Em 15 de agosto de 1945, o grande Líder camarada Kim Il Sung alcançou a libertação da pátria após derrotar o imperialismo japonês.
Naquele dia de grande vitória e de reviravolta do destino, o povo coreano recuperou sua preciosa dignidade independente, tão valiosa quanto sua própria vida.
Desde então, o povo coreano recuperou a soberania, o território, os recursos naturais, a história e a cultura que haviam sido usurpados pelas forças estrangeiras, teve liberdade e todas as possibilidades para forjar seu destino e desempenhou o papel de dono na grande causa da fundação do país para o desenvolvimento democrático e a felicidade.
Os camponeses que se viram obrigados a abandonar sua terra natal por não possuírem sequer um pedaço de terra para cultivar tornaram-se donos das terras cultiváveis e do país, graças à Lei de Reforma Agrária, promulgada em 5 de março de 1946.
Em virtude da Lei de Nacionalização das Principais Indústrias, proclamada em 10 de agosto de 1946, os operários se libertaram dos maus-tratos e desprezos de toda índole dos imperialistas japoneses e dos capitalistas e se apresentaram como donos das fábricas e dos meios de produção.
Uma vez promulgada a Lei de Igualdade de Direitos do Homem e da Mulher, em 30 de julho de 1946, a população feminina recuperou sua dignidade humana e passou a ter os mesmos direitos que os homens em todas as esferas da vida política, econômica e cultural.
Como deputados, funcionários, operários e camponeses exemplares, pessoas de diferentes estratos contribuíram para a prosperidade da pátria e o bem-estar da população.
Como se vê, a libertação da pátria foi um acontecimento de grande relevância histórica que trouxe uma mudança radical no destino da pátria e de cada coreano.
Hoje em dia, o prestígio e o poderio da RPDC se encontram no mais alto nível, e elevam-se extraordinariamente a dignidade e a posição do povo coreano, sob a orientação do estimado camarada Kim Jong Un.

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