domingo, 25 de junho de 2017
Organismo sócio-político
Um organismo sócio-político é um coletivo sociopolítico no qual o líder, o partido, o exército e as pessoas compartilham um destino com uma vida.
Na República Popular Democrática da Coreia, na administração e desenvolvimento da política socialista, o líder, o Partido do Trabalho da Coreia, o exército e o povo formam um organismo sócio-político com uma vida e aceleram o desenvolvimento político.
A obrigação revolucionária e a camaradagem atravessam o organismo sócio-político, pois é um coletivo social compartilhando um destino com uma vida. Isso une o líder, o Partido do Trabalho da Coreia, o exército e as pessoas em um todo integral e dá pleno jogo ao poder de sua unidade.
O organismo sócio-político é um coletivo social que não só incorpora as demandas independentes do povo ao mais alto nível, como também possui uma habilidade criativa perfeita para realizá-las.
sábado, 24 de junho de 2017
Anti-Imperialismo - A luta pela libertação da humanidade
Há muito tempo nações mais fortes invadiram e exploraram outras menores ou mais fracas, que derrotadas, tiveram que se submeter a todo tipo de sofrimento por ser então parte da nação mais forte que a ocupou pela força. Foram nações de épocas passadas, mas o legado terrível prosseguiu. Infelizmente na história da humanidade houveram nações que buscaram ter o controle regional e com o tempo de todo o mundo, buscando impor suas ideias tidas como superiores, explorar as riquezas naturais da outra nação para seu benefício bem como a força humana, força esta que é tratada como uma simples máquina para o imperialismo.
Desta forma as potências mundiais e seus aliados repartiram a África, Ásia e Oceania de forma ainda mais cruel que o período colonial, surgindo assim uma etapa mais perversa, o capitalismo sem humanidade, o imperialismo.
Anteriormente, a Inglaterra matinha-se como "dona do mundo", a nação mais forte, a rainha dos mares que colocava medo em qualquer nação e promovia a guerra por seu interesse próprio. Porém, uma semente deste imperialismo plantada na América do Norte como colônia de povoamento se tornaria algo ainda pior no século 20 e 21. Era os Estados Unidos da América, o país da guerra, do ódio, do preconceito, da ganância, da crueldade, do etnocentrismo, e de muitos outros mais adjetivos negativos. "Graças" aos Estados Unidos o mundo que já há muito vivia em guerra e que pessoas sofriam com dominação de outras nações tornou-se ainda pior e muito sangue foi derramado.
Com sua política de guerra fortaleceu-se no início do século 20 e tornou-se o país mais forte economicamente enquanto seguiu desenvolvendo seu poder bélico sob diversos pretextos.
Invadiu mais Estados soberanos que qualquer outro na história e deixou sua marca cruel por onde passou. Essa política passou todo o século 20 e se fortaleceu ainda mais com a Segunda Guerra Mundial, onde mostraram sua verdadeira face ao reduzir à pó Hiroshima e Nagasaki, tornando-se o único país na história da humanidade a lançar bombas atômicas, e aproveitaram-se de acordos e brechas para tomar outras nações, a Coreia foi um exemplo: Logo após de acabar com o Japão e enviar tropas para lá, no mesmo ano que a Coreia se tornaria independente, esperou as tropas soviéticas se retirarem para invadir o sul da Coreia causando um novo martírio ao povo coreano que por muito tempo foi subjugado pelos imperialistas japoneses. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, usou o pretexto de "lutar contra o comunismo" para assim levar a dor e sofrimento para todos os cantos do mundo que conseguiu.
Tudo isso acabou, mas o imperialismo não. Alguns riem quando se fala em imperialismo nos tempos atuais, mas será que essa pessoa vive ou trabalha em uma fábrica que faz uso de mão de obra infantil e escrava em algum país africano ou asiático para dar sua força de trabalho para o usufruto dos Estados Unidos e outros países imperialistas? Com certeza não. Mas isso não importa para muitos pois estão alienados e o plano do imperialismo é fazer com que os seus escravos aceitem sua condição.
Os Estados Unidos segue controlando o mundo e usando de sua influência para atacar outras nações promovendo direta e indiretamente o terrorismo, destruindo culturas, etc, usando sempre sua hipocrisia enorme, chegando a dizer ser defensor da "paz mundial" enquanto é o maior inimigo da paz mundial.
Mas os povos por meio do Estado e pelo povo daqueles Estados já subservientes aos EUA estão levantando a bandeira do anti-imperialismo mais firmemente e resistindo aos ataques dos imperialistas estadunidenses e causando-lhes grandes danos. Essa luta nos dias de hoje tem a República Popular Democrática da Coreia, o Irã e a Síria na linha de frente, promovendo uma luta contra os imperialistas e resistindo contra ataques reais e ameças a seus territórios. Mas essa luta não se resume a estes países, ela está já presente inclusive nos países imperialistas. O tempo e a história tem feito muitos acordarem e se revoltarem contra o império que há de desmoronar seja quando for. A campanha contra as ações dos EUA vem em crescente e para barrar isso os EUA intensifica sua propaganda alienadora com seus pretextos ridículos para fazer a cabeça das pessoas.
A luta anti-imperialista defende a libertação de todas as nações para que assim todos possam viver enfim em paz, como deveria ser há muito tempo afinal somos os seres mais evoluídos deste planete e deveríamos nos entender e nos respeitar ao invés de sermos sempre gananciosos e cruéis. O Juche e sua causa pela libertação da humanidade dá respostas claras sobre a necessidade de todas as nações se tornarem independentes e os povos serem de fato donos de seu destino e forjadores de seu futuro, sendo os donos daquela terra.
O imperialismo coloca figuras "nacionais" vende-pátria que já não possuem alma pertencente a sua nação de origem para ajudar suas ações e assim consegue se alimentar ainda mais. Podemos ver no mundo chefes de Estado subservientes aos EUA que se beneficiam por eles e não se importam com sua nação mas discursam a fim de fazer sua massa alienada a acreditarem nele.
A luta anti-imperialista deve ser a de todo ser humano que possui consciência e amor à humanidade e deve ser intensificada para que a águia imperialistas perca suas penas e se enfraqueça porque sabemos que quando o povo se unir não terá nada a perder e os imperialistas serão minúsculos e poderão ser esmagados com os pés. Toda nação deve se voltar contra ações que firam sua soberania e apoiar a paz e não o ódio. Deve-se ter ódio do inimigo da humanidade e respeito aos outros povos.
O anti-imperialismo não é ideologia, ele une todos, capitalistas e socialistas com pensamentos mais diversos que possuem o sentimento de amor à humanidade porque quem acaba com a paz mundial e torna a vida dos povos mais difícil e sofrida não é uma ideologia ou outra mas sim o imperialismo.
Na ocasião de 25 de junho, na República Popular Democrática da Coreia é abordado o tema da luta contra o imperialismo estadunidense e o espírito anti-imperialista é fortalecido, e assim, armada até os dentes o pequeno país do leste asiático impõe medo aos imperialistas que derramaram tanto sangue durante a guerra e depois dela na península e caso volte a tentar violar a soberania da RPDC novamente terá seu final tão ansiado por todo o mundo de forma 1000 vezes mais cruel.
A luta anti imperialista alcançará a vitória final em um futuro não tão distante bem como o Juche e os povos de todo o mundo poderão viver felizes.
Texto de 레난 쿠냐
Bandeira da ONU na guerra da Coreia
A guerra da Coreia na década de 1950 foi a guerra de agressão provocada pelos imperialistas dos EUA com as forças multinacionais envolvidas sob a capa das "Forças das Nações Unidas".
Depois de ocupar a parte sul da Coreia, os EUA estavam desesperadamente interessados em reduzir a Coreia inteira em sua colônia e base avançada para a invasão da Ásia.
Para este fim, os EUA intensificaram os preparativos de guerra contra a RPDC. E antes da guerra da Coreia, seu Departamento de Estado formou grupos encarregados de preparar documentos e resoluções a serem apresentados e adotados no UNSC e na Assembléia Geral da ONU.
Na véspera da guerra, o soldado americano Dulles prometeu ao traidor Syngman Rhee da Coreia do Sul que se o exército de marionetes sul-coreano forçasse apenas duas semanas após o surto de guerra, os EUA, perseguiriam a RPDC por atacar o sul na ONU e pressionar a ONU na mobilização de forças multinacionais em nome da ONU.
Em 25 de junho de 1950, a camarilha de fantoche sul-coreana desencadeou uma guerra contra a RPDC sob a instigação dos imperialistas dos EUA. Ao mesmo tempo, os imperialistas dos EUA trouxeram a questão da guerra da Coreia ao UNSC e organizaram a resolução nº 82 para marcar a RPDC como um "agressor". E no dia 27 de junho, eles prepararam a resolução da ONU nº 83 para justificar sua intervenção armada na guerra.
Em 7 de julho, os imperialistas dos EUA convocaram uma reunião do CSNU novamente para adotar uma "decisão" ilegal sobre a organização das "forças da ONU" lideradas pelos EUA.
Assim, um terço da força terrestre dos EUA, um quinto de sua força aérea e a maior parte de sua frota do Pacífico e tropas de seus 15 países satélites, incluindo o Reino Unido, França, Canadá e Turquia, alimentaram a guerra.
Todos esses fatos mostram claramente que os imperialistas dos EUA são o provocadores da Guerra da Coreia.
Elementos essenciais da democracia socialista e problemas importantes para efetivá-la
Os elementos essenciais da democracia socialista são a adoção de políticas de acordo com as aspirações dos amplos setores dos trabalhadores e implementá-los de acordo com os interesses das massas e por seus próprios esforços, e proporcionar-lhes liberdade e direitos genuínos e bem-estar em todos os domínios da vida social de forma substancial.
Os problemas importantes na realização da democracia socialista são: envolver os trabalhadores na governança e aumentar seu papel na vida política do Estado; Para fortalecer a liderança do partido e a direção unificada do Estado de todas as formas possíveis; Travar uma luta vigorosa contra todos os movimentos hostis que infrinjam a independência dos trabalhadores; Promover a construção econômica e cultural socialista; E eliminar práticas de burocratismo, um legado de uma sociedade desatualizada.
Na RPDC, todas as linhas e políticas do PTC e do Estado refletem a vontade e as demandas do povo, e são realizadas por força de seu entusiasmo e luta voluntária
sexta-feira, 23 de junho de 2017
Ministério das Relações Exteriores condena demagogia anti-RPDC no caso Warmbier
Nestes dias, as autoridades da administração estadunidenses intensificam a demagogia anti-RPDC, qualificando a medida humanitária desta como uma conduta desumana em relação ao caso da morte do cidadão estadunidense Warmbier.
A esse respeito, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia publicou, no dia 23, a seguinte declaração:
É evidente que Warmbier é o criminoso que, em virtude da lei da RPDC, foi condenado, em 16 de março de 2016, à pena de trabalhos correcionais por seus atos hostis, cometidos em cumprimento da missão que lhe foi atribuída por uma entidade de conspiração anti-RPDC dos Estados Unidos.
Como já foi divulgado ao mundo, durante a entrevista coletiva concedida em 29 de fevereiro de 2016, ele confessou em lágrimas que havia cometido atos hostis contra a RPDC, em conluio com a administração estadunidense, após receber a missão da Sociedade Z da Universidade da Virgínia, dos Estados Unidos, controlada pela Igreja Metodista Unida da Amizade, organização de conspiração anti-RPDC, e pela CIA.
A CNN e outros meios de comunicação dos Estados Unidos ainda transmitem o vídeo de Warmbier reconhecendo seus crimes e pedindo desculpas na coletiva de imprensa realizada em Pyongyang.
Embora não tivéssemos nenhuma razão para demonstrar misericórdia a tal criminoso de um país hostil, oferecemos, com base em uma posição humanitária e com toda sinceridade, tratamento médico até seu retorno aos Estados Unidos, levando em consideração seu grave estado de saúde.
Quanto ao boato infundado que atualmente circula nos Estados Unidos, segundo o qual Warmbier morreu em consequência de torturas e espancamentos sofridos durante os trabalhos correcionais, os médicos estadunidenses que viajaram à RPDC para a repatriação de Warmbier teriam algo a dizer.
Eles examinaram Warmbier e trocaram informações com nossos médicos sobre os resultados das observações médicas.
Reconheceram que seus sinais vitais, incluindo pulso, temperatura, respiração e os resultados dos exames cardíacos e pulmonares, eram normais e que lhe proporcionamos o tratamento médico que conseguiu salvar sua vida quando seu coração estava prestes a parar de bater.
Agora, ex-funcionários da administração Obama anunciam como seu "mérito" a libertação de dez estadunidenses graças às medidas humanitárias da RPDC. Eles não podem negar o fato de que tratamos os detidos de acordo com a lei e as normas internacionais.
Também é um mistério para nós a morte súbita de Warmbier, menos de uma semana após seu retorno aos Estados Unidos, quando apresentava sinais vitais normais.
Ele é uma vítima da política de "paciência estratégica" de Obama, que, tomado por uma extrema hostilidade e pelo veto à RPDC, recusou-se a manter diálogo com ela.
Por que o governo estadunidense, que afirma preocupar-se com a segurança de seu povo, não solicitou sequer uma vez, por via oficial, à RPDC a libertação humanitária de Warmbier durante a administração Obama?
A resposta a essa pergunta deve ser dada pelos próprios Estados Unidos.
Embora Warmbier fosse um delinquente com antecedentes de hostilidade contra a RPDC, aceitamos o reiterado pedido da atual administração estadunidense e, levando em consideração seu grave estado de saúde, permitimos que regressasse ao seu país por razões humanitárias, em conformidade com a decisão do Tribunal Central datada de 13 de junho de 2017.
No entanto, os Estados Unidos distorcem completamente os fatos e levantam deliberadamente uma campanha de demagogia, exigindo "vingança" e "pressão" contra a digna RPDC, o que constitui um desafio frontal e uma conspiração política contra ela.
Está claro que a maior vítima do presente incidente é a RPDC. Não haveria julgamento mais estúpido do que pensar que a RPDC não sabe calcular os ganhos e as perdas.
A atual campanha de difamação anti-RPDC nos Estados Unidos nos obriga a reforçar ainda mais a decisão de que o humanitarismo e a indulgência para com os inimigos são um tabu e de que é necessário tornar a lei ainda mais rigorosa.
Os Estados Unidos devem refletir seriamente sobre as consequências de seus atos imprudentes.
Agência Central de Notícias da Coreia, 23 de junho de 2017
quinta-feira, 22 de junho de 2017
(Novo) site do Ministério das Relações Exteriores da RPDC
Pyongyang, 22 de junho (KCNA) - Foi criado um site do Ministério das Relações Exteriores da RPDC.
Seu endereço é http://www.mfa.gov.kp.
O site ajudará a promover a compreensão das questões e políticas externas da RPDC e contribuirá para impulsionar as relações de boa vizinhança, amizade e cooperação entre a RPDC e outros países na ideia de independência, paz e amizade.
Crítica à política hostil do governo de Trump com Cuba
Pyongyang, 22 de junho (KCNA) - Recentemente, o governo revolucionário da República de Cuba emitiu uma declaração condenando o anúncio da nova política da administração Trump em relação a Cuba que segue com sabotagem interna e sanções econômicas.
Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) em uma declaração na quinta-feira condenou fortemente a nova política dos EUA em relação a Cuba, pois revela o verdadeiro propósito dos EUA de provocar o colapso do sistema socialista estabelecido em Cuba, instigando a instabilidade interna e apertando ainda mais o bloqueio contra Cuba sob o slogan da "democracia e liberdade de estilo americano" e "direitos humanos".
"Não é de estranhar que a administração do Trump tenha cortado todos os acordos alegadamente "errados" concluídos durante o governo Obama", afirmou o comunicado, e continua:
"Os sucessivos governantes dos Estados Unidos empregaram todos os tipos de meios para revogar as nações independentes e progressistas e estabelecer uma ordem mundial liderada pelos Estados Unidos e não hesitaram em revogar os acordos e compromissos internacionais.
O exemplo típico encontra sua expressão no fato de não haver diplomacia EUA-RPDC. O acordado durante o governo Clinton foi revogado pela administração Bush e o acordo de Paris assinado durante a administração Obama foi rejeitado pelo governo Trump.
São as características imperialistas inerentes aos EUA para isolar e bloquear os países que são independentes e contra os EUA recorrendo a meios políticos, econômicos, militares e diplomáticos, derrubam seus governos e se comportam imprudentemente sem pensar em consequências atropelando qualquer coisa que não seja a seu favor.
A situação prevalecente exige urgentemente que os povos de todos os países aspirem após a independência para fortalecer ainda mais a unidade e a solidariedade para frustrar a arbitrariedade dos EUA e realizar uma verdadeira justiça internacional.
A RPDC, também apoia o Partido, o governo e o povo de Cuba na sua luta pela independência contra o imperialismo e pelo socialismo e sempre estarão ombro a ombro com eles."
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