segunda-feira, 27 de maio de 2024

Informação da ACNC sobre o fracasso do lançamento do satélite de reconhecimento militar


Em relação a que ocorreu um acidente no lançamento do satélite de reconhecimento militar, a Agência Central de Notícias da Coreia publicou em 27 de maio a seguinte declaração:

A Direção Nacional de Tecnologia Aeroespacial da República Popular Democrática da Coreia realizou em 27 de maio no Campo de Lançamento de Satélites Sohae, situado no condado de Cholsan da província de Pyongan Norte, o lançamento do satélite de reconhecimento militar Malligyong-1-1 a bordo do foguete transportador de satélite de novo tipo.

Segundo o vice-diretor-geral da DNTA, o lançamentou fracassou pela explosão no ar do foguete transportador na primeira fase de sua navegação.

Disse que, na avaliação do caso, os especialistas da direção sobre o terreno do comitê não permanente de preparativos do lançamento de satélites chegaram à conclusão preliminar de que a causa do incidente reside na falta de confiabilidade do funcionamento do motor oxigênio líquido+querosene, novamente desenvolvido.

Ademais, submeterão à deliberação outros pontos problemáticos que podem ser outras causas da falha.

Declaração do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia


O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia publicou em 27 de maio uma declaração intitulada "Não toleraremos nem o menor ato hostil à sagrada soberania de nosso Estado".

Seu texto íntegro assinala como segue:

A soberania de nosso Estado foi violada gravemente, na contramão da Carta da ONU e outras leis internacionais que definem a igualdade da soberania e a não intervenção nos assuntos internos.

Diante de tal situação imperdoável, o Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia declara como seuge:

Em 27 de maio, na cúpula tripartida República da Coreia-Japão-China, auspiciada pelo primeiro país, foi publicada uma "declaração conjunta" que insiste na preservação da paz e estabilidade da Península Coreana e da região e na desnuclearização da Península Coreana.

Esta teimosia da RC, que provoca com frequência a grave crise de segurança na Península Coreana e na região da Ásia-Pacífico, recrudescendo o fortalecimento da aliança militar de caráter agressivo com a força hegemônica de fora da região, é uma afronta aos países regionais e à comunidade internacional.

Em relação a que foi cometida nesta reunião internacional uma provocação política de negar a posição constitucional da RPDC, nosso Ministério das Relações Exteriores a rechaça categoricamente qualificando-a de desafío frontal à soberania de nosso Estado e uma intervenção flagrante em nossos assuntos internos.

Hoje em dia, discutir a desnuclearização da Península Coreana não é um assunto relacionado com alguma obrigação internacional ou dever, mas constitui uma provocação política e violação da soberania destinadas a negar totalmente a Constituição da RPDC, que reflete a soberania sagrada de nosso Estado e a vontade unânime de todo o povo coreano.

O fato de que a RC, país hostil à RPDC, tenta negar os direitos soberanos da segunda e impô-la a violação da constituição, significa um insulto intolerável e declaração de guerra.

Durante mais de meio século, veio perdurando a ameaça dos EUA com armas nucleares que instigou a RPDC a possuir as próprias armas e os atos hostis e a chantagem militar dos EUA e da RC serviram de fator decisivo que promoveu o fortalecimento incessante das forças armadas nucleares do país socialista, o que é uma verdade e história inegáveis.

Em toda a extensão geográfica da Ásia-Pacífico, incluindo a Península Coreana, existem os diversos blocos militares liderados pelos EUA, está em operação o "grupo de consulta nuclear" com o objetivo de uso das armas nucleares contra a RPDC e são desenvolvidos incessantemente os exercícios militares de caráter agressivo dos EUA e seus seguidores, que vulneram a paz e segurança da região.

Sob tal meio perigoso de segurança, a desnuclearização não trará paz nem estabilidade, mas a crise nuclear.

A desnuclearização na Península Coreana significa um vácuo de poder e a aceleração da guerra.

Se alguém tenta negar e privar a posição constitucional de nosso Estado como país possuidor das armas nucleares, obrigando-nos a desnuclearização, o consideraremos como a mais grave violação da soberania que nos impõe a renúncia da Constituição e do regime.

A "desnuclearização total da Península Coreana" é impossível tanto no teórico e prático como no físico.

A RPDC defenderá com firmeza a dignidade e soberania do Estado e do povo e sua Constituição de todas as tentativas das forças hostis contra nossos direitos soberanos absolutos e fará esforços importantes para estabelecer nova estrutura dinâmica na região, baseada na justiça e imparcialidade.

As façanhas imortais que criaram a firme base das relações de amizade RPDC-Argélia


Este ano marca o 49º aniversário da visita oficial de amizade do grande Líder camarada Kim Il Sung à República Argelina Democrática e Popular.

Com motivo desta ocasião histórica, os povos de RPDC e Argélia recordam com profunda emoção as façanhas imortais do grande Líder que criou a nova história da nobre obrigação moral internacionalista e preparou a firme base das relaçõe amistosas através de sua visita ao distante continente africano.

O grande Líder camarada Kim Il Sung considerou a amizade entre RPDC e Argélia como a fraterna entre verdadeiros camaradas revolucionários que foi travada na árdua luta contra os agressores imperialistas, e apoiou e respaldou de maneira ativa, no material e espiritual, a luta do povo argelino pela construção de uma nova sociedade.

O grande Líder camarada Kim Il Sung, que chegou à Argélia em 26 de meio de 1975, participou em vários atos como o comício de cidadãos da cidade de Argel realizado para dar boas-vindas à delegação do Partido e Governo de nosso país, e avaliou que o povo argelino, que levantou antes de tudo a tocha da luta armada contra os colonialistas na África, também estava na vanguarda na luta pela construção de uma nova sociedade com elevado entusiasmo revolucionário.

O grande Líder também explicou sobre os êxitos logrados pelo povo coreano na revolução e na construção e ensinou de maneira detalhada sobre as valiosas experiências de luta, como a solução com nossos próprios esforços do assunto de formação de quadros nacionais de nosso país. Além disso, aclarou os assuntos que se apresentavam em fortalecer as relações de amizade entre os dois países no caminho da independência anti-imperialista.

Houari Boumediene, Presidente do Conselho Revolucionário da Argélia, elogiou o Presidente Kim Il Sung como dirigente destacado da causa da independência anti-imperialista e expressou que sua visita à Argélia constitui um acontecimento transcendental na história das relações bilaterais e que RPDC e Argélia estão unidas amistosamente por compartilhar o objetivo comum, embora estejam geograficamente distantes.

Por isso que El Moudjahid, órgão governamental argelino, e outros veículos de imprensa elogiaram nosso líder “grande combatente da luta dos povos pela liberdade e dignidade” sob títulos de “firmes laços das duas revoluções”, “ponto similar das duas revoluções”, “solidariedade fortalecida”, etc., e enfatizaram que aquela visita servia de trampolim que fortalece ainda mais a solidariedade entre os dois países.

As tradicionais relações de amizade entre RPDC e Argélia, estabelecidas pelos líderes antecessores, são consolidadas e fortalecidas hoje em dia sob o ideal da independência anti-imperialista e do não alinhamento, em cujo processo são realizadas diversas cooperações e intercâmbios que convêm às demandas e interesses comuns dos dois povos.

Nós apreciaremos invariavelmente as relações de amizade e cooperação com a Argélia, cimentadas na longa história e tradição, e as ampliaremos e desenvolveremos em várias esferas.

Sok Ri Hak, membro da Associação Coreia-Arábia

domingo, 26 de maio de 2024

"Superpotência" condenada à decadência


Os Estados Unidos, que se autodenominavam "a única superpotência", estão hoje em declínio e ruína devido à sua arbitrariedade e tirania.

Recentemente, a Fox News dos EUA lamentou que a posição do país caiu drasticamente e que a "democracia mundial" está em crise. A reportagem citou o relatório "Indicador de Percepção da Democracia de 2024" publicado pelo Instituto de Pesquisa "Aliança Democrática" da Dinamarca, afirmando que a percepção positiva dos EUA diminuiu significativamente na Suíça, Irlanda, Ucrânia, Alemanha, etc. Foi relatado que a principal razão para isso é que os EUA estão defendendo fortemente as ações bárbaras de Israel na Faixa de Gaza.

Um jornal online avaliou que, na América Latina, que é conhecida por ser fortemente influenciada pelos EUA tanto tradicionalmente quanto geograficamente, a influência dos EUA está diminuindo à medida que as atividades da Rússia e da China, entre outros, estão se intensificando recentemente.

O jornal enfatizou que, em 2000, os EUA eram o maior parceiro comercial de quase todos os países da América Latina, mas nas duas décadas seguintes, o volume de comércio entre os países da América Latina e a China cresceu 28 vezes, o que significa uma diminuição da influência dos EUA.

Estes são argumentos que refletem a realidade de que a posição hegemônica dos EUA está em declínio.

Os EUA declararam o fim da Guerra Fria em dezembro de 1989. Naquela época, afirmaram que "com o fim da Guerra Fria, a liderança dos EUA é agora essencial no mundo" e prometeram "construir um novo mundo onde os principais ideais dos EUA florescerão". Desde então, os EUA têm se comportado como a "única superpotência". No entanto, a era está chegando ao fim.

Primeiramente, na plataforma da ONU, os países que seguiam cegamente a liderança dos EUA estão se afastando. Recentemente, no Conselho de Segurança da ONU, contrariamente às intenções dos EUA, várias resoluções condenando os atos de massacre de Israel na Faixa de Gaza foram apresentadas e, finalmente, uma resolução exigindo a implementação do cessar-fogo foi adotada. Por outro lado, as resoluções propostas pelos EUA não foram aprovadas.

Recentemente, na Assembleia Geral da ONU, apesar da oposição dos EUA, uma resolução para conceder à Palestina direitos e privilégios quase iguais aos dos países membros da ONU foi adotada com o apoio esmagador dos países membros. Até mesmo em questões de apoio militar à Ucrânia, alguns países europeus, incluindo a Hungria, estão resistindo. Essa tendência política mostra que o poder dos EUA, que se comportavam como o "juíz" do mundo, estabelecendo seus próprios padrões e regras e impondo-os aos países membros da ONU, não está mais em vigor.

O domínio econômico dos EUA está indubitavelmente desmoronando. A dívida nacional dos EUA e o déficit fiscal já ultrapassaram a linha vermelha. No início deste ano, a dívida nacional dos Estados Unidos atingiu pela primeira vez 34 trilhões de dólares, o que equivale a uma dívida de 100 mil dólares por pessoa. O enorme déficit e a dívida estão levando a economia dos EUA a um desastre incontornável.

Vários países da Ásia, África, América Latina e Europa estão tomando ações conjuntas para introduzir uma moeda única regional em vez do dólar estadunidense. Os países membros do BRICS estão reduzindo a proporção do dólar nas transações comerciais e incentivando o uso de moedas nacionais. Isso indica que a posição dominante do dólar, um dos pilares estratégicos dos EUA para a dominação mundial, está desmoronando.

A supremacia militar dos EUA também está enfraquecendo. Em 2001, sob o pretexto da "guerra antiterrorista", os EUA invadiram o Afeganistão. Durante 20 anos no Afeganistão, eles sofreram inúmeras baixas e desperdiçaram mais de 2 trilhões de dólares, pagando um preço alto. No final, eles acabaram sendo expulsos do país. Em países africanos, incluindo o Níger, as vozes pedindo a retirada das tropas estadunidenses estão ganhando cada vez mais força.

Já foi previsto anteriormente por várias mídias de diferentes países que o processo de declínio das nações hegemônicas, que começou com o Império Romano, está se estendendo aos EUA, e isso está se tornando uma realidade hoje.

Os EUA, que voavam sem medo, obcecados pela conquista do mundo, estão agora caindo incontrolavelmente no abismo da ruína devido à sua conduta imprudente.

Por mais que os EUA rosnem, isso não passa de um ruíno de um felino assustado.

É apenas uma questão de tempo para que o barco chamado "EUA", que se encontra naufragado, afunde de vez.

Kim Su Jin

O assombroso fantasma do desenvolvimento de armas nucleares


Crimes contra a humanidade e conspirações malignas revelados pelo desastre nuclear de Fukushima. (3)

Logo após o acidente na usina nuclear de Fukushima em 2011, a New America Media dos EUA disse que "o governo japonês bloqueou o local do acidente e não permitiu a entrada de equipes de resgate estrangeiras, e está evitando explicações concretas sobre questões sensíveis, como o desaparecimento de dois engenheiros nucleares em um labirinto de túneis sob a usina." Apontou que há algum segredo escondido, que provavelmente é um plano de desenvolvimento de armas nucleares.

A agência de notícias iraniana IRNA disse que a usina nuclear de Fukushima tem sido apontada como um alvo de suspeita de reprocessamento de plutônio e desenvolvimento de armas nucleares há muito tempo, e o fato de que um túnel subterrâneo foi encontrado perto do reator e água contaminada com radiação particularmente forte foi descarregada é uma evidência de que materiais nucleares de grau de armas estavam sendo fabricados lá. A mídia russa Vostok também citou as palavras do ex-editor do jornal japonês "Japan Times", dizendo que o desenvolvimento de armas nucleares estava definitivamente em andamento no subsolo da usina e que as autoridades estavam escondendo esse fato, e que o Japão tentou eliminar os vestígios do desenvolvimento de armas nucleares após o acidente.

Isso não pode ser visto como mera hipótese ou especulação infundada.

No momento do acidente, a companhia de energia disse que apenas as unidades 1 e 3 estavam em operação, mas a análise da situação da explosão após o acidente, o estado de fusão do núcleo e a forma de destruição do compartimento do reator revelaram que a unidade 4 também estava em operação.

Por que um reator estava operando sem produzir eletricidade? A companhia de energia evitou responder a essa suspeita, mas muitos observadores e especialistas apontaram consistentemente para a possibilidade de que estavam refinando plutônio necessário para armas nucleares.

Na verdade, na metade da década de 1950, a elite governante do Japão aceitou o "Plano Marshall Nuclear" dos Estados Unidos, que prometia fornecer tecnologia e equipamentos de energia nuclear. Por trás disso, havia um plano sinistro para realizar o sonho de desenvolver armas nucleares que eles tinham desde antes da queda. Na época, quando cientistas conscientes defendiam o uso pacífico da energia nuclear, um político de extrema-direita disse que "gostaria de bater na cabeça dos acadêmicos com um maço de dinheiro", fala essa que virou uma anedota.

Depois do sucesso do primeiro teste de potência do reator em 1963, o Japão introduziu principalmente reatores nucleares estadunidenses porque eram favoráveis à extração de materiais nucleares como o plutônio. Todos os seis reatores da usina nuclear de Fukushima foram operados com tecnologia estadunidense de 1971 a 1979. Embora tivessem passado quase 40 anos desde o tempo de vida útil projetado de 30 anos no momento do acidente, eles continuaram sendo utilizados por causa de suas características favoráveis à extração de plutônio. Além disso, o local onde a usina nuclear de Fukushima está localizada é um antigo local de aeródromo militar construído em 1940, e para evitar o bombardeio e ataques aéreos dos EUA no final da Guerra do Pacífico, vários abrigos antiaéreos foram construídos, tornando a estrutura subterrânea bastante robusta e desenvolvida.

Essa realidade coincide com o fato de que os reacionários japoneses, ao afirmarem que nenhum país jamais desenvolveu armas nucleares abertamente, acumularam silenciosamente ao longo das últimas décadas uma base material e tecnológica para a nuclearização, incluindo cerca de 40 toneladas de material nuclear e sua tecnologia de processamento. Após o desastre nuclear de Fukushima, a oposição ao perigoso desenvolvimento nuclear aumentou drasticamente no Japão. No entanto, as autoridades japonesas, sob o pretexto de medidas de segurança rigorosas, fornecimento estável de energia e realização de neutralidade de carbono, suprimiram a opinião pública contrária e quase todas as muitas usinas nucleares que haviam sido desativadas foram reiniciadas, e seu período de operação foi estendido para mais de 60 anos, quase o dobro da vida útil projetada. Elas estão ansiosas para construir novos reatores nucleares. Nesse fluxo, estão tentando encobrir rapidamente o desastre nuclear, descartando a água contaminada de Fukushima no mar como "água tratada".

Porque é que as autoridades japonesas estão nervosas e o que está por detrás disso?

Não é apenas pelo cálculo de perdas econômicas.

O Japão, após o desastre nuclear de Fukushima, alterou a Lei Básica de Energia Nuclear no ano seguinte, declarando abertamente que o propósito do uso da energia nuclear é "garantir a segurança". Alguns anos depois, eles reduziram o limiar dos "Três Princípios Não Nucleares", que afirmam que não produzirão, possuirão ou permitirão a entrada de armas nucleares, e até mesmo promoveram um novo princípio que argumenta que podem produzir ou importar e possuir temporariamente armas nucleares.

A opinião pública internacional justa observa atentamente as ambições incomuns escondidas no jogo do Japão de tentar acalmar a ansiedade ao descartar rapidamente a água contaminada no Pacífico.

Kang Chol

"Que os fervorosos jovens patrióticos se unam pela independência da pátria."


Explicação de lemas escritos em árvores.

Agora quando a avenida Jonwi foi levantada, outra avenida ideal do povo, foi levantada no portão norte da capital, Pyongyang, e todo o país está entusiasmado com a história dos jovens construtores, há um lema revolucionário escrito na árvore que traz ainda mais orgulho ao nosso coração.

"Que os fervorosos jovens patrióticos se unam pela independência da pátria."

Cada vez que se lê este lema, mais se percebe a imagem das filas de jovens inflexíveis da primeira geração da nossa revolução, que aprenderam o verdadeiro significado da revolução e do patriotismo nos braços do grande Líder, unidos sob a bandeira vermelha, e sacrificaram sua juventude e vida pela libertação da pátria.

O espírito de unidade é o essencial entre os nobres espíritos que os combatentes revolucionários antijaponeses possuíam.

Este lema escrito em árvore encontrado no Local de Batalha Revolucionária do monte Taesong transmite o espírito e a vontade de unidade firmes de empreender o caminho da guerra antijaponesa apoiando o grande Líder como núcleo de liderança e unidade, já nos primeiros dias da revolução.

De fato, os jovens fervorosos do movimento antijaponês que, em meio às piores dificuldades, sem frente nem retaguarda, lutaram sem hesitação ao longo do caminho indicado pelo grande Líder e alcançaram a causa histórica da libertação da pátria, são verdadeiros exemplos de revolucionários.

Ainda hoje, este lema escrito em árvore transmite profundamente a nobre verdade às jovens gerações de que a vitória da revolução é alcançada no caminho de apoiar o lider com fidelidade e que a vida de um revolucionário brilha neste caminho.

Água contaminada com resíduos nucleares descarregada sob a máscara de "água tratada"


Crimes contra a humanidade e conspirações malignas revelados pelo desastre nuclear de Fukushima. (2)

O Japão começou a armazenar em tanques de grande capacidade, instalados em massa no local da usina, centenas a milhares de toneladas de água contaminada, assim como chuva e neve contaminadas, entre outras coisas, nove meses após o desastre nuclear de Fukushima. Armazenou uma média diária de 125 a 130 toneladas de água contaminada por mais de uma década, até que a capacidade dos tanques atingiu seu limite. Por isso, desde agosto do ano passado, despeja água contaminada no mar.

Desde o início do armazenamento da água contaminada, tinha a intenção de despejá-la no mar. Embora muitas sugestões cientificamente credíveis, como evaporação, aterro e expansão do tanque de armazenamento, tenham sido levantadas interna e externamente, o Japão esteve apenas focado em encontrar uma desculpa plausível para o descarte no mar. A “desculpa” finalmente encontrada foi tratar os materiais radioativos e diluí-los para cerca de um sétimo do padrão de água potável da Organização Mundial da Saúde e despejá-los no mar.

Foi um cálculo de estilo japonês.

Mesmo que seja água tratada, ela ainda contém o material radioativo trítio. O Japão anunciou publicamente que diluiria a concentração de trítio na água contaminada para menos de 1500 Bq (becquerel) por litro, que é um quadragésimo do padrão regulatório do país.

As autoridades japonesas, que promoveram o “Padrão de Segurança Nuclear”, conseguiram obter uma “licença” com grande dificuldade, persuadindo os Estados Unidos e a Agência Internacional de Energia Atômica, entre outros. No entanto, será que a suposta “água tratada segura” contém realmente apenas trítio?

Há um truque aqui.

A Companhia de Energia Elétrica de Tóquio afirma que purifica completamente a água contaminada com a tecnologia ALPS (equipamento de remoção de multinuclídeos) quando a armazena no tanque. No entanto, considerando a capacidade de tratamento, a vida útil do equipamento de absorção e a água contaminada que vaza de todos os lugares, os especialistas avaliam que isso é impossível.

Isso foi confirmado em um relatório interno da companhia de energia ao governo em novembro de 2016, e em fevereiro de 2021, um grupo de pesquisa japonês anunciou os resultados de uma pesquisa que ainda havia 73% de outros contaminantes na “água tratada”. Além disso, em 13 de abril do mesmo ano, a “Revista Científica dos EUA” apontou que muitas vezes não é possível separar completamente os isótopos radioativos perigosos no processo de tratamento tecnológico.

Na verdade, no verão de 2013, o estrôncio-90, que atingiu 20.000 vezes o valor padrão (580.000 Bq por litro), foi detectado na água que vazou de um tanque de armazenamento de 450 toneladas que acabara de ser tratado. Além disso, no início de junho de 2021, após o governo decidir descartar no mar, a água contaminada que vazou era 76 vezes o valor padrão, o que chocou muitas pessoas.

O fato de que a “água tratada” mencionada pelo Japão contém uma grande quantidade de materiais radioativos extremamente perigosos, como estrôncio-90 e césio-137, que têm meias-vidas de dezenas de anos e podem causar leucemia, câncer de tireoide, mieloma, entre outros, não é uma suposição, mas um fato claramente comprovado por evidências científicas.

Se as próprias autoridades japonesas afirmam que é seguro, por que precisam descartá-la no mar? Por que não usá-la para irrigação, por exemplo? Elas não conseguem responder nem mesmo a essa pergunta básica da opinião pública internacional.

O Japão, que sofreu com as bombas atômicas e o desastre de Bikini, certamente sabe bem sobre os riscos que os materiais radioativos representam para a saúde humana, segurança sanitária e meio ambiente. Como operador de reatores nucleares e parte responsável por acidentes, também deve estar ciente de que a água contaminada, que foi diretamente lavada com materiais nucleares, é qualitativamente diferente da água de descarga normal que não entra em contato com o combustível nuclear.

Apesar disso, as autoridades japonesas tentam enganar as pessoas como se fosse uma descarga normal cientificamente controlada, e estão espalhando o desastre nuclear que elas próprias causaram para os países vizinhos e para o espaço comum de atividades humanas. Aqui, há evidências suficientes para estabelecer o crime intencional e desumano do Japão.

Este crime do Japão é muito sério, pois visa criar um ambiente e condições para descartar sem hesitação no mar os resíduos nucleares finais de alto nível que serão produzidos por dezenas de reatores no futuro, sob vários pretextos.

Kang Chol