quinta-feira, 25 de abril de 2024

Estimado camarada Kim Jong Un presencia disparo de prova do projétil de lança-foguetes de calibre 240 mm


O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, presenciou em 25 de abril o lançamento experimental de controle do projétil de lança-foguetes reativos autopropulsados de calibre 240 mm, produzido na recém-fundada empresa industrial de defesa nacional, subordinada ao Segundo Comitê de Economia.

Através da prova, foram avaliados de maneira totalmente satisfatória as especificações de voo e os índices de acerto e concentração do projétil de lança-foguetes, feito nessa empresa moderna.

O estimado camarada Kim Jong Un apontou que ela deve cumprir sem falta e com qualidade o plano de produção armamentista, estabelecido este ano.

Afirmou que o sistema de armamento de lança-foguetes reativos autopropulsados de calibre 240 mm, em que foi aplicada a nova tecnologia, produzirá uma mudança estratégica no incremento das forças artilheiras do Exército Popular da Coreia.

A prova foi dirigida pelos secretários do Comitê Central do PTC, Pak Jong Chon e Jo Chun Ryong, pelo vice-diretor de departamento do CC do PTC, Kim Jong Sik, e pelo presidente do Segundo Comitê de Economia, Ko Pyong Hyon. 

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Jornais centrais dedicam editoriais ao dia de fundação do ERPC


Os jornais centrais da RPDC publicaram nesta quinta-feira (25) seus editoriais em homenagem ao 92º aniversário de fundação do Exército Revolucionário Popular da Coreia pelo grande Líder camarada Kim Il Sung.

25 de abril de Juche 21 (1932), dia de nascimento do ERPC, é a data histórica que possui grande importância tanto nos anais da revolução coreana e da nação como para o futuro desenvolvimento da RPDC e do povo coreano.

O diário Rodong Sinmun assinala que graças ao nascimento das primeiras forças armadas verdadeiras da Coreia, foi preparada a força protagonista do cumprimento da histórica causa da libertação da Coreia e foi iniciada a história sempre vitoriosa da revolução coreana que marcha adiante com o poderio de fuzis.

"A guerra antijaponesa foi a resistência de todo o povo para aniquilar o imperialismo japones, que arrebatou a soberania nacional da Coreia e converteu os coreanos em escravos coloniais.

Ao mesmo tempo, foi uma sagrada luta revolucionária que deu uma grande riqueza espiritual que garante o avanço vitorioso da causa do povo coreano", assinala o diário e prossegue:

"Nas filas da luta armada antijaponesa, foi concebido o grande projeto da revolução coreana, foram preparados o espírito inflexível e a força poderosa capaz de derrotar a tirania imperialista e nasceu a grande tradição que tem uma significado fundamental e permanente para o desenvolvimento da revolução coreana.

A revolução coreana pôde avançar pelo caminho escolhido por si mesma à sua meta estabelecida, sem qualquer estancamento ou vacilação, porque continuou de geração em geração a ideia e espírito revolucionários que têm sua origem nas selvas do monte Paektu.

O heroismo e o espírito de sacrifício do ERPC, que derrotou os agressores japoneses tomando como fé a ideia revolucionária do grande Líder, servem hoje em dia de nutrimento ídeo-espiritual para o povo coreano e os oficiais e soldados do Exército Popular da Coreia que vão cumprindo a obra histórica pelo país próspero e exército poderoso subjugando com formidáveis forças próprias a tirania imperialista.

Enquanto exista o grande contingente de sucessores que continua com firmeza o espírito inflexível da Coreia poderosa, a grande ideologia e convicção, nada poderá impedir a marcha vigorosa da revolução coreana à sua nova e grande vitória."

Minju Joson aponta que a fundação do ERPC foi um evento histórico que declarou a resistência ao risco da vida contra o imperialismo sob a bandeira de lograr a libertação nacional e a independência com as próprias forças e abriu a nova era da revolução do Juche que se apoia nas potentes forças armadas revolucionárias.

Declaração de Im Chon Il, vice-ministro das Relaçõe Exteriores da RPDC


25 de abril é o dia significativo que marca o 5º aniversário do primeiro encontro histórico entre o camarada Kim Jong Un, Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, e o camarada Vladimir Vladimirovich Putin, Presidente da Federação Russa.

Em abril de 2019, o camarada Kim Jong Un, Presidente de Assuntos Estatais da RPDC, realizou a primeira visita oficial de amizade à Federação Russa e teve o encontro histórico com o camarada Presidente Vladimir Vladimirovich Putin, o que constituiu um acontecimento histórico que marcou o motivo trascendental para desenvolver ainda mais as relações de amizade bilateral estratégicas e tradicionais de acordo com as demandas da nova época e a nova situação.

Os máximos líderes chegaram a um acordo nos encontros e conversações sobre a orientação e medidas detalhadas para fomentar ainda mais o entendimento e confiança mútuos, a amizade e a cooperação e impulsionar o desenvolvimento das relações de amizade RPDC-Rússia encaminhadas ao novo século.

Depois do encontro de 2019, os povos dos dois países fortaleceram os intercâmbios e cooperação em benefício dos interesses comuns, superando dificuldades e provas ao seu passo, e vieram desenvolvendo as relações bilaterais de maneira ampla em vários setores como política, economia, cultura, etc.

Este processo enfrentou obstáculos inesperados como a crise sanitária mundial, porém os vínculos bilaterais cimentados nos acordos logrados na Cúpula RPDC-Rússia avançaram sem nenhum desvio pelo caminho reto do desenvolvimento contínuo.

Hoje os países estão estreitando a cooperação estratégico-tática e manifestam pleno apoio e solidariedade na frente conjunta para frustrar as ameaças e provocações militares, a coação e as arbitrariedades dos imperialistas e assim defendem fidedignamente a soberania e os interesses de desenvolvimento do Estado, a paz e a segurança da região e do resto do mundo e a justiça internacional, em conformidade com o espírito dos acordos logrados nos encontros históricos de 2019 e 2023.

O estimado camarada Kim Jong Un, Presidente de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, deu a valiosa instrução de que há que consolidar mais os tradicionais laços de boa vizinhança e cooperação entre os dois países e ativar mais as relações bilaterais em todas as esferas e fortalecer contatos e cooperação estreitos para assim aportar subtancialmente o fomento do bem-estar dos dois povos.

Em meio a que se tornam excelentes as relações bilaterais pelos históricos encontros de cúpula, no ano passado o Ministro das Relações Exteriores, o ministro de Recursos Naturais e Ecologia e o governador da Administração do Território Litoral da Federação Russa visitaram nosso país, e o ministro da Cultura e o ministro dos Esportes da RPDC visitaram a Rússia. E em Pyongyang foi realizada exitosamente a 10ª sessão da Comissão Intergovernamental RPDC-Rússia para a Cooperação em Comércio Exteror, Economia e Ciência e Tecnologia com a participação dos representantes de diversos organismos de ambos países, a qual serviu de forte estímulo para o desenvolvimento das relações bilaterais.

O entusiasmo de cooperação mútua aumenta ainda mais este ano também.

A apresentação do conjunto artístico da filial do Teatro Mariinsky no Território Litoral da Rússia, efetuada em março em Pyongyang com motivo do 75º aniversário da assinatura do acordo sobre a cooperação econômica e cultural RPDC-Rússia, coroou de maneira peculiar o aniversário comum, e foram realizados os intercâmbios de delegações de diferentes níveis de maneira ativa e são impulsionados os planos de cooperação em várias esferas como agricultura, educação, saúde pública, cultura, etc.

Prestar máxima importância às relações RPDC-Rússia e desenvolver invarivelmente a arraigada tradição de amizade constituem a consequente posição do Governo de nossa República.

As relações bilaterais, radicadas na camaradagem e unidade combativa, serão desenvolvidas sem cessar como as inabaláveis entre camaradas de armas e as estratégicas de eterna dureção graças à atenção especial do camarada Kim Jong Un, Presidente de Assuntos Estatais da RPDC, e o camarada Vladimir Putin, Presidente da FR.

Expressamos a segurança de que a Rússia alcançará sem falta seu objetivo na operação militar especial na Ucrânia superando todo tipo de obstáculos e dificuldades e estaremos sempre na mesma trincheira com o exército e povo da Rússia mobilizados na luta para defender os direitos soberanos e os interesses de segurança do Estado.

Pyongyang, 25 de abril de Juche 113 (2024)

quarta-feira, 24 de abril de 2024

Publicada declaração do vice-chanceler encarregado de assuntos dos EUA, Kim Un Chol


Kim Un Chol, vice-ministro das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia, encarregado de assuntos dos EUA, publicou em 25 de abril a seguinte declração:

Diante do risco de desaparecimento da entidade ilegal que, durante mais de 10 anos passados, monitorava na ONU o cumprimento das resoluções de sanção anti-RPDC, os EUA andam apressados para cobrir o vazio da já desgastada estrutura de sanção e pressão.

Para nosso país, que vem vivendo sob sanção das forças hostis durante mais de meio século, não é uma novidade a obsessão de sancionar que tem a atual administração estadunidense.

Se pode ver que a sanção, instrumento diplomático predileto dos EUA, é o inseparável meio de existencia para os estadunidenses que se sustentam de dominar e subjugar outras nações.

Contudo, é uma realidade inegável que ela funciona aqui na Península Coreana como armadilha que estrangula os EUA.

Cada vez que os EUA fabricavam no cenário da ONU uma nova resolução de sanção, eram conduzidas provas mais poderosas poderosas e aperfeiçoadas da RPDC. Como este antecedente mostra, a brutal e ilegal sanção dos EUA veio funcionando como catalizador e motor que estimulou o crescimento gradual do poderio nacional da RPDC.

Devido à ameaça nuclear dos EUA, a RPDC tomou a decisão resoluta de possuir armas nucleares e a contínua política hostil e a campanha de sanção e pressão dos EUA conduziram a RPDC a marchar adiante sem nenhum desvio até que ocupasse a posição de potência militar de classe mundial.

Evidente que o povo coreano se viu obrigado a sofrer muito e pagar um preço colossal devido às sanções bárbaras e antiéticas dos EUA que não têm precedentes na história, tanto em seu âmbito e profundidade como em sua duração.

Como o estimado camarada Presidente de Assuntos Estatais já aclarou, os sofrimentos impostos ao povo coreano pelos EUA se converteram na indignação veemente deste e tal sentimento fez mais firme a decisão e a vontade da RPDC de preparar a força mais poderosa para que ninguém se meta com ela.

Nosso país está habituado com as sanções dos EUA e tem a capacidade e grande força com que pode enfrentar qualquer sanção brutal.

O Estado que se torna mais forte cada vez que impõem sanção e pressão é precisamente a RPDC.

Estamos vendo com exatidão o que a administração Biden tenta para alentar a desgastada campanha de sanção e pressão contra a RPDC.

Francamente, se os EUA empreendem nova campanha de sanção contra a RPDC, esta terá outra oportunidade de incrementar a força que os EUA mais temem.

Os EUA jamais poderão nos privar de nossa dignidade e força, nem de nossa vontade de opôr-nos a eles, e o que perderemos no enfrentamento bilateral será a corrente de sanção e ameaça nuclear e o que ganharemos será nossa segurança e prosperidade eternas.

A RPDC defenderá firmemente seus direitos soberanos e interesses de segurança frente à ameaça hostil e às sanções e pressão dos EUA e empreenderá ações mais enérgicas para fazer irreversível a supremacia técnico-militar em suas mãos e melhorar a capacidade de controlar a situação de segurança da região periférica.

“Quem é o alvo da campanha de Washington para expandir sua aliança?”


O comentarista de assuntos internacionais, Kang Jin Song, publicou um artigo intitulado "Quem é o alvo da campanha de Washington para expandir sua aliança?”

Seu texto íntegro segue:

Ultimamente, os EUA se movem ativamente para realizar sua intenção de ampliar e potenciar os blocos militares na região da Ásia-Pacífico.

Como já foi reportado, foi publicada em 8 de abril nas conversações tripartitas das autoridades de defesa de EUA, Grã-Bretanha e Austrália uma declaração conjunta, segundo a qual se examina o projeto de impulsionar a cooperação no domínio de tecnologias sofisticadas entre "AUKUS" e Japão.

E, na Cúpula EUA-Japão, realizada em 10 de abril em Washington, Biden confirmou a participação do país insular na "AUKUS".

Assim se tornou oficial a ampliação desse bloco militar e a participação preferencial do Japão.

Os EUA dizem que a cooperação de "AUKUS" e Japão se limita ao setor vinculado com 8 tecnologias medulares de defesa, como inteligência artificial e cibernética, e não significa o aumento do número de membros do bloco.

Porém, o perigo que entranha a participação do Japão, deixa em alerta os países regionais e toda a sociedade internacional.

Desde sua fundação, a "AUKUS", organizada em setembro de 2021 como ente de cooperação tripartida para a segurança de EUA, Grã-Bretanha e Austrália, havia sido avaliada como mina nuclear instalada na zona marítima da Ásia-Pacífico, ou seja, a "aliança de submarinos nucleares dos anglo-saxões" para tomar a hegemonia nuclear nesta região burlando o sistema internacional de não proliferação nuclear.

Por isso, a oficialização da ampliação do bloco militar e a seleção do Japão como primeiro candidato ao ingresso constituem um problema sério para o ambiente de segurança da região e todo o mundo.

Esse país agressor e criminoso de guerra tem o antecedente de haver empreendido o desenvolvimento de armas nucleares durante a Segunda Guerra Mundial e, mesmo depois do fim desta, veio preparando em segredo a capacidade de fabricá-las.

Segundo as fontes, quando começou a ser falado sobre ampliação da "AUKUS", Grã-Bretanha e Austrália tomaram uma posição cética apontando que o Japão não tem um perfeito sistema de proteção de informações delicadas.

Os especialistas avaliam que a seleção do Japão é resultado da pressão e persuasão persistente dos EUA, pois eram candidatos potenciais da "AUKUS+" Canadá e Nova Zelândia, membros da "Aliança Cinco Olhos", ente de compartilhamento de informações dos anglo-saxões.

É evidente a intenção dos EUA que promovem a todo custo a participação do Japão na "AUKUS".

Seu sinistro objetivo reside em aceitar primeiro como tripulante do navio de enfrentamento chamado "AUKUS" esse país derrotado na guerra, que tomado pelo ultranacionalismo, altera a "Constituição pacífica" e aumenta as forças armadas agressoras sob o rótulo de "possuir a capacidade de contra-ataque" e, depois, colocá-lo na primeira linha na campanha de pressão anti-China e estender às fronteiras desta o campo de minas nucleares da região da Ásia-Pacífico.

A maioria dos especialistas opina que a cooperação técnica entre o bloco militar e o Japão, que é impulsionada sob o controle dos EUA, se estenderá cedo ou tarde ao ingresso do país insular como membro pleno e até à membresia adicional de outros candidatos potenciais.

Recentemente, pouco depois da Cúpúla EUA-Japão, a administração Biden organizou a outra tripartida com as Filipinas em que recomendou aprofundar a cooperação no setor de segurança entre Manila, Tóquio, Camberra e Seul.

Este fato tem como objetivo principal estabelecer no dobro ou triplo a estrutura de cumprimento da "estratégia dissuasiva integral" contra a China ao aglutinar muitos aparatos para a hegemonia, existentes na Ásia-Pacífico.

A realidade comprova mais uma vez que a "disputa com diálogo" com a China e a "instalação de corrimãos de proteção" nas relações bilaterais, de que falam os funcionários públicos dos EUA, não passam de frases enganosas e seus pensamentos e ações se orientam completamente ao enfrentamento com a China.

Devido à fundação do "grupo pequeno" pelos EUA, que toma a China como parte inimiga, e sua intenção de ampliá-lo constantemente, a Ásia-Pacífico, onde são mais abundantes que qualquer outra região do mundo as oportunidades e potencialidades de desenvolvimento, se converte em um cenário de enfrentamento de forças e campo minado nuclear a ponto de explodir.

As imediatas e perspectivas cargas de segurança, que emanem disso, as assumirão a sociedade regional e a internacional.

As fuerzas amantes da paz na região e no resto do mundo deverão ficar em alerta ante a imprudente campanha de Washington para ampliar sua aliança apontando a um Estado específico.

Efetuado ato de juramento dos trabalhadores e membros da FGSC pelo dia de fundação do ERPC


Na ocasião do 92º aniversário de fundação do Exército Revolucionário Popular da Coreia, foi realizado em 23 de abril na Casa Central dos Trabalhadores o ato de juramento de trabalhadores e integrantes da Federação Geral dos Sindicatos da Coreia.

O vice-presidente do Comitê Central da FGSC, Choe Jong Chol, leu a nota de juramento.

"Graças à fundação do ERPC, forças armadas revolucionárias jucheanas, pelo grande Líder camarada Kim Il Sung, o povo coreano pôde conter pela primeira vez na história com sua verdadeiro exército, guiado pelo líder destacado, foi iniciada a gloriosa história da revolução coreana que avança com o poderio do fuzil e foi aberto um horizonte prometedor da revolução do Juche", assinala a nota.

Rendendo homenagem ao grande Líder camarada Kim Il Sung e ao grande Dirigente camarada Kim Jong Il que converteram as forças armadas revolucionárias nas de elite, manifestou a convicção de que sob a direção do estimado camarada Kim Jong Un, o Exército Popular da Coreia exaltará sua fama e prestígio de corpo armado heroico e invencível.

Exorta a fazer deste ano o de grande vitória e mudança que será registrado especialmente nos anais da pátria, ao apoiar com fidelidade a direção do Comitê Central do Partido considerando o inflexível espírito da primeira geração da revolução e o da guerrilha antijaponesa como patrimônio da revolução e riqueza ídeo-espiritual.

"Os trabalhadores e sindicalistas devem ser vanguardistas que defendem ao risco da vida o Secretário-Geral, Kim Jong Un, que situou a RPDC na posição de potência e forja o futuro radiante do país próspero e do exército poderoso", conclui.

Na ocasião estiveram presentes os funcionários da FGSC e os trabalhadores e sindicalistas da capital.

As façanhas imortais de construção do exército brilharão eternamente


25 de abril é o dia significativo que marca o 92º aniversário de fundação do Exército Revolucionário Popular da Coreia pelo grande camarada Kim Il Sung, invencível comandante de aço e gênio militar.

Com motivo deste dia, nosso povo, com infinito respeito e saudade, recorda com profunda emoção as façanhas imortais de construção do exército pelo grande camarada Kim Il Sung, que fundou as primeiras forças armadas revolucionárias jucheanas e as liderou à vitória.

Já em sua adolescência, o grande camarada Kim Il Sung sentiu profundamente em seu coração a verdade de que devia ter seu próprio exército para salvar o destino dos compatriotas que sofriam sob as armas e espadas do imperialismo japonês, e empreendeu o caminho para realizar a causa da fundação do exército com as duas pistolas herdadas pelo pai.

Em sua análise das experiências e lições da luta armada que haviam ocupado um importante lugar nos primeiros dias do movimento de libertação nacional antijaponesa, o camarada Kim Il Sung pôde saber que a debilidade das gerações passadas que empreenderam lutas armadas estava em que não haviam confiado nas forças das massas populares e as havia ignorado.

Ele se convenceu de que se poderia lograr a vitória segura se lutasse valentemente com as armas na mão apoiando-se firmemente nas massas populares.

Nas históricas conferências em Kalun em junho de 1930 e em Mingyuegou em dezembro de 1931, o grande camarada Kim Il Sung apresentou a linha original de empreender uma guerra antijaponesa total com as armas mobilizando todo o povo coreano e o lema de “Armas contra armas, violência revolucionária contra a violência contrarrevolucionária!”. Além disso, enviou a muitos núcleos de direção à vasta zona da Manchúria e preparou a base para a luta armada, e por outro lado, liderou energicamente o trabalho para fundar a guerrilha em Antu, local favorável para empreender a luta guerrilheira.

Os rumores de que o camarada Kim Il Sung estava organizando a guerrilha em Antu, de onde se vê o monte Paektu, chegaram até o interior do país, e os jovens de sangue quente da Coreia e de todos os rincões da Manchúria foram a Antu arriscando suas vidas e solicitaram o alistamento.

O camarada Kim Il Sung preparou os membros formados nas organizações revolucionárias como os pilares das filas armadas e fez com que fossem formadas as filas armadas selecionando os jóvenes preparados político-militarmente nas organizações paramilitares como a guarda vermelha, o corpo de controle dos trabalhadores e a vanguarda infantil.

Sob o lema de "A arma é nossa vida!” o camarada Kim Il Sung fez com que fossem arrebatadas as armas dos inimigos para armar-se e, por outro lado, fez com que fosse empreendida de maneira ativa a campanha para fabricar as armas com as próprias forças.

Ademais, fez grandes esforços para estabelecer cimentos massivos para a luta armada antijaponesa e prestou grande atenção à formação da frente conjunta com as tropas antijaponesas da China.

Depois de terminar todos os preparativos, o grande camarada Kim Il Sung efetuou de maneira solene o ato de fundação do Exército Revolucionário Popular da Coreia no terreno elevado do vale Tuqidian de Xiaoshahe do bairro de Antu em 25 de abril de 1932.

Este fato constituiu a declaração de guerra do povo coreano aos invasores japoneses ao mesmo tempo que marcou um acontecimento histórico que divulgou ao mundo inteiro que o povo coreano enfim logrou empunhar a arma poderosa, com a qual forjaria dignamente seu destino.

O grande camarada Kim Il Sung conduziu à vitória a grande guerra antijaponesa durante 15 anos até lograr a causa histórica da libertação da pátria e, depois, tomando ciência da situação dada e da perspectiva do desenvolvimento de nossa revolução, fortaleceu e desenvolveu o Exército Revolucionário Popular da Coreia como forças armadas regulares em meio à severa luta contra os inimigos de dentro e fora do país.

Ele conduziu à vitória também a Guerra de Libertação da Pátria (1950-1953) contra a invasão armada dos imperialistas estadunidenses e, no período da revolução socialista, apresentou a construção das forças armadas revolucionárias como o primeiro de todos os assuntos estatais e consolidou nossas forças armadas como as forças autóctones e revolucionárias superando múltiplas provas e dificuldades.

De fato, graças às façanhas imortais de construção do exército do grande camarada Kim Il Sung, nossa revolução pôde avançar pelo caminho reto, cheio de vitórias, e defender fidedignamente suas conquistas.

Hoje nosso povo está cheio de orgulho infinito de ser integrante da potência militar de classe mundial por ter o estimado camarada Kim Jong Un, outro general brilhante, como comandante supremo das forças armadas da República, e está reafirmando a férrea vontade de lutar com vigor pela prosperidade infinita de nosso Estado e a felicidade das gerações vindouras.

Brilharão por toda a eternidade as façanhas imortais do grande camarada Kim Il Sung que declarou a luta de vida ou morte contra os imperialistas hasteando a bandeira da libertação nacional e da independência por meio das próprias forças e criou a história gloriosa da revolução coreana que marcha com o poderio do fuzil.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia