado por ninguém, sem um instante de hesitação ou estagnação.

A ideia, teoria e método peculiares da revolução coreana, não regulados por nenhuma história da revolução mundial nem por quaisquer teorias já estabelecidas!

Isso é justamente o Juche. Acreditando em suas próprias forças, esmagando as dificuldades e obstáculos que surgem e sendo infinitamente fiéis à sagrada causa revolucionária confiada pela época e pela história, no caminho percorrido pelo povo coreano sempre existiu a grande força espiritual chamada autoconfiança.

Por isso, o estimado camarada Secretário-Geral declarou solenemente, em sua conclusão programática proferida no histórico IX Congresso do Partido do Trabalho da Coreia, que assim como durante o período do VIII Comitê Central do Partido nosso povo ergueu como bandeira de luta e avanço os ideais de Iminwichon (considerar o povo como o céu), unidade monolítica e autoconfiança, também durante o período de trabalho do IX Comitê Central do Partido devemos continuar levantando inalteravelmente esses três ideais.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“A autoconfiança é a orgulhosa tradição de nossa revolução e a força motriz da construção de um Estado socialista poderoso.”

Recordando, desde o primeiro passo da luta armada antijaponesa, o grande Líder camarada Kim Il Sung incutiu os princípios do Juche e a convicção da autoconfiança, erguendo-os como a bandeira da vitória, e implantou profundamente entre os combatentes antijaponeses a ideia de que, se outros ajudarem é bom, mas mesmo que não ajudem é preciso e possível recuperar o país com as próprias forças, e que a verdade de ferro na condução da revolução é mobilizar ao máximo as próprias forças.

Dessa verdade revolucionária nasceram a bomba de Yanji e o canhão de madeira, primeiras materializações da autoconfiança.

Em meio às densas florestas milenares, em um pequeno arsenal sem sequer um torno, fabricar com as próprias mãos a bomba de Yanji e o canhão de madeira era algo que, pelo senso comum, nem sequer poderia ser imaginado.

Assim, graças à tradição do espírito revolucionário da autoconfiança, ecoaram os tiros da submetralhadora impregnada do ardente anseio da nova Coreia por aquilo que é verdadeiramente seu, foram lançados os fogos de vitória com o espírito revolucionário de Kunjari, e foi apresentada a linha de desenvolvimento paralelo da construção econômica e da construção da defesa nacional de nosso Partido, consolidando firmemente as bases de uma poderosa indústria de defesa nacional independente.

O grande Dirigente camarada Kim Jong Il, que proclamou que somente a autoconfiança é o caminho para a nossa sobrevivência, gravou profundamente no coração de todo o povo a verdade de ferro de que o espírito revolucionário e o estilo de luta da autoconfiança consistem em superar quaisquer dificuldades e provações, erguer-se com as próprias forças e elevar-se ainda mais alto, consolidando firmemente as bases eternas da construção de um Estado socialista poderoso.

Com o passar do tempo, a República Popular Democrática da Coreia, que possui hoje a mais poderosa força militar do mundo, continua fortalecendo-se ainda mais, dando continuidade firme à grande tradição da autoconfiança.

A República Popular Democrática da Coreia fortaleceu-se com a independência, a autossustentação e a autodefesa, continua fortalecendo-se hoje e deve tornar-se ainda mais forte no futuro, sendo o alicerce da felicidade e o porvir do povo coreano.

O povo coreano, empunhando firmemente a verdade peculiar da revolução coreana e a espada da autoconfiança legadas pelo grande Líder e pelo grande General, avançará sem qualquer hesitação ou vacilação, apoiando o grandioso projeto do estimado camarada Secretário-Geral, para abrir a majestosa era da prosperidade integral do Estado.

O crime do Japão de impor trabalho forçado não será apagado

O Japão está obstinadamente empenhado em distorcer os fatos históricos para encobrir seus crimes do passado.

Recentemente, o Ministério da Educação e Ciência do Japão examinou e aprovou livros didáticos do ensino secundário que encobrem completamente as atrocidades cometidas pelo imperialismo japonês durante sua ocupação militar da Coreia, nomeadamente a escravidão sexual para as tropas japonesas e o trabalho escravo forçado, alegando que aquilo descrito como forçado não existiu.

Tal atitude jamais deve ser ignorada, pois é um esquema sinistro concebido para escapar à compensação pelos crimes do passado e incutir o espectro do militarismo nas gerações mais jovens por meio do ensino de fatos históricos distorcidos.

É um fato histórico evidente, reconhecido pelo mundo, que o Japão infligiu infortúnios e sofrimentos incalculáveis aos coreanos e a outros povos asiáticos no passado.

Em particular, no século passado, o Japão ocupou militarmente a Coreia e obrigou os coreanos a trabalhos de dureza sem precedentes.

Para mobilizar à força os recursos humanos e materiais necessários para a guerra de agressão, os imperialistas japoneses promulgaram a “Lei de Mobilização Nacional” em abril de 1938, estipulando que a referida lei também se aplicaria às suas colônias. Em seguida, instituíram e revisaram todo tipo de leis draconianas para poder capturar e lançar os coreanos, à vontade, em trabalhos extenuantes.

Numerosos coreanos sequestrados foram levados a diferentes partes do Japão e forçados a trabalho escravo em fábricas de munições, aeródromos, usinas elétricas e minas.

Os trabalhadores coreanos foram obrigados a trabalhar em locais sem quaisquer medidas de proteção. Como resultado, cerca de 60 000 coreanos perderam a vida em minas de carvão em todo o Japão entre 1940 e 1944. Os japoneses fizeram os construtores coreanos trabalharem como cavalos nas obras de barragens de usinas hidrelétricas, e chegaram até a enterrar alguns deles vivos nas barragens como “ofertas sacrificiais”.

Uma vítima que foi forçada ao trabalho escravo em uma mina de carvão no Japão testemunhou o seguinte:

“Trabalhávamos em duplas. Um extraía o carvão e o outro o transportava para fora. Se não cumpríssemos a cota, não nos era permitido sair. Assim, às vezes trabalhávamos por 19 horas, começando às sete da manhã, e só saíamos às três da madrugada do dia seguinte. A comida era geralmente tão ruim que faria até porcos adoecerem. Estávamos famintos demais para trabalhar.”

As atas de uma reunião realizada no então Ministério da Saúde e Bem-Estar do Japão, em agosto de 1942, contêm declarações de altos funcionários que reconhecem o trabalho forçado.

Mesmo assim, o Japão continua distorcendo a história, adornando seus crimes passados com sofismas imprudentes.

Mas a história jamais pode ser reescrita ou apagada.

Quanto mais o Japão fizer esforços desesperados para encobrir seus crimes do passado, mais evidenciará a natureza desprezível e suja dos atuais governantes japoneses que tentam negar essa história tecida de crimes e repeti-la.

Han Kyong Ho

Naenara

Assassinato do imperador Kojong por envenenamento, crime terrorista de Estado cometido pelos imperialistas japoneses

O assassinato do imperador coreano Kojong por envenenamento, ocorrido em janeiro de 1919, foi um tremendo crime terrorista de Estado cometido pelos imperialistas japoneses para manter sua dominação colonial.

Muito inquieto com as manobras de agressão dos imperialistas japoneses, o então imperador coreano Kojong rejeitou categoricamente a assinatura do "Tratado de 5 Pontos de Ulsa".

Quando os nipônicos assinaram de maneira ilícita o pacto polêmico, Kojong desenvolveu, com firme posição antijaponesa, atividades diplomáticas secretas para invalidá-lo.

Os nipônicos formaram o gabinete com os traidores pró-japoneses e restringiram a autoridade do imperador.

E aproveitaram o incidente do envio da missão secreta a Haia como boa oportunidade para destituir Kojong do cargo de imperador.

Depois de destronar Kojong com pressões e intrigas persistentes, assassinaram-no com veneno e, insatisfeitos com isso, prenderam os envolvidos na autópsia e assassinaram até as serviçais que testemunharam a morte do imperador.

Segundo a II Declaração de Independência, publicada em 1921 pelo "governo provisório" na China, os olhos do imperador morto estavam congestionados e podiam-se ver muitas manchas vermelhas em sua pele.

Em um seminário internacional realizado há mais de 10 anos, foi divulgado o diário de um alto funcionário do palácio imperial do Japão de 1919.

O autor anotou que o primeiro governador-geral japonês Terauchi havia ordenado ao comandante das tropas estacionadas na Coreia que matasse com veneno o imperador Kojong, que não reconhecia o "Tratado de 5 Pontos de Ulsa".

Agência Central de Notícias da Coreia

segunda-feira, 27 de abril de 2026

A relação de subordinação vista através da questão da Base Aérea de Futenma

Já se passaram 30 anos desde que Estados Unidos e Japão acordaram a devolução total, no local, da Base Aérea de Futenma, situada em Okinawa. Na época, as autoridades japonesas propagandearam ruidosamente como se uma mudança qualitativa tivesse ocorrido nas relações com os EUA. Os habitantes da prefeitura de Okinawa, que viviam sob constante ansiedade e medo devido à base militar, esperavam que o acordo fosse cumprido com sinceridade e que fossem tomadas medidas práticas para a transferência da base.

Contudo, até hoje nada mudou. A base permanece exatamente como antes, e o acordo tornou-se uma folha de papel sem qualquer resultado.

Então, onde está a causa disso? Em conclusão, reside no fato de que o governo japonês não consegue se desvencilhar da sua humilhante política de submissão aos Estados Unidos.

Desde o início, os Estados Unidos não tinham intenção de devolver a base de Futenma. Tampouco foi uma proposta iniciativa do Japão. Foi colocada na agenda devido à pressão da opinião pública japonesa que exigia a retirada das bases militares dos EUA.

Okinawa, que estava sob ocupação dos EUA após a Segunda Guerra Mundial, foi devolvida ao Japão em 1972. No entanto, quem efetivamente se comportava como verdadeiro senhor em Okinawa eram as forças militares estadunidenses.

De acordo com o Acordo de Status das Forças EUA-Japão, as tropas estadunidenses exerciam extraterritorialidade. Cometeram diversos crimes e agiram arbitrariamente. O descontentamento dos moradores de Okinawa em relação às tropas dos EUA foi crescendo. Nesse contexto, em setembro de 1995, ocorreu o caso de estupro coletivo de uma jovem japonesa por soldados estadunidenses.

A indignação anti-EUA dos moradores de Okinawa explodiu. Protestos se espalharam por todo o país.

Diante da crise inevitável, os governos dos dois países firmaram, em abril de 1996, um acordo para devolver totalmente a base de Futenma ao Japão dentro de 5 a 7 anos. No entanto, o acordo não passou, na prática, de uma manobra para acalmar o sentimento anti-EUA dos habitantes de Okinawa.

O governo japonês não exigiu firmemente a retirada completa da base militar dos EUA. Isso porque, politicamente, militarmente e economicamente dependente dos Estados Unidos, o Japão não possui nem a coragem nem a força para fazer tal exigência.

Na ocasião do acordo, os EUA apresentaram como condição para a devolução da base que o Japão construísse instalações substitutas dentro da prefeitura de Okinawa. Assim, as autoridades japonesas decidiram construir uma pista na região costeira de Henoko, na cidade de Nago, e transferir para lá a base estadunidense. Contudo, até hoje, a questão da devolução da base de Futenma permanece estagnada, sem qualquer avanço.

Em certo momento, o governo Hatoyama declarou a intenção de estabelecer uma “relação igualitária” com os EUA e afirmou que trataria a questão da transferência da base levando em consideração a opinião pública. Hatoyama chegou a apresentar propostas de compromisso aos EUA e fez declarações relativamente firmes, propondo transferir a base para fora da prefeitura de Okinawa.

Os Estados Unidos, que tratam o Japão como subordinado, não poderiam tolerar um governo que proclamasse uma “relação igualitária”. Começaram a exercer pressão aberta.

Pouco tempo depois, o governo Hatoyama cedeu à pressão estadunidense, mudou de posição e decidiu que a nova localização da base permaneceria dentro da prefeitura de Okinawa. O governo, que caiu em desgraça aos olhos dos EUA, não durou sequer nove meses.

Posteriormente, Hatoyama lamentou dizendo: “Eu e Ichiro Ozawa fomos pressionados por questões como financiamento político, disputas territoriais, imposto sobre consumo, o Acordo de Parceria Transpacífico, a questão das usinas nucleares, o problema das aeronaves Osprey e a questão das bases estadunidenses. Por trás de todos esses problemas estava a sombra dos Estados Unidos. Cheguei a duvidar se o Japão é realmente um Estado independente. Como alguém que ocupou o cargo de primeiro-ministro, posso afirmar claramente que o Japão não é um Estado plenamente independente.”

Isso demonstrou ao mundo que o Japão não pode se libertar da influência dos Estados Unidos.

Ainda hoje, os EUA mantêm uma postura arrogante, enquanto o Japão adota uma postura subserviente.

Recentemente, o Departamento de Defesa dos EUA declarou uma posição firme, afirmando que as instalações em Henoko, escolhidas como novo local para a base, não possuem uma pista suficientemente longa, e que a base de Futenma não será devolvida até que o Japão prepare uma pista adequada.

As autoridades japonesas, por sua vez, percorrem cidades como Ginowan e Nago, em Okinawa, realizam coletivas de imprensa e imploram pela compreensão da população quanto à transferência da base dentro da própria prefeitura.

Há poucos dias, o secretário-chefe do gabinete japonês declarou, em coletiva de imprensa marcando os 30 anos do acordo, que leva a situação a sério, que a transferência para Henoko é a única solução e que a construção deve ser promovida de forma constante para que a devolução total seja concretizada o mais rápido possível.

Trata-se, na verdade, de uma explicação vaga, sem solução concreta. O jornal "Nihon Keizai Shimbun" afirmou que não há perspectiva de quando a base de Futenma será devolvida.

Analistas consideram que, no futuro, a questão da base de Futenma será resolvida conforme os interesses dos Estados Unidos.

A relação de subordinação inalterável entre Estados Unidos e Japão volta a se revelar claramente diante do mundo.

Ri Hak Nam

Rodong Sinmun

Linha revolucionária de massas

Explicação de terminologias políticas

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“O nosso Partido elevou as massas populares à posição de donas da revolução, aplicou a linha revolucionária de massas, fortaleceu a força das massas populares e uniu firmemente todo o povo em torno do Partido.”

A linha revolucionária de massas é o princípio fundamental das atividades do nosso Partido, que exige servir fielmente as massas populares e mobilizar sua força inesgotável para resolver todas as questões.

Somente aplicando rigorosamente a linha revolucionária de massas é possível fortalecer ao máximo a unidade monolítica do Partido e das fileiras revolucionárias, elevar ao máximo o papel das massas populares e impulsionar vitoriosamente a revolução e a construção.

A exigência fundamental para aplicar plenamente a linha revolucionária de massas consiste, antes de tudo, em captar de forma precisa e oportuna o sentimento popular e resolver os problemas apresentados, de modo que amplas massas confiem sinceramente no Partido e o sigam.

O sentimento popular é o movimento ideológico, espiritual e emocional das pessoas, isto é, o coração e a voz do povo; conhecê-lo bem significa compreender corretamente o que o povo pensa e o que exige. Todo revolucionário deve penetrar no seio das massas, ouvir atentamente sua voz e considerar como tarefa prioritária de todo trabalho abrir o coração do povo.

Além disso, é necessário colocar os interesses das massas populares em primeiro lugar, absolutizá-los e servir ao povo com total dedicação.

Os responsáveis diretos pela aplicação da linha revolucionária de massas são os funcionários. Quando estes consideram as massas populares como donas da revolução e companheiras de luta, e penetram profundamente no seio do povo, compartilhando com ele alegrias e dificuldades e dedicando-se incansavelmente ao seu serviço, a linha revolucionária de massas pode ser plenamente aplicada.

Também é essencial tomar como chave fundamental a mobilização da força ideológica e espiritual das massas populares e, com base nela, resolver todos os problemas que surgem na revolução e na construção.

O êxito ou fracasso da revolução e da construção não é determinado por fatores objetivos ou econômico-materiais, mas pelos fatores subjetivos. E o fator subjetivo não é outro senão as massas populares e sua força ideológica e espiritual. Essa força constitui a chave fundamental para a criação de milagres e a maior reserva para a inovação e o desenvolvimento.

Além disso, é necessário travar uma luta intransigente contra fenômenos que violam a linha revolucionária de massas, como o abuso de poder, o burocratismo e a acumulação ilícita de riquezas.

Rodong Sinmun

O futuro do nosso Partido e do nosso Estado, que possuem um poderoso exército de jovens, é infinitamente promissor

Artigo editorial

Realiza-se, sob a grande atenção e expectativa do nosso Partido e do povo, o 11º Congresso da União da Juventude Patriótica Socialista.

Este congresso será uma importante ocasião para duplicar o ímpeto de avanço dos jovens de todo o país, que se levantaram como um só para cumprir cabalmente a ideia, a linha e as políticas do Comitê Central do Partido, e para estabelecer um novo marco no desenvolvimento do movimento juvenil coreano.

Neste significativo período primaveril deste ano, em que a União da Juventude, poderosa organização dos jovens patrióticos, assinala os seus longos 80 anos de contínua sucessão e desenvolvimento, a realização do 11º Congresso da União da Juventude Patriótica Socialista faz com que o entusiasmo e a energia de milhões de jovens irrompam com ainda mais vigor. Em inúmeros postos e locais de trabalho, onde brilham como estrelas do tempo as figuras dos jovens defensores e inovadores, reina uma alegria e emoção extraordinárias, e todo o povo do país envia calorosas felicitações e estímulos aos jovens, orgulho e futuro da pátria.

Embora existam jovens em todos os países do mundo, não há nação tão poderosa como a nossa, onde, sob a especial atenção e cuidado do Partido, do Estado e do povo, se convoca solenemente um congresso da juventude e o ardor e o espírito elevado dos jovens se transformam numa força infinita da pátria.

Juventude coreana — nesta denominação não se encerra um simples significado relativo à jovem geração de um país, mas sim a dignidade e a honra da juventude mais valiosa deste mundo, uma força incomparável, nobreza e grandeza incomparáveis.

A grandiosa realidade, na qual, sob a direção do grande Partido, a causa revolucionária é firmemente herdada e o presente e o futuro da pátria são construídos conjuntamente, ensina a verdade de que, quanto mais sólida for a formação da nova geração e quanto mais crescer o seu papel, mais rapidamente avançará a causa revolucionária e mais firmemente estará garantido o plano duradouro do Estado.

A infinita força nacional da nossa República

O poderoso exército de jovens patrióticos, sábios e corajosos, é a força vigorosa do nosso grande Estado.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“O crescimento sólido dos jovens é um dos objetivos centrais do desenvolvimento nacional que o nosso Partido busca alcançar na luta de hoje e é um grande passo rumo ao futuro.”

Desde o surgimento do Estado na arena da história, já se passou um longo tempo. A história da humanidade, na qual inúmeros Estados surgiram e desapareceram conforme a força, pode também ser considerada como um processo de verificação de diversas teorias sobre a força nacional. A visão que considera a força econômica e militar como elementos básicos da força nacional foi geral, e em alguns casos também se considerou o estado espiritual e o moral do povo como fatores dessa força. O que se toma como medida da força nacional e onde se coloca a base da prosperidade do Estado têm grande significado na abertura do destino e no desenvolvimento futuro de cada país.

O estimado camarada Kim Jong Un proclamou que a força combativa de aço da União da Juventude constitui uma parte da nossa força nacional.

A revolução coreana é uma grande revolução que, sob a direção de um líder excepcional, abriu seu caminho com o movimento juvenil, multiplicou sua força por cem vezes e avançou triunfalmente. Organizar os jovens, dotados de forte espírito progressista e ardente fervor patriótico, e acelerar o progresso do país apoiando-se nessa enorme força, consolidando os pilares da prosperidade e do fortalecimento, constitui o caminho próprio de desenvolvimento do nosso Estado.

Com profunda percepção das exigências da época de transformação integral — na qual, com a orgulhosa tradição de os jovens da nova geração cumprirem brilhantemente o papel de vanguarda na revolução e na construção, e com a força inesgotável dos jovens unidos pelo patriotismo, devem ser realizadas, da forma mais rápida e perfeita, tarefas sem precedentes na fundação do Estado — o estimado camarada Secretário-Geral definiu, pela primeira vez na história, a força combativa de aço da organização política de massas dos jovens como uma parte da força nacional.

Há diversos fatores que determinam a força nacional, como o poder militar, o desenvolvimento econômico e os abundantes recursos materiais. Contudo, acima de tudo isso está a força do povo que constantemente os cria. Essa força não é uma simples soma aritmética, mas uma força infinita organizada e conscientizada. Entre as organizações políticas de massas que educam e transformam amplas massas populares, unindo-as firmemente em torno do Partido, não há organização tão dinâmica e disciplinada quanto a dos jovens, cujo ardor pela inovação é intenso e cuja coragem destemida se tornou parte de sua natureza.

A ideia original do estimado camarada Secretário-Geral, de que a força combativa de aço da União da Juventude constitui uma parte da nossa força nacional, baseia-se numa concepção de força nacional centrada no ser humano e apresenta o crescimento sólido dos jovens como um dos objetivos centrais do desenvolvimento nacional, sendo uma ideia plenamente justa e científica. Nela pulsa a firme convicção e vontade de um grande líder de colocar em pleno jogo a energia dos jovens — puros, corajosos, firmes e patrióticos — para erguer rapidamente, nesta terra, a nação mais poderosa do mundo. A nova teoria da força nacional proclamada pelo estimado camarada Secretário-Geral esclarece novamente a posição destacada e o papel central dos jovens na era da revitalização integral do Estado, constituindo uma diretriz preciosa que garante com segurança a construção de uma potência socialista e o plano centenário da revolução.

No mundo existem países que se autodenominam potências, mas não há outro país tão poderoso quanto o nosso, onde a capacidade organizativa, a unidade e a força combativa de um grande exército de jovens infinitamente fiéis ao seu Partido e ao seu Estado ocupam orgulhosamente uma parte da força nacional; somente a nossa grande República é uma nação de futuro promissor.

Grandes ideias geram realidades transformadoras. Ao se implementar plenamente a elevada intenção e vontade do Comitê Central do Partido — de que a força dos jovens é a própria força nacional e de que os jovens são sujeitos vigorosos do desenvolvimento estatal —, nossos jovens se posicionam firmemente no centro da era de revitalização integral do Estado e demonstram plenamente a sabedoria, o entusiasmo e o vigor da juventude.

Os jovens coreanos são o símbolo da força do nosso Estado, onde os direitos e a dignidade independentes são defendidos com segurança.

A dignidade de um Estado poderoso não é concedida por ninguém, devendo ser defendida e exaltada apenas pela força do próprio povo. Um país onde um exército de jovens, dotado de forte senso de justiça e coragem indomável, se encontra firmemente na linha de frente da defesa dos interesses nacionais e da elevação do prestígio do Estado, torna-se uma fortaleza milenar de dignidade.

Para os jovens da nossa época, a dignidade e a honra da grande pátria são o seu destino e o seu futuro eterno, e dedicar sem hesitação sua valiosa juventude e seus belos sonhos por isso constitui sua orientação de vida e a essência do seu patriotismo.

Hoje, nossos jovens confiáveis e vigorosos empunham firmemente as armas, tornando-se olhos vigilantes da pátria nas trincheiras ao longo de milhares de ri, defendendo esta terra onde nasceram e cresceram como uma fortaleza inexpugnável. Enquanto jovens de outros países, tomados pela avidez material, colocam interesses individuais acima da sagrada missão de defender a pátria, os valentes jovens coreanos, sem esperar qualquer recompensa, formam com determinação resoluta a fortaleza da defesa nacional.

Como há uma grande formação de guardiões que dedicam seus preciosos anos de juventude às armas, encontrando nesse caminho o maior sentido de valor, honra e orgulho pela dignidade e prosperidade do nosso grande Estado, este país permanecerá inabalável por milênios.

Os jovens coreanos são a força principal confiável do nosso Estado, que abre e sustenta a nova era de revitalização integral.

O espírito progressista e a coragem são características dos jovens. Se reúne-se a força audaciosa dos jovens — capazes de mover montanhas e aterrar mares com sua energia incansável —, não há fortaleza que não possa ser conquistada nem tarefa que não possa ser realizada.

As sagradas recordações conferem orgulho incomparável, força redobrada e a certeza de um futuro luminoso. Há cinco anos, ao receberem o novo nome de União da Juventude Patriótica Socialista, carregado das grandes expectativas do Partido e do povo, nossos jovens, ainda mais elevados, impulsionaram vigorosamente a nova era de transformação com seu espírito próprio de iniciativa e coragem. Ao erguerem sucessivamente criações exemplares, como a Avenida Jonwi da capital e o Complexo de Estufas de Sinuiju, os jovens inscreveram feitos heroicos e milagres, sendo elevados ao palco da época como pioneiros valentes da nova era e vanguarda da criação e da construção, conforme a alta avaliação do Comitê Central do Partido.

A conquista mais preciosa e significativa dos últimos cinco anos é que os jovens desta terra reforçaram cem vezes sua convicção de que a ideia e a linha do Comitê Central do Partido constituem o programa prático mais justo e científico, e sua confiança de que, se o Partido decidir, podem realizar qualquer tarefa. Isso se converte numa força inesgotável para o nosso Partido e Estado, que avançam rumo a um estágio mais elevado do desenvolvimento socialista.

A nova era transforma todo o país numa grande escola da juventude. Em cada posto e local de trabalho onde surgem progresso e inovação, destacamentos juvenis e talentos jovens desempenham papel ativo. Nos campos de vanguarda da construção socialista, onde mudanças gigantescas são alcançadas ao esmagar o pessimismo, a estagnação e o derrotismo, os jovens que assumem o papel principal crescem a cada dia mais fortes.

O crescente fervor dos jovens em se voluntariar, ano após ano, tem sua fonte inesgotável no elevado espírito patriótico da juventude da nova era, que considera as dificuldades do país como suas próprias dores e sabe estabelecer o verdadeiro sentido da vida nos lugares mais difíceis.

Hoje, muitos jovens do mundo, contaminados pela corrente do hedonismo, abandonam sem hesitação sua terra natal e sua pátria, repetindo o sofisma de que o céu é azul em qualquer lugar e de que o lugar onde se pode ganhar dinheiro é a pátria. O fato de os jovens coreanos se voluntariarem para minas, zonas rurais, canteiros de obras e pequenas escolas em regiões remotas expressa uma nobre concepção de vida, que encontra valor na dedicação à sociedade e ao coletivo e em aliviar o fardo da pátria.

Hoje, nosso povo contempla com emoção o vigor da pátria, eternamente jovem, refletido no passo firme dos jovens, e não consegue conter a gratidão ao Partido-mãe que formou esse grande contingente de jovens patrióticos.

O caminho que os jovens percorrem e a forma que assumem dependem de para onde são conduzidos e como são educados. Um dos maiores crimes cometidos pelas classes dominantes e pelos imperialistas foi enganar a juventude cheia de vigor, utilizá-la como sacrifício barato e corrompê-la, transformando-a num problema social. Na sociedade capitalista, o suor e o sangue dos jovens continuam sendo apenas base para o enriquecimento dos capitalistas e lubrificante da máquina de guerra.

Para que os jovens, flores da sociedade, possuam uma correta visão de mundo e brilhem com uma vida e honra valiosas, é necessário um seio benevolente que os guie, os forme, os valorize e os desenvolva. Somente um partido revolucionário, dirigido por um líder excepcional, pode formar sistematicamente um poderoso exército de jovens, educando-o com grandes ideias e espírito, para que cresça como herdeiro da revolução, pilar do Estado e representante do futuro.

Hoje, o anseio dos nossos jovens, que seguem firmemente o Partido, é mais intenso do que nunca. Trata-se da expressão de sua confiança absoluta no Partido do Trabalho da Coreia, que tem à sua frente o estimado camarada Kim Jong Un, grande líder sem igual, e de sua convicção e vontade de defender com a própria vida a causa revolucionária do Partido.

Das terras de Paektu à capital Pyongyang, à região noroeste da pátria e novamente à capital — esse é o caminho de feitos e honra que nossos jovens trilharam sucessivamente com passos enérgicos, dedicando seu suor sincero.

No grandioso caminho de luta indicado pelo grande Comitê Central do Partido, nossos jovens gravaram o espírito revolucionário de Paektu não como palavras em livros, mas em todo o seu ser, aprendendo a altura da nova civilização esplêndida e o estilo inovador de criação projetados pelo Partido. Por meio de uma luta perseverante, compreenderam e sentiram por si mesmos onde deve estar a juventude quando a pátria enfrenta dificuldades e o povo sofre, e quais são os novos horizontes e campos da nova era em que as regiões se transformam.

Forjar os jovens, por meio de um grandioso processo prático que abrange todos os campos da luta transformadora da nova era, como uma vanguarda confiável da prosperidade nacional, dotada de firme espírito revolucionário e extraordinária capacidade criadora, é uma realização grandiosa que somente o estimado camarada Secretário-Geral — que assume a responsabilidade pelo presente e pelo futuro do Partido, da revolução, da pátria e do povo — poderia alcançar.

No dia 2 de janeiro passado, no canteiro de obras do Complexo de Estufas de Sinuiju, onde se erguiam florestas de bandeiras da República e da União da Juventude, o coro retumbante do exército de jovens, respondendo à voz ressonante do estimado camarada Secretário-Geral, proclamando “Viva a nossa República”, ecoou por todo o país, permanecendo até hoje como um eco patriótico inesquecível no coração de todos os cidadãos.

Uma revolução vitoriosa, um Estado em desenvolvimento e uma sociedade vibrante sempre contam com uma vanguarda jovem firme e enérgica. Quando a juventude está em ebulição, o país prospera. Os recursos naturais diminuem à medida que são explorados, mas a força de um Estado que considera os jovens como recurso inesgotável cresce exponencialmente.

Na poderosa força irradiada pelo jovem contingente principal, ainda mais unido pelo patriotismo, reside o notável desenvolvimento do nosso Estado, incomparável a qualquer outro, e a profundidade infinita da nossa força nacional, impossível de ser medida por qualquer meio.

Avancemos com passos ainda mais vigorosos na marcha da sagrada sucessão

Graças à grande formação de sucessores confiáveis, o plano centenário da nossa revolução está firmemente garantido.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

“A causa revolucionária levada adiante de geração em geração continua atribuindo importantes missões à União da Juventude e aos jovens, e a marcha da sucessão, que tem prosseguido ano após ano, deve continuar.”

A questão da juventude é, ao mesmo tempo, um problema imediato e uma questão de perspectiva da revolução. Sobre os ombros dos jovens recaem simultaneamente a pesada responsabilidade de serem a força principal jovem na luta de hoje e a nobre missão de serem os protagonistas de um amanhã mais belo e próspero do que o presente.

A imagem dos jovens é como uma janela que permite ver o futuro. Como diz o verso da canção “Ao fim de mil ri, há ainda dez mil ri pela frente”, na longa jornada da revolução, que não conhece meio-termo, a marcha vigorosa dos sucessores deve prosseguir sem cessar.

No século passado, um político chegou a prever que, independentemente de como evoluíssem os acontecimentos, com o passar do tempo o interesse das novas gerações se voltaria para as conquistas e vitórias do socialismo, e que elas retomariam a bandeira de seus pais e avós. No entanto, a história demonstrou claramente que a sucessão revolucionária das novas gerações não se realiza espontaneamente com o fluxo ininterrupto do tempo.

Ainda que outras tarefas possam ser compensadas posteriormente, na questão da juventude não existe “depois”. As ruínas causadas pela guerra podem ser reconstruídas, mas se o estado espiritual dos jovens for arruinado, suas consequências não poderão ser revertidas. Na importante tarefa revolucionária de formar bem as novas gerações e consolidar as bases de um plano duradouro, existe apenas o tempo presente, e jamais um estado de conclusão.

Uma revolução na qual se prepara continuamente uma geração jovem dotada de sólida formação ideológica e moral, corpo saudável e elevada capacidade intelectual, avança triunfalmente e pulsa com eterna juventude. Esta é uma lei imutável do desenvolvimento revolucionário.

Nossos jovens devem aprofundar ainda mais a consciência solene de que são os mais sagrados sucessores da revolução Juche, os substitutos e reserva do grande Partido do Trabalho da Coreia.

A questão da juventude é um problema fundamental diretamente ligado à existência do Partido. Se o Partido é a vanguarda da revolução, a organização juvenil é a vanguarda fiel ao Partido. À medida que as gerações se sucedem na luta e as fileiras do Partido são continuamente reforçadas por jovens, a capacidade combativa, a invencibilidade e o futuro do Partido dependem de como a nova geração é preparada.

O crescimento físico deve necessariamente caminhar junto com o desenvolvimento moral e espiritual, e a formação político-ideológica deve preceder a aquisição de conhecimentos. Quando os jovens compreendem quem são e o que devem fazer, tornam-se combatentes de vanguarda patrióticos e revolucionários, e a esses sucessores pode-se confiar com segurança o futuro da revolução.

Nossos jovens são jovens combatentes revolucionários que ancoraram seu destino no seio do Partido do Trabalho da Coreia e permanecem infinitamente fiéis à sua ideia e direção.

Todos os jovens nascidos nesta terra aspiram tornar-se militantes do glorioso Partido do Trabalho da Coreia porque, na vida real, experimentaram profundamente que o nosso Partido protege e engrandece seu destino, dignidade e futuro, acolhendo todos — sem distinção entre filhos talentosos ou não — em seu caloroso seio e conduzindo-os até a sociedade comunista, sendo a mais forte e benevolente mãe.

O grande encontro comemorativo do 80º aniversário da fundação da União da Juventude Patriótica Socialista, realizado com grande esplendor às vésperas do 9º Congresso do Partido, apresentou uma cena que não pode ser encontrada em nenhum outro lugar do mundo: jovens cobrindo completamente um vasto estádio, erguendo bandeiras vermelhas, cantando em uníssono canções da época com entusiasmo transbordante, enquanto o estimado camarada Secretário-Geral enviava calorosos estímulos aos jovens revolucionários, fervendo como um vulcão com a convicção da sucessão. Essa cena, que comoveu profundamente os corações de todos, ficou gravada na história do Partido como a imagem da grande unidade em que o líder confia plenamente nos jovens e protege seu destino e futuro, enquanto os jovens permanecem infinitamente fiéis à sua ideia e direção.

As novas gerações devem avançar com firmeza e vigor pelo caminho indicado pelo Partido, fazendo da lealdade ao Partido e ao líder sua vida mais preciosa, assim como os jovens do período de construção socialista do pós-guerra que defenderam a autoridade do Partido com o grito de lealdade absoluta, como os jovens da década de 1990 que, nos dias difíceis, cantaram a convicção de que “sem você não há pátria”, e como os jovens heróis da década de 2010 que criaram o espírito da grande época com a ousada vontade de que, com a confiança do estimado camarada Kim Jong Un, poderiam erguer até mesmo a Terra.

Elevar as novas gerações, tanto em seu caráter ideológico e espiritual quanto em seu estilo de luta, ao elevado nível dos mártires revolucionários antijaponeses é um objetivo constante do nosso Partido.

Como demonstram as persistentes lutas da gloriosa Brigada de Choque Jovens Heróis do monte Paektu, nossos jovens fincaram as raízes de sua convicção no monte sagrado da revolução. Todos devem fortalecer-se como combatentes de hoje, respirando o ar puro do monte Paektu e enfrentando as nevascas que intensificam o fervor revolucionário durante as marchas de estudo pelos locais de interesse histórico-revolucionário.

O essencial na assimilação do espírito de Paektu é que o ardor revolucionário e combativo adquirido ali nunca se esfrie. Mesmo descendo fisicamente da montanha, o coração jamais deve abandoná-la. Nos momentos difíceis, deve-se recordar as trilhas nevadas de Paektu, fortalecendo cem vezes mais a firme convicção e a vontade.

O desenvolvimento saudável de um país e seu futuro luminoso dependem em grande medida do caráter moral de sua juventude.

Em nosso país, sob a calorosa denominação de jovens pioneiros das belas virtudes, floresce amplamente um jardim de nobres qualidades, onde se prioriza o interesse coletivo sobre o individual e se pratica o auxílio mútuo. Os jovens devem lembrar que quem carece de caráter moral elevado e espírito coletivista não merece viver na grande família socialista, esforçando-se continuamente para honrar o título de pioneiros das belas virtudes.

O amor ao socialismo é o verdadeiro amor à pátria dos jovens coreanos. É na defesa resoluta do nosso socialismo superior e na dedicação à luta pelo desenvolvimento integral da construção socialista que se encontra a vida e a honra mais valiosas da juventude.

Se o socialismo é o lar abençoado de uma juventude com futuro promissor, o capitalismo é um terreno estéril de uma juventude sem amanhã. Se nossos jovens tivessem nascido não em um Estado socialista que realiza as aspirações humanas, mas em um ambiente capitalista que transforma as pessoas em escravos do dinheiro e seres espiritualmente deformados, suas belas esperanças e sonhos teriam murchado antes mesmo de florescer.

O sistema socialista é um solo fértil que faz crescer vigorosamente grandes árvores de patriotismo. Os sentinelas que defendem firmemente a linha de frente da pátria, os jovens cientistas da defesa nacional que representam a sabedoria e a força invencível do país, os atletas que elevaram nossa bandeira aos céus do mundo e os membros da Brigada de Choque Jovens Heróis do monte Paektu, símbolos de milagres, eram todos, ontem, jovens que cresceram sob as políticas e benefícios socialistas continuamente ampliados na nova era, demonstrando claramente o promissor plano centenário da Coreia socialista.

Os imperialistas persistem em suas tentativas de esmagar nosso Estado, bastião do socialismo. Contudo, com milhões de jovens firmemente armados de amor ao socialismo, convicção inabalável e consciência de classe anti-imperialista formando a muralha de defesa, nosso Estado é invencível.

Os jovens são os novos protagonistas da era de transformação integral. O futuro brilhante da revitalização nacional deve ser antecipado ao máximo pela sabedoria e força dos próprios jovens.

O 9º Congresso do Partido apresentou grandiosos planos e objetivos para realizar todos os sonhos e aspirações do povo, oferecendo aos jovens, que aspiram a feitos heroicos, um palco ainda mais amplo e anunciando o surgimento de novos feitos que superarão os dos últimos cinco anos.

Para nosso Partido e Estado, é um grande orgulho contar com um poderoso contingente juvenil, repleto de energia, na linha de frente da luta para erguer rapidamente um país civilizado e próspero. Os jovens devem demonstrar plenamente, em todas as frentes da construção socialista, o espírito e a imponência de vanguarda e força principal.

Considerar o trabalho com os jovens como parte essencial do trabalho do Partido, promover ativamente as organizações juvenis e apoiá-las para que cumpram plenamente suas funções combativas é uma importante tarefa das organizações do Partido em todos os níveis.

A atitude em relação aos jovens é uma pedra de toque que distingue responsabilidade e indiferença, otimismo e pessimismo quanto ao futuro do Partido e da revolução. As organizações do Partido e seus funcionários devem, mesmo diante de múltiplas dificuldades, priorizar a educação dos jovens, formando-os como combatentes revolucionários leais e íntegros e como talentos lembrados pelo Partido e pela pátria. Devem também ser um escudo contra a infiltração ideológica e cultural dos imperialistas, além de orientar e apoiar com calor humano aqueles jovens que, por algum momento, tenham se desviado do caminho.

A juventude é sinônimo de sonhos vibrantes. Não há crime maior do que esmagar esses sonhos. Em certo país capitalista que proclama “bem-estar universal” e “prosperidade material”, causou choque o fato de que o número de suicídios juvenis superava o de mortes por epidemias. Em um mundo onde muitos jovens perdem a esperança no futuro e adolescentes empunham armas transformando escolas em campos de tiro, o futuro puro garantido aos jovens coreanos é uma bênção sem igual.

Uma revolução com futuro garantido avança sempre com vigor, e a força do povo rumo a um amanhã luminoso é irresistível.

Embora os objetivos estabelecidos pelo nosso Partido sejam grandiosos e o caminho adiante esteja repleto de desafios severos, a existência de uma poderosa força jovem que sustenta e defende a causa revolucionária assegura confiança constante e vitórias inevitáveis.

Só de imaginar, o coração se enche de emoção. Quando o tempo passar e todos os ideais e aspirações da nossa geração se tornarem uma realidade brilhante, recordaremos com orgulho cada passo de hoje, marcado por milagres e transformações, e transmitiremos firmemente o bastão da sucessão às futuras gerações que levarão a revolução até o fim.

Ó jovens, força e futuro da nossa pátria!

Pela prosperidade da amada mãe Coreia, pelo avanço vitorioso da sagrada revolução Juche, pela vida e honra valiosas da juventude coreana, avancemos com ainda mais firmeza e coragem, sempre adiante.

Sob a direção do invencível Partido do Trabalho da Coreia, o caminho dos jovens coreanos, que avançam com firmeza e vigor, será iluminado apenas por glória eterna e um futuro radiante.

Kim Chol

Discurso do estimado camarada Kim Jong Un na cerimônia de inauguração do Museu Comemorativo aos Méritos de Combate na Operação Militar no Exterior

Pyongyang, 26 de abril de 2026

Oficiais e demais combatentes da unidade de operação no exterior do Exército Popular da Coreia que participam deste ato com a sagrada missão e a grande honra,

Oficiais e soldados do Exército Popular,

Familiares dos mártires da operação militar no exterior,

Cidadãos de Pyongyang,

Construtores militares, funcionários e criadores que concluíram com êxito e grande responsabilidade esta importante obra de construção,

Membros da delegação oficial da Federação Russa que visitaram Pyongyang para celebrar conosco este momento significativo e estimados amigos,

Camaradas:

Hoje realizamos a cerimônia inaugural do Museu Comemorativo aos Méritos de Combate na Operação Militar no Exterior, consagrado a transmitir eternamente as façanhas heroicas e o nobre espírito dos orgulhosos filhos da República Popular Democrática da Coreia que deram suas valiosas vidas à sagrada luta pela justiça e pela dignidade.

Em nossa capital, que os valentes guerreiros tinham como o mais sagrado e veneravam invariavelmente, a pátria ergueu uma tribuna de honra, morada solene de sua valiosa existência e espírito, e está prestes a acolher com amor a todos eles.

Assim como seus familiares, que contemplando de perto este lugar aguardaram ansiosamente o dia em que acolheria seus entes queridos, todos os seus companheiros de armas, todos os militares e todo o povo aguardamos este momento para depositar na tribuna as flores por sua eternidade, percebendo com profundo respeito o aspecto heroico e o grande valor de nosso exército, que no passado não soubemos apreciar plenamente.

Com este ardente desejo e sinceridade como base, foi erguido este espaço que perpetuará a condição dos mártires como filhos genuínos e orgulhosos da pátria.

Por fim, concretizou-se o desejo de trazer os restos mortais de todos os que tombaram jovens, cobri-los com a bandeira nacional e sepultá-los no caloroso solo pátrio; o anseio do exército de prestar-lhes a mais sincera saudação militar como companheiros de batalhas encarniçadas e de serviço; e a aspiração de todo o povo de agradecer e render tributo aos seus defensores como cidadãos deste país.

Em nome do Partido do Trabalho da Coreia e do Governo da República Popular Democrática da Coreia, estendo meus mais sinceros agradecimentos aos oficiais e soldados das unidades construtoras em todos os níveis, bem como aos funcionários e criadores das entidades correspondentes, que não pouparam esforços nem sabedoria na construção do museu, refletindo o ardente desejo de todo o povo e do exército de exaltar e eternizar a preciosa existência dos soldados caídos.

Muito obrigado aos estimados camaradas da delegação russa, presentes aqui como mensageiros da profunda recordação e obrigação moral do povo irmão.

Camaradas:

Hoje completa-se um ano do término da operação de libertação de Kursk.

Fiéis ao ideal da justiça, os exércitos coreano e russo lutaram ombro a ombro na mesma trincheira em prol da paz e da soberania, alcançando êxitos transcendentes no esforço de impedir o ressurgimento do fascismo e frustrar as ambições belicistas das forças hegemônicas.

Embora essas ações militares tenham sido realizadas em uma região determinada e por alguns meses, seus resultados adquirem enorme importância do ponto de vista estratégico.

Ao longo de toda a história da humanidade, coexistiram a justiça e a injustiça, e seu confronto foi intenso. Mas nunca como hoje as forças dominacionistas e despóticas irromperam com cinismo no centro do planeta numa tentativa de suprimir a aspiração à soberania e à liberdade, como a mais descarada e agressiva aliança reacionária de extrema direita, retirando a fina máscara que as cobria.

Nesta etapa sangrenta e decisiva, em que toda justa demanda pela autodeterminação política e pelo direito ao desenvolvimento de um país e de uma nação, bem como o cumprimento desse dever, se tornam alvo de violência, os exércitos coreano e russo, fiéis à sua nobre missão perante a pátria e a humanidade, demonstraram a força da justiça em combates sangrentos.

Com seu fervoroso senso de justiça e capacidade de superar a morte, provaram de forma eloquente que no planeta existe, sim, uma força capaz de destruir o mundo do mal inevitavelmente gerado pelo imperialismo e que jamais se pode conquistar a humanidade com a tirania da injustiça.

Nesse processo, os excelentes filhos de ambos os países estabeleceram um verdadeiro exemplo de fraternidade e derramaram abundante sangue por um objetivo comum.

Nenhuma contribuição é mais sagrada que o sacrifício da vida, e este constitui a expressão mais convincente do dever moral.

Na sagrada luta para aniquilar os invasores ucranianos, flagrantes violadores da soberania da fraterna nação russa, e libertar a região de Kursk, as unidades de nosso exército conquistaram uma vitória extremamente custosa com seu incomparável valor, heroísmo coletivo, espírito indomável e nobre sacrifício.

Sua valente façanha de repelir a invasão junto com os militares russos desbaratou as tentativas hegemônicas e as aventuras militares dos Estados Unidos e do Ocidente.

Os heróis, que merecem toda a honra de estarem aqui conosco, lideram esta formação empunhando nosso prestigioso e glorioso estandarte, com um espírito e uma fé que nem o fogo é capaz de quebrar.

Agora todos sabemos bem a razão pela qual sacrificaram sua juventude nos distantes campos de batalha.

No entanto, ainda não é de conhecimento público em que circunstâncias concretas caiu cada um deles e quais foram suas últimas vontades e pedidos.

É muito doloroso que não tenhamos podido reproduzir aqui seus últimos instantes em toda a sua dimensão.

Não haverá no mundo um museu que descreva com total fidelidade sua nobreza e reúna, sem temor de arrependimento, toda sua pureza e beleza.

Foi no próprio campo de batalha que nossos soldados, pouco conhecidos, simples e ingênuos no cotidiano, revelaram sua verdadeira essência.

A resistência tenaz e o ataque incessante daqueles que não se deixavam abalar por nenhuma pressão e não detinham o avanço mesmo ao cair, a lealdade à missão que não abandonavam nem no último instante, o sacrifício incomparável ao enfrentar a morte, a escolha épica entre a vida e a morte — tudo isso nos causou enorme admiração antes mesmo de impressionar o mundo, sendo algo sem precedentes, lendário e digno de veneração até mesmo para a geração vencedora da Guerra de Libertação da Pátria.

Seus excelsos sacrifícios pavimentaram solidamente o caminho das batalhas encarniçadas e, pisando sobre eles, nossas tropas anteciparam o dia da libertação.

O monumento simbólico deste museu não representa um único mártir em particular, mas o perfil dos valentes militares do Exército Popular da Coreia e a figura coletiva dos mártires e heróis que encarnam o espírito e o caráter do povo coreano.

O mundo espiritual do herói não se baseia apenas em seus méritos destacados, e sua façanha heroica não se realiza por um impulso momentâneo.

As encarniçadas batalhas em Kursk foram a continuação e uma etapa do serviço de nossos militares em prol do Partido, da revolução, da pátria e do povo.

O último momento de suas vidas também faz parte deles.

Todos eles foram fiéis, patriotas e homens exemplares, independentemente de onde e como pereceram.

Nunca imaginaram abandonar a pátria; empunharam o fuzil jurando converter-se em um punhado da terra pátria caso fosse necessário dar a vida por ela. Partiram sem qualquer vacilação para o campo de batalha no exterior, onde não poderia-se recuperar seus cadáveres, e ao cruzar a fronteira redobraram a determinação de cumprir a ordem ao custo da vida, antes de pensar em sua terra natal, seus pais, esposas e filhos, dos quais se afastavam cada vez mais. São detalhes muito nobres, inexplicáveis apenas pela obrigação militar.

Como mostram as fotografias e os objetos expostos no museu, embora fisicamente estivessem em terras estrangeiras, ninguém esqueceu o Partido nem se imaginou fora do seio da pátria.

A bandeira da República que contemplavam com respeito antes do assalto, decididos a defender Pyongyang desejando sua paz e prosperidade; os sacos com punhados da terra natal que guardavam no peito para respirar seu aroma; as cartas em que registraram que eram dignos da pátria e de seus entes queridos, ainda que não pudessem regressar com vida; os solenes juramentos e os pedidos de ingresso no Partido tingidos de sangue — tudo isso explica, em seu lugar, sua escolha admirável e seu fim heroico.

De fato, nunca conceberam uma vida separada da pátria e, por isso, ainda que tenham alcançado méritos destacados, não perguntaram por seu preço nem exigiram recompensa por seus atos extremos.

Ao tombarem derramando sangue, pediram a seus companheiros que cumprissem até o fim a ordem do Partido e, diante da morte iminente, aclamaram Pyongyang desejando a prosperidade da pátria.

O único desejo deles era que o Partido e a pátria os recordassem. E mesmo que houvesse a possibilidade de não serem lembrados, sentiam-se satisfeitos por terem cumprido a ordem do Partido, orgulhosos por terem se dedicado completamente à pátria, e isso constituía sua suprema dignidade e felicidade.

Seu fim durou apenas alguns minutos, alguns segundos, mas esse breve instante bastou para expressar sua fidelidade imaculada e o princípio máximo de seu serviço autêntico ao Partido e à pátria.

O sacrifício e a dedicação que não buscam recompensa nem remuneração definem a elevada fidelidade de nosso exército.

A pureza imaculada nutre o heroísmo excepcional, santifica o juramento, reforça a vontade de combate e eleva a personalidade do homem forte para quem a morte é uma glória.

Com sua lealdade ao Partido e à pátria, adquiriram o valor da ave fênix e uma capacidade de ataque que ultrapassa as leis da fisiologia humana, escolheram uma morte ainda enigmática para o mundo e deram a vida para salvar seus companheiros.

A operação militar no exterior de nosso exército foi uma façanha inédita na história da humanidade, protagonizada por combatentes que acataram a ordem do Partido e da pátria não como simples disciplina militar, mas com sua própria consciência e direito moral, como homens dos mais sinceros e nobres, que incendiaram seus corações com fidelidade imaculada e superaram todos os limites com vitalidade inesgotável.

Esse espírito e essas proezas não estabeleceram limites entre especialidades, cargos, idades e patentes, nem fizeram distinção entre membros do Partido e da União da Juventude.

Nossos militares viviam o mundo heroico antes mesmo de se tornarem heróis após a morte e possuíam o nobre espírito de militantes do Partido antes mesmo de ingressarem nele.

Soldados fiéis ao Partido e patriotas são as únicas definições para os heróis que escolheram sem hesitação o sacrifício extremo por sua grande honra, assim como para aqueles que tombaram na linha de frente do ataque e para os que se contorceram de dor não pelo sofrimento físico dos ferimentos, mas pela frustração de não terem conseguido cumprir a ordem.

Diz-se que os méritos e a vitória são o que mais honra o soldado em combate, mas ainda mais sublimes e preciosos são sua consciência limpa dedicada ao Partido e à pátria e sua firme convicção.

Mesmo quando caíam sozinhos no meio da floresta coberta de neve e seus corpos eram despedaçados pelo vento em terras estrangeiras, acreditavam que com esse sacrifício contribuíam para o cumprimento da missão, que com seu lampejo de vida engrandeciam o prestígio da grandiosa pátria, e que isso era a maior de todas as glórias. Medir essas ideias e sentimentos tão puros e belos apenas pelo volume de méritos seria como tentar apagar o verdadeiro amor, as lágrimas e os sacrifícios incalculáveis de inúmeros soldados extraordinários.

São filhos de nosso Partido e de nossa pátria que, mesmo nos lugares mais remotos do mundo, são capazes de explicar sua razão de existir com tal amor e lealdade.

Por tudo isso, exaltamos como símbolo da combatividade de nosso exército e do heroísmo deste país a ardente lealdade ao Partido e à pátria e o nobre espírito de sacrifício que dela emana, acima das façanhas excepcionais.

Pode-se dizer que o mural memorial deste museu representa inúmeros mártires que, embora não estejam mais fisicamente entre nós, continuam sendo exemplos brilhantes e permanecem junto à pátria.

As estrelas do mural, que brilham dia e noite por essas vidas inesgotáveis e essas almas imperecíveis, nos ajudarão a compreender a verdade da existência eterna e a apreciar o valor e o significado do museu.

O museu ergue-se aos olhos do mundo como um imenso baluarte onde vivem as almas dos filhos fiéis e onde batem fortemente os corações dos patriotas.

Com todas as riquezas do mundo não se poderia erguer um museu como este, equivalente à medalha oferecida à pátria por nossos louváveis filhos.

O tempo seguirá seu curso, mas o museu continuará aproximando os heróis de todas as gerações da República, e nossos futuros soldados se fundirão com eles em um caloroso abraço e continuarão escrevendo a história do patriotismo ardente, para que o sangue derramado pelos combatentes não tenha sido em vão.

O país sustentado pelo ardente patriotismo de seus defensores é eternamente forte e grande.

A presente cerimônia ficará registrada em uma página de nossos anais como um ato sagrado que perpetua a dignidade absoluta e a fama de nosso Estado.

Camaradas:

No museu registramos uma nova história de amizade escrita com sangue pelos povos coreano e russo, uma nova história de justiça conquistada ao preço do sangue.

Isso simboliza nossa firme continuidade e nossa vontade.

O futuro se projeta com total clareza.

Para defender a soberania e os interesses nacionais nestes tempos de mudanças repentinas, devemos transformar-nos continuamente em adversários temíveis do inimigo e, para isso, unir-nos e fortalecer-nos cada vez mais.

Como já mencionei em várias ocasiões, devemos consolidar-nos como um bastião autêntico, dedicado e poderoso, capaz de enfrentar sempre com força conjunta qualquer forma de guerra, independentemente de como ela mude, e qualquer crise, não importa quando e onde ocorra.

É o que desejam os dois povos que aspiram à independência, à dignidade, à paz e ao florescimento. É o que indica a história de confiança e unidade escrita com sangue.

Como nos ensinam as esculturas da imortalidade dos militares de ambos os países, a época exige que estejamos sempre preparados como eles, que possamos dedicar-nos como eles e que sejamos resolutos como eles.

O Museu Comemorativo aos Méritos de Combate na Operação Militar no Exterior, erguido com a história de nossa audácia, da justiça e da obrigação moral, reafirma nossa determinação voltada para o futuro.

Camaradas:

Nosso exército continuará lutando valorosamente pela dignidade e honra de sua pátria, a República Popular Democrática da Coreia.

Assim como as crônicas de defesa que escrevemos com o sagrado senso de missão e perseverança, o museu exibirá sua presença diante do mundo e seus raios resplandecentes eternizarão os mártires.

Desejando de todo coração a vida eterna e preciosa de nossos grandes militares, dignos filhos de nosso povo, declaro inaugurado o Museu Comemorativo aos Méritos de Combate na Operação Militar no Exterior.