sábado, 15 de agosto de 2026

1925-1945

Mun Il Son, Faculdade de Direito, Universidade Kim Il Sung

O estimado camarada Kim Jong Un disse:

"O camarada Kim Il Sung foi um grande revolucionário que, possuindo infinita dedicação à causa revolucionária, dedicou tudo de si e alcançou a vitória da revolução."

Ao sopé da colina Moran, na Coreia, ergue-se um majestoso Arco do Triunfo. Os dois anos gravados nas colunas do Arco do Triunfo atraem os olhares de todos.

1925, 1945.

Ao compararmos essas duas décadas na longa história de cinco milênios, elas podem ser consideradas apenas um instante. No entanto, ao pensar que a época de hoje existe graças à luta árdua e cheia de provações desses 20 anos, esses dois anos nos dizem muito.

Quanto mais contemplamos as letras nitidamente gravadas no Arco do Triunfo, mais solenemente se delineiam os passos sagrados do grande Líder camarada Kim Il Sung, que, desde os 14 anos de idade, quando tomou o caminho da revolução para salvar a pátria que gemia sob os cascos do imperialismo japonês, percorreu durante 20 anos milhares de ri de batalhas sangrentas e caminhos cobertos de neve e ventos da luta antijaponesa.

Recordando aqueles tempos, no início da década de 1920, o povo coreano ansiava desesperadamente por um grande homem que pudesse salvar o destino da nação.

Ainda hoje ressoa vigorosamente em nossos corações o estado de espírito que o grande Líder teve naquele dia em que atravessou o rio Amnok, fazendo o solene juramento de que não retornaria enquanto a Coreia não estivesse independente.

O som dos tiros da grande guerra antijaponesa que o grande Líder fez ecoar nos campos do Monte Paektu, carregando consigo as duas pistolas que lhe foram deixadas como herança por seu pai, o senhor Kim Hyong Jik, intrépido combatente revolucionário.

O frio intenso em que até as árvores de vidoeiro rachavam de tanto congelar; os sangrentos combates contra os inimigos que, dezenas de vezes por dia, avançavam como carrapatos; a fome que se acumulava incessantemente; o turbilhão da luta contra o chamado grupo Minsaengdan, provocada pelas manobras dos nacionalistas e dos sectários bajuladores das grandes potências; a árdua Marcha Penosa de Nanpaizi até Beidatingzi ...

Foi o nosso Líder quem, sem uma retaguarda nacional nem o apoio de um exército regular, travou uma luta de vida ou morte contra o milhão de soldados do imperialismo japonês, armados até os dentes, e trouxe a libertação da pátria.

Movido pela ardente saudade da amada pátria e por um infinito senso de responsabilidade pelo destino do povo, o grande Líder suportou firmemente, como revolucionário e como homem, dores e sofrimentos inimagináveis.

Não foi justamente graças aos mil ri de batalhas sangrentas e aos mil ri de caminhos de neve e ventos, que ele percorreu com tamanha firmeza, que finalmente raiou a nova manhã da libertação da pátria?

Por isso, juntamente com a saudade que dilacera o coração pelo Líder paterno, o povo coreano grava ainda mais profundamente em seu coração o significado profundo que a libertação de 15 de agosto transmite.

1925, 1945!

Antes de serem apenas números que mostram a história revolucionária do grande Líder, que viveu ao relento e dormiu sob o vento e a geada em meio ao mar de fogo e ao mar de sangue da luta antijaponesa, estes são anos imortais que condensam as realizações imortais do nosso Líder, que salvou o destino da pátria e da nação.

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