terça-feira, 27 de dezembro de 2022

Convocada sessão ampliada da VI Reunião Plenária do VIII Período do CC do PTC


Graças à liderança veterana do grande Partido do Trabalho da Coreia e luta tenaz do inflexível povo coreano, foram vencidos os desafios e provas inauditos, que impediam nosso avanço, e nosso Estado realiza todos os esforços para cumprir a obra sagrada de realizar seu grande ideal aspirando o rumo de avanço mais seguro.

O mundo atual em constante mudança, em que se apresentam a cada momento as dificuldades imprevistas que ameaçam a existência e o desenvolvimento do Estado e do povo, demanda um julgamento e decisão mais responsáveis, científicos e apropriados ao PTC que assume a grande responsabilidade de guiar à maior vitória a causa socialismo ao estilo coreano.

Como saldo da opção acertada do Comitê Central do PTC e sua orientação provada e capacidade de execução tenaz, a revolução coreana avança seguramente pelo caminho optado por si mesma e segundo seu cronograma convertendo as piores crises, nunca antes vistas desde a fundação do país, na conjuntura de desenvolvimento e saltos. E agora recebe o momento mais significativo de fazer balanço do ano de provas, caracterizado pelo conjunto da arduidade de todas as décadas passadas, e estabelecer as diretivas de desenvolvimento do partido e do Estado para o próximo ano.

A VI Reunião Plenária do VIII Período do CC do PTC foi convocada em 26 de dezembro na sede do CC do PTC no tempo histórico em que todo o partido, Estado e povo decidem a luta vigorosa de ano novo (2023) para abrir nova conjuntura de prosperidade do Estado e desenvolvimento transformador com a fé e orgulho de haver explorado com o espírito de perseverança a segunda trajetória de cumprimento do Plano Quinquenal, ao mobilizar-se no geral na implementação do grande programa de luta apresentado pelas IV e V Reuniões Plenárias do VIII Período do CC do PTC.

Participou na ocasião o Secretário-Geral do PTC, Kim Jong Un.

Participaram também os membros do Presidium do Bureau Político do CC do PTC, Kim Tok Hun, Jo Yong Won, Choe Ryong Hae, Pak Jong Chon e Ri Pyong Chol, os membros e membros suplentes do BP do CC do PTC e os integrantes e outros suplentes do CC do PTC.

Estiveram presentes na qualidade de observador os funcionários dos departamentos do CC do PTC e os quadros responsáveis dos ministérios, órgãos centrais, instituições diretivas de províncias, cidades e condados e das fábricas e empresas importantes.

Foi composta a presidência com os membros do BP do CC do Partido.

O BP encomendou ao estimado camarada Kim Jong Un que presidisse a reunião.

Primeiramente, ele fez um resumo do trajeto de desenvolvimento em que durante dois anos depois da celebração do VIII Congresso do PTC, este vem impulsionando mais forte e amplamente a construção socialista resistindo tenazmente às dificuldades e contratempos equivalentes à labuta de uma década da revolução.

Analisou e avaliou com visão científica os êxitos e progressos alcançados nesse processo.

"Além dos êxitos obtidos na trajetória árdua, captamos o caráter especial das últimas circunstâncias internas e externas e assinalamos corretamente o rumo de desenvolvimento dos trabalhos estatais posteriores, eis aqui a valiosa experiência que conseguimos através da luta de provas do ano de 2022", apontou e advogou por traçar a orientação de luta mais animada e convencida tomando como sua base o fato de que foi logrado avanço substancial resistindo a tudo em meio às dificuldades.

Declarou a entrada da presente sessão em seu programa de trabalho ressaltando que os membros do órgão de direção central do Partido devem trabalhar com alto senso de responsabilidade e atividade na discussão da agenda, bem conscientes de suas tarefas importantes.

A reunião aprovou por unanimidade 5 temas principais da agenda como o balanço do estado de cumprimento das importantes políticas do partido e do Estado de 2022, o plano de trabalho para 2023, o estado de execução dos orçamentos estatais para 2022 e o projeto dos mesmos para 2023, etc.

E procedeu ao debate sobre o primeiro ponto da agenda.

O estimado camarada Kim Jong Un começou a presentar um informe histórico sobre o primeiro ponto.

O informe mencionou que cresceu extraordinariamente o poderio estatal em todas as esferas de política, círculo militar, economia e cultura mediante a luta deste ano mais árdua e severa que nunca e foram logrados grandes êxitos e progresso no cumprimento das enormes tarefas apresentadas nas IV e V Reuniões Plenárias do VIII Período do CC do PTC.

Analisou e avaliou geral e detalhadamente as experiências e lições acumuladas nesse processo.

Apresentou as metas importantes a alcançar em 2023 em diferentes setores da economia nacional, inclusive as indústrias-chaves como a metalúrgica, a química, a elétrica, a carbonífera e a maquinaria, e na construção, na agricultura e na indústria leve, e os meios para sua realização.

Todos os participantes escutam atentamente o informe do Secretário-Geral que faz com orgulho o balanço da luta de todo o povo deste ano, que registrou grandes vitórias e um desenvolvimento transformador, e elucida as orientações estratégico-táticas e as tarefas de ação que propiciarão novo salto na construção socialista ao estilo coreano.

O informe continua.

Fotos: https://bit.ly/3hZAzk3

Inaugurado IX Congresso da União das Crianças da Coreia


Sob a bendição dos habitantes de todo o país, foi inaugurado em 26 de dezembro na capital o IX Congresso da União das Crianças da Coreia.

Estiveram presentes na ocasião os delegados nomeados nas filiais da UCC em todo o país.

Foram convidados os funcionários da União da Juventude, do ramo de educação de jovens e crianças, etc.

Ocuparam a tribuna o chefe de departamento do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, Ri Tu Song, o presidente do CC da União da Juventude Patriótica Socialista, Mun Chol, o presidente do Comitê de Educação, Kim Sung Du, os funcionários da UJ e dos setores vinculados e os delegados exemplares da UCC.

Foi içada a bandeira da entidade infantil enquanto ressoava a "Marcha da UCC".

Quando foi declarada a abertura, começou a ser interpretado com solenidade o hino da RPDC.

Em um ambiente marcado pelo entusiasmo de todos os participantes para seguir fortalecendo e desenvolvendo a UCC como organização infantil revolucionária e destacamento de pequenos revolucionários do PTC que dá firme continuidade à causa do Juche, a reunião procedeu ao debate dos temas da agenda. 

Fotos: https://bit.ly/3vDfDCZ

Constituição Socialista elaborada sob a direção do grande Líder


A Constituição Socialista da RPDC foi promulgada em 27 de dezembro de Juche 61 (1972).

O grande Líder camarada Kim Il Sung, muito consciente da mudança produzida na situação econômica e social do povo e as exigências da revolução em desenvolvimento, decidiu elaborar a Constituição Socialista e prestou atenção à sua preparação.

Promoveu ativamente a elaboração da Constituição desde o começo da década de 1970.

Em uma reunião do Bureau Político do Comitê Central do Partido convocou a princípios de Juche 60 (1971), foi adotada uma resolução de elaborar em curto tempo a Constituição Socialista.

Segundo a resolução, o grande Líder organizou um comitê destinado a elaborar a Constituição e esclareceu um por um os problemas fundamentais e conteúdos que se incluíram nela.

Propôs investigar e discutir o projeto da Constituição em uma reunião de consulta que seria realizada em outubro daquele ano com respeito à V Reunião Plenária do V Período do Comitê Central do Partido.

Nessa reunião ele concretou o cumprimento da revolução socialista na Coreia e os êxitos alcançados neste curso, a necessidade objetiva da Constituição e seu processo de estabelecimento, e se referiu aos conteúdos do projeto. E fez submetê-lo ao debate nas subcomissões.

Em seguida, explicou em detalhes a significância de cada artigo, os princípios de elaboração, os conteúdos e expressões que incluía o projeto, assim como os problemas relacionados com a ciência, a educação e a política interna e externa.

A Constituição Socialista foi aprovada na Primeira Sessão da V Legislatura da Assembleia Popular Suprema.

A constituição socialista que recebe o apoio absoluto do povo


27 de dezembro é o dia histórico em que foi promulgada a constituição socialista da República Popular Democrática da Coreia.

A constituição socialista que foi promulgada em 1972 é uma constituição do povo que foi elaborada pessoalmente, artigo por artigo, pelo grande Líder camarada Kim Il Sung.

Depois do falecimento do grande Líder, o grande Dirigente camarada Kim Jong Il pôs um preâmbulo na constituição e a formalizou como a Constituição Kim Il Sung ao compor com frases excelentes as façanhas imortais do grande Líder. E o estimado camarada Kim Jong Un legalizou a ideia jucheana de construção estatal e as façanhas de construção estatal do grande Líder e do grande Dirigente e fez brilhar a constituição como a Constituição de Kim Il Sung e Kim Jong Il.

A constituição socialista, composta de um preâmbulo, 7 capítulos e 172 artigos, é uma constituição do povo na qual, diferente das constituições de outros países que descrevem o sistema de organização estatal e seus poderes respectivos, a composição e o conteúdo foram descritos de maneira nova e completa ao nosso estilo, e gozou do apoio absoluto de nosso povo durante as cinco décadas passadas.

A superioridade de uma constituição depende de como esta protege cabalmente no legal os direitos independentes e interesses das massas populares.

Um professor estrangeiro de ciência do direito que visitou nosso país disse como segue.

“A constituição de meu país, que representa o mundo capitalista, se destina ao ouro e ao dinheiro. Porém, a constituição da RPDC se destina às massas populares trabalhadoras e ao ser humano”.

Como ele disse, cada artigo de nossa constituição contém o cálido amor ao povo e a vida independente e criadora de nosso povo foi assegurada firme e justamente por esta constituição.

Somente neste ano foram criadas muitas histórias que transmitem o agradecimento ao sistema socialista e a alegria do povo.

Mesmo em meio às severas dificuldades causadas pelas enfermidades que afundaram o mundo no caos e as consecutivas catástrofes naturais, na capital foi levantada a avenida civilizada do povo e está sendo aberta a nova era da prosperidade do campo e as aldeias e ruas resplandeceram ainda mais pelos risos das crianças que receberam os produtos lácteos e os rostos felizes dos estudantes que se vestiram de novos uniformes graças ao amor à posteridade de nosso Partido.

A sociedade internacional não pouca admiração e elogios ante a orgulhosa realidade que se estende infinitamente em todos cantos de nosso país.

Uma personalidade do Brasil expressou como segue.

“Que na RPDC muitas pessoas, particularmente os trabalhadores comuns, recebam gratuitamente as casas novas enquanto no Brasil muitas perderam suas casas pelas inundações e desabamento no ano passado, é algo incrível. Tal milagre é algo que pode ocorrer somente na RPDC que conta com um líder destacado.”

E um empresário da província de Liaoning da China também expressou seu sentimento como segue:

"A avenida Songhwa e o distrito residencial do bairro Kyongru de Pyongyang são maravilhosos e melhores que as ruas luxuosas dos países desenvolvidos. Os apartamentos majestosos e luxuosos, as estradas ordenadas e os diversos edifícios foram combinados bem artisticamente e isso parece um conto de fadas.”

Tal como elogia a sociedade internacional, os verdadeiros direitos e felicidade, dos quais desfruta nosso povo, e seu brilhante futuro estão garantidos firmemente por nossa constituição socialista e nosso povo marcha energicamente pela grande prosperidade de nosso Estado com este potente instrumento legal.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

A “resolução de direitos humanos” anti-RPDC – Um produto da política hostil anti-RPDC dos EUA


Recentemente, na reunião plenária do 77º período de sessões da Assembleia Geral da ONU foi aprovada coercitivamente uma “resolução de direitos humanos” anti-RPDC.

Todo o mundo está ciente de que rechaçamos por completo tal pueril estupidez política que a União Europeia perpetra todos os anos com base em dados mentirosos e de intriga sob estímulo dos EUA.

Portanto, não sinto a necessidade de comentar mais uma vez.

Porém, como não posso deixar passar o fato de que as forças hostis enganam e provocam a sociedade internacional encobrindo sua sinistra intenção de manchar o prestígio de nossa digna República com a máscara vistosa de “proteção de direitos humanos”, revelarei a verdade sobre a farsa de adoção da “resolução de direitos humanos” anti-RPDC.

Em abril de 2003, na reunião do 59º período de sessões do Comitê da ONU sobre os Direitos Humanos, instituição predecessora do Conselho de Direitos Humanos da ONU, foi submetido e adotado forçadamente pela primeira vez pela União Europeia o “projeto de resolução” sobre a situação de direitos humanos de nosso país.

Naquela época, o diálogo bilateral e a cooperação no setor de direitos humanos que foram iniciados em 2001 por pedido reiterado da União Europeia eram realizados de maneira ativa entre nosso país e a UE, e naquele momento, assim como agora, não havia razão que pudesse servir como causa ou motivo do submetimento do “projeto de resolução” contra nosso país.

Apesar disso, a UE preparou em segredo o “projeto de resolução” e guardava em silêncio e propôs de surpresa no momento final da apresentação de projetos de resolução.

Originalmente, enquanto aos projetos de resolução que se apresentavam nas reuniões da ONU, comunicar previamente à parte interessada e realizar negociações partindo do espírito do diálogo e da cooperação construtivos são um costume reconhecido intencionalmente e um procedimento.

Se a apresentação do “projeto de resolução” sobre nossa situação de direitos humanos era tão legal e justa, a UE não teria sentido a necessidade de preparar o roteiro e promovê-lo secretamente por trás da cortina.

Então, por que a UE abandonou a oportunidade do diálogo e colaboração criada com muitos esforços e optou pelo caminho de confrontação que é o submetimento do “projeto de resolução”?

A razão não é outra.

O tempo em que foi aprovada a “resolução” era o tempo em que se tornava mais aguda a confrontação entre a RPDC e dos EUA devido às maquinações de alta pressão dos EUA que eram sem precedentes, as quais começaram com a retirada de nosso Estado do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares em janeiro de 2003.

Quando ficou claro que somente com as sanções e ameaça militar não podia nos subjugar, os EUA maquinaram atrozmente para manchar a imagem de nosso Estado e nos isolar internacionalmente com o “problema de direitos humanos” e obrigou aos países aliados a participar na campanha.

A adoção da “resolução de direitos humanos” contra a RPDC foi um ato de submissão da União Europeia aos EUA que seguiu a política hostil dos EUA contra a RPDC que voltou atrás com o acordo principal RPDC-EUA daquela época e definiu nosso Estado como “eixo do mal”.

Desde aquela época, a UE propõe reiteradamente a cada ano o “projeto de resolução de direitos humanos” contra a RPDC instigada pelos EUA e está promovendo a política unilateral de confrontação.

A “resolução de direitos humanos” contra a RPDC toma como fundamento os “testemunhos” mentirosos e intrigantes das escórias chamadas de  “desertores do norte” que fugiram após cometer delitos.

É um descuido decisivo para ser um documento da ONU que toma a precisão científica e confiabilidade como vida.

É impossível que saiam palavras verdadeiras da boca dos criminosos que fugiram abandonando até seus pais, esposas e filhos e não têm outro meio além de fabricar incessantemente as mentiras para subsistir.

O próprio fato de que inventaram utilizando a boca dos criminosos a “resolução” sobre a situação de direitos humanos de nosso Estado é um ato totalmente contrário à civilização e governança constitucional, às quais a ONU aspira, e é verdadeiramente miserável.

A farsa de adoção da “resolução de direitos humanos” contra a RPDC no cenário internacional é de cabo a rabo um produto da política hostil dos EUA contra a RPDC e também um ato de confrontação política para intervir nos assuntos internos de nosso Estado e derrubar nosso regime e um ato de violação da soberania, máxima forma de violação dos direitos humanos.

Para nós, a soberania é precisamente um direito humano.

Nós, que apreciamos a soberania estatal que integra os verdadeiros direitos humanos mais que a vida, responderemos intransigentemente até o fim à campanha de “direitos humanos” dos EUA e suas forças seguidoras para defender o sistema socialista centrado nas massas populares, pelo qual optamos ao custo de sangue.

Quanto mais os EUA e as forças seguidoras recorram imprudentemente à campanha de pressão de “direitos humanos” contra a RPDC só acelerarão as desgraças que eles não poderão suportar.

Kim In Guk, investigador da Associação de Estudo de Direitos Humanos da Coreia

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

Confissão sincera de uma mulher japonesa


Neste mundo muitas pessoas estão sofrendo por causa do ciclo vicioso da arraigada discriminação racial e menosprezo nacional.

Porém, nosso país abraça calidamente sem discriminação todas as pessoas, independentemente das diferenças de locais de origem e cuida para que desfrutem de uma vida feliz responsabilizando-se inteiramente de seus destinos e futuros.

Entre estas pessoas também se encontra Rim Gyong Sim, japonesa naturalizada como cidadã da RPDC.

Ela sofreu um severo menosprezo e maus-tratos no Japão pela razão de que seu marido era coreano e em setembro de 1961 chegou ao seio de nossa República.

Ela, passando dias felizes e alegres com os companheiros de trabalho e os vizinhos que não discriminavam a mulher japonesa e lhe felicitavam nos dias comemorativos, se esqueceu de que era japonesa.

Porém, infelizmente seu filho cometeu um delito ante ao país e recebeu um castigo legal.

Desde então, ela não podia dormir pensando cada noite sobre as consequências que acarretaria o delito de seu filho mais velho à vida da família.

Porém, nosso Partido, com o afeto maternal que não repreende os filhos com erros e feridas na alma e os guia abraçando-os calidamente, formou seu filho, que havia caído no profundo abismo do destino, como um quadro primário da União da Juventude e o convidou como representante ao evento comemorativo ao 60º aniversário de fundação da União da Juventude Socialista Kim Il Sung.

Ademais, fez com que ele se graduasse na Universidade de Agricultura de Wonsan e trabalhasse depois como chefe da equipe de trabalho em uma empresa de sericultura e o exaltou como membro do digno Partido do Trabalho da Coreia, no qual desejam ingressar todos os coreanos.

A senhora Rim Gyong Sim, que havia abandonado até a esperança da vida, com olhos cheios de lágrimas pelas múltiplas felicidades e sentimentos de agradecimento, escreveu com respeito ao estimado camarada Kim Jong Un uma carta cheia de gratidão.

O estimado camarada Kim Jong Un, que em 26 de dezembro de 2012 leu pessoalmente a carta de Rim Gyong Sim, enviou para ela uma mensagem de resposta que expressa que nosso Partido abraça com mais esmero e exalta aqueles com feridas no fundo do coração, que nosso partido guiará e ajudará bem para que seu filho passa trabalhar bem e que agradece pela confiança e apoio invariável no Partido.

A senhora Rim Kyong Sim, que recebeu a mensagem de resposta, recordou sua vida cheia de vicissitudes e derramou muitas lágrimas de emoção e disse com voz embargada o seguinte.

“Minha grande mãe é o estimado Marechal Kim Jong Un!”

Estas são lágrimas de agradecimento e encanto que ela derramou venerando o estimado camarada Kim Jong Un, personificação do amor ao ser humano e pai de todo o mundo que aprecia ao máximo o ser humano e abraça e cuida calidamente independentemente da diferença de origem.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China critica fortemente as manobras de complô de direitos humanos dos EUA


Recentemente, os EUA anunciaram que aplicarão sanções a 2 funcionários de alto escalão da China pretextando o problema de “direitos humanos do Tibete”.

Ao mesmo tempo, o embaixador estadunidense na China publicou uma declaração na qual expressou sua “preocupação” criticando sobre a situação de direitos humanos de Xinjiang, Tibete e Hong Kong.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China criticou fortemente como segue.

As sanções dos EUA constituem uma intervenção flagrante nos assuntos internos da China e uma violação aberta das normas principais das relações internacionais. Os EUA não têm o direito de aplicar sanções contra outros países sem nenhum motivo e não têm qualidade de proceder como “polícia do mundo”.

E o porta-voz revelou que a declaração da parte estadunidense relacionada com a situação de direitos humanos da China demonstrou suficientemente a hegemônica, sinistra e violenta natureza dos EUA e também expôs o objetivo político que persegue intervir nos assuntos internos da China e prejudicar o desenvolvimento estável e a unidade nacional da China e enfatizou que a China tomará medidas fortes para defender firmemente seus legítimos direitos e interesses.

Somente neste ano, os EUA restringiram a emissão de vistos para os relacionados governamentais da China com o pretexto de “violação de direitos humanos” e, segundo a “lei de prevenção do trabalho forçado em Uigur”, uma invenção estadunidense, pôs em função diversas medidas de sanções contra a China tais como a proibição da importação de todos os produtos feitos na região de Xinjiang.

Embora em outubro passado, os EUA, em conluio com os países ocidentais, apresentou o projeto de resolução que critica a situação de direitos humanos de Xinjiang à 51ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, este projeto foi desaprovado pela forte oposição de muitos países, incluindo a China.

A realidade demonstra claramente que a artimanha habitual dos EUA, que perseguem o maligno propósito político utilizando o problema de direitos humanos como meio de intervenção nos assuntos internos de outros países, já não surte efeito no mundo de hoje.

Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia