Em virtude do Tratado de 5 Pontos de Ulsa, fabricado em 1905 mediante chantagem militar e fraudes, os imperialistas japoneses instalaram no ano seguinte a regência geral na Coreia com o propósito de intensificar sua dominação colonial fascista.
Os imperialistas japoneses publicaram o decreto imperial que proibia a livre entrada no Palácio Real com o objetivo de impedir o encontro dos coreanos com seu imperador. E colocaram em todos os domínios japoneses enviados pela regência geral. O regente-geral era o governante supremo que concentrava todas as autoridades, tais como a legislativa, a judicial, a administrativa e a militar.
Ao assumir o domínio sobre todo o território coreano por meio da regência geral, os imperialistas japoneses criaram a lei de extração de minerais e organizaram a Companhia de Exploração Colonial do Oriente com o objetivo de saquear os recursos subterrâneos e marítimos da Coreia, despojar as terras cultiváveis e controlar o sistema financeiro coreano.
Impuseram a educação colonial escravizadora e fecharam as escolas privadas patrióticas. E sustentaram a regência geral com a presença de numerosos militares.
Por ordem do primeiro regente-geral Ito Hirobumi, os imperialistas japoneses assassinaram cruelmente os patriotas coreanos que se opunham à sua dominação colonial.
Os militares japoneses cometeram massacres e incêndios nas principais cidades e até nas aldeias montanhosas isoladas da Coreia, destruindo e saqueando, a seu bel-prazer, os patrimônios culturais.
No período da regência geral, de cerca de 5 anos, o Estado feudal coreano foi completamente arruinado e estabeleceu-se o sistema de dominação colonial fascista do imperialismo japonês, que impôs incontáveis desgraças e sofrimentos ao povo coreano.
Agência Central de Notícias da Coreia

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