sábado, 29 de março de 2025

É inevitável que a democracia ocidental seja rejeitada tanto internamente quanto externamente

Hoje, o mundo avança incansavelmente rumo à verdadeira democracia e à multipolarização. A crescente força dos países independentes anti-imperialistas, juntamente com a conscientização de muitos países e povos, leva à rejeição firme da coerção e arbitrariedade ocidentais mascaradas sob a bandeira da "democracia".

Organizações multilaterais como o BRICS, a Organização de Cooperação de Xangai, a União Econômica Euroasiática e a Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos expandem sua influência internacional. Muitas economias emergentes e países em desenvolvimento fortalecem sua posição na política internacional e no crescimento econômico global, impulsionando a democratização das relações internacionais e a transição para um mundo multipolar.

Os países africanos, antes vítimas da política hegemonista do Ocidente e da imposição forçada da chamada "democracia", começam a despertar. Em resposta, países como Níger, Mali, Burkina Faso, Chade, Senegal e Costa do Marfim expulsam tropas dos Estados Unidos e do Ocidente de seus territórios, reafirmando sua soberania.

Dentro do próprio Ocidente, surgem vozes de preocupação e inquietação diante da mudança na correlação global de forças e da transformação da ordem internacional, reconhecendo que seu modelo de "democracia" está se desestabilizando.

Em fevereiro deste ano, durante a Conferência de Segurança de Munique, foi apresentado um relatório afirmando que a ordem multipolar já começou a se estabelecer no mundo. O documento destacou que os países membros do BRICS representam cerca de 40% do comércio global e da produção e exportação de petróleo. Além disso, ressaltou que essa multipolarização não se limita apenas à redistribuição material, mas também promove ativamente a diversidade ideológica, incluindo no campo da democracia.

Tradicionalmente dominada pelos Estados Unidos e pela Europa, a Conferência de Segurança de Munique divulgou essa avaliação oficial, que coincide com o consenso internacional de que a "democracia" unilateral e hegemônica do Ocidente está em grave crise.

No início dos anos 1990, um pseudoteórico político dos Estados Unidos alegou que o fim da Guerra Fria representava a vitória do capitalismo sobre o socialismo e que, politicamente, a "democracia liberal" e, economicamente, o princípio da economia de mercado seriam o destino final da humanidade. Essa foi a chamada teoria do "fim da história".

No entanto, hoje, muitos veículos da imprensa reconhecem que essa teoria, outrora considerada uma verdade no Ocidente, revelou-se completamente falsa e afirmam que a transição para um mundo multipolar é uma realidade inevitável.

A decadência da democracia ocidental diante das tendências avassaladoras da nova era é uma consequência inevitável do desenvolvimento histórico. Desde sua concepção, a chamada democracia ocidental nunca foi voltada para as amplas massas populares, mas sim um artifício criado e aperfeiçoado para servir aos interesses da minoria exploradora. É precisamente essa sua natureza enganosa que a torna alvo do repúdio dos tempos.

Em qualquer sociedade civilizada, a política que as pessoas exigem e apoiam é a política democrática. Democracia significa, em essência, o governo do povo, onde a vontade das massas é plenamente refletida. A democracia é fruto da longa luta da humanidade pela autodeterminação e seu critério fundamental reside na aspiração e nos interesses das massas populares. Somente quando esses interesses são plenamente incorporados ao sistema político de um país e realizados por seu próprio povo pode-se falar de uma verdadeira democracia.

No entanto, no sistema capitalista, onde as massas trabalhadoras são excluídas da participação política e da administração estatal, a democracia não passa de uma ilusão.

A "democracia" fabricada pelos governantes capitalistas, deturpando e apropriando-se das legítimas aspirações da humanidade, nada mais é do que um disfarce para embelezar seu regime antipopular. Não tem qualquer vínculo ou semelhança com a verdadeira democracia, sendo, na realidade, um ultraje e uma afronta às exigências de independência e aos direitos democráticos da humanidade.

A "democracia liberal" alardeada pelos Estados Unidos e pelo Ocidente nada mais é do que a democracia burguesa levada ao extremo em sua falsidade, corrupção e reacionarismo. Originada entre os séculos XVII e XVIII como base teórica da democracia burguesa, ela proclamou os ideais de liberdade e igualdade individual para derrubar o sistema feudal e o absolutismo, mas sempre teve como objetivo primordial atender aos interesses da burguesia.

No sistema capitalista estabelecido sob a democracia burguesa, a igualdade entre as pessoas jamais existiu. Os interesses da classe exploradora, como os grandes capitalistas, foram sempre priorizados, enquanto a imensa maioria dos trabalhadores foi submetida à exploração, opressão, desemprego e miséria. Com o tempo, essa democracia burguesa fraudulenta e antipopular evoluiu de maneira ainda mais sofisticada e perversa, transformando-se na chamada democracia ocidental.

Nos Estados Unidos, representantes do capital monopolista despejam quantias astronômicas para se tornarem políticos e assumirem altos cargos na administração. Eleições, atividades legislativas, o Congresso e até mesmo o governo são meros palcos de disputas entre facções da elite privilegiada, enquanto as demandas democráticas do povo são tratadas como simples "ruído".

Abraham Lincoln, eleito como o 16º presidente dos Estados Unidos na década de 1860 com a promessa de abolir a escravidão, certa vez falou sobre "um governo do povo, pelo povo e para o povo". No entanto, essa máscara hipócrita foi arrancada há muito tempo. Hoje, a realidade da democracia estadunidense é amplamente criticada como "um governo do 1%, pelo 1% e para o 1%", ou até mesmo "um governo do 0,1%, pelo 0,1% e para o 0,1%".

Portanto, é natural que a "democracia" ocidental, que ignora e suprime os direitos e interesses das amplas massas populares, seja rejeitada por elas.

O livro "Uma Sátira da Democracia: Fenômenos Ilógicos na Política dos EUA", escrito por estudiosos estadunidenses, afirma: "Atualmente, os cidadãos dos Estados Unidos já não acreditam que seu governo trabalha pelo interesse da população. A maioria das pessoas considera que o sistema político estadunidense é controlado por um pequeno grupo de interesses poderosos e que, com frequência, coloca os interesses da elite acima do bem-estar da população."

Nos últimos anos, diversas pesquisas de opinião dentro e fora dos Estados Unidos revelaram conclusões semelhantes, incluindo a de que "72% dos estadunidenses acreditam que os Estados Unidos deixaram de ser um 'modelo' a ser seguido por outros países" e que "o país que era exemplo da democracia ocidental agora está em processo de extinção".

A "democracia liberal" é uma ferramenta político-ideológica utilizada pelos Estados Unidos e pelo Ocidente para concretizar suas ambições hegemônicas, o que constitui mais um motivo pelo qual ela está fadada a ser rejeitada pelo curso da história.

Os Estados Unidos e o Ocidente usam essa "democracia" como um instrumento ideológico para remodelar todos os países à sua imagem e estabelecer uma ordem mundial centrada no Ocidente. Trata-se de um meio para expandir seu sistema reacionário e antipopular por todo o planeta, impondo uma ordem ocidentalizada para satisfazer suas aspirações dominadoras.

A intensificação da propaganda ocidental sobre "democracia" teve início após a Segunda Guerra Mundial, com o advento da Guerra Fria contra o campo socialista. Na época, à medida que o fascismo era erradicado e crescia o desejo da humanidade por paz, justiça e progresso, surgiram fortes ondas de luta de libertação nacional e revoluções democráticas. Assim, diversos países democrátiso e socialistas emergiram pelo mundo. Alarmados com essa expansão do campo progressista, os Estados Unidos e as potências capitalistas exploraram a aspiração global pela democracia para disfarçar seu regime reacionário sob o rótulo de "democracia" e usá-lo como contraponto à democracia socialista. O resultado foi a criação da democracia ocidental, uma forma de dominação ideológica que, sob a fachada de democracia, promovia o culto ao dinheiro e o individualismo extremo, minando as bases ideológicas do campo progressista.

Após o fim da Guerra Fria, os Estados Unidos e o Ocidente, embriagados com sua suposta "vitória", intensificaram sua agenda de dominação global sob o pretexto de expandir a "democracia". No século XXI, criaram o conceito de "comunidade democrática" e o utilizaram como plataforma para fomentar mudanças de regime e instigar revoluções políticas e culturais em outros países. O pretexto da "exportação da democracia" foi usado para mergulhar o Oriente Médio em guerras devastadoras e orquestrar "revoluções coloridas", causando enormes crises sociais e políticas em vários países.

Diante da crescente resistência e condenação global, era inevitável que essa estratégia de imposição da "democracia" pelo poder coercitivo dos Estados Unidos fracassasse. Isso ocorre porque a suposta "democracia" estadunidense, fundamentada na ambição hegemônica de um mundo unipolar, é incompatível com o direito das nações e dos povos a um desenvolvimento independente, baseado em sua própria história, cultura e sistema político.

Muitos países tomaram medidas decisivas para expulsar e dissolver organizações não governamentais ocidentais que promoviam a "expansão democrática" em seus países. Mesmo em países onde essa "democracia" supostamente havia sido implantada com sucesso, governos pró-EUA desmoronaram em sequência. A democracia ocidental está em um processo de decadência irreversível.

Desorientados, os Estados Unidos transformaram o pretexto da "expansão da democracia" em um discurso de "defesa da democracia", dividindo artificialmente o mundo em dois campos hostis e fomentando confrontos e antagonismos.

Eles têm provocado conflitos geopolíticos e confrontações em diversas regiões do mundo, ameaçando gravemente a paz e a estabilidade globais. No entanto, muitos países rejeitam firmemente essa estratégia, priorizando sua soberania e seus interesses nacionais, enquanto trilham seu próprio caminho de desenvolvimento.

Usar a bandeira da "democracia" para semear discórdia entre nações e povos, instigar conflitos e confrontos, significa apenas destruir a paz e o progresso democrático da humanidade. Hoje, essa realidade antidemocrática não pode mais ser imposta nem encontrar aceitação em lugar algum.

Os Estados Unidos e as potências ocidentais, na tentativa de preservar sua ordem hegemônica em colapso, continuam promovendo sua retórica de "defesa da democracia" e se agarram desesperadamente a sua política de confronto. No entanto, a poderosa corrente da era atual, que avança rumo à verdadeira democracia e à multipolaridade, já decretou o fim de seu domínio.

Jang Chol

O que a Europa realmente obteve ao seguir cegamente os Estados Unidos?

Os países europeus estão enfrentando dificuldades devido à forte tempestade da doutrina "América primeiro" que sopra do outro lado do Atlântico. Com o aprofundamento das fissuras entre os Estados Unidos e a Europa e a imersão da Europa em um impasse, as contradições internas do mundo ocidental estão vindo à tona, agravando a desconfiança e os confrontos mútuos.

Analistas políticos avaliam que a principal razão para essa situação está na política externa egoísta dos Estados Unidos, que prioriza apenas seus próprios interesses, sem considerar minimamente a insegurança da Europa ou seus interesses econômicos.

A instabilidade da Europa é um resultado inevitável de sua submissão cega aos Estados Unidos. Seguindo a liderança estadunidense, a Europa impulsionou a expansão da OTAN para o leste, comprimindo constantemente o espaço estratégico de segurança da Rússia, o que acabou provocando a crise na Ucrânia. Após o início do conflito, a Europa se lançou em um amplo apoio militar e econômico à Ucrânia, além de sanções severas contra a Rússia.

Agora que a vitória da Rússia está se tornando evidente, a Europa está tomada pela insegurança diante das consequências irreversíveis de suas próprias ações.

Nesse cenário, os Estados Unidos, deixando a Europa de lado, estão tentando "resolver" a questão da Ucrânia por meio de negociações diretas com a Rússia. Trata-se de uma tentativa desesperada de minimizar sua derrota estratégica e os danos inevitáveis, mas essa manobra colocou a Europa, que sempre seguiu cegamente os Estados Unidos, em uma situação embaraçosa.

Mergulhada na narrativa estadunidense sobre a "ameaça russa", a Europa não pôde deixar de ficar perplexa diante da reviravolta inesperada de seu "mestre".

Países-chave da Europa, como o Reino Unido e a França, estão realizando sucessivas reuniões de emergência entre líderes e ministros da Defesa, além de promover encontros especiais de cúpula e buscar formar uma "aliança" entre países com interesses semelhantes. No entanto, até agora, não há resultados concretos.

A única convergência de opiniões alcançada até o momento é a necessidade de continuar o apoio militar à Ucrânia e fortalecer a autonomia da Europa na área de defesa.

Os ministros da Defesa de cinco países, incluindo França, Reino Unido e Alemanha, concordaram em acelerar o plano de cooperação na indústria militar com a Ucrânia. Além disso, a União Europeia anunciou a aprovação do chamado "Plano de Rearmamento Europeu", que inclui um plano de gastos militares no valor de 800 bilhões de euros e um plano de empréstimos de 150 bilhões de euros para ativos militares estratégicos.

A França chegou a declarar que "o futuro da Europa não deve ser decidido por Washington ou Moscou" e propôs fornecer um "guarda-chuva nuclear" aos seus aliados europeus.

No entanto, essas tentativas carecem de viabilidade e não conseguem dissipar as preocupações e a insegurança dos países europeus. O ceticismo prevalece, pois, enquanto os Estados Unidos mantiverem seu domínio militar sobre a Europa, a ampliação da indústria de defesa europeia ou a criação de uma defesa independente permanecerão difíceis.

Analistas apontam que sempre que surgiu um plano de criação de uma força militar independente na Europa, os Estados Unidos intervieram para bloqueá-lo e pressionaram os países europeus a nem sequer cogitar essa ideia. Embora seja inegável que a Europa esteja despertando para essa realidade, continua perdida e sem uma direção clara.

Atualmente, há um consenso crescente entre os países europeus de que o escudo protetor dos Estados Unidos está em declínio e não é mais eficaz.

No entanto, após tanto tempo acostumados à submissão, os europeus ainda vacilam, incapazes de formular uma solução concreta para superar essa dependência.

Na área econômica, a Europa também se encontra em uma situação lamentável diante dos Estados Unidos.

Recentemente, Washington anunciou a imposição de uma tarifa de 25% sobre o aço e o alumínio importados da União Europeia, bem como sobre produtos específicos que contêm esses metais.

Em resposta, a União Europeia ameaçou impor uma tarifa retaliatória de 50% sobre o uísque estadunidense. Como contramedida, os Estados Unidos advertiram que poderiam impor uma tarifa de 200% sobre todos os vinhos, champanhes e outras bebidas alcoólicas importadas dos países membros da União Europeia.

A União Europeia afirma que não cederá à pressão dos Estados Unidos, mas não é difícil prever que essa situação pode desestabilizar o ambiente de investimento e consumo, prejudicando a gestão empresarial e levando a uma recessão econômica em toda a Europa.

Desde o início da crise na Ucrânia, a Europa perdeu o fornecimento de energia russa a preços acessíveis e passou a depender do gás caro dos Estados Unidos, sofrendo enormes prejuízos. Agora, a implacável guerra tarifária imposta por Washington representa mais um golpe devastador.

A difícil situação enfrentada pela Europa é resultado direto de sua própria submissão aos Estados Unidos, não havendo a quem culpar.

Recentemente, dezenas de milhares de italianos realizaram uma grande manifestação no centro de Roma, apelando por uma maior unidade dentro da União Europeia. Os manifestantes exigiram que os líderes europeus reforcem a independência estratégica da UE em defesa e economia, argumentando que a Europa deve se adaptar às mudanças na política de supremacia dos Estados Unidos. A opinião pública europeia rejeita a subserviência a Washington e exige uma defesa independente e um desenvolvimento econômico autônomo.

O mundo caminha rumo à multipolarização, e países que se recusam a se submeter aos Estados Unidos seguem firmemente seu próprio caminho de desenvolvimento. Essa realidade oferece uma importante lição para a Europa.

Rodong Sinmun

Motivação ideológica

Explicação de terminologias políticas

A motivação ideológica é uma atividade que move as pessoas ideologicamente, incentivando-as a se engajar conscientemente na revolução e na construção.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"O nosso Partido tem mantido consistentemente o princípio de estabelecer linhas e políticas que condensam as demandas e desejos das massas populares, e implementá-las mobilizando ideologicamente as massas populares."

Motivar ideologicamente as pessoas significa conduzir uma campanha de propaganda e agitação de forma ofensiva, levando as massas a se engajar conscientemente e ativamente na luta pela implementação da ideia do Partido e na defesa de suas políticas, elevando seu fervor revolucionário e criatividade. A motivação ideológica é uma exigência indispensável para superar uma crise e avançar vitoriosamente na revolução e na construção.

O povo, consciente de sua missão histórica e desperto ideológica e espiritualmente, nunca será abalado pelas circunstâncias e, diante de qualquer obstáculo, não claudicará. Para realizar com êxito as vastas tarefas da revolução e da construção, todo o trabalho deve ser voltado para motivar ideologicamente as massas, despertando seu fervor revolucionário e sua criatividade.

O mais importante ao motivar ideologicamente as pessoas é, primeiramente, armar todos os membros da sociedade com as políticas do Partido. Apenas ao se fortalecer firmemente com a política do Partido, que serve como guia para todas as nossas atividades e a estratégia e tática mais corretas para a realização vitoriosa de nossa revolução, os funcionários, militantes do Partido e trabalhadores poderão compreender bem a intenção do Partido e ser mobilizados ideologicamente para a luta revolucionária e as tarefas de construção.

Outro fator essencial para motivar ideologicamente é conduzir com vigor o trabalho de propaganda e agitação em diversas formas e métodos. É necessário erradicar completamente o formalismo nesse trabalho e buscar e aplicar continuamente métodos eficazes para transformar os diversos momentos e espaços do trabalho e da vida em oportunidades de educação e aprendizado, maximizando assim a penetração ideológica. Deve-se realizar atividades de propaganda e agitação inovadoras e com forte apelo, que correspondam aos sentimentos, aspirações das massas e às exigências da época em desenvolvimento, bem como às condições e características específicas de cada localidade e unidade, para que em todos os locais de trabalho e postos se propague fervorosamente o entusiasmo revolucionário, o ardor de luta e o patriotismo.

Rodong Sinmun

sexta-feira, 28 de março de 2025

"Teoria da ausência de facções"

Durante o período do domínio colonial do imperialismo japonês, o movimento comunista esteve fragmentado em diversas facções que lutavam entre si pela "hegemonia" e adotavam posturas que as afastavam das massas populares oprimidas pelos imperialistas japoneses e os inimigos de classe.

Mesmo com a fundação da União para Derrotar o Imperialismo e de outras organizações político-militares pelo grande Líder camarada Kim Il Sung, as facções continuaram existindo no seio do movimento comunista, ainda que de forma atenuada.

Com a fundação do Partido Comunista da Coreia do Norte na Coreia libertada em outubro de 1945, era evidente que elementos sectários poderiam emergir no seio do Partido, mesmo com todo o trabalho político-ideológico promovido pelo Comitê do Partido do Exército Popular da Coreia durante a luta armada antijaponesa, junto com os esforços do grande Líder para educar as massas com a ideologia marxista-leninista.

Tendo em vista isso, o grande Líder camarada Kim Il Sung deu orientações detalhadas sobre garantir a pureza ideológica no interior do partido, combater elementos contrários à ideologia reitora e promover uma firme educação ideológica para assegurar a solidez e coesão nas filas revolucionárias.

Contudo, surgiram membros que tratavam o assunto com negligência, afirmando que não existiam mais facções e, por esse motivo, não deveria haver grandes preocupações a respeito disso.

Tal posição de evitar a luta antifacionista foi duramente criticada pelo Líder que, na 3ª Reunião Ampliada da Comissão Executiva do Comitê Organizador Central do Partido, realizada de 17 a 18 de dezembro de 1945, declarou:

"Os faccionistas, tanto no passado quanto no presente, sempre se disfarçam de comunistas e se dedicam à propagação da divisão dentro do partido. A alegação de que não há mais facções dentro de nosso partido é uma teoria perigosa, que visa paralisar a vigilância dos membros do partido em relação ao comportamento faccionista."

Sua fala recebeu amplo apoio dos presentes na ocasião, assim como dos membros do Partido em toda a Coreia naquela época.

A validade de suas afirmações foi confirmada pela história.

Entre os que propagavam o que ficou conhecido como "teoria da ausência de facções" estavam os faccionistas que causaram danos à unidade e à coesão partidista, além de enfraquecer o vínculo com as amplas massas do povo trabalhador ao permitir a entrada de delinquentes urbanos e pequeno-burgueses.

Graças à firme posição de luta antifacionista estabelecida desde os primeiros dias, o Partido foi capaz de combater todos os elementos antipartidistas, manter a pureza ideológica e avançar vitoriosamente pelo único caminho da revolução, sem nenhum desvio oportunista ou revisionista.

Ainda hoje, quando a solidez das fileiras do Partido é muito superior àquela da época mencionada, a vigilância constante para combater quaisquer elementos malignos é mantida com firmeza, garantindo a solidez do Partido socialista que está há mais tempo no poder.

A corrida armamentista que colocou a Europa sob o risco de guerra nuclear


A existência cancerígena para a paz – denunciando os crimes da OTAN (2)

A Guerra Fria, baseada em uma interminável corrida armamentista e ameaças, foi, de fato, uma intensa confrontação nuclear travada entre duas alianças militares hostis na Europa, cada uma buscando alcançar a supremacia e derrubar a outra.

À medida que os anos se passavam, o risco de uma guerra nuclear aumentava, levando a um clamor crescente, tanto na Europa quanto em outras regiões do mundo, pela redução dos armamentos e pela preservação da paz. Ambas as partes se viram obrigadas a levar isso em consideração.

Em março de 1960, foi realizada uma reunião do Comitê de Redução de Armamentos de Dez Nações, composta por representantes de cinco países do Pacto de Varsóvia e cinco da OTAN.

As propostas apresentadas pelos Estados Unidos e quatro países da Europa Ocidental na época eram extremamente vagas. Embora previssem um processo de redução de armamentos em três etapas, não estabeleciam prazos para sua implementação. Além disso, a primeira etapa envolvia uma "supervisão e verificação internacional", mas isso se limitava a uma mera "análise preliminar". Paralelamente, foi levantada a ideia de criar uma "polícia internacional" especializada em monitorar a redução de armamentos.

Com isso, a OTAN revelou claramente que sua proposta ao Comitê de Redução de Armamentos não visava, de fato, à diminuição dos arsenais nem à garantia da paz, mas sim à consolidação de sua própria superioridade militar em relação ao outro lado.

Devido à ambição da OTAN, obcecada pelo confronto, os esforços dos países socialistas para reduzir os armamentos e pôr fim à Guerra Fria foram frustrados.

Por volta de 1980, com a escalada imprudente do reforço militar dos Estados Unidos e da OTAN, a Guerra Fria atingiu um nível crítico de perigo, tornando o cenário internacional ainda mais tenso.

Em dezembro de 1979, na reunião do Conselho Ministerial da OTAN realizada em Bruxelas, Bélgica, foi adotada uma decisão que, sob o pretexto do "equilíbrio de forças", previa a implantação de cerca de 600 novos mísseis nucleares de médio alcance de fabricação estadunidense em vários países da Europa Ocidental. Com essa decisão, o risco de uma guerra nuclear na Europa tornou-se ainda mais iminente, provocando forte oposição das amplas massas trabalhadoras desses países contra a instalação dos mísseis em seus territórios.

No entanto, a implantação dos mísseis nucleares estadunidenses foi apenas o início das ações da OTAN.

Em 23 de março de 1983, o então presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, apareceu em uma transmissão de TV para anunciar a chamada "Iniciativa de Estratégica de Defesa" (SDI, na sigla em inglês), um projeto de guerra espacial.

Esse plano, apelidado de "Guerra nas Estrelas", previa a criação de um sistema defensivo tridimensional, composto por armas de energia direcionada instaladas em satélites no espaço, mísseis interceptadores em bases terrestres e sistemas de defesa lançados de aeronaves de alta altitude. Em resumo, buscava-se estabelecer uma rede de interceptação de mísseis modernos distribuída no solo, no ar e no espaço para reforçar a capacidade defensiva dos Estados Unidos.

Desde a década de 1960, os Estados Unidos vinham desenvolvendo secretamente sua estratégia de militarização do espaço, denominada "Operação Porrete Nuclear Espacial", e promovendo o projeto "Guerra nas Estrelas". Antes mesmo de ser oficialmente revelado pelo governo Reagan, esse plano já havia consumido uma soma astronômica de recursos financeiros.

Na década de 1980, os Estados Unidos criaram o Comando Espacial da Força Aérea e elaboraram um plano para fabricar satélites interceptadores de mísseis, intensificando os preparativos para implantar mísseis nucleares de médio alcance no espaço. Ficou evidente que a implantação de mísseis nucleares estadunidenses nos países membros da OTAN era, na realidade, apenas um componente do plano de "Guerra nas Estrelas".

A partir de novembro de 1983, os países da OTAN começaram a instalar mísseis nucleares estadunidenses em seus territórios. Em abril de 1984, os Estados Unidos realizaram, em seu próprio território e em amplas áreas do Pacífico, um exercício de guerra nuclear chamado "Global Shield 84". Essa simulação envolveu um grande contingente das forças armadas estadunidenses e das tropas da OTAN, além do emprego massivo de equipamentos de guerra, incluindo mísseis balísticos intercontinentais e bombardeiros estratégicos armados com ogivas nucleares.

A OTAN também intensificou sua expansão militar.

De acordo com dados de 1987, entre os 16 países membros da OTAN, excluindo a Espanha e a Islândia, as forças militares combinadas dos 14 restantes somavam 5,782 milhões de soldados, um aumento de 519 mil em relação a 1975. Durante esse período de oito anos, cerca de 3 trilhões de dólares foram gastos no fortalecimento militar.

O caráter belicoso da OTAN foi ainda mais evidenciado no gigantesco exercício de guerra realizado na Alemanha Ocidental em 1988, que resultou em mais de 250 vítimas fatais. Além disso, entre novembro de 1987 e outubro de 1988, a força aérea da OTAN perdeu mais de 100 aeronaves de combate, comprovando o nível de obsessão dessa organização com o confronto nuclear.

A vitalidade do Partido que luta e avança está na base sólida da disciplina férrea

O Partido do Trabalho da Coreia é o mais prestigiado partido revolucionário, com a mais longa história de governo socialista, sendo o poderoso Estado-Maior da Revolução Coreana que guia nosso Estado e povo rumo a vitórias sucessivas. O motivo pelo qual nosso Partido pôde avançar ininterruptamente pelo caminho do triunfo, superando todos os desafios ao longo de seus 80 anos de história, reside no fato de sempre ter dado prioridade ao fortalecimento da disciplina.

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Devemos estabelecer rigorosamente uma disciplina e ordem revolucionárias sob a liderança única do Comitê Central do Partido, fazendo com que todo o Partido se mova de forma unificada."

A disciplina é a alma de um partido revolucionário e a garantia básica para aumentar seu poder de combate. Mesmo um partido com uma longa história e grandes tradições, ou com um número elevado de membros, se não tiver um sistema e uma ordem revolucionária dentro do partido, surgirão elementos desorganizados e negativos, que lentamente enfraquecerão a natureza e a essência do partido, e, no fim, ele cessará de existir. Essa é uma lição que a história nos ensina.

Ao estabelecer uma disciplina rígida no partido e não permitir nenhuma concessão ou compromisso com as manifestações que a contradizem, o nosso Partido tem sido capaz de afirmar seu poder como um partido revolucionário, combativo e progressista, gravando em sua trajetória apenas vitórias.

Hoje, a importância de fortalecer uma disciplina férrea dentro do partido se torna ainda mais evidente. A disciplina não se estabelece automaticamente com regras de trabalho ou princípios de atividade, e não se mantém apenas por ser estabelecida uma vez. Quando as novas gerações, que aprenderam a história do Partido apenas nos livros, tornam-se as principais forças do nosso Partido, se negligenciarmos, mesmo por um momento, o fortalecimento da disciplina partidistas, não conseguiremos preservar a essência revolucionária do Partido e garantir seu desenvolvimento estável e saudável. O motivo pelo qual nosso Partido coloca o fortalecimento da disciplina como um campo independente dentro da construção partidista na nova era e enfatiza de forma consistente o reforço da disciplina partidista em importantes reuniões do Partido está exatamente aqui.

A disciplina férrea é a fonte fundamental que fortalece nosso Partido como uma organização política e ideológica sólida e unida.

Para um partido revolucionário, a tarefa de organizar e purificar ideologicamente o Partido sempre se coloca como a prioridade principal. A consolidação ideológica e organizacional das fileiras do Partido é o fortalecimento e o desenvolvimento do Partido.

A disciplina de nosso Partido é, em essência, a disciplina para a realização da liderança única do líder. No fortalecimento integral do nosso Partido, é uma tarefa essencial garantir que todos os membros tenham a compreensão correta sobre a disciplina e cumpram, de forma consciente, as normas e a ordem estabelecidas no Partido. No entanto, tão importante quanto isso é erradicar completamente até mesmo as menores violações disciplinares que corroem a unidade organizacional e ideológica do Partido. A disciplina é a base para a consolidação organizacional e ideológica do Partido. Somente ao travar uma luta intransigente contra os elementos que perturbam a disciplina interna e ao estabelecer um sistema disciplinar rigoroso, consolidando um ambiente político baseado na unidade ideológica e na liderança única, será possível garantir a pureza e o poderio das fileiras do Partido em um nível ainda mais elevado, fortalecendo ainda mais sua unidade e coesão.

A história registra lições dolorosas de alguns partidos nos países que construíam o socialismo, que não conseguiram resistir à ofensiva contrarrevolucionária dos imperialistas e reacionários e, por fim, baixaram a bandeira que condensava sua ideologia e espírito. A ausência de um rigoroso sistema disciplinar centralizado e a falta de esforços contínuos para defender princípios revolucionários levaram à degeneração ideológica e moral dos membros do partido, tornando-os vulneráveis às manobras dos revisionistas que rejeitavam a liderança do partido. Isso comprova que, se um partido revolucionário não estabelecer uma disciplina férrea e não travar uma luta enérgica contra elementos heterogêneos, sua base se desestabiliza, e, no final, até mesmo um grande partido pode se tornar apenas um registro no passado da história.

Desde o 8º Congresso do Partido, nosso Partido tem reforçado rigorosamente a disciplina e a ordem internas, aprofundando constantemente a luta para consolidar perfeitamente a organização e a ideologia das fileiras partidistas. Como resultado, a ideia revolucionária do Comitê Central do Partido se tornou uma crença inabalável e uma vontade comum de todos os membros, estabelecendo firmemente uma atmosfera revolucionária de absoluta fidelidade à liderança do Comitê Central do Partido.

O fato de termos alcançado grandes conquistas não é motivo para complacência ou arrogância. Com o avanço da época, é necessário fortalecer ainda mais a disciplina. Somente quando a luta para erradicar completamente os elementos ideológicos impróprios e heterogêneos, bem como a raiz de condutas antipartidistas, se tornar parte do trabalho dos próprios membros do Partido e se consolidar como um hábito, será possível garantir solidamente a coesão da fileira revolucionária. Na construção do Partido como uma unidade ideológica pura, uma entidade organizacional coesa e uma força unificada em ação, fundida como uma única cabeça e um único corpo com o Comitê Central do Partido, não pode haver fim ou satisfação. Ao manter ininterruptamente o fortalecimento da ordem revolucionária e da disciplina dentro do Partido, a unidade ideológica e de vontade, bem como a coesão moral e ética do nosso Partido, se consolidarão de forma inabalável.

A disciplina férrea é uma arma poderosa para elevar constantemente a capacidade de liderança e a força combativa do Partido. A liderança e a combatividade do Partido garantem o avanço vitorioso da causa revolucionária. A força de um Partido revolucionário e progressista reside em iluminar o caminho da luta com as linhas e políticas mais corretas e em conduzir o povo, com plena convicção, pelo caminho da vitória.

A disciplina férrea é a garantia fundamental da liderança e da combatividade do nosso Partido. Para que o Partido exerça plenamente sua força combativa como um Estado-Maior poderoso que lidera a revolução e a construção rumo ao sucesso, é essencial que todos os funcionários e militantes do Partido atuem em uníssono. Para isso, a disciplina deve ser reforçada de forma intransigente, estabelecendo uma ordem rigorosa dentro do Partido. Somente ao erradicar completamente até mesmo as menores violações disciplinares que contrariem o sistema de liderança única, a força invencível do Partido se fortalecerá imensamente.

Hoje, nosso Partido avança inabalavelmente a causa revolucionária do Juche com seu robusto poder de liderança. Sob a brilhante visão e a extraordinária direção do Partido do Trabalho da Coreia, as crises nacionais que tentam obstruir o avanço da revolução estão sendo superadas, a dignidade e a honra de nosso Estado estão sendo amplamente exaltadas, e a superioridade absoluta e a vitalidade inesgotável do socialismo ao nosso estilo estão sendo plenamente demonstradas. O fato de termos consolidado de forma inabalável a mais poderosa capacidade de defesa nacional para proteger com segurança o destino de nossa pátria, de nosso povo e de nosso socialismo, bem como o fato de alcançarmos sucessivas realizações milagrosas em toda a construção socialista e elevarmos a dignidade e a posição de nosso Estado ao nível mais elevado, são resultados diretos da atmosfera firmemente estabelecida dentro do Partido, onde todos os membros atuam como um só sob a liderança única do Comitê Central do Partido.

No mundo, existem inúmeros partidos. No entanto, não há partido comparável ao nosso quando se trata de disciplina férrea, que multiplica a força combativa por meio da unidade de pensamento e ação, e de firmeza na execução de seu programa de luta, enfrentando de frente todas as adversidades.

A luta atual para antecipar a era da prosperidade integral do Estado exige que se estabeleça de maneira ainda mais rigorosa o sistema de liderança única do Comitê Central do Partido em toda a organização partidista. Fenômenos como agir como se estivesse acima das regras, violando a disciplina; infringir os direitos do povo, que é a base e a raiz do nosso Partido; adotar formalismo e oportunismo na implementação das resoluções partidistas; buscar uma vida de comodismo e preguiça – tudo isso impede a realização da liderança única do Comitê Central do Partido e freia nosso avanço. Devemos imediatamente acender a chama da luta contra tais desvios e erradicá-los sem piedade desde seu estágio inicial.

Somente ao travar uma luta implacável contra todas as anomalias e fenômenos negativos que contradizem a disciplina do Partido, a ideologia e a liderança do Comitê Central do Partido poderão ser implementadas de maneira mais completa e impecável em toda a construção partidista, nas atividades do Partido, na administração estatal e na vida social como um todo. Assim, a identidade do nosso Partido como uma organização combativa e progressista se tornará ainda mais evidente.

Atualmente, nosso Partido está tomando medidas sucessivas para estabelecer um sistema disciplinar ainda mais rigoroso e promovendo uma onda de fortalecimento da disciplina. A ênfase simultânea no aprimoramento da consciência dos membros do Partido, no fortalecimento da ordem e do sistema de trabalho conforme as funções de cada organização partidista e no estabelecimento estrito de um sistema de supervisão e aplicação da disciplina em todo o Partido reflete a determinação inabalável do Comitê Central do Partido de consolidar a base partidista por meio da disciplina, elevar sua combatividade e aprimorar continuamente o caráter de partido revolucionário.

Todos os funcionários e militantes do Partido devem gravar profundamente a verdade de que a força vital invencível do nosso Partido reside sobre o alicerce de sua disciplina férrea. Independentemente do tempo e das circunstâncias, devem cumprir estritamente a disciplina partidária, fortalecendo e desenvolvendo nosso Partido como uma organização combativa e progressista.

Han Kyong Chol

As características estruturais da nossa sociedade e suas raízes fundamentais

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"Nosso povo apoia e confia absolutamente em nosso socialismo, dedicando sem hesitação seu sangue e suor para proteger e fazer florescer o paraíso socialista, que é sua base de vida e ninho de felicidade."

Cada sociedade possui sua própria estrutura e base. Assim como na engenharia estrutural, onde edifícios altos e superaltos precisam de fundações sólidas, para que o socialismo prospere continuamente, é essencial que sua base popular seja firme, permitindo que o povo experimente e confie em sua superioridade e força. O socialismo deve se sustentar na determinação coletiva de todo o povo, que escolhe compartilhar seu destino com ele e protegê-lo por gerações.

A lealdade do nosso povo ao Partido e ao Governo é um verdadeiro recurso inestimável, impossível de ser adquirido com dinheiro. Ela representa tanto a característica estrutural quanto a base fundamental da nossa sociedade. Nisso reside a invencibilidade, a vitalidade e o promissor futuro do nosso socialismo, que permanece inabalável mesmo diante das piores adversidades e das crescentes manobras opressivas dos imperialistas.

Nossa sociedade socialista, centrada nas massas populares, é a mais avançada, pois garante a dignidade e os direitos do povo, trazendo-lhe felicidade e sorrisos. Em nossa sociedade, tanto a política, a economia e a defesa nacional quanto a cultura e a moralidade existem exclusivamente para o povo, sendo incentivado apenas o que é verdadeiramente popular. As linhas e políticas do Partido e do Estado refletem plenamente a vontade e as exigências do povo, garantindo seu papel e posição em todos os aspectos da vida social. Além disso, os benefícios socialistas são constantemente ampliados, tornando nossa República um verdadeiro Estado do povo.

Atualmente, não há país que não proclame governar em nome do povo. No entanto, a sociedade capitalista é uma sociedade onde 99% da população é explorada para sustentar uma elite privilegiada de 1%, um sistema regido pela lei da selva. Somente quando o poder do Estado age como representante dos direitos independentes das massas populares, como organizador de sua capacidade criativa, como responsável por seu bem-estar e como protetor de sua vida independente e criativa, ele pode ser verdadeiramente considerado um governo que serve ao povo.

Em nosso país, aliviar as dificuldades e preocupações do povo é a prioridade mais urgente e importante. Tudo o que beneficia o povo e tudo o que é popular é considerado o mais justo. Somente nossa República prioriza como tarefa suprema se aproximar ainda mais de seus cidadãos atingidos por desastres naturais e se empenha ao máximo para resolver seus problemas e aliviar seu sofrimento.

Hoje, nosso povo vivencia uma era brilhante em que os ideais que outrora imaginou com convicção se tornam realidade e parte do cotidiano, gritando a toda voz "Viva o Partido do Trabalho!" e "Viva o socialismo!". É uma lei inalterável que, quanto mais crescem as riquezas destinadas ao povo e mais profundo se torna o amor e a dedicação a ele, mais inabalável se torna sua confiança no Partido e no Governo.

O nosso socialismo se enraizou profundamente como a vida e o modo de viver do nosso povo. Os coreanos têm plena certeza da cientificidade e da inevitável vitória do socialismo ao nosso estilo, e sem hesitação dedicam suas vidas à defesa e ao engrandecimento da pátria socialista, que é seu lar e ninho de felicidade.

A união total da sociedade, em que todo o povo acredita incondicionalmente nas políticas do Partido e do Estado, apoiando-as e avançando em perfeita sintonia para sua materialização, reflete a confiança do povo no Partido e no Governo. A elevada organização e a unidade consciente, em que todos os setores e unidades seguem incondicionalmente as resoluções e diretrizes do Partido e do Estado, movendo-se como um só, são fatores cruciais que garantem a vitória em todas as frentes da construção socialista.

Isso ficou claramente demonstrado pela vitória milagrosa na batalha contra a pandemia. As medidas de isolamento regional e quarentena por unidade foram as mais eficazes para conter a propagação do vírus, mas nossa República foi o único país a implementá-las de forma abrangente e rigorosa em todo o território nacional. Foi porque todo o povo aceitou as normas e diretrizes da emergência sanitária como a vontade do Partido e como um dever patriótico, cumprindo-as de maneira voluntária e consciente, que conseguimos manter a iniciativa e assegurar uma vitória sem precedentes na história da saúde global.

Hoje, a convicção e o otimismo por um futuro brilhante permeiam todo o país, e nosso socialismo avança vigorosamente, impulsionado pela inabalável confiança do povo no Partido e no Governo.

Nosso Partido, nosso país e nossa sociedade pertencem ao povo: são o Partido do povo, o país do povo, a sociedade do povo.

Todos os funcionários, militantes do Partido e trabalhadores devem gravar ainda mais profundamente no coração a superioridade e a vitalidade do nosso socialismo, assumindo plenamente suas responsabilidades e papéis na luta para inaugurar uma nova era de prosperidade integral do Estado.

Pak Ju Song