terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

Como os direitos de propriedade intelectual são protegidos em nosso país?


Conheçamos bem as demandas legais e as cumpramos cabalmente!

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"A lei da República é uma arma poderosa para defender as conquistas da revolução, consolidar e desenvolver o sistema socialista e garantir os direitos e interesses do povo."

No mundo, há muitos países e nações, mas não existe um povo que, como o nosso, desfrute plenamente de uma vida independente e criativa sob a proteção rigorosa da lei em um sistema socialista superior. Graças à lei socialista, nosso povo tem seus direitos independentes e atividades criativas plenamente garantidos em todas as esferas da vida social, incluindo a política, a economia e a cultura.

Então, como é realizada a proteção dos direitos de propriedade intelectual em nosso país?

O Capítulo 4 do Código Civil da República Popular Democrática da Coreia esclarece detalhadamente a proteção legal dos direitos de propriedade intelectual.

Os direitos de propriedade intelectual são direitos exclusivos que permitem aos participantes das relações civis possuir, de acordo com a lei, os resultados de seu trabalho intelectual criativo. Em outras palavras, referem-se à propriedade sobre criações intelectuais nas áreas de pensamento, literatura, arte e ciência e tecnologia.

O Código Civil estabelece que, no caso de uma organização, empresa ou entidade que tenha obtido o direito de invenção ou a patente não conceder ao inventor a remuneração estipulada, este pode exigir uma compensação por danos.

Além disso, se uma parte contratual que tenha recebido autorização para usar uma invenção de um titular de patente ou tenha adquirido os direitos de patente não pagar o valor estipulado dentro do prazo estabelecido, o titular da patente pode reivindicar compensação por danos. Se uma organização, empresa ou entidade que tenha recebido uma licença compulsória do órgão central de supervisão da propriedade intelectual não pagar a compensação correspondente ao titular da patente, este também pode exigir uma indenização.

A lei também regulamenta o pagamento pelo uso de obras protegidas por direitos autorais, bem como as transações e pagamentos relativos à transferência e concessão de marcas registradas.

As instituições, empresas e cidadãos que utilizam obras não pagam a quantia estipulada ao titular dos direitos autorais ou aos titulares de direitos conexos, têm o direito de exigir compensação por danos. Além disso, se uma parte que adquiriu os direitos de uma marca ou obteve autorização para utilizá-la não pagar o valor estipulado dentro do prazo acordado, o titular da marca também pode reivindicar compensação.

A legislação que protege os direitos de propriedade intelectual inclui a lei de direitos autorais, que estabelece rigorosos sistemas e ordens relacionados à criação, uso e difusão de obras, bem como à proteção dos direitos autorais e conexos, com a missão de contribuir para o desenvolvimento sociocultural.

Essa lei determina que o Estado deve proteger os direitos autorais e conexos, assegurando que instituições, empresas, organizações e cidadãos que contribuem para o progresso e desenvolvimento social por meio da criação e difusão de obras possam usufruir de benefícios reais.

As obras mencionadas na lei incluem obras literárias, como romances e poesias, obras musicais, obras de artes cênicas como peças e óperas, obras audiovisuais como filmes e programas de televisão, obras de arte visual, desenhos, obras arquitetônicas e softwares.

Instituições, empresas e cidadãos podem adaptar obras originais por meio de métodos como edição, arranjo, tradução e adaptação para criar novas obras. Neste caso, não devem infringir os direitos do autor da obra original. Os direitos autorais surgem a partir da conclusão da criação da obra e pertencem ao criador da obra e àqueles que obtiveram permissão de direitos ou a transferência desses direitos.

Os titulares de direitos autorais ou conexos podem, por meio de um contrato escrito, conceder ou transferir total ou parcialmente seus direitos patrimoniais a terceiros, sendo necessário registrar o contrato na instituição de gestão de direitos autorais para que tenha validade.

A lei de direitos autorais também estabelece disposições sobre a compensação ao autor. O titular dos direitos que obtém lucro utilizando uma obra criada deve pagar ao autor a parte acordada, e as normas financeiras relacionadas à compensação são definidas pelo órgão central de supervisão financeira.

Além disso, a lei regulamenta especificamente a proibição de violações dos direitos autorais e conexos.

As violações dos direitos autorais e conexos incluem atos como a apresentação de obras sem autorização, a atribuição de autoria a alguém que não é o autor, a distorção ou modificação de obras sem permissão, o plágio, a não compensação financeira devida, a gravação de apresentações sem a autorização do artista, e a posse ou distribuição de objetos ou meios utilizados em violações de direitos autorais e conexos, cientes de sua ilegalidade.

Além disso, no nosso país, os direitos de propriedade intelectual são rigorosamente protegidos por meio de leis de patentes, invenções e marcas registradas, que estabelecem sistemas e ordens para o pedido e revisão de patentes e a proteção de invenções, promovendo a criatividade e o uso de inovações, contribuindo assim para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e economia popular.

Todos devem ter em mente que a superioridade da lei socialista garante não apenas o destino de cada cidadão, mas também cuida de sua vida. É um dever sagrado dos cidadãos respeitar e cumprir a lei, levando isso a sério e agindo com sinceridade.

An Song Il

A implementação do Acordo da AUKUS que agrava ainda mais a situação regional

Recentemente, a Austrália efetuou o primeiro pagamento de 500 milhões de dólares aos EUA conforme o acordo da AUKUS. O ministro da Defesa australiano afirmou que esse pagamento apoiará a indústria de submarinos dos EUA, permitindo a entrega dos submarinos da classe Virginia à Austrália.

A AUKUS, estabelecida em setembro de 2021 como uma aliança de segurança trilateral entre os EUA, o Reino Unido e a Austrália, tem sido criticada por contornar o regime internacional de não proliferação nuclear e por ser um pacto de submarinos nucleares destinado a garantir a hegemonia nuclear na região da Ásia-Pacífico. Muitos a comparam a uma mina nuclear submersa nessa área. O elemento central da AUKUS é o fornecimento de submarinos nucleares à Austrália.

A mídia aponta que os submarinos construídos sob esse pacto não atendem às necessidades defensivas da Austrália, mas sim aos arriscados planos militares dos EUA para dominar a região da Ásia-Pacífico.

De fato, em janeiro passado, o presidente do Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes dos EUA declarou que a Austrália é um "trampolim contra a China" e que, por essa razão, a AUKUS é crucial. Segundo ele, a Austrália é um posto avançado para promover os interesses hegemônicos dos EUA na região da Ásia-Pacífico. Ele ainda afirmou que, caso ocorra uma Terceira Guerra Mundial, "há uma grande chance de que seja na região do Indo-Pacífico", e, por isso, a Austrália deve ser transformada em uma fortaleza dos EUA.

Seguindo esse roteiro, a AUKUS tem adotado medidas extremamente perigosas nos últimos anos.

No ano passado, em agosto, o submarino nuclear americano Hawai atracou na Austrália sob o pretexto de manutenção. Até então, os EUA realizavam exclusivamente em seu próprio território a manutenção de submarinos nucleares, mas agora estão tentando transformar a Austrália em sua base permanente de manutenção e logística para esses submarinos. Na época, autoridades militares dos EUA, do Reino Unido e da Austrália afirmaram que essa era "uma medida essencial dos membros da AUKUS para conter ações agressivas na região do Indo-Pacífico".

Em outubro, as marinhas dos EUA, do Reino Unido e da Austrália conduziram um teste no qual navios não tripulados, localizados em Portugal, foram controlados remotamente a partir da Austrália, a cerca de 16.000 km de distância. Eles alegaram que isso demonstrava a "capacidade das marinhas da AUKUS de comandar e controlar embarcações do outro lado do mundo". Além disso, destacaram que tais avanços contribuíam para a realização de operações coordenadas entre sistemas tripulados e não tripulados, permitindo que "nos preparemos para lutar e vencer em qualquer parte deste planeta, desde o fundo do mar até o espaço".

Pouco depois, realizaram um exercício naval conjunto baseado em sistemas não tripulados, com o Japão participando como observador. O comando militar dos EUA declarou que a cooperação entre a AUKUS e o Japão nesse setor se aprofundaria ainda mais e que, embora nesta ocasião o Japão tenha participado apenas como observador, em futuros exercícios desse tipo ele se equipará e participará oficialmente.

Os submarinos nucleares que os EUA estão fornecendo à Austrália desempenham um papel de apoio para que os submarinos nucleares estadunidenses possam ser estrategicamente posicionados no Mar do Sul da China e em outras áreas-chave. Além disso, os portos australianos são usados para manutenção dos submarinos nucleares dos EUA e do Reino Unido, eliminando a necessidade de esses submarinos retornarem a seus países de origem para reabastecimento e suporte logístico.

O fortalecimento das alianças militares dos EUA na região da Ásia-Pacífico tem gerado preocupação e vigilância por parte dos países da região.

Uma agência de notícias de um determinado país revelou que, nos últimos anos, os EUA têm buscado integrar várias alianças, como EUA-Japão-República da Coreia, EUA-Reino Unido-Austrália, EUA-Japão-Austrália e EUA-Japão-Filipinas, além de tentar expandir e consolidar um sistema de alianças militares ainda maior. Ao mesmo tempo, têm promovido tanto a "Otanização" da Ásia-Pacífico quanto a "Asiatização" da OTAN. A reportagem destacou que todas essas alianças militares, supostamente estabelecidas sob o pretexto da "defesa coletiva", são, em essência, ferramentas que servem aos interesses hegemônicos dos EUA, alertando para os perigos dessa estratégia.

O fato de que os EUA são os principais responsáveis pela destruição da paz e da estabilidade mundial e pelo caos global não pode ser ocultado. A insistência dos EUA em uma estratégia de alianças ultrapassada, dividindo o mundo em blocos e instigando conflitos onde quer que cheguem, constitui um ato criminoso que ameaça claramente a paz global.

Embora os EUA tentem desesperadamente manter sua hegemonia na região da Ásia-Pacífico, a consequência inevitável será o aumento da pressão militar sobre blocos de confronto como a AUKUS. A implementação do Acordo da AUKUS só levará a uma maior deterioração da situação regional.

Ho Yong Min

Rodong Sinmun

Estimado camarada Kim Jong Un visita Escola Geral de Oficiais Kang Kon

A prestigiosa escola militar, que registrou inúmeras proezas orgulhosas em seu estandarte ao cumprir magnificamente sua missão de formar os pilares das unidades de base e oficiais primários militares que garantirão com firmeza a grandeza e invencibilidade do heroico Exército Popular da Coreia, celebrou com orgulho o momento histórico de seus 80 anos de desenvolvimento.

O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, visitou no dia 25 a Escola Geral de Oficiais Kang Kon, órgão matriz da educação militar do Estado e a base de formação de oficiais mais prestigiosa.

Acompanhavam-no o vice-presidente da Comissão Militar Central e secretário do Comitê Central do PTC, Pak Jong Chon, o ministro da Defesa Nacional da RPDC, No Kwang Chol, e outros membros da CMC do PTC.

Como primeiro destino, o Secretário-Geral visitou o busto do combatente revolucionário antijaponês Kang Kon, camarada mais fiel do grande Líder camarada Kim Il Sung e comandante militar competente, e depositou uma oferenda floral.

Na fita da oferenda estava escrito: "Nosso exército recordará sempre seu nome, Kang Kon".

Prestou sublime homenagem à grande geração fundadora do exército, recordando as proezas imortais do primeiro chefe do Estado-Maior Geral do EPC, que dedicou sua valiosa vida à sagrada causa do nascimento e fortalecimento extraordinário das forças armadas regulares de caráter revolucionário da República.

Foi realizada a cerimônia de recepção ao Chefe de Estado.

Todos os professores, funcionários e alunos da escola de oficiais entoaram estrondosas aclamações ao Comandante de Aço, que inaugura a era de máximo esplendor do fortalecimento do poderio militar nos anais da pátria ao dirigir sabiamente a causa da construção de um exército poderoso de tipo jucheano.

Um professor e um estudante lhe ofereceram ramos de flores, refletindo o desejo unânime de todos os membros do corpo docente.

Respondendo às aclamações entusiásticas, o Secretário-Geral saudou cordialmente todos os professores, que não poupam esforços para a inovação e o desenvolvimento incessantes na formação de quadros militares, guardando com pura consciência a instituição sagrada confiada a eles pelo Partido e pela pátria, e os alunos que se preparam para se tornar excelentes oficiais do futuro.

Passou em revista o desfile dos professores, funcionários e cadetes e assistiu a uma demonstração modelo de kyoksul.

Tomados pela emoção e cheios de moral por receberem em sua escola o Comandante Supremo das Forças Armadas da República, os alunos expressaram sem reservas seu ímpeto combativo, demonstrando que, em apoio à orientação do Partido sobre a revolução dos exercícios e da instrução militar, se preparam ideológica e politicamente, técnico-militarmente e fisicamente.

Guiado pelos altos quadros da instituição, percorreu diversos locais do recinto escolar, como a sala de estudo de táticas, a de administração e comando das unidades, a de topografia militar e o centro de tiro.

O Secretário-Geral do Partido destacou que, no heroico percurso das forças armadas, tropas principais da defesa nacional que impulsionaram o auge contínuo da revolução, estão registrados os valiosos méritos das instituições de educação militar, que sempre defenderam a base fundamental do exército.

No entanto, afirmou que não há outra academia militar tão nobre e orgulhosa em sua história e tradição quanto a Escola Geral de Oficiais Kang Kon.

"A escola recebeu o primeiro estandarte das forças armadas da República e esteve à frente do primeiro desfile militar do exército regular, o que evidencia a posição excepcional que essa instituição ocupa na gloriosa história da construção do exército", avaliou.

"A academia defende, mantém e desenvolve com firmeza sua história e tradição sagradas na vanguarda dos órgãos de educação militar de todos os níveis, o que desempenha um papel importante na materialização da política militar do Partido, voltada para consolidar ainda mais a base do Exército Popular e abrir um caminho amplo para o fortalecimento de todo o exército", ressaltou.

Após averiguar em detalhe o estado da educação militar da escola, mencionou problemas como a administração e a operação das instalações docentes e o ambiente pedagógico, que não correspondem à exigência política do Partido para a construção de um exército poderoso, de caráter contemporâneo e avançado. Repreendeu o Comitê do Partido no EPC e os departamentos de direção política dos órgãos de educação militar por não cumprirem satisfatoriamente sua responsabilidade e seu papel.

"Essa instituição é o primeiro órgão de educação militar do Estado, o centro de formação de quadros militares e o símbolo da regularidade e combatividade do EPC", afirmou, acrescentando que apenas seu nobre nome já reflete sua importância no fortalecimento e desenvolvimento das forças armadas revolucionárias.

"Se hoje temos a nobre tradição da geração fundadora do exército, que realizou milagres lendários na construção do exército a partir das ruínas, e contamos com a própria força forjada em meio a dificuldades, por que não podemos remodelar as bases de formação de oficiais, ligadas ao futuro de nosso exército, em conformidade com os princípios da pedagogia contemporânea e o nível da cultura moderna?", questionou, dando instruções preciosas para a plena implementação da política partidista sobre a educação militar.

"O Partido concede grande importância a essa academia porque seus graduados estão ao lado dos soldados, base do exército. Embora seu primeiro cargo não seja elevado, eles podem crescer e se tornar bravos combatentes que sempre saem vitoriosos ao iniciarem bem sua carreira militar", pontuou, expressando sua inabalável determinação de fortalecer o exército como a força mais poderosa, sempre vitoriosa e capaz de conquistar qualquer objetivo, por meio de uma transformação gigantesca na área da educação militar.

"Tanto ontem e hoje como no futuro, a educação militar deve ser considerada como o eterno escalão de primeira linha e a frente do fortalecimento da capacidade militar. O caminho correto para a formação de um exército poderoso está em intensificar ainda mais as chamas da revolução no ensino militar, e essa é a teoria invariável do Partido", afirmou.

Declarou sua decisão de remodelar essa escola militar como uma unidade modelo na formação de comandantes militares, onde a cultura da educação moderna seja perfeitamente materializada, e transformar por completo o setor de ensino militar do país.

O Secretário-Geral presenciou a competição de tiro de combate entre professores e alunos da escola, bem como seus treinamentos com equipamentos esportivos universais.

Explicou que o fortalecimento qualitativo e o poderio do exército dependem de como são formados os oficiais de base das unidades táticas. Acrescentou que o setor de educação militar deve, antes de transmitir conhecimentos militares, incutir nos cadetes uma firme consciência revolucionária para realizar a revolução. "Também tem o dever de prepará-los como combatentes prontos para a guerra real, dotados de habilidade infalível no tiro, táticas de combate avançadas e grande resistência física", destacou.

"A principal missão da Escola Geral de Oficiais Kang Kon é consolidar, por todos os meios, os alicerces do exército poderoso, formando heróis que saibam dedicar tudo ao serviço militar em prol do Partido, da revolução e do povo, cumprindo impecavelmente qualquer missão difícil", destacou e apontou que a escola deve ensinar a seus alunos o espírito de fidelidade e o patriotismo mantidos pelos altos funcionários das forças armadas revolucionárias desde a primeira geração fundadora do exército até os dias atuais.

Comentou que, no atual cenário internacional, em que a agressividade e belicosidade dos imperialistas se tornam mais evidentes do que nunca na história e as guerras e carnificinas são reportadas como algo cotidiano, as forças armadas devem se preparar rigorosamente para a guerra.

Apresentou tarefas programáticas para que o setor de ensino militar intensifique a educação, priorizando o treinamento prático. Ressaltou que todos os cadetes devem assimilar, por conta própria, as experiências de combate real adquiridas nos campos de batalha atuais, preparar-se como talentos militares experientes, dominar os armamentos, equipamentos e materiais de combate em acelerado desenvolvimento e se dotar da capacidade de comando compatível com a guerra moderna.

No mesmo dia, o Secretário-Geral tirou uma foto de recordação junto com os professores, funcionários e alunos da escola.

O recinto escolar foi estremecido pelas aclamações de todos os presentes, que expressaram sua emoção por receberem essa grande confiança, um tesouro a ser guardado para sempre sob a glória e felicidade com que sonharam nos dias de serviço militar.

O Secretário-Geral manifestou sua esperança e convicção de que essa instituição contribuirá ativamente para a materialização da causa do Partido na construção de um exército poderoso, dando continuidade à sua sagrada tradição e às valiosas façanhas de ter consolidado e mantido firmemente a posição fundamental das forças armadas revolucionárias. Afirmou que ela continuará sendo a pedra angular do exército poderoso, formando muitos comandantes competentes, infinitamente fiéis ao Partido, à revolução, à pátria e ao povo, e dotados da capacidade executiva para a guerra.

Os professores, funcionários e alunos da escola bradaram em uníssono "defesa ao risco da vida", refletindo seu juramento de fidelidade ao grande General.

Essa histórica orientação do Secretário-Geral marca um ponto de virada decisivo, estabelecendo a base para mudanças e progressos visíveis na revolução da educação militar da nova era, além de ser um acontecimento de grande importância para fortalecer o EPC como um exército poderoso e imbatível.

Fotos

Tática de esvaziamento do campo e defesa da fortaleza

Essa tática ocupa um lugar importante na história da guerra anti-invasão de nossos antepassados, incluindo Koguryo.

Ela consiste em deixar as aldeias e os campos sem um único grão ou gota d’água e se defender dentro do castelo, forçando assim os invasores a serem expulsos do país devido à fome e ao frio intensos.

O amplo uso dessa tática deveu-se ao fato de haver condições naturais e geográficas em muitas áreas montanhosas e acidentadas, onde poderiam ser construídos castelos defensivos fortes.

Um exemplo típico foi a aplicação dessa tática por proposta do ministro de Estado Myongnimdapbu, quando as grandes tropas da dinastia Han Posterior invadiram em 172.

Site da Grande Casa de Estudos do Povo

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Estimado camarada Kim Jong Un visita Academia Militar Política Kim Il Sung

A concepção revolucionária própria do heroico Exército Popular da Coreia, seu firme espírito patriótico e sua combatividade sem igual se manifestam como méritos lendários inéditos na trajetória sagrada para um país próspero e um exército poderoso, orientada pelo invencível Partido do Trabalho da Coreia. Neste momento, ficaram impressas no berço do poderio ídeo-político do exército e baluarte estratégico da construção do exército poderoso as marcas da grande direção que conferem enorme força propulsora a seus passos majestosos.

O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do PTC e Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, visitou no dia 24 a Academia Militar Política Kim Il Sung, a mais alta instituição das forças armadas revolucionárias de caráter jucheano.

Todos os professores, funcionários e cadetes da academia, bem como os militares da subunidade diretamente subordinada a ela, estavam profundamente emocionados e jubilosos, aguardando o momento glorioso de receber em sua academia o grande e querido General no ano histórico do 80º aniversário de sua fundação.

Com a chegada do Secretário-Geral, explodiram estrondosas aclamações dos oficiais e soldados do Exército Popular ao General sem igual, que glorifica com vitórias e honras eternas a brilhante trajetória das forças armadas revolucionárias com sua extraordinária ideia de construção militar e sua direção abnegada, inaugurando uma nova era dourada na construção do exército poderoso com a doutrina de dar primazia à ideologia.

A academia recebeu respeitosamente o chefe de Estado.

O Secretário-Geral recebeu o relatório de recepção do reitor da unidade e prestou homenagem militante ao glorioso estandarte.

Um professor e um estudante da academia lhe ofereceram ramos de flores, expressando o sentimento de infinita veneração.

Respondendo às aclamações entusiásticas, o Secretário-Geral saudou cordialmente os professores e funcionários que garantem, com firme espírito revolucionário e brilhantes êxitos docentes e científicos, a sagrada causa da transformação do exército na vanguarda ideológica, bem como os cadetes que se preparam como futuros funcionários políticos promissores.

Acompanharam-no o vice-presidente da Comissão Militar Central e secretário do Comitê Central do PTC, Pak Jong Chon, o ministro da Defesa Nacional da RPDC, No Kwang Chol, e outros membros da CMC do PTC.

Houve um desfile dos professores, funcionários e matriculados com os estandartes impregnados da honra e das grandes proezas da academia.

O Secretário-Geral proferiu um discurso programático digno de ser registrado com letras maiúsculas nos anais da construção do autóctone exército poderoso.

"Apesar da passagem do tempo e das tremendas mudanças da história, os traços ídeo-políticos de nosso exército continuam sempre dignos e fiéis perante a geração fundadora do exército, a pátria e o povo, algo inconcebível sem as proezas da Academia Militar Política Kim Il Sung, que vem cumprindo satisfatoriamente seu papel na posição-chave para garantir a sucessão do coletivo armado revolucionário", iniciou.

Prosseguiu afirmando que, na nova época de grandes transformações, a fama da academia brilha com dignidade, e sua existência se destaca com um significado extraordinário, pois ela é o local onde se cultiva a essência do poderoso exército revolucionário, identificado com a ideia do Partido e absolutamente fiel à sua orientação.

"Ao longo da história da construção do autóctone exército, as armas de nossas fileiras se desenvolveram de forma inacreditável, mas a ideia carregada por elas nunca mudou", disse, acrescentando que a academia permaneceu infinitamente fiel à sua missão e dever na trajetória da luta revolucionária, na qual se comprova nitidamente o poderio da doutrina de dar primazia à ideologia.

Evocou com profunda emoção a honrosa trajetória da academia, que, ao longo de 80 anos desde sua fundação, fez uma grande contribuição à continuidade da causa revolucionária ao formar inúmeros comunistas.

"Nosso Partido sempre coloca ao lado das proezas heroicas do Exército Popular os funcionários políticos que fomentam seu nobre espírito e bravura, além de sua escola", destacou.

"A maior proeza deste celeiro foi ter atribuído como qualidade típica de nosso exército a fidelidade e o heroísmo incomparáveis, pelos quais responde ao chamado da pátria dedicando tudo de si e guardando como sua própria vida os estandartes de glória", avaliou, rendendo tributo aos esforços dos educadores na formação do poderoso exército do Partido.

"Nosso exército, defensor da causa, do Estado e do povo mais justos, deve ser merecidamente o mais poderoso do mundo", afirmou, ressaltando que o maior poder e a supremacia que as forças armadas revolucionárias devem manter para cumprir essa importantíssima missão histórica e pesada responsabilidade são a supremacia ídeo-política e a superioridade espiritual e moral do exército do Partido e do povo.

"Nos séculos passados, todos os países consideravam o soldado e a arma como dois fatores principais das forças armadas e, até os dias atuais no século XXI, não se libertaram da teoria de priorizar a tecnologia militar na construção das forças armadas e na condução da guerra", lamentou.

"Ao analisar tanto as guerras passadas quanto as modernas, ficou evidente a limitação dessa teoria que negligenciou a construção ideológica do exército", mencionou.

"A superioridade ideológica e moral do exército é precisamente sua vantagem qualitativa", ressaltou, enfatizando que, antes de equipar o exército com tecnologia militar, é necessário armá-lo com ideologia. Expressou sua convicção de que o soldado, a arma e a ideologia constituem os três fatores principais das forças armadas.

"Como as armas sem ideologia não passam de pedaços de ferro, é fundamental fortalecer prioritariamente e de maneira qualitativa as forças políticas do exército", destacou, acrescentando que, mais uma vez, se chega à clara conclusão de que esse é o caminho correto para edificar um exército poderoso.

"Assim, a orientação para a construção de nosso exército consiste em tornar sua fileira combativa altamente seletiva, sempre dando prioridade à construção de um exército forte em termos ideo-políticos e morais, e, em seguida, ao desenvolvimento acelerado do equipamento técnico militar", apontou.

"Hoje, ao empreendermos uma campanha sem precedentes desde a fundação do Estado, mesmo em meio a uma situação mundial em rápida transformação, o papel de nosso exército na conclusão bem-sucedida dos projetos estratégicos e das políticas do Estado é mais importante do que nunca", afirmou.

"Para cumprir satisfatoriamente sua missão e papel, que se tornam cada vez mais pesados, precisamos de funcionários políticos que estejam sempre na vanguarda das atividades militares, despertando a capacidade ideológica para concretizar as linhas e políticas do Partido", enfatizou, enumerando a missão e o papel fundamentais da Academia Militar Política Kim Il Sung como a mais alta instituição político-militar responsável pela formação das forças políticas do exército.

"Os funcionários políticos, educadores dos militares, não correspondem devidamente às exigências e expectativas do Comitê Central do Partido", mencionou. Após analisar as causas dessas deficiências, detalhou as tarefas conjuntas a serem cumpridas pelos professores, funcionários e cadetes na campanha para aperfeiçoar ainda mais a preparação política, ideológica, espiritual e moral do exército.

"Dada a posição e missão cruciais da academia, diretamente ligadas ao futuro de nossa revolução, essa instituição deve se tornar a melhor entre os centros de ensino superior", afirmou, revelando a firme decisão do Partido de reformular completamente suas condições e ambiente de ensino.

Ressaltou que as forças armadas revolucionárias se fortalecerão ainda mais e seu poder invencível se multiplicará incessantemente quando essa academia for ainda mais fiel à sua missão como base principal da concretização da linha do Partido para o fortalecimento ideo-político do exército e como centro que cultiva o heroísmo das tropas. Afirmou que a dignidade e a glória imortais do heroico Exército Popular da Coreia brilharão eternamente junto a essa instituição, que dá continuidade ao seu sagrado legado e à sua tradição invencível.

Ao término do discurso, irromperam novamente aclamações de todos os presentes, que compreenderam uma teoria revolucionária original para a construção do exército, iluminando, com perspicácia ideo-teórica, clarividência profunda e uma dissertação brilhante, os caminhos para fortalecer e desenvolver as forças armadas revolucionárias como as vanguardas mais seletivas ideologicamente e invencíveis em combatividade máxima.

O Secretário-Geral visitou vários locais da academia, incluindo a sala de estudos sobre a construção do Partido do Trabalho da Coreia, a sala de controle geral de informações didáticas e a exposição permanente dos êxitos educacionais.

"Se nosso exército é um elemento indispensável para o destino e o futuro da pátria e do povo, então essa academia, assim como os educadores e funcionários que nela trabalham com dedicação, são igualmente imprescindíveis para esse exército", afirmou.

Reiterou que o exército é firme no campo ideo-político e sua combatividade é extremamente poderosa graças à academia, que ensina de forma contínua os funcionários políticos de todas as gerações, formando-os como quadros capacitados para impregnar todo o exército com a ideologia do Partido.

Após ouvir os debates dos cadetes sobre as direções do trabalho político do partido, deu valiosas instruções para que os matriculados se formem como funcionários políticos versados na ideia e teoria militares autóctones do Partido, preparados para conduzir com habilidade as atividades políticas partidistas em diferentes circunstâncias de combate e como ativistas políticos que impulsionem com vigor a transformação de todo o exército em uma elite ideológica e espiritual, além de aperfeiçoar os preparativos de guerra.

Exortou todos os professores a comprovarem com suas ações, capacidades e personalidades, perante o Partido e seus discípulos, o que significa ser um verdadeiro revolucionário antes de ser um educador. Pediu-lhes que contribuam de maneira substancial para a renovação e o desenvolvimento da formação dos funcionários políticos partidistas, demonstrando fidelidade inabalável, puro sentimento patriótico, aptidão impecável e prestígio científico-teórico.

Em seguida, posou para uma foto com os professores, funcionários e estudantes em comemoração à sua visita à academia.

Quando o Secretário-Geral se dirigiu ao local da fotografia, todos os presentes expressaram um infinito agradecimento a esse querido líder, que ao visitar a academia apresentou um grande programa imortal para inaugurar uma nova era de mudanças na formação dos funcionários políticos do exército revolucionário, concedendo amor e benevolência que serão transmitidos de geração em geração.

O Secretário-Geral também se encontrou com os alunos exemplares nos estudos e na vida militar para incentivá-los e posou para uma foto junto com todos os professores, funcionários e matriculados.

"Nosso Partido deposita uma confiança inigualável nesses revolucionários de elite e neles coloca uma esperança excepcional, reconhecendo seu papel fundamental", destacou. Expressou sua esperança e convicção de que todos eles se tornarão pilares e alicerces do exército revolucionário, firmes no espírito do Partido do Trabalho da Coreia e fiéis ao cumprimento de suas missões.

Neste dia, o Secretário-Geral assistiu à competição esportiva entre os professores, funcionários e cadetes da Academia Militar Política Kim Il Sung e da Escola Geral de Oficiais Kang Kon.

As duas renomadas instituições de ensino do Exército Popular da Coreia se enfrentaram em partidas de futebol e voleibol.

A partida de futebol foi disputada em um clima acirrado e terminou empatada em 1 a 1.

Na disputa de pênaltis, a Academia Militar Política Kim Il Sung venceu seu adversário por 5 a 3.

No voleibol, a academia política saiu vitoriosa com um placar de 3 a 1.

Todos os participantes prestaram a mais alta homenagem ao Secretário-Geral, que passou o dia inteiro ao lado dos educadores militares, incentivando-os a cumprir sua honrosa missão de fortalecer ainda mais o poderio político e militar do heroico Exército Popular da Coreia, e reafirmaram sua determinação de apoiar com lealdade absoluta e notáveis êxitos educacionais a ideologia e a liderança do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia.

A visita de orientação do Secretário-Geral a esta instituição ficará registrada nos anais como um marco histórico que proporcionou ao heroico Exército Popular da Coreia — orgulho do Partido, Estado e povo, e símbolo de força — uma diretriz ídeo-teórica que lhe permitirá continuar ostentando a glória de ser um exército forte tanto no campo ídeo-político quanto no moral, consolidando por todos os meios seu poderio formidável, capaz de frustrar de imediato qualquer inimigo e desafio.

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A segunda "Grande Guerra da Ásia Oriental" jamais será permitida: comentário da Agência Central de Notícias da Coreia

O Japão está se agitando como nunca antes, conspirando com forças externas para trazer novamente calamidades à região da Ásia-Pacífico.

Recentemente, isso se manifestou claramente quando o Japão mobilizou o grande destróier "Kaga" da chamada "Força de Autodefesa Marítima" e, pela primeira vez na região da Ásia-Pacífico, realizou um treinamento conjunto de quase dez dias com forças estratégicas estrangeiras, incluindo porta-aviões da Marinha dos EUA e da Marinha Francesa.

Um dos principais fatores que estão gerando o perigo de destruição do equilíbrio de forças na região e a formação de um novo quadro de confronto é a atuação servil do Japão, que, sob o pretexto da "segurança", não para de chamar os belicistas do outro lado do oceano.

Somente no ano passado, o Japão, alegando uma "ameaça crescente" por parte dos países vizinhos, conspirou com forças externas para agravar ainda mais a situação regional.

Além de se engajar ativamente nos blocos de confronto Quad e Squad, o Japão chegou a tomar parte nos conluios do AUKUS, um grupo exclusivista dos anglo-saxões, em uma tentativa frenética de ser reconhecido como membro oficial dessa aliança.

Tendo estendido suas mãos a praticamente todos os blocos militares da região, o Japão não parou por aí. Ele também se aliou aos esforços dos EUA para construir a chamada "OTAN da Ásia", baseada no eixo trilateral EUA-Japão-República da Coreia, e expandiu a cooperação militar com os países membros da OTAN, demonstrando um entusiasmo desmedido.

Como parte desse movimento, logo no início do ano, o Japão chegou a estabelecer uma missão permanente independente junto à OTAN.

Diante desse cenário, o número de treinamentos militares conjuntos tem sido incontável.

Somente neste ano, o Japão já levou para seu território forças de invasão estrangeiras de mais de dez países, incluindo os EUA e o Reino Unido, e tem se empenhado em exercícios de transporte aéreo de grande escala visando ataques surpresa contra os países vizinhos.

Enquanto o Japão acelera seus preparativos para uma guerra de agressão, promovendo o desenvolvimento e a aquisição de meios de ataque de longo alcance e transferindo os quartéis-generais das chamadas "Forças de Autodefesa" para instalações subterrâneas, ele também tem posicionado de fato porta-aviões em locais distantes da linha de "defesa exclusiva" que afirma seguir, unindo-se a forças invasoras estrangeiras. Essa realidade evidencia que a ambição imperialista japonesa de agressão externa já entrou em sua fase de execução.

Não é exagero que a comunidade internacional aponte o Japão como o principal elemento destrutivo da paz e estabilidade da região e o critique como "o guia da OTAN".

Por mais que o Japão tente encobrir suas intenções com pretextos como a "agravante situação de segurança ao redor", suas marcas militaristas de ambição reacionária jamais desaparecerão.

Os tempos em que o chamado "Exército Imperial" iniciava guerras à sua vontade, como fez com a "Grande Guerra da Ásia Oriental", já ficaram para trás.

Os países da região, que sofreram imensos danos com a agressão japonesa no século passado, jamais permitirão que os descendentes do "Exército Imperial" desenterrem o velho sonho da "Esfera de Coprosperidade da Grande Ásia Oriental" e provoquem uma segunda "Grande Guerra da Ásia Oriental".

China rechaça proposta de políticos estadunidenses de recuperar “relações diplomáticas oficiais” com Taiwan

Recentemente, alguns republicanos da Câmara dos Representantes dos EUA apresentaram o chamado "projeto de resoluções", no qual solicitaram a abolição da política de uma única China e a recuperação das "relações diplomáticas oficiais" entre seu país e Taiwan. Diante disso, o porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado da China expressou uma forte oposição e rejeição.

"Taiwan é uma parte inalienável do território chinês, e o princípio de uma única China é a norma principal das relações internacionais, sendo o fundamento político e a premissa essencial para o estabelecimento e o desenvolvimento das relações diplomáticas entre a China e os EUA", enfatizou.

"Um punhado de políticos estadunidenses tenta nadar contra a correnteza da história, violando seu compromisso com o princípio de uma única China estabelecido nos 3 comunicados conjuntos entre os dois países", afirmou, expressando forte oposição.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia